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História Fora de Ordem - Capítulo 12


Escrita por: klgodevi

Notas do Autor


Olá pessoal, tudo bem?
Capítulo disponível!! Espero que gostem!!
Boa leitura!

P.S.: Agradeço novamente à Valkyriacruz por me alertar dos erros!! Muito obrigada!!

Capítulo 12 - Restart


Fanfic / Fanfiction Fora de Ordem - Capítulo 12 - Restart

12 - Restart

“A pergunta que não quer calar é: como ela soube sobre nossas conversas?” Henry, ainda abalado, foi o primeiro a quebrar o silencio depois que Elizabeth e Georgiana saíram da sala.

“Eu não tenho ideia.” Darcy respondeu entre confusão e diversão. Ele deveria saber que Elizabeth não deixaria todo aquele insulto passar sem uma resposta. Ele conhecia o temperamento dela o suficiente para esperar o desfecho daquela noite. Entretanto, ele também estava extremamente envergonhado com o comportamento da sua família e triste por ter sido colocado no meio deles quando ela descreveu o quanto todos ali não tinham um pingo de educação, exceto Georgiana, é claro.

“Eu nunca me senti tão mortificada na vida.” Rebecca murmurou para ela mesma.

“É exatamente esse tipo de comportamento que nós devemos controlar... Ela não tem nenhum direito de agir assim com nenhum de nós, Darcy. Ela deve nos escutar e agir exatamente como determinarmos.” Catherine estava fumegante de raiva.

“E quanto ao nosso comportamento? Vocês prestaram atenção nas palavras que usaram para descrever uma pessoa que nem mesmo conheciam? Ela citou a maioria.” Darcy respondeu com uma tranquilidade que não sentia. Ele ainda estava admirado e impressionado por Elizabeth ter virado a mesa sobre sua família.

“E nós continuamos sem conhecê-la. Até lá, posso falar o que eu bem entender.” O orgulho de Catherine não permitiria que ela admitisse seu erro.

“Então, isso dá o mesmo direito a ela.” Darcy contra argumentou.

“Infelizmente, ela já deve ter formado uma opinião sobre a nossa família e nunca confiará em nenhum de nós.” Ao mesmo tempo que Richard estava envergonhado, ele estava estranhamente orgulhoso de Elizabeth. Ele mesmo não acreditava que teria coragem para enfrenta-los.

“Espero que você assine este contrato antes que ela mude de ideia, Darcy. Isso pode ser um estratagema para enganá-lo. Quanto as maneiras de controlá-la, nós podemos fazer isso de outras formas. E eu nunca mais tolerarei que ela fale comigo dessa forma, você entendeu?” Henry reconheceu que subestimou Elizabeth.

“Conhecendo Elizabeth como eu conheço, ela não vai mudar de ideia e não vai me deixar em paz até que eu assine.” Darcy sabia que ela realmente o faria assinar aquele contrato, embora ele não achasse necessário. “Quanto a controlá-la, desista, vocês nunca conseguirão fazer isso com ela, e eu NÃO quero que vocês façam. E por fim, ela tem todo o direito de falar da forma que quiser depois do comportamento deplorável de vocês, e se você tolera ou não, tio, ela não vai dar a mínima. Lembre-se, ela pode sair desse casamento e voltar para a vida dela a qualquer momento sem nenhum impacto negativo. Sou eu quem serei atingido por um escândalo. Ela está nos fazendo um FAVOR mantendo esse casamento. Espero que cada um de vocês lembrem-se disso quando interagirem com ela futuramente.” Darcy estava cansado de sua família se intrometendo em cada aspecto da sua vida, mas depois dos últimos dias, ele se sentia saturado. “Eu acho que podemos considerar essa noite encerrada.”

“Agora você vai nos expulsar de casa?” Anne não sabia o que pensar dos acontecimentos da noite. Nada foi como eles previam.

