História For You, Baby - Jikook - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Fanfic, Jikook, Romance
Visualizações 216
Palavras 2.683
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Falta dois capítulos para concluir a fic. Amanhã eu posto (talvez ainda hoje)

Boa leitura pessoas! :)

Capítulo 27 - Você não tem culpa


Fanfic / Fanfiction For You, Baby - Jikook - Capítulo 27 - Você não tem culpa


JEON


-Jeon, Jung vai passar aqui mais tarde, porque você não sai com ele?
Minha mãe pergunta da cozinha, meio que gritando já que estou jogado no sofá da sala assistindo tv.
-Pode ser. E a mulher dele? - meio que grito também.
-Ela vai ficar em casa, parece que a pequena Soo pegou um resfriado - ouço a voz da minha mãe, agora baixo, pois está na sala agora.
-Hum. Tudo bem.
A vejo sorrindo.
-O que foi?
-Você. Mesmo agora sendo uma celebridade continua o mesmo. Quieto, calado. 
-Desculpa.
-Não, não se desculpe - pede se sentando no sofa me fazendo se sentar também para lhe dá espaço. Ela afaga minha cabeça bagunçando meus cabelos e sorri mostrando os dentes. - Eu te amo muito meu filho, você sempre soube disso.
-Só porque pareço mais com a senhora que o Jung? - brinco.
-Não vai falar isso na frente de seu irmão. Mesmo ele já sendo um adulto e com familia, ele ainda pensa que te amo mais que ele.
-E ama? - eu sei que minha mãe ama a nós dois igualmente, apenas quero curtir um pouco com sua cara. Eu gosto de deixar ela em saia justa.
-Você sabe que amo os dois na mesma quantia, mas que meu preferido é você.
Sorrio mostrando os dentes e a abraço.
-Eu te amo muito, mamãe. Você e o papai.
-Ele também te ama muito, Jeon.
-Tem certeza?
-Porque pergunta isso? - se afasta um pouco.
-Sei lá, às vezes o sinto um pouco distante.
-Isso é coisa de sua cabeça, filho. É apenas porque ele trabalha muito. 
-E prefere mais o Jung - resmungo. Sinto que ela vai justificar. - Não, tudo bem. Eu sei que o Jung lembra o vovô. E ele tinha que ter um dos dois o preferindo né? Já que você me prefere. 
Rio e ela me dá um tapa de brincadeira.
-Esse moleque.
-Jeon?
-Hum?
-O Jimin não tem culpa.
Acho que minha mãe se segurou muito, tipo, muito mesmo para não tocar no assunto. Até me surpreendi por ela não ter tentado conversar comigo na mesma noite que cheguei. Faz uma semana que estou aqui. Tirando os pesadelos que me sufocam nas madrugadas, o resto estou bem. 
Tá bom. Estou mentindo. Não estou nada bem. Não sem vê-lo, sem sentir seu cheiro. Eu choro todas as noites na minha cama sentindo sua falta. 
-Eu sei que ele não tem culpa, mamãe. Eu sempre soube. 
-Então porque você não conversa com ele? Você não pode se esconder pra sempre. Falta menos de um mês para suas férias acabar e vocês voltarem para os palcos.
-Sim, eu sei. Não é isso. É que... 
É dificil falar sobre, quando tem que lembrar dela.
-É porque ele te lembra ela? É isso?
Me afasto da minha mãe me sentindo insultado.
-Não! Lógico que não! E também não, ele não parece nem um pouco com ela.
-Sério?
-Ahan. 
-Então o que foi?
-Ela é mãe dele, mãe. Ele a ama e eu meio que sujei a imagem dela para ele. Entende? 
-Filho, mas se vocês são amigos, ele vai superar isso.
Eu sorrio. Não contei pra ela que a gente era mais que amigos. Que o amo de outra forma.
-Ele não é como um outro irmão para você? - ela realmente parece esperançosa ao ouvir eu falar um sim.
-Não - sorrio diante da cara emburrada dela.
-Aish, Jeon. Você puxou essa teimosia de seu pai, tenho certeza. 
Eu rio me divertindo.
-Mas meu pai não é teimoso. Ele é tão compreensivo quanto a senhora. 
-Ah... é... Um... Então. 
-Eu não entendi nada, mamãe - continuo rindo do desespero dela. 
-Jeon! - ela finalmente se irrita.
-Estou só brincando.
Ela ia falar mais alguma coisa quando a campanhia toca.
-Deve ser o Jung - comenta enquanto vai abrir a porta.
Eu volto a prestar atenção no filme na televisão. Mas nada consegue ter minha atenção completa quando uma parte minha tá implorando por Jimin. 
