História Forbidden Love - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Anna, Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Elsa, Emma Swan, Henry Mills, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Vovó (Granny), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Once Upon A Time, Regina Mills, Swanqueen
Visualizações 410
Palavras 1.080
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, FemmeSlash, Ficção Adolescente, Orange, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um cap pq hj tô inspirada!

Boa leitura!

Capítulo 31 - Sentimentos


Assim que chegou no Aeroporto, Emma pegou suas bagagens. Levou um tempo para sair, pois parou em uma lojinha para comprar comida e alguns chaveiros. Assim que comprou tudo o que queria, Emma pegou um táxi e foi para a casa de seus pais. No caminho, pôs uma música para ouvir. Londres sempre com seu clima frio, pessoas andando pra lá e pra cá com seu café na mão, folhas voando pelo chão. Cada canto do lugar, lhe era nostálgico. Lembrava-se das vezes que corria atravessando a rua com seu pai, levando o café para sua mãe. Eram bons tempos, que nunca mais voltariam. Tudo era mais fácil, você não se preocupava com nada, só queria saber de viver o momento da infância. Quando machucava-se, sua mãe lhe dava um beijo no local, mas e quando o lugar que está ferido, é o coração? Dizem que com o tempo, tudo cura, mas sempre haverão cicatrizes em nosso corpo, em nossa alma.


Emma desceu do carro e pegou suas malas. O portão preto e imenso, se abriu. Logo os empregados vieram pegar suas malas para que Emma contemplasse o lugar. A mansão dos Nolan Swan era gigante, com campo de futebol, uma área enorme para hipismo, uma casa só para os cachorros que ficavam de guarda na casa. Para Emma, tudo era muito exagerado, já quem só viviam seus pais e os empregados lá. Havia também uma piscina onde Emma treinava com seu pai, quando ele lhe dava aulas de natação no fim de semana. Emma enrolou um pouco no jardim, vendo que sua mãe ainda tinha o carinho pelas flores. Tudo parecia igual, desde quando saiu de casa e resolveu mudar de vida. Perguntou-se em que momento, havia deixado que sua vida se tornasse aquela bagunça toda, onde ela nem mais sabia o que fazer, que atitude tomar, em que ponto sua vida chegou. Emma deitou-se debaixo de sua árvore favorita, ela dava para um lago onde seu pai criava peixes. Era seu lugar favorito. Ficou horas tacando pedras na água,  ouvindo sua música de melodia melancólica, de olhos fechados.


- Emma, minha filha, porque não nos avisou que viria? - David sentou-se ao lado dela. - Que saudades de vocês. - disse abraçando sua filha.


- Oi pai,  eu fiquei com medo da mamãe atender o telefone e me tratar mal. - disse abraçando-o forte. - Eu senti tantas saudades de seu abraço. - disse com a voz embargada.


- Oh minha filha, o que tanto te aflige? - perguntou acariciando os cabelos loiros. - É sobre Regina?


- Não, eu só...eu ando muito exausta, com o corpo cansado, minha mente está destruída, pai. Eu só precisava de um tempo de tudo e vim pra cá. - Emma não queria contar o real motivo para seu pai. Mesmo que confiasse nele, David poderia acabar falando para Mary e as coisas poderiam piorar, já que Emma nunca mais falou com ela e não sabia se sua mãe já tinha mudado, ou pelo menos, ter aprendido a respeitar os outros. - Eu saí da boate, mas não por vocês, por mim. - David nada disse, mas seu interior festejava. - Onde está a mamãe? Acha que ela me mandará ir embora?


- Emma, depois daquele dia, durante a viagem, sua mãe chorou muito pedindo para voltar. Ela ficou com a consciência pesada e queria te pedir desculpas. Mesmo que ela não aceite, ela me prometeu que iria te respeitar e que estaria sempre com você. - Emma sorriu fraco.


- Tem certeza? Porque minha mãe às vezes dá um surto e aí já viu né? - David deu de ombros.



- Eu acho que agora é sério. Mary não iria aguentar ficar longe de você.


- Então porque ela não foi atrás de mim?


- Talvez porque ela também tenha seus medos de ser rejeitada pela filha.


- É, pode ser. - Emma deu de ombros.


- Vamos entrar? Já mandei prepararem seu quarto e sua mãe chega mais tarde para o jantar. - Emma assentiu e levantou junto com seu pai.


- Black Swan ainda está aqui? - Emma perguntou referindo-se a sua égua.


- Está sim, no estábulo.


- Vou tomar um banho e cavalgar um pouco! - Emma saiu correndo para seu quarto. David sorriu feito bobo. Sua menina estava tão grande…



~*~


No outro lado do mundo, Regina estava na sala com Henry. Depois de um dia cheio de emoções e julgações, ela só queria ficar com seu filho. A dúvida se Emma havia pegado ou não, ainda rondava sua mente. Regina queria muito acreditar que era mentira, mas o que fazer quando a prova está bem a sua frente? Seus olhos estavam cegos para a verdade. Sua raiva por Emma, Rose, Lily, por quem quer que seja, era tão grande, que não conseguia ver o óbvio, estava totalmente cega. Regina não tinha um histórico muito bom com relacionamentos e Emma era sua única pessoa em que lhe dava milhões de sentimentos em um único minuto.


- Mamãe, quando Emma vem nos ver? - Henry perguntou coçando os olhos. Regina não queria contar para o menino que elas não estavam mais juntas, mas quando é que Regina conseguia esconder algo de Henry? Um menino tão pequeno, mas tão inteligente.


- Henry, eu não sei. - soltou o ar olhando pro teto junto com o menino. Henry e Regina cruzaram os dedos sobre a barriga.


- Vocês brigaram, não é? - Regina soltou o ar.


- Sim. E não sei quando ela volta.


- Porque vocês adultos complicam as coisas?


- Às vezes as coisas não são como queremos, Henry. Ou às vezes precisamos cair pra aprender a andar novamente.


- Eu acho que eu entendi. - disse abraçando a cintura de sua mãe. - Essa casa fica vazia sem ela.


- Eu sei. - ficaram em silêncio. Regina queria chorar, mas porque, se ela que mandou Emma ir embora? Perdida em seus pensamentos, Regina iniciou um carinho nos cabelos castanhos e sentiu a respiração de Henry se acalmar.


A morena se levantou e foi para a sala ver TV. Realmente, a casa ficava vazia sem Emma com suas brincadeiras e implicâncias. Regina aproveitou para pensar no que havia acontecido. Essa hora, Sidney e Cora já sabiam o que tivera acontecido, mas não queria ligar, esperaria Cora chegar em casa para perguntar, o que não iria demorar, já que ela estava saindo do carro com uma cara nada boa. 


Notas Finais


Ai ai só quero ver o que Cora fará com Regina...


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