“MINHA casa...” Ele a corrigiu, horrorizado que ela pensasse que tinha algum tipo de direito sobre aquele lugar. “Todos podemos concordar que essa noite foi um fiasco.” Darcy declarou passando a mão pelo rosto. “Tio, eu não pensei que depois da nossa conversa você continuaria a agir pelas minhas costas. Eu espero mais respeito no futuro.”

Henry ficou chocado com o último comentário do sobrinho. “Eu só penso no melhor para o seu futuro e para o futuro dessa família.” Ele asseverou se levantando e saindo da casa em direção a garagem. Rebecca o seguiu sem dizer nenhuma palavra.

Catherine e Anne andaram até a porta com a cabeça erguida. “Eu espero que em breve você perceba o constrangimento que fomos obrigados a suportar esta noite e coloque essa mulher em seu devido lugar. Pense em suas atitudes recentes, sobrinho. Eu e Anne aguardaremos seu pedido de desculpas.”

Darcy bufou quando ela saiu pela porta. “MEU pedido de desculpas... Depois de tudo o que vocês fizeram nos últimos dias... Eu me sinto um completo idiota.”

“Ei... eu não fiz nada.” Richard se defendeu sorrindo.

“Exatamente... você não fez NADA! Nem mesmo me avisou dos planos do seu pai.” Darcy apontou para ele um dedo acusador. “Eu esperava mais de você.”

“Ah, por favor, Darcy. Você conhece meu pai. Nada que eu ou você fizesse o pararia.” Richard respondeu dando de ombros.

“Errado. Se eu soubesse sobre isso, eu não teria realizado esse jantar. Eu não iria expor Elizabeth a isso. Ela não precisava passar por essa... situação ridícula...” Darcy insistiu irritado.

“Ela não precisa da sua proteção, Darcy. Pelo que presenciamos, ela tem capacidade de cuidar de si mesma.” Richard apontou, e rindo, ele continuou. “Eu acho que devo desculpas a ela. Aquele olhar que ela lançou sobre mim e meu pai poderia congelar um lago inteiro.”

“Boa sorte com isso. Ela deve te achar o maior dos imbecis.” Darcy declarou antes de se despedir do primo.

Depois que seu primo partiu, Darcy se serviu de mais um copo de Whisky para relaxar e pensar nos acontecimentos da noite. Por mais que ele tenha apreciado o que Elizabeth fez, ele ainda não conseguia entender como ela soube sobre a reação da sua família ao casamento e os planos deles para aquela noite. Nem mesmo ele tinha ideia do que aconteceria.

Tomando coragem, ele caminhou até a porta do quarto de Elizabeth e bateu três vezes esperando que ela ainda estivesse acordada. Elizabeth abriu a porta momentos depois usando apenas um roupão.

“Darcy! Eu pensei que fosse a Gigi. Algum problema?” Ela perguntou preparada para se defender se ele reclamasse das suas atitudes daquela noite.

“Eu gostaria de conversar com você. Eu posso entrar? Ou você gostaria de me acompanhar até a sala...” Ele perguntou sem jeito, envergonhado por estar em pé na porta do quarto dela e praticamente pedindo para entrar.

Elizabeth deu espaço para ele passar e indicou a poltrona ao lado da cama. Darcy percebeu que o quarto estava basicamente igual, mas Elizabeth tinha adicionado alguns quadros e almofadas em tons de azul e amarelo pastel. Ela também trocou a cortina, e a mesa de cabeceira estava com uma pequena pilha de livros. Ele sorriu ao pensar o quão convidativo o ambiente tinha se tornado. Darcy sentou na poltrona e esperou Elizabeth se sentar na beira da cama, próxima a ele. Pouco mais de um mês atrás ele não acreditaria que estaria tendo uma conversa em um quarto com Elizabeth.

Darcy estendeu o envelope contendo o contrato para ela. “Eu não preciso de nenhum contrato nupcial, eu confio em você.”

