História Forbidden Love - Capítulo 5


Escrita por: , Batatakya e MomochiChan

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Super Junior
Personagens Cho Kyuhyun, Choi Siwon, Heechul, Henry Lau, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kangin, Kim Heechul, Kim Kibum, Kim Ryeowook, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lee Sungmin, Personagens Originais, Rap Monster, Shindong, Suga, V, Yesung
Tags Bangtan Boys, Bts, Forbidden Love, Hoseok, Jikook, Jikook!flex, Jimin, Jimin Seme, Jimin!top, Jin, Jungkook, Jungkook Focus, Jungkook Uke, Jungkook!psicopata, Jungkookbottom!, Kpop, Lolli, Longfic, Luxo, Mansão, Namjoon, Psicopata, Segurança, Smoking, Taehyung, Yoongi
Visualizações 62
Palavras 3.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem..uma coisa sobre mim é que gosto de assistir múltiplas series e doramas ao mesmo tempo (Bates Motel, Hwarang, (É assim?) Gap Dong, Two Words...TWO WORDS! Alguem já assistiu? Ah cara aquele dorama é tão fofo >.<) mas acontece que sempre paro na metade do que eu estou assistindo :'(

#Esperando Vingadores Guerra Infinita.

Capítulo 5 - Capítulo V


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love - Capítulo 5 - Capítulo V

-Busan Jungkook 21:16 PM-

O tempo estava consideravelmente calmo, a brisa fria, o céu estrelado e as cigarras cantando inesperadamente relaxavam a mente de Jungkook, seus pensamentos se calavam mais e ali passava a reinar o silêncio.

Dias atrás decretara que não precisava mais da cadeira de rodas, mesmo não estando recuperado ainda ele não se sentia confortável estando tão indefeso daquela forma.

Logo o som de batidas leves em sua porta se faz presente, e ali a sensação de calmaria e quietude se esvaem quase que instantaneamente do cômodo.

—...Pode entrar— suspira com os olhos fechados tendo o cotovelo apoiado sobre o batente da janela.

Jungkook ouve passos se aproximarem, seu quarto está escuro, mas um pequeno feixe de luz noturna banha suavemente o local.

—Filho? já está dormindo?—

Mizaqui..

—Não— sua voz sai suave.

—Já está tarde, pensei que estivesse descansando—

Esse não seria um caso dos dois pensarem a mesma coisa?

—Não consigo dormir appa.— Jungkook estava de costas para o pai. –O que o senhor veio fazer aqui? Por favor, diga logo e se retire do meu quarto, sabe que não gosto quando entra aqui.— exclama calmamente, bem devagar para não precisar repetir novamente.

—Não seja tão impertinente Jungkook, você verá que tudo o que eu faço por você é para o seu bem, lá na frente você me agradecera por ter tido alguém que te educasse te mostrasse como a vida não é fácil.—

Jungkook abre os olhos avistando pelo vidro da janela, o jardim de rosas brancas e vermelhas e a enorme fonte com um querubim que recebia os visitantes.

—Appa por mais que você não acredite e pense estar me fazendo o bem, eu não agradeceria a você por nada que já passei até agora.—exclama monótono.

—Filho, pode não parecer mas eu realmente me preocupo com você, tudo que eu faço é por você, então não seja ingrato — dita calmamente.

Mizaqui deposita a mão sobre ombro de Jungkook, este último citado imediatamente trata de se afastar do toque paterno.

—Jungkook, eu vim te dizer que surgiu uma oportunidade de expansão da nossa empresa fora do país, essa obviamente não é uma oportunidade única, visto que já recebemos muitas outras propostas, mas agora decidi que devemos fazer algo para dar resultado em todo nosso trabalho duro.–

O moreno sorri debochado na parte que tocava "nossa empresa". Mizaqui não percebe seu sorriso, pois o mais novo estava de costas para o Jeon mais velho.

—Entendo, você vai viajar para fora do país...mas há algo que está ocultando, estou certo?—

Era bem difícil acreditar que Mizaqui fora no quarto de Jungkook apenas para dizer que iria viajar, tinha vezes que o garoto só sabia que o pai tinha viajado quando este não notava a presença do mais velho, então isso fortificava seu pensamento de que Mizaqui o procurou em seu quarto por algum motivo maior.

Mizaqui esboça um sorriso com os lábios pressionados.

