História For Sale - Capítulo 25


Escrita por:

Visualizações 147
Palavras 3.864
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Festa, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O I E
To com mt preguiça de fazer uma capa, o que importa é o conteúdo mesmo haha não morram nesse capítulo e MUITA CALMA.

LEIAM AS NOTAS FINAIS

Boa leitura! ♡

Capítulo 25 - Wild night


Eu estava bem perdida, porém, apenas fui andando rumo ao bar, cujas luzes estavam piscando e chamando a atenção. Sentei em um banquinho e o barman se aproximou. 

- Duas tequilas, por favor. - Pedi e ele trouxe as bebidas rapidamente, colocando um limão cortado ao meio na minha frente. 

- Essa eu quero ver. - Ele se debruçou no balcão e o tom desafiador na sua voz foi evidente.

- Algum problema?

- Não, é que... as únicas mulheres que frequentam esse lugar são putas, e você com essa carinha não parece ser uma, quem diria beber duas doses de tequila. Duvido você não cuspir uma gota. 

Dei uma risada debochada, arrumando minha posição. 

Coloquei o sal na palma da minha mão, o lambi, chupei o limão e virei as duas tequilas de uma só vez, sentindo uma queimação na garganta, bem mais forte do que da primeira bebida. Fiz uma careta, balançando a cabeça e o barman estava me encarando de queixo caído.

O puxei pela gola da camisa e aproximei a boca da sua orelha.  

- Eu não cuspo, eu engolo tudo. - Sussurrei e saí do bar, sem olhar para trás. Imagino que o barman esteja se remoendo por dentro. Ele é bonitinho, mas não passa de um babaca.

As luzes do palco se acenderam e as cortinas se abriram, resultando na comemoração dos homens. Em seguida, duas mulheres gostosas pra caralho subiram no palco, indo em direção ao pole dance.

Elas começaram a dançar sensualmente,  conforme o ritmo da música que iniciou, e logo foram esfregando o corpo na base metálica. Uma delas resolveu ousar um pouco mais e tirou os pés do chão, prendendo os pés no pole dance e jogando a cabeça para trás.

Uma sensação estranha tomou conta de mim. Era como se eu estivesse no lugar delas novamente há três meses atrás. Aquela foi a noite mais insana da minha vida.

Elas não demonstravam arrependimento algum fazendo aquilo. Talvez realmente gostem do que estão fazendo ou são ótimas atrizes quando o assunto se trata de esconder sentimentos. 

Um instante depois a apresentação terminou e as duas saíram do palco, indo em direção aos seus telespectadores para buscar a grana.

Justin P.O.V

Passei pelos seguranças ao entrar na sala privada acompanhado pelo Ryan e três seguranças, e a diferença sonora já era grande. As paredes eram à prova de som. 

Joel, o dono da boate, estava sentado em uma poltrona, rodeado por vadias, enquanto bebia.

- Quanto tempo, Bieber? - Ele notou minha presença e abriu um sorriso, obviamente falso. 

- Me poupe das formalidades, vamos direto ao assunto. Tenho mais o que fazer. - Falei tirando meus óculos escuros e sentando em frente à sua mesa. Ryan e meus seguranças ficaram logo atrás, certificando-se de que não haveria nenhuma armadilha.

 O barbudo dispensou as vadias e todas recolheram seus pertences, saindo do escritório em um piscar de olhos.

Ele chamou um cara que estava por perto, deve ser o seu braço direito, e ele pegou uma garrafa de vinho, enchendo duas taças. 

- Servidos? - Ele levantou sua taça olhando para Ryan e meus seguranças e pelo visto eles negaram. Ele deslizou a outra taça para o meu lado e eu a peguei, tomando um gole logo depois que ele. 

- Já imagino o motivo da visita, mas não veio para ficar calado, então, prossiga.

Ele ajeitou sua posição e pigarreou, entrelaçando as próprias mãos e apoiando-as em cima da mesa.

- É o seguinte, você tem uma porcentagem considerável dos Estados Unidos para lidar, e eu, ainda estou na frente. Temos um alvo em comum e, talvez, se nos unirmos, conseguiremos derrota-lo e dividir parte do seu território. 

