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História For you, I go Loco - Beauany - Capítulo 24


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura 💜

Capítulo 24 - 24


JOSH'S POV 

Depois de finalizadas todas as aulas do dia, Any me levou para minha casa de carro, me ajudando a caminhar quando preciso.

Assim que chegamos, pedi para que ela me levasse até meu quarto para que eu pudesse tomar banho.

— Não quer ir comigo? — Falei assim que entrei no quarto. Any se sentou em minha cama e me encarou confusa.

—Pra onde?

—Pro banheiro — Sorri maliciosamente, ela semicerrou os olhos — pra me ajudar a tomar banho, claro. Já que a qualquer momento eu posso, sei lá, cair e quebrar a cabeça?

—Eu já fiz muito vindo até aqui, não vou dar banho em você — cruzou os braços.

—Tudo bem, já entendi — Levantei os braços em rendição — Se eu morrer a culpa é toda e completamente sua — me virei, e entrei no banheiro mancando.

—Dramático — Any murmurou, e tenho certeza que revirou os olhos.

Tomei um banho rápido, com uma certa dificuldade. Me enxuguei e voltei ao quarto, onde Any estava deitada mexendo no celular.

—Olha só! — ela exclamou — Você está vivo!

—Engraçadinha — vesti uma roupa qualquer, sem me importar se Any estava vendo ou não. Me joguei ao lado dela na cama, abraçando-a pela cintura, colocando minha cabeça sobre o ombro dela.

—Está com fome? — Perguntei.

—Estou — resmungou — não comi nada na escola.

—Bem...eu estou aqui, se você quiser — encolhi os ombros e recebi um tapa dela.

—Safado — rimos. Dei um beijo casto na bochecha de Any e me sentei na cama.

—Falando sério agora, acho que tem almoço pronto, de ontem no caso, é só esquentar...

—Tudo bem, vamos ir comer então — Nos levantamos e seguimos até a cozinha, com Any me ajudando a descer as escadas.

—O que tem pra comer?

—Comida — respondi o óbvio.

—Jura? — Retrucou sarcástica.

—Pode esquentar pra gente? — perguntei com um biquinho nos lábios.

—Folgado. Vou esquentar só por que estou de bom humor — Sorri pra ela e dei um selinho rápido em seus lábios, antes de me sentar na mesa para esperar que ela acabasse tudo.

(...)

Nossa tarde se resumiu em jogar, assistir coisas inúteis na TV, conversar sobre o quão chato são todos os alunos da escola (menos eu, é claro!) e trocar carícias.

—Eu tô com fooomeee — Resmunguei enquanto algum outro filme se iniciava na televisão.

Estávamos jogados no sofá, Any fazia carinho no meu cabelo e eu segurava uma bolsa de gelo sobre meu pé, que já havia melhorado, consideravelmente.

—Vai comer, ué.

—Acabou a comida — Suspirei triste.

—Se quiser eu posso fazer alguma coisa, eu amo cozinhar — Ela sorriu largamente.

—Tudo bem — nos levantamos e fomos para a cozinha novamente. Me sentei no banco de frente a bancada e Any se pôs em frente aos armários.

—Onde ficam as coisas?

—Pode futucar os armários ai, eu não sei onde fica nada. Eu não cozinho — encolhi os ombros.

—Ook — ela abriu diversos armários, pegando o necessário para fazer alguma coisa que eu não faço a mínima idéia do que seja.

—O que vai fazer? — Apoiei meus cotovelos na bancada, observando Any mexer no fogão.

—Macarrão recheado. Eu amo. Você gosta? — ela se virou para me olhar antes de despejar algo na panela.

—Nunca comi, mas tenho certeza que deve ser ótimo — Ela sorriu e voltou a se concentrar no fogão.

Any seguiu concentrada em fazer o macarrão, enquanto eu apenas observava tudo.

—Pode me ajudar aqui, Joshua? — Pediu em frente ao fogão, tentando mexer em duas panelas ao mesmo tempo.

—Claro, o que eu tenho que fazer? — me levantei e fui até ela.

—Só não deixa isso queimar — apontou para uma panela — Quando começar a ferver você desliga — assenti.

Vigiei a comida por um tempo, até ver que começou a borbulhar. Desliguei e voltei meu olhar para Any, que mexia no macarrão.

Ela me encarou e sorriu, senti minhas pernas fraquejarem só com aquele sorriso.

Deus, como ela é perfeita!

—Por que tá me olhando assim? — indagou envergonhada.

—Por que você é linda — As bochechas dela ganharam uma cor vermelha.

—Não sei reagir a elogios. Obrigada? — Perguntou sem jeito. Dei um selinho rápido nela e sorri.