—Sim está certo, não vai ser como das outras vezes, dessa vez eu vou ficar dois anos fora a trabalho— ele diz esperando ver a expressão do filho diante do que acabou de dizer —e infelizmente eu não vou poder te levar...Jungkook?—

—Sim?— indaga.

—Olhe pra mim enquanto eu estiver falando com você— exclama já aumentando a tonalidade da voz.

Enquanto Mizaqui falava, Jungkook obtinha um sorriso enorme no rosto, mas logo quando percebeu a alteração de humor do mais velho, volta a expressão indiferente que apresentava até então.

Jungkook se vira para encarar Mizaqui.

–Quando você vai?– exclama se encostando no batente da janela, que tinha os finos tecidos das cortinas brancas balançando levemente com a brisa fria que soprava do lado de fora.

—Daqui a três semanas, eu já adiei por tempo demais essa viajem, então eu vim aqui pra te avisar, e perguntar o que você pensa sobre isso—

Isso era algo incomum, o Jeon nunca perguntava o que o filho pensava, talvez isso fosse uma prova, e talvez Mizaqui esperasse que Jungkook o desse a resposta certa, mas qual era a certa? A que Jungkook queria dar, ou a que Mizaqui queria ouvir?

Mizaqui estaria perdendo o tempo se esperasse que o moreno o desse uma resposta já esperada para si.

—Acho que deveria ir, sera uma boa coisa que estara fazendo, o senhor já rejeitou muitas chances de expansão da sua empresa.— Jungkook exclama.

Simples e verdadeiro.

—Você quer mesmo que eu vá?— "Sim por favor, vá logo e faça o favor de não voltar mais" Jungkook pensa em resposta. —Não vai sentir falta do seu appa?–

Ele não sentiria falta do pai nem se o mesmo morresse.

—Não pai, eu não vou sentir sua falta, espero que não tenha pensado que eu diria o contrário, afinal nunca escondi de ninguém que prefiro manter distancia de você.—

—Está certo, de qualquer jeito eu não esperava que dissesse o contrário—

Mizaqui dirige os olhos para o filho observando seu rosto e notando a semelhança que o mesmo tinha com Katherine, ele era tão bonito, seus traços eram tão idênticos que chegava a dar raiva o estado que os dois já se encontraram, como podia ter acontecido algo como aquilo com sua mulher, e esse garoto ter saído ileso? Bem, na época Jungkook quebrara alguns ossos no acidente de carro, mas hoje em dia estava vivo...porque o mesmo não acontecera com Katherine?

Em seguida Mizaqui em um ato impulsivo dá alguns passos em direção ao garoto ficando os dois frente a frente, Jungkook arregala os olhos, estes que esbanjavam puro medo, o que Mizaqui estava pensando em fazer? Ele iria bater em Jungkook?

—Appa..o-o que foi?— sua respiração aos poucos se desregulava, seus pensamentos que outrora sumiram, agora voltavam com intensidade.

Mizaqui o agredindo, as cinturadas que já recebera, os tapas já desferidos em seu rosto, as lembranças dos estupros, o quanto tudo doía...a vontade imensurável de morrer que surgia sempre o mais velho o agredia.

Jungkook engole em seco, seu peito doía, seus olhos teimavam em arder enchendo-se de lágrimas, estas que não permitiria derramar.

Mizaqui ergue o braço apoiando a mão na bochecha do filho, aproximando lentamente o rosto misturando suas respirações sendo uma delas um tanto apressada, a mente de Jungkook estava em caos, mas foi assim que se iniciou o beijo que se seguiu apenas de uma das partes.

Jungkook não podia mais aguentar, queria sair dali, não podia..isso...era tão errado, tão..errado.

Ele não estava correspondendo o beijo.

Uma simples lágrima desliza de seu rosto, essa que carregava toda dor que seu corpo carregava, toda a angústia que sentia.

Mizaqui se afastou abruptamente, dando tempo apenas para que Jungkook suspirasse, o mais velho ergue o braço e desfere um tapa forte no rosto de Jungkook o fazendo quase cair, se não fosse por ele ter se apoiado no braço da poltrona que ainda estava onde ele a colocara da última vez.

—Seu imprestável!! você se acha muita coisa não é? O que eu tenho te ensinado desde de pequeno huh?—

Ele não queria responder a isso.

