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História Forbidden Memories - Capítulo 10


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Notas do Autor


Opa, tudo bem, galerinha do bem? Hahahaha <3 Preparem-se, pois o capítulo de hoje tem muuuuito diálogo.

Boa leitura.

Capítulo 10 - Os famigerados eventos da Ryoutei Academy, parte 3 de ?.


Fanfic / Fanfiction Forbidden Memories - Capítulo 10 - Os famigerados eventos da Ryoutei Academy, parte 3 de ?.

 

— Então? — Rachel gesticulou com o braço. — O que você tem a me dizer, Yui?

— Sente-se, por favor, senhorita Riley.

— Onde? — Ela não via nenhum assento na volta, porém, logo entendeu o que a outra quis dizer quando a observou sentar lentamente no chão. — Ah. — Fez o mesmo. — E não me chame assim, Rachel é o suficiente.

— Desculpe... — Yui ponderou por um instante.

— Não precisa se desculpar. Sério, não há necessidade disso também. Por que você é assim?

— Assim como? — Ela levantou o olhar em direção a Rachel, com o cenho erguido em curiosidade.

— Extremamente educada, meiga e retraída. — Ao perceber que as suas palavras poderiam soar ofensivas, Rachel tratou de se explicar. — N-não que isso seja um defeito ou algo do tipo, pelo contrário, eu gostaria de ser um pouquinho assim! Mas só que nesse lugar, meio que as pessoas poderiam vir a se aproveitar de ti por isso...

Yui virou a cabeça para o lado. — Eles já se aproveitam... — A sua confissão mal pôde ser ouvida pela Riley.

— O quê?

— Nada, n-nada! — Retornando a olhá-la, Yui levou as mãos a frente de seu corpo e as mexeu em negação para reforçar o que fora dito pela própria. Totalmente sem graça, ela ainda passou a mexer em seus cabelos para se distrair do olhar carregado de desconfiança que Rachel lhe proporcionava naquele momento.

— Sei...

— Mas de qualquer forma, não é disso que vim falar com você. — Yui, enfim, adotou uma postura séria encarando Rachel com certa determinação. — Eu li o que acabaram espalhando ao seu respeito.

— Ah, sobre isso... — Rachel, que se sentou em posição de borboleta, acabou apertando a barra de sua saia nervosamente. — Eu acho que te devo um pedido de desculpas por terem te envolvido.

— Não se preocupe, não é sua culpa. Se você leu o que foi escrito, deve ter chegado à conclusão que eu passei por algo parecido antes.

A verdade era que Rachel estava tão atormentada com o que acontecera consigo, que mal prestou atenção na parte de Yui apenas se prestando a ler o nome dela ali.

— Não, eu não...

— Tudo bem. — Yui a consolou gentilmente. — Aconteceu faz tempo, logo nem me importa mais, mas como é nova por aqui, me vi na obrigação de te dar o apoio que ninguém me deu.

— Eu realmente aprecio o seu gesto. — Agradeceu-a com um leve sorriso. — De verdade.

— E você foi tão legal comigo, simplesmente não podia deixar de fazer o mesmo. E é por isso que eu também irei te deixar em alerta.

— Em alerta? De quê? — Aquilo intrigou Rachel que se inclinou para frente, a fim de escutá-la melhor.

— S-sobre os dois irmãos que você tem tido contato... O Reiji e o Shu, n-na verdade, mais o Reiji do que o Shu propriamente dito.

— Como assim, Yui? Eu não entendo onde quer chegar com isso.

— Shu não é um perigo, até você começar a atormentá-lo diretamente. Já o Reiji, ele é... — Ela se perdeu nas palavras, desconhecendo a maneira como iria prosseguir. — Eu... Só não quero que você acabe igual a mim.

— Seja mais clara, Yui, se não é impossível entender o que fala. — Pediu Rachel, claramente controlando a sua ansiedade em desvendar aquilo de uma vez.

— Lembra de quando nós conversamos sobre... Seres sobrenaturais? — Não fora bem um diálogo que elas tiveram juntas, afinal foram meias palavras trocadas ao vento, mas mesmo assim Rachel acenou em concordância.

— Sim. Inclusive me foi perguntado se eu acreditava em vampiros e acabei negando. O que isso tem a ver?

— E se, hipoteticamente falando, eles fossem... Vampiros?

O silêncio predominou entre as duas.

Yui possuía plena consciência de que estava arriscando a própria vida, a mercê de evitar que a outra acabasse tendo um futuro tão deprimente quanto o dela, mas ultimamente se encontrava tão revoltada com o destino que lhe fora destinado a partir do instante em que a designaram para aquela mansão que morrer seria considerado enfim a paz que tanto procurava.

Era fato que nunca escaparia das mãos dos irmãos sádicos, pelo menos, não viva para relatar todos os diversos abusos dos quais fora submetida.