-Jeon - me levanto surpreso diante da voz e da presença do pai de Jimin.
-Filho - minha mãe vem para meu lado, sorrindo. - O Ji Woo quer falar com você.
-Tudo bem - acho que meus olhos transparecem minha confusão e medo.
Abro a boca para perguntar sobre o que queria conversar, quando Jimin surge atrás do pai.
Minha primeira reação é me jogar em seus braços, mas apenas fico sorrindo enquanto nossos olhos se encontram. Meu sorriso morre quando não o vejo sorrir de volta.
-Na verdade - o pai de Jimin fala - o Jimin é quem vai conversar com você, Jeon. 
O pai dele sempre me tratou bem. Era por isso que não entendia porque os dois vivem brigando até Jimin me falar sobre sua mãe. 
-Eu vou falar com sua mãe, enquanto vocês dois conversam, tudo bem?
Apenas digo sim balançando a cabeça. 
Minha mãe esfrega minha costa me motivando de alguma forma enquanto me dá um sorriso de lábios fechados.
-Podem ir conversar no quarto, Jeon - ela me empurra.
-Tá - finalmente falo.
Jimin finalmente vem para meu lado e eu pego sua mão o surpreendendo. Minha mãe olha confusa para mim e meu ato. Eu devo tá mostrando com meu olhar o amor e a saudade que tenho dele, e o brilho, eu sei, é diferente da forma que olho para meu irmão, Jung. Também pode ser porque entrelaço nossos dedos e dá para ver que estou apertando sua mão na minha. Eu subo a escada o puxando comigo, sem dá oportunidade para alguém ali indagar sobre aquilo.
Já no meu quarto, eu tranco a porta e digo para ele sentar na cama.
Seu perfume logo é sentindo em todo o ambiente e eu inspiro agradecendo a todos os anjos por aquilo. Tento com muito esforço não o atacar ali, porque meu desejo é sentir novamente aqueles lábios carnudos sob os meus, suas mãos no meu corpo...
-Kookie - sua doce voz me chama ao presente. - Eu queria muito poder conversar com você, mas só vou conseguir ser racional se você parar de me olhar assim.
-Assim como? - Sento ao seu lado na cama e o vejo fechar os olhos e suas mãos se fecharem em punhos.
-Por favor, é sério. Eu realmente preciso ter essa conversa com você. 
-Tudo bem, eu prometo não te olhar, pode falar.
-É que... - ele me encara e vejo um brilho em seus olhos. Eu sei o motivo deles, pois estou assim também. - Eu não consigo com você tão perto assim. 
Sorrio mostrando meus dentes.
-Isso é golpe baixo, Kookie - ela vira o rosto. - Não sorria assim, não ainda.
-Desculpa.
Me levanto e puxo a cadeira da minha escrvaninha me sentado.
-Assim tá melhor? Golpe baixo é estarmos trancados no meu quarto com você sentado na minha cama.
-Hun... - ele fica vermelho. 
-Fala logo, Jiminie - para que eu possa finalmente te atacar.
-Primeiro, me perdoa? Eu sei que fui um babaca ou mais que isso com você. Só eu sei o quanto meu coração dói. Eu não queria acreditar no que estava na minha cara e não pensei em você, que era a única vitima ali, então se não quiser me perdoar. Tudo bem.
-Jimin... Você não tem que me pedir nada. Sou eu quem devo me desculpar.
-C-como? Porque? Não Kookie. Você não tem culpa de nada. Porque está dizendo isso? - ele parece torturado por algo.
-Eu... Eu não queria que você tivesse essa imagem de sua mãe, me perdoa. Eu sei que a ama muito...
-Não, para. 
-Não, Jimin, não precisa sentir pena, eu sei que sou culpado. Se eu não tivesse sido idiota e ter ido naquela sala, sua mãe não teria feito nada, ela não tem culpa, sou eu o culpado. Não precisa ter raiva dela.
Acho que estou chorando. Droga, eu não queria chorar.
Jimin vem até mim e me puxa para seus braços, sentando na cama comigo em seu colo.
-Por favor para - sua voz sai tremula e sinto seus braços apertar em torno de meu corpo. Eu deixo a cabeça na curva de seu pescoço e fecho os olhos, sentindo seu perfume. 
Estranhamente, ou não, logo sinto uma paz dentro de mim. Logo todas as lembranças ruims viram apenas imagens borradas como se nada tivesse acontecido, como se tudo fosse um pesadelo que tive equanto dormia enquanto criança.
