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História For You (Diabolik Lovers - Subaru X Kou) - Capítulo 12


Escrita por: Ri_Seri

Notas do Autor


Voltamosss!
E foi beeem rápido, olha só!
Boa leitura, guys!

Capítulo 12 - Twelve: I wanna be with U and I hope I help U to feel better


Fanfic / Fanfiction For You (Diabolik Lovers - Subaru X Kou) - Capítulo 12 - Twelve: I wanna be with U and I hope I help U to feel better

... Eu quero estar com você e eu quero ajudá-lo a se sentir melhor...


O carro da família estaciona diante da gigantesca mansão Sakamaki. Assim que a porta é aberta, aguardo que todos saiam para que enfim coloque meu corpo para fora do veículo. Ao longe, é possível ver o raiar da luz do dia e as sombras sobre a mansão vão desaparecendo à medida que a iluminação reluz contra a enorme construção. Um sopro de vento vem de encontro a mim, arrepiando minha pele.

Miro a estrada que parte da mansão e envereda pelo interior da floresta e penso o quão aterrorizante aquela vista me parece sempre que a obsevo. Obviamente, é impossível não pensar no quão clichê essa vida com os vampiros tem sido... Sou basicamente forçada -- só não foi dito com todas as letras ainda -- a ficar aprisionada 24h na mansão, sempre à disposição de quem quiser sugar meu sangue. Caso saia da linha ou faça algo que excite os vampiros, sofro as consequências literalmente na pele. Se eu cogitar uma fuga, terei de lidar com essa floresta gigantesca que cerca a mansão e que se alonga por um longo caminho até que finalmente eu esteja dentro da cidade. Não sobram muitas opções a não ser sentar e aceitar essa vida que me foi imposta.

Ao pensar em tudo isso, suspiro, pesarosa. Abraço meu corpo e mordo o lábio inferior quando uma tristeza repentina me surpreende. Eu queria poder achar um jeito de contatar minha família ou qualquer um que pudesse me tirar dessa realidade.

Bem nessa hora, outra figura me vem à mente. Subaru. Ele é, literalmente, a única razão pela qual ainda não surtei diante dessa nova realidade junto aos vampiros. Ele não faz ideia, mas saber que ele está ali, tentando ser gentil e protetor à sua maneira, em alguns poucos porém significativos momentos, me conforta. Eu não sei a profundidade da sua dor diante de tantos traumas vividos na infância, mas sei que ao menos ele demonstrou confiança em mim o suficiente para me contar de seus problemas com sua mãe.

Ele estava lá para mentir por mim diante de Reiji.

Ele estava lá, ao meu lado, quando acordei daquele sonho com as mães dos Sakamaki.

Ele estava lá para me fazer comer e recuperar as forças, mesmo que da maneira mais ignorante possível, durante o jantar da família.

E, por fim, ele estava lá velando meu sono quando eu estava aterrorizada de ver outra aparição da falecida Beatrix.

Ele não me deixou sozinha enquanto estive aqui. Mesmo de longe, ele sempre esteve lá. E agora, eu sinto que meu coração tem tentado me dizer algo a seu respeito. Tudo o que há em mim tem me transmitido uma mensagem silenciosa do quanto eu quero cuidar e estar lá por Subaru também.

Não, eu não posso abandoná-lo. Não agora que estou muito envolvida por ele.

Ao menos tenho de tentar compreender esses estranhos sentimentos que tenho por ele. Eu preciso disso. Porque, caso não consiga e falhe no fim, pelo menos poderia gastar todas as minhas tentativas de fuga em paz sabendo que a única coisa que me prendia a essa família sobrenatural foi superada.

É isto.

Respiro fundo e dou a volta para adentrar na mansão. Não sei se eu realmente entendi o que estou prestes a fazer, mas a determinação que está me guiando é muito convincente, devo admitir.

Subo as escadas a caminho do corredor dos quartos em busca do quarto do vampiro mais novo. Eu preciso muito conversar com o Subaru, nem que eu seja a única a dizer algo que seja. Eu preciso ver se ele está bem após o ocorrido do terraço. Eu preciso olhar para ele, bem no fundo de seus olhos, e confirmar se eu não estou sendo enganada por este meu coração enganoso.