Joel ficou um tempo em silêncio, olhando para um ponto fixo aleatório enquanto parecia pensar na minha proposta.

Talvez eu tenha sido um pouco ousado demais em falar com um cara que eu não via a pouco mais de um ano e que durante esse tempo pode ter se aliado contra mim. 

Mas se eu não tentar, o que pode dar certo? 

Além do mais, ainda nem pedi o que eu queria. 

Ele olhou para mim, finalmente, e abriu um sorriso enorme antes de começar uma gargalhada longa e irritante. Enquanto ele ria, continuei sério, tentando entender o motivo da graça. 

- Desembucha logo, Bieber, sei que não veio aqui para pedir uma parceria idiota e beber vinho. - Ele falou sério, mudando de expressão rápido.

- Você é esperto, agora sim posso confiar na minha própria proposta. - Comentei. - A melhor época do tráfico está chegando e, obviamente, vai ser uma luta entre quem vai ficar com as melhores drogas. Cocaína é a primeira a acabar e ano passado eu consegui uma boa parte. - Ele assentiu, certificando-me que estava prestando atenção. - Esse ano, Charlie está preparando algo grande com a ajuda de Jordan e mais uns cinco filhos da puta. Tenho fortes concorrentes. 

- Charlie sempre se classifica entre os melhores, se o seu objetivo é acabar com o título dele, não é uma ideia muito inteligente. Qualquer passo errado e ele acaba com a sua vida. - Ele tomou mais vinho. 

- Eu sei disso. Por isso tem que sair tudo perfeito. 

- E você quer minha ajuda pra isso? - Indagou. 

- Não só a sua, já tenho alguns recrutados. - Umedeci os lábios ligeiramente. - Sei que você tem um ódio mortal da mesma pessoa que eu e, acho que já está na hora de me pagar o que deve.

Há três anos atrás, ajudei Joel com uma grande quantia em dinheiro para que ele investisse no que precisava. 

Essa boate inclusive, foi construída com parte do meu dinheiro, não fez mais do que sua obrigação deixar uma área vip reservada para mim, e hoje, com seu Império progredindo, ela está sendo reinaugurada. 

Ele também me ajudou com algumas pequenas ações logo quando iniciei nesse mundo, graças ao meu pai. Obviamente eu cresci mais rápido do que ele por consequência de todo o treinamento com o rei do crime nos Estados Unidos, vulgo Jeremy Bieber.

- O que eu preciso fazer? - Ele abriu um sorriso diabólico e eu sorri de canto.

- Simples. Só precisa estar preparado para quando eu o convocar para uma missão. Você prefere prejudicar ou matar? - Ajeitei a gola da minha camisa.

- Não somos amigos, mas você me conhece. - Vi seus olhos pegarem fogo. É disso que eu preciso.

Me despedi de Joel e sai andando em direção à porta, com Ryan e meus seguranças logo atrás. 

- Não confio nesse cara. - Ryan falou emburrado e eu respirei fundo, parando no início das escadas, e olhando para ele. 

- Fica frio, cara. Isso não é mais do que a obrigação dele. 

- E desde quando você depende da boa vontade de uma gangster de merda ? - Indagou e eu não dei uma resposta. Ele riu pelo nariz, de maneira desprezível. - Foi o que eu pensei. 

- Qual é, Ryan? Eu to pouco me fodendo pra ele. - Falei enquanto descia as escadas. - Não é de hoje que você está estranho. 

- Tudo bem, eu avisei. - Ele falou sério e passou por mim, visivelmente furioso.

- Você sabe de alguma coisa que eu não sei? - Perguntei parando-o. 

- Não. 

Claire P.O.V

Balançava meu corpo conforme a batida da música, porém, Chaz e Dylan estavam totalmente fora do ritmo. Acho que a mentira sobre eles estarem bêbados está se tornando realidade. 

Voltei para a área vip e me sentei no sofá. Se eu continuasse bebendo e cheirando a maconha que estava nas mãos de quase todo mundo, eu não demoraria para apagar e isso resultaria em um Justin furioso amanhã de manhã.

