História Fora da lei. - Chanlix. - Capítulo 4


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Chanlix, Gangue, Máfia, Sangue
Visualizações 101
Palavras 2.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Salve consagrados, tudo bem? Espero que sim

Esse capítulo foi muito difícil de escrever e espero do fundo do meu coração que não esteja confuso

Boa leitura sz

Capítulo 4 - Princesa Fiona.


Felix desviou o olhar para os outros três caras que apareceram atrás do homem da cicatriz.

— Posso ajudar? — Se esforçou para dar um sorriso e o homem retribuiu o ato e abriu a boca, pegando fôlego para falar, mas foi interrompido assim que o Lee de repente deu um chute em sua barriga e tentou fechar a porta da própria casa.

O único problema era que era apenas Felix puxando a porta de um lado, e outros vários sem saber o número exato puxando a porta para o outro.

Felix então fez o que qualquer um - ou não. - faria. Soltou a porta e deixou que a mesma fosse aberta. Os homens que faziam tanta força caíram um sobre o outro quando soltou a maçaneta e correu para dentro de seu apartamento, buscando qualquer coisa para se defender.

Talvez aquele momento fosse a hora de agradecer por ter feito tantas aulas de Taekwondo e começado as de Boxe. Porque se não, Felix não seria um homem vivo.

O cara da cicatriz ficou em frente a porta, enquanto os outros de preto entravam na casa do australiano, que agarrou uma das almofadas do sofá. Um ótimo objeto para se defender, Claro, Lee Felix era um gênio.

Quando o primeiro cara partiu pra cima, Felix jogou a almofada em sua cara, bloqueando a visão do mesmo e passando um chute em suas canelas, o que resultou no tombo do mesmo.

Outro veio para cima de si, tentando acertar um soco de direita, mas Felix desviou e encontrou uma brecha para acertar o nariz do homem, que colocou a mão por cima do mesmo ao notar que sangue já jorrava do local, e então de novo partiu para agressão. O homem agarrou o colarinho do Lee, empurrando o mesmo até o sofá, mas não se deu conta quando o mesmo caiu sentado no estofado e usou as forças da perna para ficar entre as do homem, e o joga-lo na parede atrás do sofá, batendo sua cabeça ali e o desmaiando.

Felix não teve tempo de se virar e se preparar para o soco que recebeu logo em seguida do primeiro homem que tentava lhe espancar. Sentiu sua boca arder no mesmo segundo, entretanto, também não deixou se socar a boca do estômago e girar o corpo ainda no sofá e acertar um chute na região do pescoço do homem, que cambaleou dando uma brecha para Felix lhe dar outro chute. Este, que o derrubou sobre a mesa de centro que era de vidro e se tornou em milhares de cacos.

— Essa mesa foi tão cara. — Se lamentou arregalando os olhos assim que o terceiro homem agarrou um dos pedaços de vidros afiados que restarem de sua falecida mesa.

Correu até a cozinha quando o terceiro iniciou os passos em sua direção. Deu graças por não ter facas expostas porque, primeiro: ele não queria matar ninguém, e segundo: ele também não queria ser morto.

Agarrou a frigideira pendura num suporte na parede e se preparou para o ataque, parecendo um abestado quando fez a posição da garça. Quando o terceiro se aproximou e empurrou a mão para frente no intuito de furar o ruivo, ele usou o braço para virar o do mesmo, e usou a frigideira para bater na cabeça do rapaz. Em seguida, bateu na mão do caco de vidro e depois voltou a agressão na cabeça, até que o mesmo desmaiasse e sua frigideira antiderrapante estivesse completamente destruída e com um formato de ovo.

Soltou o pedaço de alumínio defeituoso sobre o corpo desfalecido no chão de sua cozinha, agarrando a vassoura encostada na parede e saindo daquele cômodo encontrando agora o homem da cicatriz o olhando sério.

Agora era a maldita parte que o mocinho lutava contra o chefão.

Se preparou com sua vassoura, como se fosse um objeto tão perigoso como uma espada.

Usou o cabo para acertar qualquer parte do corpo do homem de cicatriz enquanto tentava desviar de seus ataques. Contudo, o cara também era bom de briga. Felix foi acertado repetidas vezes na barriga e na cara. Sentindo seu rosto pedir por misericórdia e odiar o fato de já saber que pela falta de lubrificação de seu rosto e punho do outro sua cara já estava toda cortada, Felix acertou a ponta do cabo da vassoura no saco do homem, que automaticamente se curvou com a mão no local, recebendo uma joelhada no queixo e um soco no nariz logo em seguida, caindo duro no chão poucos segundos depois.