—Por nada.

Any continuou a mexer na comida, que parecia que não iria ficar pronta nunca.

—Eu estou com fomee — Falei abraçando Any por trás e encostando minha cabeça no ombro dela.

—Eu também. Já está quase pronto.

—Não sei se eu aguento esperar mais — Resmunguei.

—Calma, Josh — Ela riu.

—Se você deixar a comida aí, vai estragar?

—Provavelmente, porquê?

—Poderiamos fazer algo mais interessante, não acha? — Comecei a distribuir beijos molhados pelo pescoço de Any, ela arfou.

—Você tá muito abusadinho hoje, não acha? —Beijei a bochecha dela.

—Não — Voltei com os beijos no pescoço.

—Para, Joshua! — Dei uma leve mordida no ombro dela, antes de seguir com uma trilha de beijos do ombro até o pescoço novamente.

—Quer mesmo que eu pare? — Sussurrei, aproveitando para morder o lóbulo de sua orelha.

—Golpe baixo — Murmurou.

—Eu sei — devolvi seu tom baixo não parando com os beijos.

Ela cedeu finalmente virando seu corpo e deixando que eu beijasse os lábios pelos quais eu tinha pensamentos incoerentes. Passei meus braços por debaixo de suas coxas quando ela se impulsionou para cima e levei até o balcão de mármore mancando um pouco por conta do meu pé.

— Josh. O. Fo. Gão. — Gabrielly disse entre os beijos, me lembrando o único motivo pelo qual ainda tínhamos roupas no corpo. Desliguei-o e voltei para minha garota puxando suas coxas para o lado do meu corpo de volta.

— Você não estava com fome? — ela resistiu e colocou as mãos nos meus ombros para me afastar um pouco. Não pude conter um sorriso com muitas intenções e me aproximei de novo para ficar na altura de sua orelha, respirando ali perto e vendo a pele se arrepiar com o mínimo contato.

—Quero comer outra coisa agora — meu timbre de voz era rouco.

Não podia controlar o meu corpo perto do dela, não quando suas pupilas dilatadas a contradiziam quando ela se mostrava resistente as carícias.

Tudo dali em diante passou em câmera lenta na minha mente, que parecia querer lembrar de cada detalhe no dia seguinte. Meu pé machucado não pareceu um empecilho para que fôssemos apressadamente para o meu quarto, trocando beijos indecentes e quentes demais.

Caímos na cama, eu por cima dela, arrancando de uma vez a blusa que ela vestia e não parando um segundo de sugar seus lábios pecaminosos entre os meus.

Suas pernas se abriam aos poucos permitindo que eu me acomodasse ali e que minha ereção visível pressionasse na parte interna das coxas torneadas. Suspirei trêmulo contra seus lábios e ela também pareceu gostar do contato pois um gemido contido escapara pelos seus lábios.

— Preciso de você, Josh. — foi tudo o que ela precisou dizer para que eu colocasse um fim naquela tortura. As suas e minhas roupas foram parar em algum canto do meu quarto enquanto ela estava sentada sobre meu colo no meio da grande cama.

Minhas mãos apertando a bunda farta sob a luz da lua que vinha da janela, me fazia pensar que talvez elas fossem feitas exatamente para estar ali, assim como nossas línguas que lutavam por dominância. Tudo na medida certa para me enlouquecer.

Depois de colocar o preservativo, tudo virou uma sincronia de gemidos. A fina camada de suor que cobria nossas peles unidas e as palavras sujas sussurradas tanto por ela quanto por mim eram um acréscimo para as estocadas fundas que eu não fazia questão de controlar.

Meu ápice chegou quase junto ao dela. Explodi em espasmos espetaculares ao ver a morena arqueando a coluna e gemendo meu nome com tanta imprudência por entre os lábios vermelhos-sangue, arrepiando cada fio de cabelo meu.

Cai ao seu lado e por mais alguns minutos,  que eu desejava que durassem o resto da noite, nós trocamos beijos tão suaves como os cabelos cacheados que se enrolavam nos meus dedos. Seus olhos sonolentos se fecharam aos poucos me proporcionando a segunda melhor cena do mundo.

A primeira com certeza era ela gozando.

Eu dormi em seguida com três palavras engasgadas na garganta, mas que eu não tinha certeza se podia falar elas para a morena nua deitada sobre o meu peito sem assustá-la.

Talvez eu só fosse alguém que ela se apaixonou e que ao final do ano letivo vá esquecer. Mas por via das dúvidas, eu sussurrei para que pelo menos as paredes pálidas do meu quarto tivessem certeza;

—Eu te amo.


Notas Finais


Esse é com certeza o meu capítulo favorito 😍😍💖

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