Por falar nele, o enxerguei descendo as escadas acompanhado de Ryan. Ao contrário de Justin, ele não parecia muito feliz. Não demorou muito para que os dois chegassem e não pude deixar de notar a tranquilidade estampada no seu rosto.

Ele sorriu ao me ver sentada, quietinha. Provavelmente estava imaginando que eu passei o tempo inteiro aqui.

- Vamos? - Ele segurou minha mão e eu assenti, acompanhando-o.

Quando estávamos bem no meio das mesas, escutei um tiro e uma gritaria deu lugar à música, deixando todo mundo em pânico. Todos se jogaram no chão e Justin sacou sua arma do bolso, apontando contra um cara que recém havia entrado no local. 

Ele virou a mesa mais próxima no chão e me colocou atrás dela, servindo de escuto. Ryan se jogou praticamente em cima de mim para me proteger e começou a atirar contra esses loucos que chegaram querendo matar alguém. 

- Droga! - Ryan esbravejou e eu comecei a imaginar que o alvo poderia ser o Justin. Fechei os olhos, esperando que tudo aquilo terminasse logo, e depois de alguns segundos Ryan segurou meu rosto, me fazendo abrir os olhos. 

- Quando eu disser você precisa correr atrás de mim, entendeu? - Falou sério e eu balancei a cabeça, sem dizer sim ou não. Eu não tinha escolha.

- Vão! - Escutei a voz do Justin não tão distante e Ryan me olhou rapidamente, indicando que estava na hora, então, ele me guiou até a saída de emergência sem parar de devolver tiros que vinham em nossa direção. 

Os carros do Justin ainda estavam estacionados ali. Agora eu entendo o porque de ele preferir estacionar perto das saídas de emergência. 

- Entra no primeiro carro e não sai em hipótese alguma. - Ryan falou fazendo um gesto para que eu corresse e ficou me observando até que eu entrasse e fechasse a porta. Em seguida ele voltou para dentro da boate novamente e os tiros continuaram, me deixando totalmente sozinha e apreensiva.  

Todos eles estão correndo perigo agora. E Dylan e Chaz não estão cem por cento sóbrios, o que põe a vida deles em mais risco ainda. Apesar de tudo, eu amo todos, até mesmo o Justin. Eles são criminosos, mas fizeram de tudo para me ajudar durante todo esse tempo. 

Bom, a maioria deles. 

Os tiros diminuíram a intensidade e não demorou para que Justin e os meninos saíssem pela saída de emergência correndo. Ilesos. 

Soltei todo o ar, que eu nem percebi que estava prendendo, pela boca e Justin fez a volta no carro, entrando e o arrancou dali sem ao menos fechar a porta direito.

Depois de ter percorrido uma distância considerada segura, ele bufou. 

- Quem eram aqueles? - Arrisquei na pergunta. 

- Parceiros do Charlie. - Ele respondeu com um tom raivoso na voz. Ainda não faço ideia de quem seja esse cara, mas é evidente que ele causa muita ira no Justin. 

- O que eles queriam? - Abri um pouco da janela, deixando o vento bater contra o meu rosto. 

- Me matar. - Falou tranquilamente. 

- Ele quer te matar e você fala com essa tranquilidade toda? - Arregalei os olhos e ele riu pelo nariz. 

- Ele não é o primeiro nem o último. - Suspirou, fazendo uma longa curva com o carro. - Quando você vive nesse mundo, deve saber que sempre tem alguém atrás de você. - Ele olhou rápido para mim e logo se concentrou na estrada.

Concentrei-me na vista através da janela e notei o olhar do Justin pairando no meu rosto de vez em quando. Estávamos quase chegando na rua da mansão quando criei uma coragem que eu nem sabia que existia para pedir algo inusitado. 

- Não vamos para casa agora. Quero te levar em um lugar. - Falei determinada, ele não iria negar. 

- Que lugar? - Ele franziu a testa. 

- Em motel.

Ele abriu um sorriso malicioso e virou o rumo do carro repentinamente, de uma maneira que eu até fiquei assustada. 

- O que você tá fazendo, bro? Por que mudou o trajeto? - A voz do Chaz ecoou pelo carro, seguida de um chiado da conexão e eu me assustei com aquilo. Justin rolou os olhos, provavelmente esquecendo que havia uma pilha de seguranças logo atrás dele.