—RESPONDE SEU IMPRESTÁVEL!– Mizaqui exclama já agressivo o empurrando do seu apoio na poltrona e consequentemente Jungkook cai de costas batendo fortemente a cabeça contra o chão, Mizaqui se ajoelha em um joelho só ao lado dele e puxa seus fios escuros, Jungkook grunhi de dor, ele estava zonzo e sua vista estava meio escurecida.

—RESPONDE!—

O mais novo procurava juntar forças para respondê-lo.

—"Seja...obediente ao seu pai", " e não...faça coisas que...o desagrade..."— As palavras saem baixas mas Mizaqui as ouve, então brutalmente avança sobre os lábios de Jungkook e volta a beija-lo novamente, só que dessa vez sendo correspondido, Mizaqui desliza a mão livre pelo corpo do mais novo apertando suas coxas e bunda, enquanto com a outra mão puxava os fios de Jungkook cada vez mais para trás com força deixando seu pescoço exposto, e logo passa a distribuir chupões pela extensão da pele alva do mais novo.

Enquanto isso acontecia, Jungkook se sentia mole, ele já estava no ápice, sua cabeça doía assim como o corpo inteiro tendo sua pele apertada e marcada por entre os dedos de Mizaqui.

Seus olhos ardiam e ele tentava com todas as forças conter as lágrimas que ameaçavam cair, mas não se controlando deixará uma se derramar e deslizar por seu rosto deslizando suavemente por sua face.

Mizaqui desliza as mãos até pararem sobre a parte que era íntima para o moreno, o mais velho massageava o membro do garoto por cima da calça tentando de alguma forma estimulá-lo .

"Eu não quero isso, porque isso está acontecendo comigo? por favor, alguém me tire daqui, por favor..."

Aos poucos Jungkook sentia o efeito da dor em sua cabeça e a vista escura passarem, suas forças aos poucos retornavam, mas estas foram suficientes para empurrar o pai de cima de si, o Jeon mais velho cai de bunda no chão e Jungkook logo se levanta criando coragem.

—Seu desgraçado, se você veio aqui falar sobre a sua viagem então bem, você já falou, agora pode sair— aponta para a porta, o appa se levanta e vai em sua direção com a mão fechada em punho, ele ergue o braço já pronto para desferir um novo golpe, mas Jungkook o bloqueia e soca o seu nariz que começa a sair sangue, ele aproveita enquanto o mais velho estava desorientado por ter colocado força demais quando bateu e o empurra pra fora do quarto com muito esforço já que Mizaqui estava resistindo.

Jungkook bate a porta fechando-a já tendo empurrado Mizaqui para fora.

Mizaqui freneticamente gira a maçaneta da porta e coloca força para abrir batendo e esmurrando a mesma.

—ABRE ESSA PORTA, VOCÊ VAI VER QUANDO EU ENTRAR AI... aaah e você vai adorar eu te garanto, ABRE ESSA PORRA!— Mizaqui chuta a porta —DROGA!— esmurra uma última vez e logo desiste vendo que Jungkook não iria ceder tão fácil assim pra ele entrar.

E então, do nada...silêncio.

Mizaqui para de bater na porta e é possível ouvir o som de seus passos apressados do lado de fora do quarto, se ele pensou que Jungkook abriria a porta estava muito enganado, segundos depois e o garoto ainda estava forçando seu corpo contra a porta, segurando a maçaneta para o caso do pai voltar, já que ele não podia tranca-la pois Mizaqui está com a chave.

Jungkook estava com medo do que Mizaqui pudesse fazer quando voltasse, uma coisa que se devia aprender sobre ele é que Mizaqui não desiste fácil, Jungkook ouve novamente os passos no corredor, dessa vez pareciam ser duas pessoas, os passos param do lado de fora do quarto.

—Então você quer ficar trancado no quarto? é isso Jungkook? é realmente isso que você quer?— sua voz estava alegre como a típica de um psicopata, sendo que os papéis estavam invertidos aqui, e era garantido o psicopata ser outro. —então...é isso que terá— Jungkook ouve a porta ser trancada do lado de fora.

Ele estava o trancando, Mizaqui estava trancando Jungkook no quarto, por um lado era bom ele estar fazendo isso, mas a pergunta que Jungkook se fazia era...quando seria que Mizaqui abriria a porta novamente para que pudesse sair?

