História Foragido - Capítulo 1


Escrita por: e darkcherry16

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Assassino!au, Bottom!taehyung, Capa Taegust, Jk!top, Jungkook, Jungkook!top, Kookv, Medicina!au, Soft Lemon, Suspense, Tae!bottom, Taegguk, Taehyung, Taekook, Top!jungkook, Universidade!au, Vkook
Visualizações 33
Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Luta, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey amores :3
Tô cheia de Fic para atualizar e tô chegando com mais uma kkkk
Ai senhor :'3
Não sou boa para escrever suspense, porém, eu amo esse gênero aaaaa
Minha criatividade veio do nada quando resolvi escrever essa bagaça, mas okay hihi :3
Eu não revisei pq tô com pressa, depois eu arrumo
EU ESTOU MORRENDO DE AMORES POR ESSA CAPA FEITA PELA @taegust. MUITO OBRIGADA POR FAZER ESSA OBRA DE ARTE PRA MIM AAAAAAAAAAA
Espero que gostem ^^
Desculpe os erros e boa leitura~

Capítulo 1 - Him...


Fanfic / Fanfiction Foragido - Capítulo 1 - Him...

Meu nome é Kim Taehyung. Tenho 21 anos, solteiro e estou cursando medicina há três anos.

Sou um cara qualquer que levava uma rotina normal sem nenhuma adrenalina e perigo.

 Minha vida era monótona e tediosa -não que isso fosse algo ruim na época. Eu contemplava minha solidão da melhor maneira possível: de casa à faculdade, da faculdade ao trabalho e do trabalho de volta para casa. Nada era um mistério, tudo era simples e pacífico, fácil de entender e sem nenhuma complicação. Não tinha nada com o que me preocupar além dos gastos mensais e as provas surpresas do maldito professor de biologia.

Minha vida era pacífica e sem graça. Queria ter aproveitado meus últimos dias calmos da maneira correta -se eu soubesse o que me esperava no futuro- mas, nem eu sei ao certo qual é a maneira correta de se aproveitar a paz. Talvez, eu deveria ter me divertido com bebidas, feito amizades, beijado bocas e ter a vida sexual ativa transando com a metade dos universitários que davam mole por aí ou até mesmo ter me apaixonado por alguém. Todavia, entretanto, eu escolhi ficar sozinho e sem distrações apenas para estudar e ter um futuro bom e promissor na minha carreira de cirurgião plástico.

Desde criança eu sempre me preocupei mais com os estudos do que com o mundo ao meu redor.

Meus pais eram traficantes e alcoólatras. Cresci em um lar onde a violência era a solução para qualquer problema. Sempre tive uma visão diferente para lidar com meu sofrimento. Eu via meus pais com o psicológico -e o corpo- acabado por causa das drogas e bebidas que consumiam dia a pós dia e percebia que não era esse tipo de final que eu queria ter para a minha vida. Então, decidi estudar e focar apenas nisso. Mesmo quando me batiam por eu querer ser diferente, mesmo quando as palavras que eles proferiam doessem mais do que a surra que eu levava todo santo dia, mesmo que todos estivessem contra mim, eu nunca desisti do meu sonho.

Ao finalizar o ensino fundamental com altas notas, ganhei uma bolsa de estudos em um colégio particular na Califórnia para fazer o ensino médio lá. E eu não pensei duas vezes antes de aceitar e, finalmente, sair de casa. Após finalizar meus estudos, prestei vestibular em uma das Universidades mais caras de Seul. Passei com uma das maiores notas no ramo da medicina e ganhei 5 de 8 anos pagos pelo governo. Só de pensar que eu conquistei tudo isso por causa do meu esforço e por não ter desistido, meu peito aquece -posso dizer com toda certeza que essa é a melhor sensação que eu senti na vida.

Hoje eu estou no terceiro ano de faculdade, trabalho durante o dia como assistente de cirurgiões famosos e tenho um apartamento do jeito que eu sempre sonhei ter.

Estava tudo nos conformes até ele chegar.

[...]

Meu pesadelo começou em uma sexta-feira aleatória que, para mim, seria como as outras. A rotina durante o dia fora tranquila como sempre. Cheguei em casa às 23:00 cansado, pois, hoje o trabalho estava pesado. Havia poucos pacientes na clínica, entretanto, as cirurgias eram arriscadas e demoradas. Cheguei em meu apartamento de ombros rígidos pela exaustão. Assim que entrei, percebi que algo estava errado só não sabia o que era. Porém não dei muita atenção a isso, talvez tenha sido o cansaço e o breu da noite me deixando paranoico.

Tirei meu jaleco branco e o coloquei em cima de minha pasta de documentos jogada no sofá. Um banho quente era tudo que eu queria naquele momento.

Liguei o interruptor de luz e o apartamento todo se iluminou, dispersando o breu -ainda que aquela sensação ruim de algo errado estivesse me deixando inquieto. Mais uma vez resolvi ignorar aquilo. Eu poderia dizer que foi um erro, todavia, estaria mentindo.

Parei subitamente ao que caminhava em direção ao corredor. Um arrepio de puro medo passou do alto da minha espinha até a ponta dos meus pés. Ouvi um barulho estridente de vidros se estraçalhando no chão. Meu corpo todo tremia conforme minha mente gritava “Alerta: Perigo!” em vermelho. Eu tentava controlar minha respiração, porém, a cada minuto que se passava ela ficava mais pesada e acelerada.

