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História Fora do meu alcance - Capítulo 6


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Notas do Autor


Eu queria me desculpar com vocês por ter atrasado com esse capítulo, mas eu realmente tenho um motivo relativamente justo para isso. Eu tive que reescrever ele literalmente no dia em que eu deveria publicá-lo. Eu escrevi esse capítulo correndo nesse meio período, mas tentei dar meu melhor para que o curto prazo não interferisse na qualidade do resultado. Eu gostei um pouco, e eu espero que vocês também.

À propósito, esse capítulo foi uma mistura de duas faixas de Savage Garden e Willows, então vocês verão um monte de referências espalhadas aqui ❤︎ :)

Capítulo 6 - Sentimento Magenta


 

Um temporal inundou a cidade em meados do inverno rigoroso. O calendário delimitava uma sexta-feira à tarde no dia em que a chuva mergulhou os sapatos lustrados que vagavam pelo subúrbio em busca de algum lugar para se apoiar e fugir da tempestade molhada. Josuke estava sentado em uma das calçadas, testemunhando as casas do noroeste que estiveram acomodando apenas arroz e vegetações antes de toda a modernização. Suas roupas estavam encharcadas a essa altura, e seu pompadour desmanchado caía um pouco além de seus ombros caoticamente – embora ele não estivesse muito aflito com isso em particular.

 

Alguns vizinhos o lançaram olhares preocupados ao longo dos quarenta e cinco minutos em que ele permaneceu parado, esperando por um estímulo. Higashikata não tinha um horário predefinido para voltar, o que também erradicou seus problemas se ele não levasse em conta sua congestão nasal e seus músculos congelados no ar.

 

No entanto, nada o fez parar. Nada foi capaz de tirar seus olhos azuis mediterrâneos da rua larga, onde ele esperou que algo pudesse comprová-lo do que o mesmo pôde escutar.

 

Subitamente, um táxi estacionou frente à digníssima mansão e o artista de mangá saiu do banco traseiro, carregando algumas malas pesadas em seus braços cobertos por um sobretudo Gucci, além de botas de cano alto escuras que o fizeram parecer deslumbrante no jardim colorido. Josuke prendeu seus olhos na forma de Rohan, sentindo uma emoção indefinida correr em seu corpo quando seus olhos se encontraram em baixo das gotas de chuva.

 

O mangaká piscou duas vezes, atônito ao reconhecê-lo depois de se esforçar para ver além da ausência de seu traço caricatural.

 

“O que você está fazendo aqui?” Rohan perguntou: o sol poente batendo em suas costas, no qual uma nuvem branca cobriu uma grande parte do horizonte naquela direção.

 

“Por que não me contou que iria para a Itália?” Josuke replicou em sua voz exasperadamente firme. Ele não se moveu nem um único centímetro, encarando a maneira cuja expressão do mais velho solidificou palavras afiadas eminentes em seus lábios pintados – o que serviu apenas para deixá-lo mais melancólico ao se lembrar deles.  “E, por favor, não me diga que não me deve satisfações, Rohan.”

 

As íris do mangaká pareceram vibrar por um segundo. “Apenas me deixe em paz.” Ele enfim assoprou após um curto silêncio vultoso.

 

Nesse momento, Josuke se sentiu sozinho.

 

Ele observou a blusa de gola alta retorcida que o outro estava usando, o que o permitiu ver pequenas marcas levemente roxas em sua pele clara. O mais alto emudeceu-se na brevidade de um aguardo por angústia quando respirou fundo, pensando que já havia lhe deixado marcas o suficiente.

 

Ele esteve por um longo mês em busca do artista, aguardando pelo dia em que ele apareceria novamente. De fato, fora um mês tortuoso onde as patrulhas se demonstraram muito mais monótonas, além de suas refeições muito mais vazias e noites morosamente mais gélidas. Josuke passou todo esse tempo jurando para si mesmo, torturando-se numa medida que pudesse alienar uma solução que evitasse machucar uma das pessoas mais importantes em sua vida.

 

E, guarde bem: ele tentou.

 

Foi difícil lidar com esses sentimentos, mas foi muito mais difícil ir à casa de Rohan todas as tardes com seu almoço pronto e, por todas as suas noites mal-dormidas, não estar lá para pegá-lo.