-Para de se culpa, por favor, Kookie. Ela é a única culpada. Ela é um monstro. Ela é a única que merece ter toda a culpa por tudo. Meu pai me contou a verdade sobre ela nunca ter vindo com a gente.
-Contou? - levanto a cabeça o olhando nos olhos.
-Sim - seus olhos estão vermelhos tentando conter lágrimas. - Ela nunca me amou. Nem ao meu pai. Ela tinha um amante e só casou com meu pai por causa dos pais. Mas em todo esse tempo nunca largou o amante. Eu não sou filho biológico de meu pai. Eu sou filho desse amante dela.
-Jiminie...
-Não, tudo bem - sinto-o tremer sob minha mão que acaricia seu rosto. - Mas sabe o quão sortudo eu sou? A única coisa boa que aquele monstro me deu, trouxe para minha vida, foi um pai melhor que qualquer outro.
-Tenho que discordar - lhe dou um sorriso. - Meu pai também um o melhor pai, então não é só você que tem um melhor pai.
-Ah Jeon... - ele rir como se escondesse algo.
-O quê?
- Nada. Então, eu quero que você pare de se culpar, por favor, para mesmo. Ela sempre foi aquele monstro, você não tem culpa de nada. Ela preferiu ficar escrava de um homem, tirar dinheiro de meu pai todo esse tempo para esse homem, em troca de abrir mãe de mim. Você realmente acha que é culpado por algo? 
Ele tem razão. Agora a odeio mais que tudo. Como uma mãe pode preferir qualquer outra coisa ao próprio filho? Jimin também foi de alguma forma, vítima dela. Ele brigava com o pai, o único que o amou e protegeu, por causa dela, pra no final descobrir que ela nunca o amou. Eu acho que morreria se descobrisse que minha mãe não me ama. Institivamente o abraço.
-Tudo bem - sussurro em seu ouvido. - Prometo que não vou mais me culpar.
-Ótimo - ele me afasta um pouco. - Eu vou entender se você não quiser mais manter nosso relacionamento.
Eu não querer? Não era ele quem deveria não querer?
-Porque eu não iria querer? - pergunto confuso.
-Bem, eu sou filho da mulher que te fez mal - fecha os olhos e os abre no mesmo segundo. - Eu espero do fundo da minha alma, que ela nunca apareça em minha frente, porque juro que não sei se conseguirei me controlar. Eu sou capaz de esquecer que ela é mulher, que foi a mulher quem me colocou no mundo.
-Jiminie, você tem que tentar esquecer isso, seu pai agora está bem, não está?
Ele me olha como se o tivesse insultado.
-Eu não estava falando pelo meu pai, Kooki. Eu tenho ódio, nojo dela, vontade de bater nela, a fazer sofrer, pelo que te fez. Ela te machucou, meu amor. Isso também me machuca. Se em mim dói tanto, Deus, e nem devo imaginar a dor que você sente. Por que está sorrindo assim?
-Repete - peço colando nossas testas.
-O quê? Kookie, se afasta. Eu não vou conseguir me controlar mais - tenta desviar o olhar.
-Mas eu não quero que se controle, Jiminie, eu quero você, nunca deixei de te querer. Eu te amo. Você sabe disso. - volto a sorrir porque sei que ele não resiste - Repete.
-Repetir o-o quê? - o vejo engolir saliva enquanto encara minha boca.
-Você me quer ainda? Apesar de tudo? - Eu quero saber, mesmo com medo de sua resposta.
-Kookie... 
Então sinto sua mão na minha nuca e logo seus lábios macios e quentinhos estão devorando os meus. No começo é um beijo tímido, como se ele estivesse tentando ser delicado, mas eu aprofundo o beijo quando puxo seus cabelos unindo ainda mais nossas bocas. Ele perde todo o controle e invade o interior da minha boca com sua lingua carnuda e deliciosa. Eu a chupo sentindo um gosto de pêssego. Nosso beijo logo vira algo selvagem, como se tivessem com fome um do outro, e é o que estamos. 
-Te amo - Jimin fala quando se afasta. Então beija minha bochuca - Te amo - e beija minha outra bochecha. - Te amo - beija minha testa. - Te amo - beija a ponta de meu nariz. - Te amo - beija meu queixo. - Te amo - beija um dos meus olhos que estão fechados pelo momento. - Te amo - beija o outro enquanto mordo meu lábio inferior sorrindo. - Te amo - e então se dedica a distribuir beijinhos em meu pescoço, chupando minha garganta, me arracando gemidinhos.