Eu nunca estive no quarto de Subaru, e, por isso estou perdida. Como se notando minha dúvida, a figura pálida e quase fantasmagórica de Krista se materializa diante de mim e guia-me para a porta em que devo bater.

-- Essa? -- paro diante da última porta do corredor. Krista assente em silêncio para mim e eu inspiro profundamente.

Seguro a maçaneta com os dedos trêmulos e giro-a, entrando no cômodo sem aguardar uma resposta positiva.

O quarto está envolto em uma penumbra quase total, apesar do dia já ter nascido lá fora. A única luminosidade advém de um abajur ao lado de uma ampla cama de lençóis escuros. Há um enorme caixão ao lado da cama, tornando o ar do ambiente fúnebre e mais sombrio do que já o é. Ergo a vista até o caixão, onde Subaru está deitado em seu interior, observando o teto do quarto, com um dos braços sob a cabeça e o outro repousando ao lado de seu corpo.

Ele não olha para mim.

Engulo em seco e reúno coragem para dar um passo em sua direção, porém basta isso para que ele se pronuncie:

-- O que faz aqui? -- sua voz está calma como de costume, o que me causa um alívio. -- Seu cheiro é tão intenso que posso senti-lo a quilômetros de distância daqui.

Tomando sua fala como deixa, aproximo-me dele e posto-me ao seu lado, tentando não pensar no quanto aquele caixão no qual ele está me assombra e me aflige.

-- Subaru-kun, como você está?

-- Como sempre estive.

-- Você sabe do que eu estou falando -- solto o ar que parece preso em meus pulmões. -- Como está se sentindo? Sente alguma dor? Se sim, onde dói? Me diz como eu posso lhe ajudar, o que eu posso fazer por você... Espera...

Meus olhos fixam o lugar onde antes havia um machucado dos golpes que Kou direcionou a ele, porém não o encontram mais.

-- C-Cadê o seu machucado? -- esfrego os olhos a fim de limpar a visão. -- Como isso é possível?!

-- Não se esqueça de que sou um vampiro. E, como vampiro, tenho a habilidade de sarar de ferimentos pequenos como este.

-- Sério mesmo? Poxa, isso é... -- prestes a tocar em seu braço novamente com o intuito de verificar o local do machucado, minhas mãos travam. Estou com receio de ele ser tão bruto comigo como foi antes. Com minha parada repentina, ele finalmente vira-se para mim -- Eu posso...?

Subaru suspira e volta a olhar para cima, não dizendo nada que me permita compreender se ele aprova que eu o toque. Mas, a julgar pelo modo relaxado que seus músculos assumiram, sinto que ele está confirmando que eu me aproxime. Respirando fundo, conduzo meus dedos até o local do arranhão em seu braço, tocando sua pele pálida e fria delicadamente, e posso senti-lo estremecer levemente com meu toque.

Deslizo os dígitos por toda a extremidade de seu braço, analisando-o. Tento também não deixar evidente o quanto esse pequeno gesto de confiança dele em relação a mim mexeu comigo.

-- Isso é realmente um alívio! Fico feliz que esteja bem, Subaru-kun. -- entrego um sorriso sincero a ele, que não é retribuído. -- Tem algo mais que eu posso fazer por você?

-- Só vá embora.

A resposta seca e bruta me atinge como um balde de água fria, contudo tento mais uma vez. Ele mantém a mesma resposta. Eu não quero sair, ainda não, eu ainda tenho tantas coisas que quero conversar com ele. Quero dizer o que ando sentindo. Dizer que ele não sabe o quanto me conforta. Só quero uma chance de ser sincera com ele. Mas, ele não parece aberto a me dar uma chance.

Fito-o novamente. Sua expressão sequer mudou, continua impassível e impenetrável. Estou quase para desistir, quando noto alguns fios brancos caídos sobre seus olhos e uma vontade intensa de acariciar seu cabelo me toma, o que me impulsiona a fazer exatamente isso, embora eu não esteja mesmo pensando no que pode acontecer se eu ousar fazer isso.