 

“Eu não pensei que você fosse tão covarde.” Josuke transportou um sorriso de escárnio, dispersando seus fios negro-azulados que embaçaram sua visão borrada por algum vestígio de lágrimas mais grossas que se negavam a se desvincular dele. “Se você vai se afastar de mim como se eu nunca tivesse existido, apenas certifique-se de que eu não seja capaz de se lembrar disso mais tarde. Se você tivesse o feito desde o princípio, eu não-”

 

“Cristo, você poderia calar sua boca por um segundo?!”

 

Um nó se formou em sua garganta perante o timbre irritado de Rohan. Ele se encolheu ligeiramente, sentindo seus olhos arderem em meio a chuva e se mesclarem ao caráter molhado de sua forma. Kishibe suspirou, apertando a ponte de seu nariz antes de gesticular para que Josuke subisse as escadas e se mantivesse abaixo de uma superfície mais seca.


Ele tamborilou num olhar lacônico; seu peito subindo e descendo de forma agonizante à sua própria sorte. “Eu me afastei e hesitei em apagar tudo porque eu me preocupei com você, seu bastardo. Eu me preocupei porque eu não fui capaz de te deixar melhor e, de repente, você apareceu com um maldito buraco no seu estômago. Como você pensa que eu me senti com isso?” O mangaká exclamou. Seu tom de voz aumentando ao passo em que seu punho tremia no ar e ele olhava para todos os lugares possíveis em seu quintal – salvo a estrutura acabada do policial. "Porra, eu não dou a mínima se você tentou me enforcar. Eu não me importo. Eu sempre soube que a forma na qual você ama a si mesmo é a mesma forma que você ensina os outros a te amarem. Isso sempre se comprovou para mim quando todos que eu já amei me abandonaram, ou estão mortos hoje.”

 

O interior de Josuke se embrulhou a partir do instante em que ele viu uma lágrima fina escapar de seus olhos verdes sálvia.

 

“Isso é tudo o que eu mereço, e você não merece isso.” Ele gateou, finalizando em um sopro de padecimento, dançando em um semblante plastificado e, definitivamente, mudo.

 

Rohan odiava a praia, mas continuava com seus pés na areia.

 

“Você não pode dizer o que eu mereço.” Higashikata foi sério. Seu olhar não vacilou ainda que ele estivesse à beira de se desmanchar na chuva e a entregar todos os seus pedaços ao artista no final, para que ele pudesse queimá-los no incinerador massivo de seu coração chulo. “Quando você vai ser sincero consigo mesmo, Rohan? Quando vai dizer a verdade, para que eu não tenha que mentir?”

 

“Eu não quero que você minta.”

 

Josuke piscou, e então Rohan seguiu em frente: “Eu não quero que você morra.”

 

Rohan era alguém que prometia ações extremas, mas que elas nem sempre foram justificadas aos seus desejos mais profundos. Claramente dizendo, ele poderia ser comparado a um cachorro estarrecido: sempre latindo, mas nunca mordendo (conquanto Josuke preferisse fazer uma analogia mais justa, então Rohan se tornaria um gato siamês astuto e imponente, enquanto Josuke foi apenas um Shiba inu dócil e idiota).

 

Higashikata riu de si mesmo: estar apaixonado é um absurdo.

 

 “Eu não vou morrer.”

 

O mangaká abreviou um ócio de lástima, e o oficial se esforçou para sustentá-lo e acomodá-lo no minuto em que o artista o apertou fervorosamente em seu tórax, tremendo como se estivesse pronto para partir.

 

“Você pode escrever em mim, para que eu nunca o abandone.” Josuke sentiu seu batimento descontrolado ressoar pelos ouvidos de Rohan. “Eu não me importo em ser seu para sempre.”

 

Kishibe arfou no resguardo de seus braços, sentindo cada membro de seu corpo formigar no contorno do seu mesmíssimo toque: o mesmo se pôs na ponta de seus próprios pés, beijando o pescoço de Higashikata. Ele beijou sua bochecha, depois sua testa e seu queixo, apenas para finalizar com um toque ansioso em sua boca.

 

Josuke estava cansado de esperar.