Estreitando os olhos, Elizabeth não pegou o envelope das mãos dele. “Eu realmente gostaria que você assinasse. Eu sei que a sua família tem todo o direito de desconfiar de mim, mas eu tenho direito de não gostar disso. Assine esse contrato, por favor, e vamos encerrar esse assunto.”

“Eles não precisariam saber que eu não assinei.”

“O pouco que eu os conheço, eles dariam um jeito de saber. Eu não confio em nenhum deles e me sentiria melhor com a sua assinatura neste documento. Se você confia ou não em mim é irrelevante.” Toda a postura de Elizabeth naquele momento era defensiva.

“Você não precisa provar nada a ninguém.”

“Se for facilitar minha vida durante esse ano, eu não me importo.”

Darcy suspirou e relutantemente concordou em assinar o contrato. Ele sempre poderia destruí-lo posteriormente. “Eu não tenho nenhuma caneta aqui comigo, mas amanhã de manhã eu vou devolvê-lo assinado. Charles é meu advogado e você pode pedir para Jane entregar uma cópia para ele.”

“Eu agradeço.”

Darcy sabia que precisava abordar o jantar daquela noite, mas estava relutante. “Elizabeth... eu gostaria de me desculpar por esse jantar. Se eu soubesse o que eles fariam, eu nunca teria concordado...”

Ela o cortou antes que ele continuasse. “Você já tinha pedido desculpas adiantadas quando me informou sobre esse jantar, Darcy. E francamente? Eu não acredito que você não sabia que eles agiriam exatamente como agiram.”

Darcy se levantou abruptamente. “Você não tem família para saber... Eu sempre espero um comportamento melhor deles, infelizmente, nem sempre minhas esperanças são satisfeitas.”

“É claro que eu não tenho família... como sua tia fez questão de me lembrar exaustivamente essa noite, eles estão mortos, como se eu não pensasse isso centenas de vezes por dia. Mas eu vivo em uma sociedade educada e sei exatamente como pessoas normais se comportam. Se você tem expectativas exageradas sobre eles, não espere que eu também tenha.” Elizabeth tentou manter a voz tranquila, mas não conseguiu.

Darcy se sentiu corretamente castigado. Depois de um momento de silêncio ele falou novamente. “Como você descobriu sobre o contrato que meu tio fez? Ou sobre como eles... te insultaram na sua ausência?” Darcy não estava irritado com esse fato, ele estava curioso.

Elizabeth riu. “Devido a duas felizes coincidências que trabalharam ao meu favor. O dia que nós voltamos de Las Vegas e você estava conversando no celular comigo quando chegou na sua casa, você não encerrou a chamada depois que se despediu de mim e eu ouvi a conversa inteira entre você e sua família.” Elizabeth percebeu Darcy arregalando os olhos e levantou a mão para impedi-lo de falar qualquer coisa. “Eu sei que é horrível ouvir conversa alheia, mas naquele momento, eu não recusaria nenhuma ajuda para saber onde eu estava me metendo.”

“Você... ouviu tudo? Minha conversa com eles e com... Georgiana?” Darcy sentia seu corpo trêmulo e até um pouco de vertigem.

Elizabeth pensou por um momento apenas e balançou a cabeça. “Georgiana quase não falou nada além de ficar feliz por termos nos casados... ela é uma querida...”

Darcy respirou aliviado ao perceber que Elizabeth provavelmente encerrou a chamada quando ele saiu da sala. E ele entendeu perfeitamente o raciocínio dela, pois teria feito o mesmo, se fosse sincero.

“A segunda coincidência foi no dia que seu tio trouxe o contrato nupcial para você assinar. O computador do meu escritório superaqueceu e eu voltei para usar o daqui e escutei a gritaria. Eu ouvi meu nome ser falado juntamente com as palavras vadia e vigarista e resolvi... conhecer melhor meu inimigo, por assim dizer. Eu não me arrependo.” Ela finalizou em desafio.

Darcy sentou-se novamente na poltrona com as mãos no rosto. “Eu sinto muito. Você não merecia ouvir isso.”