Quando Ayato lhe propôs aquele namoro, a fim de livrá-la das garras dos demais, Yui inicialmente pensou que aquele seria o seu final feliz, afinal lidar com um era melhor que com vários.

Tal pensamento persistiu até o ruivo colocar em sua mente que, sendo o seu namorado, poderia exercer normalmente a sua possessividade excessiva em cima dela. Privando-a de uma maneira que jamais tiveram feito antes naquela mansão. Ela deu, a contragosto, adeus a sua liberdade e era limitada a ficar em seu quarto o servindo em uma espécie de escravidão.

E como se não bastasse aquilo, Ayato agora lhe tirava mais sangue do que o comum, fazendo-a ficar propositalmente fraca para que, especificamente nos momentos em que o serviria, ele a alimentasse para que tivesse disposição apenas nisso.

Querer se livrar dele se tornou inevitável, mas por mais que estivesse disposta a morrer para ter a sua tão sonhada liberdade, ainda havia aquele medo dentro de si; era humana, no final das contas. Ficara óbvio, para ela, que Ayato nunca aceitaria um término amigavelmente e acabaria a assassinando por não desejar vê-la com ninguém além dele mesmo.

Durante esse tempo, no qual denominara ser de escravidão, Yui se surpreendeu com um dos irmãos que jamais esperaria que viria ao seu auxílio, mesmo que ocultamente.

O irmão, em questão, tratava-se de Subaru que demonstrou compaixão em relação a ela. Não foi em palavras que ele deixou claro as suas intenções, mas sim em suas atitudes.

Quando estava fraca e Ayato se encontrava ocupado com outra coisa, Subaru vinha a janela de seu quarto lhe trazer alimentos que recuperassem rapidamente as suas energias.

Quando se sentia sozinha, pois o ruivo somente aparecia quando o convinha, Subaru se sentava ao seu lado da cama pronto para ouvir aos seus lamentos. Vez ou outra, ele lhe permitia abraçá-lo para aliviar a dor.

O albino não era adepto a toques, mas com Yui, sempre abriria uma exceção.

 

Apenas para ela.

 

Ayato, obviamente, nunca desconfiou do laço que ambos acabaram construindo com o tempo.

Subaru sempre mascarava o seu cheiro ao entrar no quarto dela e se colocava atento sob qualquer aproximação próxima ao cômodo feminino.

Apesar de ser mais novo em comparação ao outro, podia-se dizer que a sua perspicácia era mais eficiente.

Yui, conforme evoluía a sua concepção em relação a Subaru, também se viu confusa em relação ao sentimento que nutria por ele. Se era amizade ou um possível amor, não poderia mais ser de grande importância. A última coisa que desejava era criar intriga entre os dois.

Então quando constatou que Subaru viria a se confessar para si, deixou-o a par de tudo e pediu para que ambos continuassem sendo apenas amigos. Ela, claro, imaginou que ele sumiria de sua vida e deixaria de ajudá-la, mas acontecera justamente o contrário e o agradeceu por continuar ao seu lado.

Mesmo que a possibilidade de ambos terem algo a mais estivesse tão distante quanto a sua liberdade.

Voltando para a situação atual, Yui achou Rachel incomodativamente quieta.

A Riley não falara nada até aquele momento e mal se movia, com os olhos fixos na Komori e a boca aberta no que julgou ser um ato que demonstrava estar surpreendida.

— Você está bem, Rachel? — Yui indagou, preocupada.

Pff... — A outra explodiu em risadas que aparentavam ser incessantes. — Desculpa! Mas sério, menina, eu não posso acreditar que tu me fizeste uma pergunta dessas! — Rachel teve que segurar a própria barriga de tanto que dava gargalhadas daquilo.

— H-hey! Eu estou falando sério! — Esbravejou Yui, o que fez automaticamente Rachel parar de rir.

— Vampiros não existem, Yui. Vampiros são só mais uma conversa ‘pra boi dormir.

— Conversa para boi dormir?

Rachel se esqueceu, por um instante, que aquela gíria era pertencente do outro lado do continente.

— Bem... — A Riley tentou achar uma maneira de lhe explicar tal frase. — É uma expressão para quem está tentando te enganar com uma mentira contada ou algo assim. Desculpa, explicar não é meu forte, mas resumindo tudo isso: Vampiros não passam de lendas para assustar as criancinhas.

— Ah. O-olha, Rachel, eu sei que pode parecer loucura da minha parte ou uma brincadeira de mau gosto, mas você precisa acreditar em mim quando digo isso. — A loira se levantou, pondo-se a caminhar em direção dela que continuava sentada no chão. — Vampiros existem e eles vivem entre nós. E se você não se colocar em alerta, pode acabar se machucando profundamente agora que cativou a atenção de dois deles.