 

Ele prendeu os pulsos do artista na parede, franzindo suas sobrancelhas grossas em uma emoção de anseio anexada em sentimentos que nem mesmo ele pôde identificar com clareza. Rohan parecia ter se extenuado de lutar também quando moveu seus lábios, devolvendo seu beijo em uma necessidade faminta que ardeu em sua garganta. Como se toda a sua saudade tivesse sido suprimida ao longo de um único toque, irradiando pelas fibras de Josuke na medida em que o alertavam de que não se tratou de pouco tempo: senão sentimentos confinados por mais de uma década que ele não foi capaz de deixar esconder.

 

O maior interviu, jogando sua jaqueta em algum lugar do cômodo. Rohan chutou a porta, se livrando de suas botas de couro pelo caminho antes de ser levantado por Josuke e entrelaçar suas pernas em sua cintura.

 

Kishibe gemeu manhosamente quando eles se separaram. Higashikata bateu seus quadris na bancada da cozinha, rasgando o tecido nos botões da blusa. Seus dedos desesperados vagaram diretamente para o seu torso, apertando sua cintura e puxando-a em encontro com sua ereção exposta na protuberância visível em seus jeans finos. O artista apenas aproveitou o atrito, beijando a clavícula do homem mais jovem de forma atribulada, roçando seu nariz empinado e falsamente europeu ao ignorar o fato de que eles estavam na cozinha e que essa não demonstrou ser uma via essencialmente higiênica.

 

 Higashikata se hipnotizou com o corpo exposto do mangaká, entregue a ele em sua forma mais crua e real.

 

Um corpo humano. Um corpo vulnerável a não ser perfeito, mas que – diligentemente – ultrapassou todas as marcas mais importantes que ornamentaram o contrário.

 

Um suspiro escapou da garganta do artista assim que o policial puxou seu zíper, arrastando suas calças até os tornozelos. Ele liberou o eixo de Rohan de sua cueca sem se preocupar com a forma que o outro apertou seus ombros, tremendo incansavelmente abaixo dele quando Josuke aproximou seus lábios.

 

O corpo do policial estremeceu. Ele não foi uma pessoa ativamente prática com boquetes, mas ele esperou que Rohan se sentisse bem com sua experiência. E, principalmente, que ele se sentisse adorado no instante em que o mesmo envolveu a cabeça de seu pau, sugando-o e levando todo o seu comprimento em seguida. O mais velho gemeu baixinho quando atingiu o fundo da garganta de Josuke, e seus músculos se tensionaram quando ele lambeu sua fenda. Higashikata segurou sua base, engolindo-o mais uma vez antes de movimentar sua cabeça em uma cadência constante, fazendo apenas algumas pausas para lamber suas bolas. Os grunhidos de Rohan eram muito mais claros nesse momento, incentivando-o a continuar ao empurrar sua mandíbula.

 

 Josuke se separou de seu pênis com um estalo em seus lábios cheios do fluido do artista, masturbando-o em sua mão livre. “Eu queria tanto te devorar, Rohan. Eu não consigo pensar em outra coisa além do quão quente você está agora e no quanto eu quero me enterrar em você.”

 

“Você fica bem com o seu cabelo solto.” Kishibe comentou, zombando ao mesmo tempo em que lamentava assim que Josuke cessou seus movimentos, apertando sua bunda e circulando seu buraco enrugado. Ele ergueu mais seus quadris no momento em que o maior o levou até o fundo, indiretamente fodendo sua boca: o nariz do policial arranhando seus pelos curtos e sua garganta quente e molhada o enviando ao paraíso.

 

“Por favor, Josuke, Josuke, Josuke!” Rohan gemeu seu nome repetidamente em resposta, enviando um choque direto pelo seu próprio membro negligenciado.

 

Ele liberou seu pênis de suas próprias cuecas apertadas, presenciando a forma como o mangaká chiou ao encará-lo de forma contínua. Higasihikata sentiu suas bochechas corarem por seus escrúpulos com esse detalhe, apesar de que uma boa parte dele estava consciente de que coisas muito mais constrangedoras haviam se passado a esse ponto do caminho.

 

Josuke concluiu que Rohan não teria um lubrificante nesse momento, então tudo o que ele fez foi tocar os lábios do artista com a ponta de seus dedos. Kishibe o pegou, sentindo-o enfiar dois de seus dígitos longos em sua boca e sorrir ao assisti-lo sugá-los em conjunto, como se fosse uma vadia experiente em chupar pau – quando Josuke soube que ele não foi nada além de um virgem.

