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História Forbidden Love - Minsung - Capítulo 10


Escrita por: e lademann


Notas do Autor


Oi!!!! Voltei 👉👈

Este capítulo veio com algumas surpresas hehe

Boa leitura!

Capítulo 10 - He won't be back anytime soon


Mesmo depois de uma semana, não havia notícia alguma do paradeiro de Kong. Sorn já estava desesperançosa e andava distraída por todos os lados, o que preocupou Jisung. Ambos tinham conversado mais uma vez e o Han tentou tranquilizar a mãe, esta que disse com convicção que o homem tinha abandonado tudo e ido bem longe ali. Todas as vezes que Suhyun perguntava do pai, era respondida com quaisquer desculpas, mas eles tinham que contar uma hora ou outra. Por isso, os três estavam na sala de estar da casa e pretendiam dizer tudo à pequena.

– Vocês estão estranhos – A pequena disse e fez um bico. Jisung deu uma risada frouxa.

– Estamos tensos mesmo… Mas você vai entender porquê – O irmão respondeu segurando a mão da outra Han. – Quer começar você, mãe?

– Eu vou tentar ser curta – Sorn disse depois de um tempo pensando em como falar aquilo para a filha. – O pai de vocês não vai voltar, não agora.

– Por quê? Ele viajou? – Questionou a menor desentendida. – Ele nem se despediu…

– Sim, ele viajou – Esclareceu Jisung, ainda segurando a mão pequenina da mais nova. – Só que não sabemos onde ele foi e quando ele vai voltar.

– Ele não disse? Nem pra mamãe? – Os dois negaram. – Mas ele deveria ter falado, né? Pra gente não ficar preocupado.

– Sim, ele deveria ter dito – Concordou a senhora Han. – Mas ele foi covarde e não fez isso. Então, você vai ficar um tempo sem ver ele, tudo bem?

– Eu já estou com saudades – Choramingou olhando para a mãe. – Ora, a gente liga pra ele!

– Ele não atende – Jisung respondeu, se levantando do chão e se sentando ao lado da menina no sofá. – Mas você não vai ficar sozinha, Su. Você tem eu, a mamãe, o Felix e o Changbin hyung.

Suhyun assentiu tristinha e foi abraçada pela mãe e o irmão. A polícia já não estava mais procurando pelo Han e tinham dado o caso como encerrado. Como sempre, dando a mínima importância para casos sem pé nem cabeça. Jisung acreditava que, se o pai tinha viajado por conta própria, voltaria alguma hora ou outra. A única coisa que lhe restava a fazer era esperar, mesmo isso que demorasse anos.

.

Minho batia a caneta esferográfica azul em sua mesa de trabalho. Era segunda feira e como em todos esses dias da semana, estava frustrado e tedioso. Havia acordado aos gritos da mãe e teve que aguentar a presença do pai desde de manhã. No almoço tinha tomado um remédio para dor de cabeça e agradecia por ser só ela doendo, e não todo o seu rosto. Os curativos não estavam mais sendo usados e mesmo que o Lee odiasse eles, usou-os até quando foi preciso. A única coisa que o incomodava era ver ChinHwa o encarando toda vez que via os adesivos e os roxos. O patriarca não queria saber o que tinha acontecido porque já tinha presumido que fora em uma das festas que o filho ia. Afinal, não era a primeira vez que Minho aparecia machucado. 

Ele enfim tinha decidido que ia para alguma festa se distrair, ia beijar qualquer pessoa que fosse e dançar também. Ele pretendia esquecer de tudo pelo menos por algumas horas, era o que mais queria. Já tinha avisado o pai que não voltaria para a casa com ele e o mais velho nem ligou, o que Minho tinha achado um pouco estranho. Seu pai estava estranho fazia uns dois dias.

No final do expediente, Know apenas foi para a casa se banhar e trocar de roupa. Nove horas da noite ele já estava pronto e a caminho do lugar em que ia acontecer o festejo. Desta vez ele foi sozinho, sem nem mesmo ter chamado Chan. O Lee continuava indo à cafeteria todos os dias, só mais uma semana e o mês acabava, ele queria mesmo ser o cliente do mês e não estava brincando quando decidiu isso.

O lugar estava cheio como de costume e o cheiro de álcool era extremamente forte. Pouco tempo depois Minho já se encontrava entregue a bebida e dançava no meio daquelas pessoas. Já tinha beijado algumas bocas e estava se preparando para fazer isso mais uma vez. Quando encontrou sua próxima vítima, se aproximou e agarrou sua cintura, colando ambos os corpos. Nem se preocupou em olhar o rosto da pessoa, grudou os lábios em um beijo desesperado e com gosto de álcool. Sentiu o indivíduo segurar seus braços e quando o beijo parou, fitou seu rosto.

– Por que toda vez que eu venho às festas eu tenho que te encontrar? – Questionou meio embolado e Minho reconheceu a voz depois de alguns segundos. – Parece até o destino.

O mais velho encarou Jisung e sorriu, ambos não estavam tão sóbrios e não fazia mal algum o que estavam fazendo.

– Pois é, é o destino – Respondeu e beijou seus lábios mais uma vez. – Você é interessante… Parece um cara tão ocupado indo na empresa conversar com um superior, mas saí para festas toda semana.

– O quê?! Eu não ouvi! – Gritou. O Han só não tinha caído porque Minho o segurava em seus braços. O Lee resmungou algo nem nexo.

– Vamos para um lugar mais afastado! – Gritou também, o puxando logo em seguida para um dos cantos do salão.

Minho prendeu Jisung na parede e voltou a beijá-lo, o Han enrolou suas pernas na cintura do maior e seus braços em seu pescoço, se deixando levar e esquecendo do que disse que não ia ficar com ninguém naquela festa. O Lee o segurava pelas pernas para ele não cair e desceu os beijos pelo pescoço suado do outro.

– Você está com atitude hoje – Disse o bochechudo, rindo e aproveitando toda a situação.

– Não pense que só sou passivo. Hoje vai ser diferente – Ouviu a risada do mais novo em sua ouvido.

Naquela noite, Minho se satisfez tanto quanto Jisung e pode passar mais uma – mesmo que fosse a última – noite com o Han. Mas não será só o pensamento do Lee que mudará. Jisung também se sentirá incomodado em relação ao secretário a partir daquela noite.


Notas Finais


Finalmente, né??🙏

O hot não foi de novokkkk desculpa👀 Mais pra frente!

Se quiserem ler outra fanfic minha:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/ties-of-love-lost--hyunminseungjin-19768892

Ou outras histórias também: @lademann

—🐳


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