Mizaqui o estava castigando, essa não era a primeira vez que aquilo acontecia porque da ultima vez, ele deixou o filho trancado por dois dias inteiros apenas a base de pão e água, as empregadas que entravam para trazer a comida eram supervisionadas pessoalmente pelo segurança Donghae, no caso de que Marian tentasse ajudar ao garoto e mandasse algo a mais.

Jungkook começa a se desesperar.

—APPA! APPA NÃO FAZ ISSO, APPA POR FAVOR, NÃO FAZ ISSO— grita desesperado.

—Hahaha você pediu por isso filho e é exatamente isso que um garoto mal merece, ah, e tem mais uma coisa que eu esqueci de te dizer— ele fica silencioso por um tempo e logo volta a falar —Donghae será seu segurança particular escolhido a dedo por mim mesmo e enquanto eu não viajar, ele se encarregara de cuidar de você, e ele te seguira por todo canto que você andar, e ficara na porta do seu quarto vinte e quatro por sete, espero que aproveite...querido hahahaha, e não espere sair daí a pensar direito nos seus atos–

—Mizaqui, eu te odeio, você vai ter o que merece, um dia eu vou embora, e eu vou dedicar a minha vida para fazer da sua um inferno...tudo que você fez para mim... voltará em dobro para você.—

Desliza pela porta sentando no chão duro e frio.

-Três Dias Depois-

Jungkook estava com fome, não havia acontecido como tinha pensado, ninguém tinha ido ao quarto para entrega-lo comida, seu estômago doía e roncava a todo momento, o moreno estava vivendo a base da água fornecida pelo banheiro, podia se dizer que tinha sorte, vendo que Mizaqui não mandou cortar a água do banheiro.

A cama parecia dura embaixo do seu corpo flácido, mesmo com todo luxo e conforto, o cansaço físico o acabava, havia um vazio de várias coisas em si, e voltar a dormir e cair na inconsciência seria uma ótima válvula de escape agora, mas até para isso lhe faltavam forças.

-Mizaqui-

O Jeon estava indeciso, será que comprava aquelas empresas? Não, melhor não, aquilo só o traria problemas, era melhor ver o que aconteceria mais na frente.

Ali estava Jeon Mizaqui em seu escritório, revendo as ações de possíveis empresas que poderia comprar, mas o que ele realmente queria era comprar as empresas da família de sua falecida mulher, iria ser maravilhoso ver toda a família Min em ruínas, ah como Mizaqui queria que Katherine estivesse ali para ver aquilo.

—Sr.Mizaqui!— o segurança Donghae exclama, imediatamente homem sai de seus devaneios e o seu melhor segurança entra juntamente com Marian a chefe dos cozinheiros —eu tentei impedi-la de entrar mas...—

—Onde está a chave?— exclama brava estendendo a mão, a frente dele.

—Do que está falando? Sabe que eu posso te disciplinar por essa insolência? A sua presença não foi solicitada, saia daqui agora!— Mizaqui aponta o indicador para a porta dupla de entrada do escritório.

—Sair?— a mulher debocha —Eu não vou sair até me entregar a chave do quarto do Jungkook! Já fazem cinco dias que ele está trancado ali dentro, por acaso você tem merda na cabeça?— aponta o dedo para o rosto de Mizaqui.

Então era por isso que a mansão estava tão tranquila? A ideia de trancar Jungkook mais vezes surge em sua mente, ele realmente tinha se esquecido do filho.

Coloca a mão no bolso da calça e puxa as chaves do quarto onde Jungkook estava trancado.

—Tenha respeito quando se dirigir a mim, acima de tudo eu sou o seu patrão, então eu exijo respeito da sua parte, não se esqueça que você está morando na minha casa, e comendo da minha comida, então apenas faça o seu trabalho na cozinha e não se meta na vida dos seus patrões, porque eu nunca me meti na sua.—

Marian fica vermelha de raiva.

—Eu não vou ficar calada diante das coisas que você faz com ele— ela exclama.

Mizaqui entrega as chaves para Donghae.

—Abra a porta do quarto dele e traga as chaves novamente— exclama escolhendo ignorá-la.

—Sim, senhor!—

Marian e Donghae saem do escritório.

-Seg/Donghae-

Donghae caminha a passos apressados ao lado de Marian, ela estava praticamente correndo.

Ele não via motivos para fazer isso, já que o quarto do garoto se localizava no mesmo corredor que o escritório.

Um minuto a mais um minuto a menos não faria diferença.