 

O maior se aproveitou um pouco mais antes de soltá-los onde um fio de saliva os conectou ao queixo do homem menor abaixo dele. O pênis de Josuke pulsou com essa visão, fazendo-o sorrir suavemente antes de levar seus dedos revestidos da saliva de Rohan à sua bunda apertada. Ele o beijou profundamente no instante em que o penetrou de forma lenta, escutando-o gemer em sua língua. O mais novo manobrou outro dedo dentro de sua entrada gulosa, sendo engolido por suas paredes internas em uma pressão impressionante que o indicou do quão bem ele estaria se sentindo em breve.

 

Isto é, apesar de que tudo o que Josuke mais queria fosse ver o rosto bonito do artista se contorcer.

 

Josuke poderia ficar eternamente assim, provando-o como o mais doce vinho da babilônia, e doce como chica-cola de cereja.  Ele poderia sempre fechar seus olhos, infimamente beijando suas lágrimas em suas pálpebras fechadas e lábios sutilmente abertos, sonorizando seus gemidos melódicos que tornaram o coração de Josuke mais fraco.

 

Um suspiro escapou dele no instante em que Rohan arqueou seus quadris novamente numa tentativa desesperada por mais de seu toque.

 

“Eu quero você.” O mangaká sussurrou, esticando um sentimento magenta que se abrigou na base de sua espinha. “Eu preciso de você.”

 

O oficial parou, deslizando seus dedos para longe de sua cavidade. Ele ponderou sobre o reflexo do artista em seu próprio mar ocular, navegando na incerteza de profanar a escultura viva que o moldou numa das coisas mais belas que ele tinha tido a chance de ver.

 

"Hesitar só adianta quando há uma vantagem, Higashikata."

 

Josuke saiu de sua fantasia, percebendo que passou muito tempo sonhando acordado.

 

Kishibe exprimiu compreensão, aproximando o rosto do outro homem para mais perto dele de modo que tocassem suas testas, esfregando seus narizes juntos.

 

Higashikata sequer notou quando estava soluçando nos braços de Rohan.

 

“Eu te amo.” Ele promulgou – ecoando aprazivelmente nos quatro cantos do cômodo meio vazio, porém meio cheio.

 

O artista apenas o abraçou, emaranhando seus dedos nos dedos de Josuke. Ele o guiou pela bancada, reposicionando-se no mármore e dando espaço para que o policial levantasse suas pernas, descansando-as em seus ombros.

 

As bochechas de Rohan ganharam uma nova coloração rosada conforme ele o encarava à medida que Higashikata se livrava do resto de suas roupas. Um arrepio cercou seu tronco assim que ele sentiu uma pequena pressão em sua perna direita, onde as unhas pintadas de Rohan traçavam calmamente cada uma de suas cicatrizes. Um amor incondicional endossou seus olhos, distraídos nas minúcias do mais novo.

 

Josuke soltou um gemido suave quando o mangaká segurou seu falo, dando-lhe alguns golpes lentos e devassos que se esticaram em torno de um sorriso obsceno.

 

Assim sendo, ele agarrou sua cintura, prendendo os braços alheios ao redor de sua cabeça. O menor sufocou quando Josuke cuidadosamente cutucou sua entrada com a ponta de seu pênis, adentrando-o em uma lamentação de luxúria. O artista soltou uma série de palavrões, arranhando a palma das mãos de seu amante (o que foi a única coisa que ele pôde alcançar).

 

Josuke aguardou antes de dirigi-lo um impulso ríspido de repente, indo o mais fundo que pôde antes de se retirar completamente e surrar a próstata de Rohan mais uma vez. “Você pode sentir o quão duro eu estou dentro de você?”

 

Kishibe revirou os olhos, gemendo mais alto à proporção que Higashikata estabelecia um ritmo assíduo: ele podia ouvir os objetos balançarem a cada estocada que Josuke o dava, e a forma como seu eixo pulsava em seu buraco avermelhado e super-estimulado.

 

O mais novo grunhiu, se contendo em seu limbo de prazer ao enrolar a palma de suas mãos em torno do pau do homem mais baixo, acariciando-o a fim de distraí-lo de seu incômodo momentâneo. Nesse ínterim, onde Rohan parecia afundar nos lençóis em seus olhos semi-cerrados, ele se aproximou de forma dissoluta de seus ouvidos, gemendo manhosamente aos seus pés: “Me destrua, Higashikata.”