- Voltem para a mansão agora. Vou chegar mais tarde. - Ordenou e os pontinhos vermelhos no painel do radar mudaram a direção. 

Eu sei que ele estava louco para perguntar "O que deu em você?", mas deveria estar apreensivo de fazer eu desistir após a pergunta. 

E é bom provável porque nem eu sei o que eu estou fazendo.

Não demorou muito para que chegássemos na entrada de um prédio alto. 

- Por que me trouxe em um prédio? - Indaguei confusa, procurando alguma placa ou sinalização escrita "motel". 

- Espera só pra ver. - Ele disse abaixando o vidro do seu lado e parou em frente à cabine do porteiro. 

- Pois não? - O senhor falou diminuindo o volume do rádio que estava escutando.

- Quero o melhor quarto deste motel. Sou um amigo da Rhimes. - Justin pediu e o senhor ergueu apenas uma sobrancelha. 

- Nome? - Perguntou desconfiado. 

- Justin Bieber. 

O senhor deu uma verificada em uma planilha e entregou uma chave ao Justin.

- Tenham uma boa noite. - Ele aprovou a passagem e desbloqueou a entrada. Justin estacionou em uma das vagas do estacionamento e teve várias opções, pois estavam quase todos desocupadas.

Saímos do carro e andamos em direção ao interior do prédio. Entramos no elevador e Justin apertou o último andar, o 38. Aquele prédio era gigantesco e eu não fazia ideia de que havia um motel no topo.

Assim que as portas se fecharam, senti sua aproximação por trás e suas mãos envolveram minha cintura. As pontas dos seus dedos retiraram meu cabelo do pescoço e, assim que senti sua boca encostando na minha pele, me virei para ele e o encostei na parede do elevador. Segurei seu rosto com as duas mãos e me inclinei para beija-lo, mas parei uma fração de segundo antes de encostar nossos lábios. 

- Não to mais afim de te beijar agora. - Falei me virando para o lado oposto e petrificado meu corpo, olhando diretamente para a frente. 

- Você pediu para vir até aqui! - Ele falou sem entender nada e eu me segurei para não rir. 

- Sim, eu seu. - Falei séria e escutei ele bufar de raiva. Um instante depois a porta finalmente se abriu e um corredor longo e estreito surgiu, havendo apenas uma porta no final dele.

Que lugar bizarro

Comecei a andar na frente, até que, chegamos na porta e Justin a destrancou. 

O quarto era enorme, com uma cama aparentemente muito confortável no centro e uma janela cobrindo toda a extensão de um lado da parede, dando vista para toda a cidade de Los Angeles. 

Havia um pole dance de um lado, e uma bancada com petiscos do outro, e as luzes eram bem fracas e em um tom roxo.

Larguei minha bolsa em cima de um puff e andei até a grande vista pela janela. Obviamente ninguém iria nos ver, mas, ao mesmo tempo, a sensação de parecer estar sendo observada pela cidade inteira me deixava arrepiada.

- Deita aí, eu já volto. - Falei indo até o banheiro e escutei uma risadinha dele.

A bancada de mármore claro e as flores brancas e cheirosas decoravam o banheiro. Em um canto tinha uma arara com roupas e fantasias penduradas no cabide, com uma placa em cima.

"Use, abuse e leve"

Me aproximei e dei uma olhada, logo fixando o olhar em uma lingerie branca e delicada, cheio de rendinhas.

Tirei toda a roupa e o vesti, me olhei em frente ao espelho e meu cabelo ainda estava ondulado e bonito.

Saí do banheiro e Justin estava deitado na cama com as mãos atrás da cabeça. 

Que bonitinho, obedeceu feito um cachorrinho. 

Andei até o notebook que havia ali e coloquei a música que estava na minha cabeça: "Love on the brain - Rihanna".

Fui rebolando até o pole dance e senti seu olhar me acompanhando. Apertei em um botão que estava na parede e as luzes do pole dance se acenderam. 

- Uou! - Falei para mim mesma. 