Com uma coragem que não sei de onde saiu, peguei uma vassoura atrás da porta da área de lavanda e, com passos silenciosos, andei até meu quarto -lugar de onde viera o barulho. Meus olhos estavam atentos e minha posição na defensiva.

Abri a porta com um chute, causando um estrondo pela casa. Entrei rapidamente no cômodo, preparado para atacar qualquer coisa que fosse uma ameaça ali dentro. Mas para a minha surpresa, havia apenas os vidros quebrados espalhados pelo carpete e uma poça de sangue sobre estes. Alguém ou alguma coisa entrara e se machucou.

- Mas que porra...?

Me perdi em meus pensamentos e não percebi a movimentação atrás de mim. Voltei à realidade ao sentir uma mão grande tampar minha boca, enquanto a outra segurava uma lâmina afiada no meu pescoço. Por um instante eu não consegui respirar. Meu medo de tentar fugir dos braços daquele desconhecido e ele rasgar minha garganta era tão imenso que me limitei a ficar paralisado ali mesmo. Talvez, se eu lhe desse o que queria pacificamente, eu poderia viver.

Senti a respiração dele em minha nuca. Arrepiei só de pensar que ele poderia me estuprar, me torturar ou algo do tipo. Eu pude ver minha vida passando em frente aos meus olhos. Lágrimas solitárias caiam, com soluços altos presos no fundo da garganta.

- Shhh... Não irei machucá-lo desde que você me ouça atentamente e não faça nenhum movimento precipitado. -a voz ligeiramente grossa e delicada sussurrou em meus ouvidos. Fora a primeira vez que escutei a voz dele- Eu tenho um motivo para estar aqui, especificamente em seu apartamento. Ouça tudo atentamente, explicarei apenas uma vez. -apenas assenti com a cabeça, as lágrimas ainda caindo e o desespero presente- Eu sou um matador de aluguel contratado pelo governo para eliminar nossos inimigos fora da Coréia do Sul. Matei muitos espiões que tentavam tomar a presidência para transformar nosso país no verdadeiro inferno. -ditou entre dentes, como se falar sobre aquilo o deixasse com raiva- Mas, havia um funcionário sul-coreano que estava desviando todo o nosso dinheiro para uma conta anônima fora do país. Alguém matou esse maldito e me incriminou. E, só porque ele era coreano, o governo disse que eu traí minha nação matando alguém do” nosso povo”. Agora estou sendo caçado 24 horas e eles não vão descansar até conseguirem me prender ou me matar. -suspirou irritado, me apertando mais contra si. Senti a lâmina perfurar minha pele.

Houve um período de silêncio até que ele afrouxou o aperto e continuou a falar.

- Eu não vim aqui te machucar, nem nada do tipo. Mas, se você não cooperar terei que matá-lo. -assenti sem saber se era para concordar ou não. Eu só queria continuar vivo- Eu fiz uma pesquisa sobre sua vida, Kim Taehyung. -meu nome saiu de seus lábios como um sopro cortante. Arregalei os olhos- Aqui será um esconderijo perfeito para mim, por enquanto. Preciso de um lugar seguro para poder desmascarar quem me incriminou antes que me achem. E, pelo seu perfil perfeito e solitário, ninguém vai desconfiar que estou aqui. Você é o alvo perfeito. Então... -pressionou a lâmina mais uma vez, arrancando de mim um gemido de dor- Preciso saber, posso confiar em você? -assenti com dificuldade por causa da lâmina rasgando minha pele sensível- Certo... Irei te soltar agora. Qualquer movimento brusco, você morre. Se falar sobre mim para alguém, você morre. Se ligar para a polícia, você morre. Ou seja... -a lâmina deslizou para longe do meu pescoço- Qualquer erro que você fizer, você morre.

E então, ele me soltou.

Fechei os olhos tentando digerir tudo o que ouvi a pouco instantes. Um matador de aluguel está em minha casa porque está sendo caçado pelo governo. Mas ele é inocente, neste caso.

- Vire-se. Me deixe ver seus olhos. -abri meus olhos como se eu fosse um cachorro treinado para obedecer aquela voz. Me virei lentamente com a cabeça baixa- Olhe para mim, Taehyung! -a voz proferiu irritada. No mesmo instante levantei minha cabeça e o encarei. Meu corpo todo estremeceu.

O homem desconhecido era alto -pouco centímetros maiores que eu. Seus cabelos eram tão negros quanto o breu desta noite em especial. Os olhos felinos me observavam com atenção. Era intenso. Passei meus olhos pela sua face e observei os pequenos detalhes, desde a cicatriz na bochecha pálida até a pinta de baixo de seu lábio inferior avermelhado. Uma aparência delicada demais para alguém que mata pessoas. Suas roupas eram pretas, assim como seus cabelos. Voltei meu olhar para cima e nos conectamos em um contato visual que parecia nunca acabar.

Reparei que no fundo de seus olhos havia um brilho diferente. Um brilho que eu nunca tinha visto nos olhos de alguém antes.

- Posso confiar em você? -perguntou novamente. Assenti mais uma vez- Diga! -esbravejou. Quase recuei um passo, todavia, travei meu corpo no lugar. Eu queria viver.

- S-Sim, p-pode confiar em m-mim. -me xinguei mentalmente por não soar firme, mas, não é como se eu me importasse tanto com isso.

O corpo alto se aproximou de mim, recuei de leve e olhei para seus olhos.

- Fez bem em ter aceitado.

E saiu do quarto me deixando sozinho cheio de dúvidas, perguntas e medo.

 

 


Notas Finais


O que acharam?
Me deixe feliz com um comentário :3
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Kissus~~


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