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História Forbidden Love; SaiDa (TWICE) - Capítulo 4


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Notas do Autor


Ficou meio ruim mas vai assim mesmo

Capítulo 4 - Chapter four


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love; SaiDa (TWICE) - Capítulo 4 - Chapter four

A semana passou muito rápido, foi em questão de segundos e ela acabou.

Me diverti muito com Park nesses sete dias, minha mãe ficou mais ausente do que antes e eu poderia ter certeza de que estaria acontecendo algo estranho, mas é a minha mãe, né? Ela sempre é estranha.

Troquei mensagens com Yeri e Dahyun durante esses dias também, e para a minha surpresa, eu comecei a sentir coisas por Dahyun, no sentido de amizade, é claro. Eu não sei o que é, mas ela me faz bem. Começou a ficar legal comigo e começou a se aproximar mais. A pessoa grossa que Dahyun era começou a mudar, e isso era algo bom já que ainda teríamos longos dois meses morando juntas.

As mensagens estranhas continuaram a chegar e o meu medo a aumentar, não era Yeri, não era Dahyun, e não era nenhuma das outras meninas. Como uma pessoa poderia saber tanto da minha vida e da vida de Kim?

Mas hoje eu não estou pensando em nada mais nada menos do que sair. Não tem nada mais empolgante do que um lanche para este dia chato e sem graça.

Já era um pouco tarde mas a lanchonete que Dahyun me levou ficava aberta vinte e quatro horas, e quem melhor para eu chamar a não ser Jeongyeon e Momo?

Momo tinha carro mas quem sempre dirigiu foi Jeong por Hirai ser muito desengonçada.

Não demoramos muito para nos arrumarmos porque estávamos em um total tédio e estávamos agoniadas para sair de casa logo.

As meninas tiveram que passar aqui já que a lanchonete ficava umas 3 ruas da minha casa, não era a mais próxima mas eu gostei da comida de lá, então elas me buscaram aqui

Durante o trajeto nós fomos cantando Mariah Carey - Obsessed igual doidas, Jeongyeon ficou mais na dela porque estava dirigindo, mas isso não a impediu de rir que nem um ganso.

Uns 4 minutos depois nós chegamos na lanchonete e descemos do carro adentrando o local. Estava um pouco vazio e não era normal, só tinha nós três e mais dois casais lá, tirando que tocava uma música e parecia vir do chão.

- Moço, está acontecendo algo lá em baixo?

- Sim, uma festa, acontece toda sexta-feira, a porta fica ali caso queiram entrar.

- Vamo meninas? - Digo empolgada começando a puxar as duas.

- Eu vou com certeza, festa nunca é de mais. - Disse Momo indo em direção a porta, a abrindo.

- Ok, vocês nem precisam me convencer.

Descemos as escadas indo de encontro a um local com uma iluminação totalmente vermelha, como se fosse uma balada, e realmente parecia uma, mas eu já devo ter visto alguns rostos aqui antes, acho que são pessoas famosas, não tenho certeza.

Nós três fomos direto para o balcão para pedir alguma bebida, Jeongyeon pediu apenas uma água mas Momo já pediu uma cachaça, e eu pedi a mesma que a dela.

Algum tempo se passou e eu já estava apostando quem bebe mais com Momo, e óbviamente Hirai ganhou, Jeongyeon não estava sóbria mas resolveu ir dançar com uma garota de dentes de coelho.

Momo se levantou também assim que um garoto veio a chamar e eu fiquei lá sozinha sentada por pelo menos uns 20 minutos até um garoto de cabelos azuis aparecer.

- Seu nome é Sana, certo?

- Sim, por que?

- Me mandaram te entregar isso. - Ele me entrega uma carta.

- Muito obrigada...

- Agora tu virou cachaceira foi bicha? - Dahyun aparece ao meu lado me dando um susto. - Cartinha de admirador secreto? - Ela pega o papel da minha mão o abrindo e lendo, sua expressão não parecia muito boa.

- Vem, precisamos sair daqui. - Ela saiu me puxando.

- Esse é o único dia que eu tiro para vir em uma festa e você ja quer me tirar?

- Se quiser morrer então fique.

- Morrer? Espera! - Dahyun já subia as escadas mas parou e se virou em minha direção arqueando uma sobrancelha. - Eu vim com Jeongyeon e Momo...

- Então vai chamar elas, rápido!

Não entendi o motivo da pressa mas entrei na multidão a procura das duas, levei ao menos uns 2 minutos para encontrá-las.

- Precisamos sair daqui.

- Por que? - Jeongyeon perguntou segurando a mão da menina que ela havia encontrado.

- Eu não sei mas vamos. - Puxei as meninas, incluindo a dentinho de coelho. 