- Você tem certeza disso? - Justin atraiu minha atenção. - Na boa, você não vai ficar brava se eu rir pra caralho da sua cara não é?
Ri com aquilo, balançando a cabeça. 

- E quem disse que vai ser engraçado? 

Encostei meu corpo naquela base metálica gelada, segurando a base com as mãos por cima da cabeça. Dei um giro perfeito ao redor da própria base e desci até o chão, espremendo minha bunda contra o pole dance. 

Balancei meu corpo conforme o ritmo e subi no pole dance, prendendo as pernas na base e jogando meu corpo para trás, como se eu fosse cair.

Coloquei os pés no chão novamente e enrosquei minha perna no pole dance, fazendo outro giro. Estiquei minha perna e levantei-a para cima, encostando-a paralela ao pole dance. 

Enrosquei a perna na base novamente e dessa vez, com um impulso maior, arrisquei mais um pouco e fiquei de ponta cabeça, fazendo uma abertura com as pernas e caindo perfeitamente com as pernas abertas no chão.

Olhei para Justin e ele estava boquiaberto, analisando cada movimento que eu fazia. Chega a ser engraçado. 

- Não estou escutando as risadas, Drew. - Falei e mordi o lábio inferior, levantando de uma maneira sensual.

Me distanciei do pole dance e peguei um morango dentre as frutas que haviam no recipiente. Lambuzei a fruta no fondue de chocolate e olhei fixamente para o Bieber enquanto apreciava o gostinho da fruta e o do poder. 

Era incrível! 

Justin impulsionou o corpo para a frente, ameaçando levantar da cama e eu desaprovei com a cabeça.

- Fica quietinho aí. - Falei apontando para a cama. 

- Você não manda em mim. - Retrucou. 

- Não importa. Se você não obedecer não vai acontecer nada hoje. - Falei em um tom de voz firme e ele bufou, reacomodando-se na cama.

Peguei outro morango e mergulhei a pontinha no fondue, logo andando em direção à ele. 

- Você não pode me tocar, apenas sentir. Entendido? - Perguntei e ele assentiu, me fazendo sorrir. 

Quem diria que Justin Bieber ficaria submisso por tanto tempo assim?

Subi engatinhando na cama e sentei no seu colo, coloquei uma perna para cada lado e segurei a fruta entre os dentes, aproximando-a da boca dele. Ele mordeu seu pedaço da fruta e eu fiz o mesmo, não demorando para beijar seus lábios com delicadeza. Ele retribui o beijo, intensamente, com um gosto azedo, porém, doce da fruta e não demorou para que sentisse suas mãos ao redor da minha cintura. Tirei suas mãos dali sem interromper o beijo e segurei seu rosto, logo afastando meus lábios dos seus.

Fiquei sentada apoiando os joelhos na cama, de modo que meus seios ficassem à altura dos seus olhos. 

A cara de desapontado que ele estava no momento por não poder me tocar era hilária.

Desabotoei sua camisa e joguei-a para trás, logo deslizando a ponta dos meus dedos sobre o seu peito e sentindo cada gominho. Dei um longo suspiro antes de tirar o seu cinto e abrir o zíper da sua calça. Puxei-a para baixo junto com a cueca e seu membro pulou para fora.

Jerry estava inspirado hoje

Aproximei minha boca do seu membro e, centímetros antes de encostar na sua glande, soprei o local cuidadosamente e me afastei, deixando-o com um ponto de interrogação na testa.

Me sentei na ponta da cama, tirei meu sutiã e minha calcinha devagar e abri minhas pernas ao máximo, dando uma visão privilegiada à ele. 

Escutei sua respiração sentida, e isso me motivou a continuar. Deslizei meus dedos dentre as minhas coxas até chegar na minha intimidade com meu olhar fixado no de Justin e ele balançou a cabeça negativamente, dando um sorriso malicioso.

- Quer ajuda? - Ele tentou pelo menos. 

Sorri. 

- Não, mas você vai precisar.

Comecei a massagear meu clitóris, sem cortar o contato visual com o Justin e ele fixou seu olhar ali, apenas esperando meus comandos.

Continuei fazendo aquilo por um tempo, soltando alguns gemidos para deixa-lo mais excitado, até que o vi da maneira que eu queria:

Derrotado.