Marian para em frente ao quarto, Donghae destranca a porta, e quando finalmente a abre os dois entram e encontram o garoto deitado inconsciente sobre a cama, o segurança corre rápido até ele já verificando seu pulso.

—Ainda tem pulso mas está muito fraco—

Donghae levanta o olhar para Marian e a encontra com uma lágrima deslizando pelo rosto, ele já trabalhava na mansão há dois anos e em momento algum a viu se mostrar tão sentimental, ela sempre aparentava ser muito forte, o que fazia o segurança a admirar muito.

Marian desliza a destra pela bochecha pálida de Jungkook.

—Querido, vai ficar tudo bem, por favor fique bem—

Donghae segura Jungkook no colo levantando seu corpo leve e o tirando do quarto levando-o para a enfermaria.

-Jungkook-

O som de máquinas ininterruptas de hospital era audível.

Jungkook acorda e olha para o teto branco por alguns segundos, onde estava? Havia morrido?

Tenta se levantar, mas é impedido por alguém, ele vira a cabeça para o lado e encontra o segurança que antes o ofereceu ajuda para subir na escadaria.

—Não faça esforço, o senhor ainda está muito fraco— o segurança exclama.

Do que ele estava falando?

E como uma avalanche, todas as suas lembranças retornam fazendo-o lembrar-se dos acontecimentos passados, Jungkook olha ao redor percebendo que estava na enfermaria, volta a se focar no segurança, ele suspira e joga a cabeça para o lado.

—Qual...— a voz sai rouca por não ter usado por tanto tempo.

Jungkook não iria implorar para que Mizaqui abrisse a porta, ele sabia muito bem que era exatamente isso que o homem estava esperando.

—...é o seu nome?— volta a encará-lo.

—Eu me chamo Donghae, senhor.— Jungkook revira os olhos.

—Donghae, poderia pedir para alguma empregada buscar água?—

Jungkook sabia que faltava um por favor ali, mas de jeito nenhum faria isso, o segurança faria o que ele pedira se quisesse, afinal, Donghae era segurança de seu pai e não dele.

—Sim senhor— o segurança exclama saindo do quarto, minutos depois volta com uma empregada que carrega uma bandeja com comida e água.

Marian caminha ao seu lado, mas quando encontra o moreno fitando o nada, corre até a cama em que ele está.

—Jungkook! Eu estava tão preocupada com você, meu filho, eu realmente tentei te tirar daquele quarto, mas toda vez que eu ia no escritório do seu pai para pedir que ele abrisse a porta, os seguranças me barravam, o Donghae...– meneia. cabeça para o segurança –...ontem era o dia dele ficar de guarda na frente da porta do escritório, foi ele quem me ajudou a entrar — suspira — me desculpe meu amor, sinceramente...— encara Jungkook esperando uma resposta, coisa que não vem, ele não sabia o que dizer –...o que aconteceu dessa vez pra ele te prender de novo?–

Jungkook se mantivera calado alguns segundos em silêncio antes de enfim se pronunciar, ele estava sentindo os músculos fracos e por algum motivo sua mente estava muito lenta, será que o deram remédios?

—..Mizaqui começou a me beijar e depois a me tocar...ele me bateu e me derrubou no chão, depois eu dei um soco no rosto dele–

—O QUE? Jungkook, foi você que quebrou o nariz daquele infeliz? Aish você sabia como ele reagiria! Porque fez isso? Quero dizer, sei lá, foi bem feito o que aconteceu mas mesmo assim...você me deixou muito preocupada..— ela exclama mordendo o lábio.

Jungkook estava surpreso, ele quebrou o nariz do pai? Bem, achava que deveria ter quebrado bem mais do que apenas o nariz, algo como o pescoço por exemplo.

—Obrigado.— da um sorriso fraco —Não se preocupe demais noona, eu estou bem agora.—

Jungkook não se arrependia do que fizera, talvez até tenha gostado da sensação de bater em Mizaqui.

O moreno sorri inocente para os dois, mas dá uma risada maldosa em pensamento.

Ele adorou a sensação, o que mais podia dizer? Que desejava mais? é óbvio, a satisfação de saber que havia quebrado o nariz de Mizaqui, não havia nada igual..


Notas Finais


Desculpem os erros :3, não esqueçam de comentar e favoritar 🌝✔ bay bay 💕💕


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...