 

Josuke sorriu, sentindo uma gota de suor deslizar por suas bochechas cálidas no momento em que ele bateu seus quadris mais rápido dentro do artista. “Fazê-lo não ser capaz de andar por um tempo parece bastar para mim.”

 

Rohan choramingou, arregalando os olhos quando o outro incorporou sua originalidade mais primitiva, fodendo-o sem descanso e rosnando em seus ouvidos – o que, honestamente, esteve envolto por uma camada particularmente fina. E pensar que mesmo nos momentos mais nauseabundos, Josuke estaria apresentando algum nível de integridade.

 

O mangaká desejou estar no controle da situação, apenas para montá-lo e vê-lo se rebaixar perante seu mais intangível e digníssimo dom de ser desesperado por seus impulsos frenéticos.

 

Higashikata continuou através de suas brutas estocadas, sentindo o interior de Kishibe apertá-lo a cada balanço áspero e mais rápido do que o anterior. Seus grunhidos mesclados preenchiam o espaço em um cheiro de sexo e suor que infectou o ar, no qual os sons de Josuke eram abafados enquanto ele se esgueirava cada vez mais sobre o corpo trêmulo de Rohan e mordia seu ombro exposto: gesticulando suas próprias marcas de amor e acariciando suas antigas de angústia, lambendo-as cautelosamente como se isso fosse capaz de apagá-las.

 

Ele sentiu as pernas do mais velho se desmancharem em suas mãos, e então Josuke se afastou: deslizando seu pênis para fora do corpo do artista. Ele suprimiu sua cintura, ajudando-o a se recompor e a se debruçar sobre a mesa de jantar um em um sentido retrógrado. O maior agradeceu por Rohan não estar ciente o bastante para resmungar sobre seus móveis limpos.

 

Higashikata se arrastou para perto novamente, mas não antes de sacudi-lo em sua bunda empinada e fazê-lo implorar para que ele entrasse. Um calor descomunal estava irradiando em seu eixo ao mesmo tempo em que ele se empenhava em foder Rohan com todas as suas forças. Josuke sentiu seus quadris começarem a perder seu ritmo.

 

Ele estava prestes a se afastar e bombear o artista mais rápido, assim que o mesmo se inclinou em encontro ao seu contato: “P-Por favor, Josuke. Goze dentro de mim.” 

 

Josuke sentiu seu pênis pulsar com o tom acabado do mangaká. O policial o empurrou em retorno, escutando-o gemer alto a partir do segundo em que ele o abraçou naquela posição, se certificando de acertar o máximo que pôde seu ponto sensível.

 

“Oh! Deus, deus, eu estou tão perto! P-Por favor, por favor, não pare, Jojo!”

 

Foi tudo o que ele precisava para chegar lá.

 

Rohan conteve um grito abafado. Josuke saiu, arregalando levemente os olhos ao ver a saliva deslizar pela entrada do artista rumo ao revestimento do piso, extraordinariamente planeado ao seu sêmen jorrando de seu buraco abusado.

 

Ele também pôde enxergar a mesa repleta pela bagunça do mangaká, deixando-o satisfeito e o fazendo ter a plena certeza de que ele jamais estaria se alimentando em sua cozinha da mesma forma.

 

Higashikata apoiou-se na figura do outro, arquejando em uma expressão de cansaço.

 

"Eu espero que você esteja pensando em tomar um banho agora." Kishibe o alertou, ofegante como se seus pulmões tivessem sido evaporados pela atmosfera.

 

As pálpebras de Higashikata se mexeram, dando espaço para um rastro curvilíneo em seu rosto que esculpiu seu mesmo sorriso insolitamente bobo. "E eu espero que você não esteja esperando demais."

 

Dessa maneira, Josuke puxou sua cintura, desejando que – da próxima vez que ele estivesse acordando – as coisas estivessem do mesmo modo em que ele as deixou.

 

Antes que isso acabe apenas como mais uma memória.

 

 


Notas Finais


Não sejam como Josuke e Rohan. Usem camisinha. Eu juro que um dia eu escreverei dramas melhores - e pornôs também.

Novamente, eu amo vocês demais ❤︎


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