“Não... eu não merecia, mas sou grata por ter escutado. Graças a isso fui capaz de me defender e entender exatamente com quem eu estou lidando.”

“Eu quero que você saiba que eu nunca pensei nada disso de você. Nunca. Jamais. Nem por um momento.” Darcy implorou com os olhos para que ela acreditasse.

“Nós dois sabemos que você não gosta de mim, mas isso é irrelevante. Tudo o que precisamos fazer é conviver durante esse ano. Eu pretendo fazer o máximo esforço para que seja o mais confortavelmente possível e espero o mesmo de você.” Ela queria agir com frieza e praticidade.

“Eu nunca disse que não gosto de você, Elizabeth. Muito pelo contrário. Eu acho que você é uma mulher incrível e te respeito mais do que qualquer outra pessoa. Infelizmente nós não tivemos o melhor começo.” Ele falava como se estivesse se confessando. Um pouco triste por ela pensar daquela forma.

Elizabeth foi pega de surpresa. Sem saber o que responder, ela virou o rosto para o outro lado e permaneceu em silencio.

“Olha... eu proponho que a gente comece novamente e tente ser amigos. O que você me diz?” Ele tinha que mudar de tática. Se ele quisesse mudar a forma que ela o via, ele precisava primeiro da amizade dela.

Elizabeth olhava para ele com desconfiança, mas se ela quisesse sobreviver aquele ano, teria que se esforçar. “Tudo bem, eu acho.”

“Ótimo! Podemos começar amanhã? Geralmente nos finais de semana eu caminho ao ar livre. Você gostaria de me acompanhar?” Ele a convidou esperançosamente.

Elizabeth estava surpresa com o convite, e como tinha acabado de aceitar uma tentativa de amizade com ele, achou melhor concordar. “Eu adoraria... mas amanhã eu vou almoçar com a minha irmã.”

“Se você acordar cedo, eu também acordo.” Ele declarou com um pequeno sorriso feliz, quase parecendo um garoto que ganhou um presente.

***

“Então... depois que a família dele fez tudo isso e de você responder à altura, Darcy te convidou para uma caminhada e essa manhã vocês tiveram uma conversa longa, amigável e civilizada pela primeira vez. Incrível! Vocês dois deveriam agradecer à família dele.” Bingley estava achando a história toda muito divertida.

“Charles... eu sei que ele é seu amigo, mas por favor, não conta para ele que eu estou conversando sobre isso com vocês... Lembre-se, era para eu almoçar somente com a Jane hoje e eu precisava conversar com alguém... você veio de intruso.” Elizabeth disse rindo. Ela sabia que Bingley não se ofenderia.

“Você tem minha palavra, cara Sra. Darcy.” Elizabeth revirou os olhos para o nome, o que fez Bingley rir ainda mais.

Estranhamente, Jane estava séria e quieta.

“Jane, você está mais calada que o normal hoje.” Elizabeth observou.

“Eu estou tentando me controlar, Elizabeth. A família do Darcy é horrível e eu adoraria falar algumas verdades para eles... Darcy também é uma decepção. Ele deveria defender você.” Jane era a pessoa mais bondosa e paciente do mundo... desde que não mexessem com sua irmã.

Bingley não queria tomar nenhum lado, mas precisava dar sua opinião. “Os Fitzwilliam pairam sobre Darcy e Gigi há anos. No início, quando o pai dele morreu, eu entendia a necessidade. Darcy estava arrasado e assustado. Amedrontado mesmo... vocês precisam entender, meninas, que ele era muito jovem e cheio de responsabilidades para os quais não estava preparado. Henry foi uma tábua de salvação que ele se agarrou. Os primeiros meses depois que ele assumiu a herança foram tão estressantes que ele precisou ser hospitalizado depois de uma coletiva de imprensa onde os repórteres o massacraram. A gente achou que ele tinha sofrido um infarto, mas era estresse.” Bingley estremeceu ao recordar aqueles tempos difíceis. “Com o passar do tempo, Darcy amadureceu e poderia andar com as próprias pernas facilmente, infelizmente a família dele não se deu conta disso. Ele acha que afastá-los seria ingratidão. Eu escuto Darcy reclamar da intromissão da família dele em sua vida há pelo menos três anos sem se posicionar da forma que ele quer. Mas eu acho que agora ele tem exatamente o que precisa para dar esse passo.”