(...)


>Autora narrando<


-Deixa eu só recapitular, para ver se entendi alguma coisa nisso tudo, Ji - a mãe de Jeon pede.
Ambos estão sentados à mesa da cozinha.
- Então Jimin não é seu filho biológico, você quer deixar que o Jeon continue achando que o pai dele é meu marido, que de certa forma, é, já que você sabe que ele o ama idepedente de tudo, e que Jimin e Jeon se amam não como irmãos.
-Isso mesmo - Ji Woo responde sorrindo.
-Então você aprova os dois namorarem? É isso?
A mulher parece estar em uma confusão diante daquilo tudo.
-Eu não vejo porque os impedir de se amarem, Livy. Pela lógica eles não são irmãos, concorda? Jeon é meu filho, sim, mas biologicamente, porque para ele seu marido é quem é o pai. Jimin é meu filho, não de sangue, mas o considero meu. Eles não tem sangue nem os mesmo pais biologicamente, nem foram criados como irmãos, porque complicar as coisas? Jimin de inicio ficou desesperado, quebrando tudo que via pela frente, mas depois Melissa conversou com ele e comigo esclarecendo isso. Deixa os garotos se amarem. 
-Você tem razão - Livy finalmente concorda, suspirando como se um peso saisse de sua costa. - Então quer dizer que Jeon não tem pesadelos quando dorme com Jimin? Ainda é estranho saber que meu filho... - a mulher cora - bem que ele dorme com outra pessoa.
-Bem, segundo seu filho... 
-Meu Deus - a mulher rir e passa as mãos nos cabelos. - Eu nem sabia que meu filho é gay! Não que eu me importe com isso, eu vou continuar amando-o do mesmo jeito, eu só o quero feliz. Meu menino já sofreu demais na vida. Se um dia eu encontrar aquela cachorra, dessa vez não terá ninguém que a deixará sair viva.
Ji Woo rir lembrando quando soube que a mãe de Kookie foi a delegacia prestar depoimento e quase deixou a ex esposa careca, com um olho inchado que não podia abrir por mais de dias, e sem um dente da frente.
-Quando você soube que Jimin era gay? Só quero entender porque meu filho nunca me contou, se bem que ele sempre foi calado, na dele.
-Bem, segundo meu filho, ele disse que não é gay - então o homem rir se divertindo.
-Como não? Mas você disse que ele ama o Jeon!
-Sim, e como ama! Até me enfrentou pelo garoto, coisa que nunca o fez, nem mesmo pela mãe. Ele sempre foi namorador, mas eram sempre meninas. 
-Ji, eu tenho muito respeito por você, mas se seu filho magoar o meu...
-Não se preocupe - o homem a interrompe. - Acho que a orientação sexual de meu filho é o seu, ele é, como disse Melissa, a sobrinha do Johan, Jeonsexual.
A mulher fica alguns segundo encarando o que o homem acabara de falar, então logos os dois começam a rir, enquanto isso os filhos de ambos estão no quarto, trocando caricias e beijos sedentos. 
 


Notas Finais


Então galera, deu pra compreender que eles não são irmãos, né? Se resta alguma dúvida, perguntem.

Próximo cap. que é o penúltimo, será esclarecido para o Jimin, a parte do irmão do JK, aquele Jung Min.

xoxo


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