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História For You - Nosh - Capítulo 4


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Notas do Autor


I'm Back com mais um capítulo quentinho para vocês, espero que gostem <3.
vejo vocês nas notas finais, espero que gostem, boa leitura.

Capítulo 4 - Por você!


Fanfic / Fanfiction For You - Nosh - Capítulo 4 - Por você!

Depois de todo momento de emoção, Josh chamou o garçom para que fizéssemos os pedidos, e meu Deus, tem tanta coisa boa, mas tão caros, que eu fiquei uma eternidade escolhendo algo que fosse gostoso e não fosse caro, até Josh intervir novamente

- Você já escolheu Noah – ele já tinha escolhido o que ia comer, mas eu estava enrolando, e ele precisava fazer o pedido, ele arqueia a sobrancelha, aquele conhecido sinal de escolha algo pelo amor de Deus – já?

- Já sim, vou querer uma água – senti vergonha ao vê-lo gargalhar

- Deixe de ser ridículo – posso ver a diversão pairar sobre o seu rosto e isso me diverte também – me deixe escolher algo para você – ele fala pegando o menu mais uma vez para dar uma breve olhada

   Vejo mais uma vez ele chamar o garçom que já tinha ido embora atender outras mesas enquanto a gente procurava os pratos que íamos comer, coitado, demorei tanto que ficou impaciente

- Nós vamos querer de entra dois Foies Gras e de prato principal vamos querer confit de carnad, e para acompanhar traga duas taças de vinho tinto – ele pede ao garçom que assente com a cabeça anotando o pedido e some de volta para a cozinha para serem preparados

- Para um fisioterapeuta você é bem informado da culinária francesa – comento rindo da cara que ele faz

- Nós fisioterapeutas também possuímos bom gosto, senhor gastrônomo – ele rebate rindo também, paro e começo a pensar que a maior parte do meu tempo estamos sorrindo, e isso é tão bom, me traz uma paz tão boa

- Você não me disse o que foi fazer no campus, ou trava com tantas saudades assim de mim? – Pergunto naquela falsa inocência, e escuto novamente a sua risada, vou fazer palhaçada o dia todo se poder, só para ouvir a risada desse homem

- Na verdade fui fazer duas coisas, uma delas era ver você – ele afirmou, o que deixou me deixou um pouco boquiaberto, ele percebeu que eu fiquei surpreso e deu uma risadinha

- Posso saber qual foi a outra coisa que o senhor foi fazer? Ou é assunto sigiloso de agente do FBI – brinco olhando o garçom colocar os Foie Gras na nossa frente, junto com as taças de vinho, e ouvindo Josh murmurar um obrigado para o mesmo, que se retirou dizendo que em 20 minutos o prato principal estaria pronto

   Olho para o meu relógio e fico espantado com a hora, 13:30, como assim já tinha passado 1 uma hora desde que a gente chegou e eu não percebi

- Não, não faz parte dos meus assuntos de agente – ele brinca – mas acho que você vai gostar de saber dessa notícia – em um momento hesitou, o que me deixou mais apreensivo para saber o que era

- Vamos Josh, deixe de enrolar e me conte logo – peço sem paciência

- Está bom apressadinho – ele toma uma pouco do vinho – bom, desde criança eu tinha um sonho de ser professor – ele dá uma garfada no foie gras, e eu faço o mesmo, e meu Deus, isso era muito gostoso – é muito bom, não é? – Ele me pergunta

- Sim, é incrivelmente saboroso – comento ainda mastigando, falta de educação eu sei, mas eu simplesmente não consigo me conter – mas vamos, me fale logo, deixe de enrolação Josh Beauchamp

- Sim, continuando, eu sempre quis ser professor, minha mãe é, ela é professora de psicologia da universidade de Nova York, e meu pai é cirurgião plástico – minha boca forma um perfeito “O” depois de saber dessas notícias

- São pessoas extremamente importantes – comento abismado, não imaginava

- Sim, são – ele concorda – mas experimenta crescer na sombra disso – ele suspira – Você tem que ser alguém na vida Josh? Quem é você Josh? O que vai fazer para ser tão grande quanto seus pais? É horrível ter toda a sua vida observada por alguém que espera que você faça algo épico – ele suspira mais uma vez, como se estivesse cansado

- Josh, eu sinto muito – pego a sua mão por cima da mesa – não sei como é crescer assim, meu pai é Arquiteto, e minha mãe é Designer de interiores, não fui tão cobrado como você, mas Josh, podemos decidir o nosso futuro, você decidiu o seu não foi? – Pergunto ansioso com a resposta