Minha mão mal toca nos fios sobre seus olhos quando ele agarra meu pulso com toda a força projetada sobre mim.

-- O que pensa que está fazendo?! -- ele grita para mim, assustando-me com a mudança radical de temperamento.

-- Eu... Eu... Ai...! -- cerro os olhos como consequência da dor que irradia do meu pulso, Subaru está apertando-o com muita força. -- Me solta! Está me machucando!

-- Não ouse encostar em mim sem a minha permissão! Se fizer isso mais uma vez, eu acabo com você, ouviu bem?!

-- Ai, está doendo muito! Pelo amor de Deus, me solta! Solte-me, por favor...!

-- Ahn?! O que...?! -- de repente, ele me solta e arregala os olhos. -- Isso...

Automaticamente minha mente projeta flashes do passado, cenas vivenciadas por Subaru. Posso ouvir uma mulher implorar com a voz chorosa que ele a solte. "Solte-me! Por favor, solte-me...", ela diz. E então vejo a figura de Krista surgir em meus pensamentos enquanto ela diz essas exatas palavras para seu filho, quando ele era apenas um garotinho.

Abro os olhos, assustada com a nova visão que tive. Tudo se passou na enorme torre que fica ao fundo da mansão. Essas palavras... Foram as exatas palavras que usei para pedir a ele que me soltasse.

-- Subaru-kun, você...

Ele me encara, assustado, seu peito desce e sobe em um ritmo acelerado. Eu não sei o que está se passando em sua cabeça agora, mas eu quero confortá-lo. Levanto-me e ando até ele.

-- Subaru-kun, eu preciso te contar uma coisa...

-- Não se aproxime de mim! Afaste-se agora!

Ele se levanta também e anda para a direção contrária a mim, porém eu o surpreendo mais uma vez ao enlaçar suas costas em um abraço.

-- Eu te ordenei que vá embora! -- suas mãos fazem força para me afastar dele, mas eu cerro os olhos e faço o máximo de força que consigo para manter o abraço, ainda que ele esteja se debatendo. Sem esperar mais tempo oportuno, solto de uma vez o que eu tinha para contar a ele sobre as visões.

-- Eu vejo a sua mãe. E-Eu tenho visões com ela também e tenho me comunicado com ela há algum tempo. Por isso, eu estou aqui. Por isso, eu preciso estar aqui pra saber se você está bem. Eu precisava te contar a verdade.

Ele, instantaneamente, para de tentar se soltar dos meus braços. Vira-se para mim e segura meu pulso.

-- O que disse?!

-- É que eu posso vê-la e me comunicar com ela. Eu a tenho visto desde o dia em que tive a primeira visão com a Beatrix. -- abaixo a vista enquanto trago à tona as memórias. -- Sempre que eu a vejo, ela sempre repete a mesma coisa. "Ajude meu filho." E-Eu ainda não sei o que isso significa... Sempre que ela está prestes a me dizer, a conexão se desfaz. E eu ainda não sei como faço isso, como posso fazer de novo. Ela só... Aparece quando a situação tem a ver com você de alguma forma. É tudo o que sei no momento.

Subaru trava diante de mim. Sinto que ele está absorvendo as novas informações e que uma confusão está se formando em seu interior. Ele parece perdido, cansado de lutar e, acima de tudo, magoado. Profundamente magoado. Eu queria poder dar a ele mais tempo para refletir, mas tenho a sensação de que seu não contar tudo agora, não terei coragem de fazê-lo no futuro.