Um pouco mais aliviado, porém dolorido e sangrando, Felix saiu de seu apartamento, pois gângster eram iguais formigas, onde tem uma, tem muito mais.

Entrou no elevador rapidamente, apertando o botão do térreo e aproveitado para ver o estrago em sua linda cara pelo espelho velho do fundo do elevador. Aquele dia e o anterior, definitivamente seriam os piores já vividos pelo australiano.

Assim que as portas de metais se abriram, Felix quase que se deixou soltar os ar dos pulmões cansados, mas quase sentou, chorou e se entregou quando viu que havia mais pelo menos quinze homens no hall de seu prédio velho.

Chegou a cogitar ter sido um ladrão, assassino, Hitler ou até mesmo Judas em suas vidas passadas, porque não era possível tanta desgraça acontecendo na sua vida uma seguida da outra.

— Vocês querem me matar, é? — perguntou, saindo do elevador. — Se for isso, façam agora, não aguento mais bater em ninguém. — colocou a mão cintura como uma grávida. Estava exausto e morto de fome, pois ainda não havia comido nada.

Sendo ignorado, dois homens também de ternos pretos agarraram cada um um braço do Lee, o mostrando caminho até um carro de cor e vidro escuros, jogando o mesmo sem cuidado algum no banco traseiro.

Felix estranhou a partir do momento que ninguém mais entrou no carro e as travas das portas foram acionadas. Além de si, apenas um motorista estava lá dentro.

Movido pela loucura e descontento de ser sequestrado por dias consecutivos e provavelmente por dois grupos de criminosos diferentes em que muito provavelmente, o espancariam até sua trágica e dolorosa morte, Felix começou a chutar a porta e os vidros do carro.

A porta do motorista foi aberta e o mesmo foi arrancado a força de lá. O ruivo se sentou no banco, vendo através da janela o motorista sendo espancado por alguém de cabeleira escura.

Assim que o rapaz que era agredido desmaiou, Felix se deitou no banco, rezando que não fosse o próximo ali. A porta de trás agora fora aberta e seus pés puxados. O Lee apenas queria que fosse um bicho papão no lugar de Changbin.

— Eu até pensaria que você é meu príncipe encantado, se não fosse a outra pessoa que também quer me espancar. — O ruivo falou assim que se colocou de pé, atrás do moreno baixinho, que o deixava protegido das mãos dos outros homens.

Ao seu lado, com três tacos de beisebol cheio de Spike, o garoto que Felix encontrou quando desmaiou Jisung apareceu, entregando um para Changbin e outro para o próprio Lee, que estava confuso com tudo o que estava acontecendo.

— Agora a diversão vai começar. — O mesmo que trouxe os métodos de defesa sorriu sádico, girando o pescoço e se preparando para o ataque.

— O Hyung disse que queria esse panaca inteiro, e graças a vocês eu não vou conseguir cumprir com o combinado. — Changbin falou, girando o taco sobre a mão. — Vocês devem arcar com as consequências agora. Porque isso me deixou muito puto. — Correu na direção do homem mais perto.

Os próximos minutos foram tão cenas de filme de ação americanos que Felix se sentiu um ator. Sangue para todos os lados respigados dos homens que tentavam lhe sequestrar, mais gritos e tentativas de assassinatos que obviamente, não era de sua parte, afinal só partia pra agressão quem se aproximava de si, pois sentia seu corpo muito pesado, cansado e fraco. Além de estar extremamente ofegante por ter feito muito esforço em pouco tempo.

Quando a sessão de espancamento acabou, Felix sorriu para seus salvadores, apreciando toda a vista que fora feita. Até sapato perdido tinha, e isso, de um lado positivo ou negativo, era engraçado.

— Nem parece que ontem mesmo era vocês tentando me matar. — Riu amargo, sentindo uma tontura descomunal apossar de seu corpo.

— Não se engane, eu ainda quero te matar. — A voz de Changbin fez presente, mas Felix não fez questão de olha-lo, pois agora estava com as mãos apoiadas nos próprios joelhos, tentando não vomitar.