Engatinhei até o seu colo e sentei em cima do seu membro, ainda sem penetração. Iniciei movimentos de vai e vem, apenas friccionando minha intimidade no seu membro. Arfei no mesmo instante que ele gemeu e fui aumentando o ritmo à medida em que o prazer aumentava.

Deixei mais gemidos escaparem, ficando cada vez mais ofegante e tentando à todo custo manter o contato visual com ele. Joguei a cabeça para trás, de olhos fechados, em seguida voltando a olhar para os seus olhos. 

- Porra! Já chega. 

Justin gritou, me jogou na cama, ficando por cima, e escutei o som de alumínio sendo rasgado. A camisinha. Assim que ele a colocou, me penetrou com tudo, forte. Gritei ao sentir todo o seu membro dentro de mim investindo em estocadas fortes. 

Justin soltou um gemido rouco e eu arranhei suas costas com força, sentindo minha intimidade se contrair no seu membro. Ele se movimentava tão rápido que eu não queria que ele parasse, e não quero. 

Fiquei por cima dele e continuamos alguns minutos no ato, até que cheguei ao meu ápice e, depois de mais três fortes estocadas, ele também.

Meu corpo caiu sobre o dele, que parecia tão cansado que nem se importou.

Passamos um bom tempo em silêncio, escutando apenas a respiração um do outro, até que me recompus, caindo sobre o seu lado, mas me surpreendi ao sentir seu braço envolvendo minha cintura, me fazendo deitar sobre o seu peito novamente. 

- Você não me disse que sabia dançar no pole dance. - Ele disse, quebrando o silêncio.

- Há muitas coisas que você não sabe sobre mim. - Retruquei e ele ficou em silêncio, provavelmente pensando. - Lembra da noite em que você me "sequestrou" na boate. - Fiz aspas com as mãos, o encarando. 

- Óbvio, até nos esbarramos lá dentro.

Acabei batendo de frente com uma pessoa, uma luz colorida mais opaca passou entre os nossos rostos, possibilitando que eu analisasse sua feição.

Me assustei ao ver que era o homem de olhos bonitos que estava me observando. Meus lábios estavam tremendo, mas não era por causa do frio. Eu estava em estado de choque.

- Era o meu primeiro dia. Foi a minha última opção. - Quando percebi, já estava falando em um tom mais triste automaticamente. 

- Eu sei, e foi mais fácil de encontrar você. 

Franzi o cenho, olhando para ele. 

- Você não ia apenas escolher uma vadia e pronto, missão cumprida? Por que toda essa obsessão por mim? - Perguntei confusa e antes que ele pudesse responder, seu celular começou a tocar.

- Alô? - Ele disse e ficou um tempo apenas escutando. - O QUE? - Gritou, sentando-se na cama e eu fiz o mesmo, sem entender nada. - Calma, porra! To indo aí. - E desligou, pulando da cama visivelmente nervoso. 

- O que aconteceu? - Perguntei enquanto ele estava colocando suas roupas.

- A Rosie sumiu. 


Notas Finais


Meudeuseutonervouser!!!!

Aaaa tá começando finalmente! Só agora que vou C O M E Ç A R a revelar algumas coisinhas e ver a reação de vocês. Quero ver quem vai chegar mais perto da verdade rsrs

Gente minhas vida ta uma correria que vcs não tem noção. Saio de casa as 6:30 e chego por volta das 20:00 quase todos os dias, e vou ter que mudar meu horário de trabalho, não sei como vai ser.
Aaah e muito obrigada pra todos que me desejaram sorte na prova de física ♡ mesmo assim tomei no cu, mas vida q segue, tenho tempo pra recuperar tudo.

MEODEOS eu to CHO-CA-DA que o Bieber ta noivo da Hailey!!! Deu até um desânimo de continuar escrevendo, mas relaxam, vou continuar essa história até o final se Deus quiser :)
E eu to morrendo aqui esperando o SG2. Revival foi há 84 anos atrás, não aguento mais. Enfim, só nos resta esperar e orar pelo bem dos dois ♡♡♡

Um beijo meus queridos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...