-- Eu não sei muita coisa sobre o seu passado. Eu não tenho ideia de todos os traumas e problemas que você deve ter tido na infância, mas eu sei que Krista parece estar ansiosa e aflita para te dizer logo o quanto ela quer que eu o ajude. Ela chegou a dizer que sente muito por... Alguma coisa, mas... Foi exatamente nessa hora que perdi o contato com ela. E tudo o que sei é que, em horas totalmente inoportunas, as memórias de todos vocês simplesmente surgem para mim e eu posso vê-las. Sua mãe apareceu para mim naquela noite em que estávamos no meu quarto, na escola quando você discutiu com o Kou, minutos antes de eu entrar aqui no seu quarto... E agora eu vislumbrei uma memória do seu passado. Eu não sei o que pensar de tudo isso, não sei pra que isso serve, mas tudo o que sei é que... Eu quero te ajudar, assim como Krista me pediu. Eu... Tenho sentido um desejo intenso de estar com você, de fazer tudo o que puder para cuidar de você, mas você parece querer me afastar todas as vezes em que sinto que estamos nos aproximando...

Respiro profundamente, recuperando o fôlego para, enfim, dizer as últimas palavras.

-- Então, não me importa o que acontece agora. Não importa o quanto você tentar me afastar, eu vou continuar aqui, querendo cuidar de você e me preocupar com você. E... Isso é por respeito a sua mãe, é claro, mas também por mim. Porque eu sinto que é o certo a se fazer. -- Declaro com sinceridade e comprimo os lábios lábios seguida.

Ele abre a boca, possivelmente na intenção de dizer algo, no entanto nada sai. Eu posso entender um pouco do que ele está sentindo, afinal, uma humana que mal chegou na mansão, de repente, surge com novas notícias sobre a sua mãe problemática e morta. Eu quero abraçá-lo novamente, porém retraio por alguns segundos enquanto reflito se tomar essa atitude é realmente o mais prudente a se fazer. Na dúvida, recolho minha mão e junto com a outra a frente do corpo ficando em silêncio. Acho que o melhor a fazer é deixá-lo a sós para pensar um pouco sobre o que todas as recentes revelações significam.

-- Vou... Sair do seu quarto e deixá-lo sozinho. Eu só... Sinto muito por te contar tudo isso desse jeito.

Suspiro e giro nos calcanhares para abandoná-lo ali, em sua própria companhia, quando sou puxada subitamente de volta para ele, o qual, surpreendentemente, passa seus braços em volta de mim e me puxa para um abraço apertado. Arregalo os olhos, tomada por um sentimento de surpresa, contudo não digo nada, apenas deixo que ele faça o que achar melhor. Na verdade, eu até que gosto desse contato...

-- Subaru-kun...

Uma de suas mãos está apoiada em minhas costas, a outra segura minha cabeça contra seu peito. Tão perto assim, posso sentir mais de perto sua respiração acelerada, porém sem pulso evidentemente. Ele não diz nada assim como eu. Meus braços sobem para suas costas a fim de abraçá-lo de novo, ainda que temerosos.

Não posso negar que esse contato gera uma euforia em meu coração, que está, obviamente, colidindo contra meu peito de forma acelerada e afoita. Por um momento, penso que este contato é o nosso máximo, entretanto estou muito enganada. De repente, Subaru afasta-se um pouco de mim e me encara em silêncio. Por alguns segundos, perco-me na imensidão de suas íris brilhantes e rubras, quando sou surpreendida com seus lábios contra os meus.

Subaru leva a mão que estava em minhas costas para minha bochecha ao mesmo tempo em que puxa-me para um beijo delicado e repentino. Estou tão surpresa por sua atitude que mal fechei os olhos, porém consigo vê-lo cerrar os seus à medida que ele aprofunda o ósculo entre nós. Esse novo contato, tão mais intenso e significativo que o anterior, faz com meu coração bata tão freneticamente que tenho a impressão de que poderia explodir. Enfim fecho os olhos, desfrutando desse contato que, agora percebo com clareza, eu queria há tempos, apenas não sabia ainda. Enquanto ele me beija, enquanto ele me aperta contra si, consigo perceber que toda aquela preocupação e instinto de proteção que eu vinha nutrindo por ele não passavam de sentimentos consequentes de algo muito maior: paixão.

Eu estou apaixonada por Subaru Sakamaki.

Como não fui capaz de notar isso antes?