— Claro, claro. — levantou o rosto, tentando sorrir, mas a única coisa que realmente fez foi ver sua visão ficar embaçada e ir escurecendo cada vez mais, até sentir sua linda carinha ser amassada sobre o asfalto quente.

[...]

Felix começou a recobrar a consciência aos poucos. Seu corpo estava em uma posição meramente estranha e seus braços assim como sua cabeça chacoalhavam conforme alguns movimentos também estranhos eram feitos.

Abriu os olhos e a primeira coisa que viu foi um tecido preto, mas não, não tinha nenhum pano sobre sua cabeça e se tratava de uma costas largas. Franziu as sobrancelhas, demorando a raciocinar que o mesmo estava sobre os ombros de alguém, sendo carregado, por ninguém menos que Changbin.

Ergueu a cabeça, vendo o tal Minho também levando um dos caras que mais cedo tentara lhe sequestrar, só que, diferentemente de si, Minho puxava o cara também apagado pelos pés, pouco se importando se estava machucado ele ou não.

— Tô me sentindo a princesa Fiona. — Falou alto o suficiente para que os dois colegas escutassem. — Acho que você é mesmo meu príncipe encantado. — Riu, e sentiu seu corpo se jogado em algo macio, abrindo os olhos e encontrando uma sala. Provavelmente no mesmo lugar qual fugiu no dia anterior.

Minho largou o outro cara no meio do caminho, avisando que chamaria os outros e, deixou Felix junto a um Changbin mau humorado.

Felix permitiu-se fechar os olhos e arrumar uma posição confortável sobre o sofá. O cansaço que seu corpo sentia em soma do estômago implorando por comida era o suficiente para o fazer dormir pelas próximas dezoito horas seguidas, se não fosse um monte de vozes se aproximando de onde estava. Reconheceu Jisung, sendo o mais escandaloso.

— Hyung, você bateu nele? — O Han perguntou, tocando o queixo de Felix, fazendo o mesmo virar o rosto para si, ainda com os olhos fechados.

— Não foi ele. — Felix respondeu, abrindo os olhos subtamente e assustando Jisung, que soltou um grito e se afastou em um pulo, levando a mão até o coração.

— Não faça mais isso. — Pediu, respirando fundo e tentando controlar os próprios batimentos cardíacos.

— Agradeço muito pelos meus príncipes terem me salvado, mas porque me trouxeram de volta pra cá? — Indagou, se levantando e girando os olhos conforme a tontura quase lhe vencia.

— Temos um assunto muito sério a tratar. — Reconheceu a voz como o do líder dali. Sua cara de cafetão manda chuva também não deixava ninguém se enganar.

— Olha eu já falei que foi um erro, tá bom? Nem tenho fotos de vocês e prometo que nunca irei tirar muito menos vender para os tira. Satisfeitos?

— Você vende foto para os home? — Um garoto de cabelos vermelhos, olhos tão afiados quanto os olhos de uma raposa, mas ao mesmo tempo possuía traços infantis.

— Falei de mais, não é? — Riu de nervoso, dando um tapinha na própria boca, vendo o loiro líder arquear uma sobrancelha.

— Por quê estavam atrás de você?

— E eu lá tenho cara de quem sabe? — Respondeu ao moreno claro ao lado do líder. — Não mexo com esses bagulho não, tio. — Sentiu sua cabeça girar e seu um passo para o lado. — Eles chegaram do nada, e a única coisa que eu queria me previnir era de ser morto, então eu corri, oras. — Deu de ombros, tentando sorrir. — Posso ir agora, moreno sedução? — Perguntou ao rapaz lindo que estava sentado em uma das cadeiras presentes, que mantinha o olhar felino e sedutor no ruivinho. Felix não resistiu em dar uma piscadela, mas aquilo o fez cair quando sentiu que estava a desmaiar novamente.

Contudo, felizmente ou não, Changbin conseguiu segurar seu corpo magrelo antes que o mesmo atingisse o chão.

— Por que você tá caindo igual um saco de merda toda hora? — perguntou, tentando voltar o corpo de Felix para o sofá.

— Acho que você realmente é o meu Shrek. — sorriu e tudo ficou preto novamente.


Notas Finais


Não resisti a botar a referência de Wow pq essa música é tudo pra mim KKKKKKK she's hot hot hot

Encurtei o cap pq se não ia ficar muuuuito comprido, então é isto

Ainda não revisei pq tbm sou preguiçosah

Todo comentário é bem viado sz

Até semana que vem!!!


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