Assim que chegamos na escada Dahyun grita para nós corrermos para o lado de fora da lanchonete e assim fizemos.

Quando estávamos quase entrando no carro que ficou estacionado ao outro lado da rua, a lanchonete simplesmente explode e começa a pegar fogo.

Alguns pedaços da construção voam em nossa direção nos fazendo alguns machucados.

Entramos no carro rapidamente que óbviamente ficou com algumas partes amassadas e Jeongyeon logo começa a dirigir, devagar, claro, ela não estava sóbria.

- Você está bem? - Dahyun fala virando meu rosto para ver se tinha algum machucado.

 - Eu estou bem sim, só com um machucado aqui. - Aponto para um lugar que sinto sangrar.

- Eu nem acredito que poderia estar morta agora. - A garota com dentes fofos fala dando um suspiro de alívio depois

- Eu também não, Nayeon. - Momo a responde.

- Jeong, quer que eu vá dirigindo? 

- Não Dahyun, está tudo bem...

Fomos todas diretamente para a minha casa, durante o caminho o silêncio permaneceu, só ouvíamos as respirações pesadas uma da outra por conta do nervosismo do que acabara de acontecer.

Após chegarmos em minha casa nos sentamos na sala para descansar e raciocinar o que tinha acabado de acontecer.

Todas machucadas, todas sujas e todas nervosas, não conseguíamos acreditar que tínhamos ficado vivas por conta de segundos.

Ninguém falava nada e o silêncio que até então eu pensei que ficaria no carro permaneceu.

- Meninas eu vou me limpar, estou agoniada com esses machucados. - Elas apenas me olharam como um sinal de tudo bem e então eu subi as escadas com dificuldade, não tinha percebido que minha perna estava com um corte também. Entrei no meu quarto e peguei uma caixa que guardava alguns remédios e me sentei na cama, começando a passar um algodão para limpar o machucado.

- Quer uma ajuda? - Kim diz entrando no quarto e pegando outro pedaço de algodão e passando em minha testa.

- Você já está ajudando mesmo... 

- Está doendo muito?

- Acho que não tanto quanto o seu braço.

- Só tá sangrando um pouco.

- Um pouco??? Tem um corte enorme aí e você diz um pouco???

- Não precisa ser grossa também.

- Eu não preciso ou você que não aguenta ver as consequências de algo que é sua culpa? Porque não é possível que desde que você chegou só anda acontecendo coisas ruins por conta 'do destino'. - A mais velha me olha incrédula e uma lágrima cai automaticamente de meu olho. - Você esconde tanta coisa assim? Por que não quer me contar?

- Porque eu não quero te envolver mais nisso, olha pra mim... - Kim vira meu rosto me fazendo olhar em seus olhos. - Tá tudo bem, vai ficar tudo bem, eu só quero o seu bem e não posso te contar justamente por isso, mas eu te garanto que você pelo menos vai sair bem dessa história.

- E você não?

- As pessoas más sempre se fodem, não é? - Diz ela terminando de passar o remédio em minha testa. - Eu nunca iria querer o seu mal, eu gosto de vc, tu é minha amiga...

- Mas e a Yeri?

- Ela sabe bem menos do que você, e não vai descobrir.

Eu apenas a abraço e deito minha cabeça em seu ombro, a sentindo passar as mãos em meus fios de cabelo.

- Acho melhor você ir tomar banho, eu estarei te esperando aqui.

Apenas assinto e pego uma peça de roupa indo direto para o banheiro. 

Não sei quanto tempo passei ali até me limpar bem mas escutei alguém entrando no quarto e indo falar com Dahyun, deixo o chuveiro ligado e vou até a porta toda encharcada mesmo e começo a escutar a conversa.

- e então?? 

- Ele sabia que você estaria lá, Dahyun, não só você como minha irmã e as amigas dela.

- Você consegue dar um jeito nisso? Eu não quero ver mais Sana machucada e nem suas amigas.

- Eu posso tentar, mas não será nada fácil, já que teremos que dar um jeito na sua mãe também, você sabe que ela não foi viajar a trabalho, né

- Eu sei disso, e namorar a filha daquela família não está sendo nada fácil, a garota não desgruda de mim, isso é insuportável.

- Do mesmo modo, você tem que continuar seguindo o plano, não temos mais da onde tirar dinheiro, só se...

- Só se...?

- Roubassemos a sua própria mãe, pode parecer uma idéia idiota, mas acabaríamos com ela e ele te deixaria em paz.

- Eu concordo, ter uma imagem limpa de mim é o que ela quer, mas acho que não vai ser do jeito que ela espera.





"Você me olha como se eu fosse uma luz..."








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