Tomada por uma coragem proveniente do momento, enrosco os dedos entre seus cabelos, sentindo mais uma vez a maciez dos fios alvos de Subaru. Ele começa a me empurrar para trás, orbigando-me a quase tropeçar nos próprios pés para acompanhar seu andar, e então caímos na grande cama de seu quarto. Ele fica por cima de mim, agora sua mão desceu para minha cintura e ele me puxa mais para si, como se fosse possível aumentar ainda mais nossa proximidade. Minha mão desliza pela pele gelada de seu pescoço e eu tento puxá-lo mais para mim.

Meu peito está explodindo em euforia, como se fogos de artifício tivessem sido lançados dentro de mim, todos de uma vez. Eu nunca havia sentido algo assim, principalmente porque nunca namorei ou estivesse com alguém antes. É uma sensação estranha... Mas, ainda assim, maravilhosa.

Quando o fôlego enfim se faz necessário, afasto-me dele levemente. Minha respiração está tentando normalizar, meus lábios estão entreabertos enquanto continuo a olhar para o rosto de Subaru. Não consigo quebrar o contato, embora esteja levemente envergonhada diante dessa situação. Ele me fita com uma expressão que evidencia sua própria surpresa com seu comportamento. Mal posso acreditar no que acabou de acontecer.

-- Você...

Desvio a vista para baixo, finalmente aceitando a vergonha que assume o controle. Fecho os punhos, tentando me concentrar nessa ação.

-- Ei, Keyce -- ele diz meu nome. Ele praticamente não diz meu nome. Para falar a verdade, nem sequer me lembro se ele disse alguma vez. -- Olhe para mim.

Seus dedos seguram meu queixo, levantando-o até que meu olhar encontre com o seu. Mais uma vez, ele me pega de surpresa ao encostar seus lábios nos meus mais uma vez por breves segundos antes de se afastar de fato, mas apenas para descer sua visão para meu pescoço.

-- S-Subaru-kun, o que você...

-- Fica quieta. -- ele diz com a voz tranquila de sempre, mas percebo a ordem por trás de suas palavras.

Subaru afasta a gola de meu uniforme escolar e levo suas presas até minha clavícula, perfurando minha pele.

-- Ah...!

Contorço o semblante em dor e aperto as unhas em seus ombros na tentativa de aliviar minha própria dor. Não funciona de verdade, apenas serve como um mecanismo para que eu me sinta melhor. Posso sentir meu sangue sendo drenado para fora de mim, direito para a boca de Subaru. Enquanto bebe meu sangue, ouço-o soltar alguns sons que se parecem com grunhidos de prazer, o que acaba por mexer comigo.

-- Subaru-kun, por favor, para... E-Está me machucando...!

Mordo o lábio inferior. Estou sentindo dor pelas presas pontiagudas do vampiro, porém não sinto medo dele. Ao contrário, Subaru me passa uma confiança descomunal em uma situação como essas. Por mais que doa, eu acredito que ele não me fará mal. Longe disso!

-- O seu sangue é tão irresistível... Eu preciso bebê-lo. Eu preciso sentir minhas presas em sua garganta...

Ele bebe mais um pouco do sangue até que finalmente para, antes até de me deixar fraca. Fico realmente grata a ele por isso.

Depois desse momento, eu sento-me na corretamente na cama e convido-o a apoiar sua cabeça em meu colo. Apesar de fixar na defensiva por meros segundos, logo ele demonstra confiança o suficiente em mim para fazer o que pedi. Com sua cabeça apoiada contra minhas pernas, finalmente tenho a oportunidade de passar meus dedos por seus cabelos em forma de carícias. Seu semblante continua impenetrável e nós estamos ambos em silêncio. Aproveito a oportunidade para dizer a ele uma última coisa:

-- Eu prometo que farei o possível pra descobrir o fim da mensagem da sua mãe, Subaru-kun. Eu... Não vou desistir, apenas confie em mim.

Ele assente com a cabeça em um ato quase imperceptível, e isso me causa uma sensação de paz e alívio. Não posso expressar o quão satisfeita e contente eu estou agora que tenho a confiança dele em mim.















Notas Finais


Juro que o próximo não vai demorar! (Ou, pelo menos, a intenção é que não demore).
Enfim, obrigada por acompanharem até aqui!
🤍


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