- Sim, Noah, eu decidi – ele afirma – fiz faculdade em Yale, não quis fazer em Harvard por minha mãe da aula na faculdade, ela ia dá um jeito de ficar de olho em mim, meu pai queria que eu fizesse medicina, como ele, mas eu me apaixonei pela fisioterapia e é por onde segui, e eu não me arrependo um segundo se quer – ele fala com orgulho

- Eu estou muito orgulhoso de você – aperto mais sua mão por cima da mesa, solto e voltamos a comer, ele ia falar mais, porém, o garçom chega com a nosso prato principal confit de carnad, começamos a comer em silêncio, mas eu faço questão de o quebrar –então o que você querer ser professor tem a ver com estar no campus da Columbia – comento me deliciando com a comida

- Aí é que está, eu tinha colocado o meu currículo para a seleção de monitores que a Columbia abriu, mas eles gostaram tanto do que eu tinha feito durante e fora da graduação que me ofereceram uma vaga como professor do curso de fisioterapia – ele falou eu não poderia estar menos eufórico

- Ah meu Deus, Josh – eu não me importei de estarmos num restaurante, e terem pessoas lá almoçando também, simplesmente levantei e puxei Josh para um abraço desajeitado por ele estar sentado – eu estão tão, tão feliz por você, meu Deus isso é demais – depois do meu pequeno show

- Obrigado Noah, eu estou tão empolgado – ele comenta realmente feliz – começo amanhã mesmo, estará na faculdade amanhã? – Ele me pergunta

- Oh sim, vou, tenho estágio a semana toda no restaurante do campus – então acho que vamos nos ver bastante, Beauchamp, ou devo chamá-lo de Professor Beauchamp? – Comento

- Professor Beauchamp está ótimo – ele comenta rindo voltando a comer, e eu fiz o mesmo, um silêncio gostoso se instalou entre a gente – Noah – ele me chama trazendo minha atenção para si – quando é a sua consulta com o Dr. Scott?

   Ah, essa bendita consulta que tem me tirado a sanidade mental, eu poderia ter algo muito pior do que apenas síndrome do pânico, e estou morrendo de medo – é semana que vem, dia 29, por que? – Pergunto

- A consulta da Sina é segunda também, mesmo dia que você, eu pensei em te pedir para te acompanhar, mas acho que íamos nos encontrar de todo jeito – ele comenta sorridente

- É claro que eu quero que me acompanhe Josh – digo sincero – estou morrendo de medo de ter algo pior, eu não quero sabe... pirar – sussurro a parte final, mas tenho certeza que ele ouviu

- Não vai nada de ruim acontecer com você, eu estarei lá está bom? – Ele pergunta novamente pegando minha mão – vamos enfrentar isso juntos

Tudo bem, Josh, por favor não me deixe – respondo e voltamos a comer

   Depois de termos terminado de comer, e Josh ter pagado a conta a qual ele não quis me contar quanto deu, o que me deixou emburrado dentro do seu carro, enquanto voltamos a trafegar pelas duas de Manhattan

- Você quer ir a algum lugar? – Ele fala comigo tentando fazer com que eu parasse com as birras

- Quero ir para a casa, Josh, estou cansado – vejo ele assentir e acelerar o carro em direção ao Queens, encosto minha cabeça na janela e observando a paisagem acabo pegando no sono

   Acordo minutos depois com o carro parando em frente à minha casa, Josh olha para mim e espera que eu esteja totalmente acordado, destravo o cinto de segurança, abro e porta e pulo para fora e o aguardo fazer o mesmo, fico parado no pé da escada esperando ele vir até a mim

- Eu adorei o nosso almoço hoje – ele fala novamente segurando minha mão

- Eu também adorei, Josh, você me ajudou e muito hoje, a muito tempo eu não me divertia assim – eu comento sendo sincero com ele, olho nos seus olhos, gosto de olhar aquelas írises azuis que me puxam para ele

- Eu tenho que ir – ele suspira, talvez não quisesse ir embora – tenho que preparar aula para amanhã – ele mexe nos meus dedos

   Olho para o meu relógio e já são 15 horas, o tempo praticamente voo, é impressionante que quando estou com Josh não sinto o tempo passar

- Eu tenho que estudar para o estágio – eu falei, também mexendo nos dedos – eu também me diverti muito, nunca ninguém tinha feito o que você fez por mim hoje – falo sorrindo para ele, que sorriu também, só que com covinhas, ele é muito lindo – você foi o primeiro – percebo que ele sorriu mais ainda

- Fico feliz em ter sido o primeiro – ele fala levando uma das mãos a minha bochecha, e eu automaticamente aproximo o rosto dela e só aprecio ele fazer carinho – eu realmente tenho que ir, adoraria poder ficar – ele fala com sinceridade – tenho uma aula para preparar a menos que eu queira ser demitido no primeiro dia como professor – ele dá uma risada depois de sua fala