Elizabeth estava com toda a atenção voltada para Bingley. “E o que é? O que ele tem?”

“Você!” Bingley respondeu com naturalidade, a olhando nos olhos.

Elizabeth fez uma careta e depois revirou os olhos. “Ele não me tem.”

“Você entendeu o que eu quis dizer. Você está na vida dele, querendo ou não, enfrentando a família dele da maneira que ele queria enfrentar... E Lizzie, quando ele disse que te admira, ele disse a verdade. Não deixe que as primeiras impressões turvem esse novo entendimento entre vocês. Tente encará-lo com a mente aberta.” Bingley acreditava que esse casamento, por mais absurdo que parecesse no início, poderia se transformar em algo bom para os dois.

“Eu prometo que vou tentar.” Elizabeth revirou os olhos pela terceira vez.

“Não revire esses lindos olhos para mim, mocinha.” Bingley falava com ela como se fosse uma criança, fazendo tanto Elizabeth quanto Jane gargalharem. “Eu estou falando sério, Lizzie. Eu tenho amizade com Darcy há anos e ele é a pessoa mais leal que eu conheço. Tudo o que você viu até agora foi uma fachada para autopreservação. Muita gente tentou tirar proveito do jovem inexperiente que herdou uma fortuna, e eu fico triste em reconhecer que a família dele faz parte dessas pessoas. Eles não tiram dinheiro dele, mas tentam usá-lo como peão no grande jogo social. Darcy sabe disso, mas ele não pode contar com muitas pessoas e continua com esperança de que um dia, eles vão perceber que não vão conseguir o que querem dele. Ele não quer brigar com a família, contudo, talvez agora, com você, ele vai perceber finalmente que é impossível fugir de algumas brigas.”

“Falando dessa forma, dá até pena do cara.” Elizabeth brincava com o canudo do seu suco pensando em todas as vezes que foi grossa com ele.

“Eu não falei isso para você amolecer com ele, Lizzie. Continue sendo exatamente como você é. Fale o que pensa e da forma que achar melhor, mesmo que seja necessário ser indelicada. Entretanto, tente entendê-lo e aproveite a companhia dele. Você vê como ele é com a Gigi... se você permitir, você pode ganhar o mesmo tipo de carinho.”

“Você quer que a gente se veja como irmãos?” Elizabeth fez uma careta.

Foi a vez de Bingley revirar os olhos. “Não, claro que não... eu duvido que alguma vez ele vá enxergar você como uma irmã. Eu falo que vocês podem desenvolver um bom relacionamento baseado em confiança e... amizade.”

Elizabeth suspirou. “Eu posso ser amiga dele... a gente começou bem hoje.”

Jane, que ouvia a tudo em silencio, ficou interessada. A dinâmica do relacionamento de sua irmã com o Darcy era de certa forma fascinante. “Sobre o que vocês conversaram?”

Elizabeth ficou com um olhar perdido por um momento e sorriu. “Sobre muitas coisas... Ele me contou sobre Pemberley, tanto a propriedade no norte da Inglaterra quanto os Hotéis e as outras empresas... Sobre crescer em Nova York, sobre Gigi e como ele é orgulhoso dela... Eu falei sobre Longbourn e Hertfordshire, sobre nossa adaptação quando nos mudamos para San Francisco, o início da minha carreira... foi... bom. Muito bom.”

Jane e Bingley se olharam e sorriram. Parecia que tudo ficaria bem.


Notas Finais


E agora, gente? Eles estão oficialmente tentando forjar uma amizade...
O que você pensa?
Deixe seu comentário se puder!!
Bjs


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