- Verdade senhor professor Beauchamp, não queira partir depois do primeiro dia – comento rindo também – mais uma vez muito obrigado, você é de ouro, tenho sorte por tê-lo

- Já, disse não precisa me agradecer, fico feliz por proporcionar isso a você – ele novamente acaricia minha bochecha, e eu já estou ficando acostumado com esse ato – agora me deixe ir – sem esperar resposta ele me puxa pra um abraço apertado, me surpreendo, mas o retribuo na mesma intensidade, posso sentir a sua pele roçando o meu pescoço, e ouvir seu nariz me cheirando, seus braços fortes e quentes me rodeando, eu poderia dizer que estou no paraíso, sinto o seu cheiro invadir mais uma vez minhas vias aéreas, e meu Deus, o cheiro de Josh é uma droga e eu já estou viciado, mas ai o momento fofo acaba quando sinto que estou duro, meu Deus, estou passado de vergonha, espero que ele não tenha sentido

- Err. – Pigarreio nos separando antes que as coisas ficassem embaraçosas demais – eu vou entrar, nos vemos por aí Josh Beauchamp

- Digo o mesmo, Noah Urrea – ele sorri para mim e vai para o seu carro, olho o movimento de sua bunda, ai, por mais que eu tente esconder minha ereção ela está visível e imponente, me sento na escadaria e consigo escondê-la, o vejo baixar o vidro do carro dá um lindo sorriso pra mim com os dentes brancos, piscar pra mim e dar partida no carro dos meus sonhos, andando pelas ruas do Queens

   Subo o resto das escadas, abro a porta vejo minha mãe na cozinha conversando com o meu pai enquanto comem bolo de chocolate, e vejo Sabina assistindo desenho no sofá, passo um tempo conversando com eles, as coisas lá embaixo já tinham se acalmado, depois do jantar, subi para o meu quarto, tomei um banho, vesti um pijama, troquei várias mensagens com Josh, e depois simplesmente peguei no sono, sorrindo com a lembrança desse dia incrível.

29/10

   Acordo na segunda-feira com um aperto enorme no peito, coração acelerado, suando frio, tive um pesadelo, nesse pesadelo as pessoas na rua olhavam pra mim e diziam que eu era doente, louco, aberração, nunca palavras me machucaram tanto, eu lembro de ter chorado no sonho, e estou chorando agora, meu coração ainda está acelerado, eu estou com medo, muito medo, sinto uma onda de pânico avassaladora me arremeter, e só consigo gritar, grito o mais alto que posso, minha cabeça está zunindo, colo as mãos no ouvido

- Façam parar! – Grito e vejo meu pai entrar no meu quarto – Papai – levanto os braços para ele – papai me ajuda – tenho dificuldade de falar estou chorando muito – papai me ajuda, faça parar – ele tem lágrimas nos olhos, eu consigo ver

- Noah venha cá meu amor – ele soluça e posso ver minha mãe na porta do meu quarto segurando Sabina que está assustada chorando também vendo toda a cena – papai está aqui meu amor – meu pai me puxou para os seus braços e me fez deitar em seu peito na cama enquanto acaricia meu cabelo, eu ainda choro bastante, sei que eles vão me achar um monstro, sei que vão, por que eu sou um, e eu não quero ser um monstro, tenho tanto medo – me conte o que aconteceu, está bom?

- Eu...Eu – mais choro – tive um pesadelo – eu não quero ser assim pai, não quero – balançava cabeça em seu peito muito rápido – não quero, não quero, não quero, não quero – até que sinto as mãos ásperas do meu pai segurar meu rosto

- Assim como filho? – Meu pai perguntou com os olhos banhados de preocupação – conta para mim, me fala o que você sonhou – seu tom de voz era calmo, e me transmitia tranquilidade, aos poucos fui me acalmando

- Todos falavam – estremeci com a lembrança – todo falavam que eu – começo a chorar de novo, sinto alguém limpar minhas lágrimas, abro os olhos e vejo Sabina na minha frente, ela sorri para mim – eles falaram que eu era um monstro, uma aberração que eu deveria morrer

   Vejo meu pai ficar chocado com o sonho que eu contei, ainda sinto Sabina limpar minhas lágrimas que insistiam em cair, vejo ele olhar para minha mãe que parecia tão chocada quanto, ele olha novamente para mim, e vejo dor nos seus olhos

- Noah venha cá – ele se ajeitou na cama se sentando na borda e batendo na perna para que eu sentasse, para muitos poderia ser estranho o filho de 22 anos sentar no colo do pai, mas era assim que funcionávamos em casa, e eu amava o meu pai acima de tudo – quem falava essas coisas para você? – Ele me pergunta, mas eu não sei se devo contar a verdade, pondero um pouco, ele ainda me olha esperando uma resposta

- Você, a mamãe, o Lamar, a Sabina, Vovô, Vovó, o pessoal da minha turma, os nossos vizinhos, todo mundo pai – relato para ele e vejo a expressão de espanto que passa pelo rosto de todos no meu quarto com o que acabei de dizer, meu pai ficou sem fala

- Noah – minha mãe finalmente fala chamando a atenção de todo mundo para si – você não é um monstro meu bebê – ela coloca a minha cabeça entre suas mãos e acaricia meu rosto com os polegares – filho, você é a coisa mais preciosa das nossas vidas, nós jamais iriamos falar essas atrocidades de você – ela fala calmamente para que meu cérebro conturbado consiga entender – eu te amo Noah, seu pai te ama, Sabina te ama, todos nós somos muito orgulhosos de quem você é, você confia na gente? – Confirmo rapidamente que sim com a cabeça, ela parece relaxar

- Filho, não pense que vamos dar as costas para você nesse momento difícil, está bom? – Fala meu pai acariciando minhas costas, pois ainda estou sentado em seu colo – vamos passar por isso juntos

- É maninho – fala Sabina me abraçando – sempre fomos um pelo outro, não é? – Novamente assinto com a cabeça – vamos vencer mais essa – ela me dá um soco no braço que me faz rir, como eu amo essa menina – todo juntos, eu. Você, mamãe, papai...

- E o Josh – comentei rádio, me arrependendo depois, estou vermelho, e já estou prevendo a enxurrada de perguntas

- Hum, Josh, eu shippo – comenta Sabina sorrindo da minha cara

- Sabina! –a repreendo, oh Deus, o que eu fiz?

- Você tem andado muito próximo dele, de uns dias para cá – meu pai franze a testa

- Existe algo que devamos saber? – Pergunta minha mãe

- Não!, não existe nada que devam saber – falo rápido – Josh é um ótimo amigo, que tem me ajudado bastante nessa minha nova condição, devo muita coisa a ele, ele é incrível, e gentil, e bondoso, e tem um coração maravilhoso – vejo o sorriso malicioso no rosto de Sabina, o que essas crianças de hoje em dia tem? – E somos ótimos amigos, nada além disso

Okay então – meu pai me tira do seu colo e se levanta – está se sentindo melhor? – Ele pergunta e eu respondo que sim – ótimo – ele olha no relógio, já são 8 horas, você tem exatas uma hora e meia para se aprontar, tomar café e ir para a consulta com o Dr. Scott

- Aí pai, nem me lembra – me deito na cama, nem percebi que minha mãe já tinha saído do quarto

- Você vai sozinho? – Ele me pergunta, por que eu e sua mãe estaremos no trabalho daqui a uma hora, Sabina não pode ficar em casa sozinha, estão pintando a escola, hoje não tem aula – ele fala

- O Jos – ele franze a testa para o apelido – quero dizer Josh, vai comigo, ele vai levar a irmã dele também – falo – ele vai passar aqui, eu levo Sabina comigo, não se preocupe – olho para ela que está em pé na porta do quarto – vá tomar banho pirralha – comento brincando, ela da língua para mim e sai correndo

- Então está certo filho – ele fala indo em direção a porta – vou me arrumar e ir para o trabalho.

- Pai, espera – me levanto e vou até ele o abraçando, ele se surpreende com o ato – muito obrigado por tudo eu amor você

- Eu também te amo filho – ele beija minha testa, o solto do abraço e ele sai pela porta

   Meu dia mal começou e já foi agitado, vou andando para o banheiro do meu quarto, ligo o chuveiro quente relaxante e curto um banho longo para revigorar minhas energias, depois de terminado o banho, me visto com uma calça caqui preta, camisa manga cumprida azul escuro e um tênis branco, desço para a cozinha e tomo um café da manhã tranquilo com a minha família.

   Meus pais já tinham saído a mais ou menos meia hora, Sabina estava sentada do meu lado devidamente arrumada pra me acompanhar ao psiquiatra, enquanto vejo algumas mensagens de Josh, dizendo que já está chegando na minha casa, até que ouço uma buzina conhecida soar na frente da minha casa, vou até a porta, abro, espero Sabina sair, a tranco, descemos as escadas, e logo avisto uma menininha loira no banco de trás, deve ser Sina a irmã de Josh, ela é linda, mas meus olhos se desviam pra figura no bando do motorista, cabelos penteados, sorriso lindo de dentes brancos, camisa cinza de manga cumprida que ressalta seus músculos, lindo, extremamente lindo, pois é, acho que perdi o fôlego de novo.


Notas Finais


Então é isso, comentem o que acharam, é um feedback importante para nós.
obrigado por tudo <3, até o próximo


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