— Supondo que eu acredite nisso... — Os olhos incrédulos travavam uma batalha intensa contra os que estavam desesperados. — Por que nenhum deles me atacou até agora? Digo, eu respondi o Reiji de diversas formas e ele não fez nada. E o menino legal poderia se livrar de mim justamente por o incomodar em momentos inadequados.

— Eles não podem agir à vontade, eles têm regras. — Esclareceu Yui. — Eu sei, Rachel, eu sei que é difícil o processo de aceitação, mas...

— Não, você não entende! — Foi a vez de Rachel gritar, erguendo-se as pressas pela agitação repentina.

— O que eu não entendo?

— Eu só creio no que meus olhos veem! — Algo dentro da Riley se iluminou. — Espera. Supondo que eu continue acreditando nessa história de que vampiros existem e você tem convivência com eles... Isso quer dizer que...

 — Sim.

Quando Yui começou a desabotoar os botões da parte de cima de sua fantasia, Rachel se viu estranhamente angustiada para ela lhe mostrar o que tanto desconfiava.

E se, de fato, houvesse lá o que procurava?

Como reagiria em relação a isso?

As respostas se perderam ao vento quando se deparou com o tronco de Yui completamente deformado por conta das mordidas que não pareciam ter como curar. A loira, por mais que estivesse tímida por lhe mostrar aquela parte descoberta e os seios minúsculos presos a um sutiã simplório, avançou a fim de que a outra pudesse olhar com cuidado o resultado de seu tempo dentro da mansão. Algumas marcas de mordidas doíam até aquele instante, porém, se não fosse por ser receptáculo do coração de Cordelia, a filha de Demon Lord, provavelmente o estrago seria maior do que aquilo.

Sinceramente, nem estaria viva se não fosse por esse detalhe tão crucial.

— Isso não pode ser verdade... — Aos poucos, Rachel foi se aproximando de Yui. A sua atenção fora totalmente tomada pelas marcas. — Não, não, não... É algum tipo de maquiagem.

— Se quiser, toque-as, v-verá que é verídico o que digo.

Rachel revezou o olhar de suas marcas para ela, fez isso consecutivamente até decidir o que faria.

— Não, obrigada. — Outra coisa se iluminou. — Mas se você foi mordida, isso quer dizer também que...

Yui negou veemente com a cabeça. — N-não! Eu não sou uma vampira! — Ela pendeu a cabeça para o lado, descansando o seu olhar no chão. — Para um humano se transformar, não é fácil como pensam. O vampiro, quando decide fazê-lo, drena completamente o sangue da vítima e depois dá o seu a ela para assim firmarem o que eles costumam chamar de... Aliança¹.

De súbito, elas ouvem a voz de Subaru as avisando:

— Acabou o tempo. — Então se virou especificamente para Yui. — Ele está te procurando. —  Era notável a raiva posta em suas palavras ao se referir a Ayato.

— M-mas... — Yui iria tentar convencê-lo a ficar mais, no entanto, Subaru a interrompeu.

— Você já se arriscou demais, não brinque com a sorte.

Aquela doce cumplicidade se fez presente no ar. Por um breve momento, ambos se esqueceram que havia alguém ali além deles.

Se Yui lhe permitisse, Subaru poderia levá-la para longe de todos agora. Ele sequer se importava com o fato de que adquiriria o ódio do irmão mais velho em prol dela, bastando que a própria estivesse ao seu lado que acabaria por esquecer de todas as coisas ruins que o assombravam.

Será que, algum dia, ela entenderia que era a possível cura de suas aflições?

— Como você... — Amaldiçoou a outra menina por estragar o momento, contudo, viu-se arregalando os olhos com a expressão que Rachel fez em sua direção. Era o mais puro pavor. — E-entrou?

 — Pela porta. — Ele respondeu simplesmente, mas com um toque de hesitação visto que a feição continuava se sustentando naquele rosto que se encontrava pálido de medo.

— Não, você não entrou pela porta! Nós não a ouvimos abrir, e não há nenhuma outra entrada, já que essa sala não possui janelas. Então como você fez isso?

Subaru imediatamente olhou para Yui ao passo em que esperava por respostas da loira.

— V-você concordou quando disse que iria contar a ela... — Defendendo-se, a Komori começou a abotoar a parte de cima de sua fantasia com pressa.

— Você dizer é uma coisa! Agora mostrar isso... — Aquelas marcas era um verdadeiro tabu para Subaru, ele não aguentava olhá-las por muito tempo sem se sentir culpado.

Embora a sua fosse significantemente menor que a dos outros.

— Olha, menina. — De volta a Rachel, Subaru foi andando rumo a ela para amenizar a situação. — Eu não sou um perigo.

— Eu não me importo se é um perigo ou não, apenas fique longe! — Rachel, apesar de trêmula, fechou a mão pronta para qualquer caso de emergência.

— Não... Tente... Nada... Estúpido...

Não adiantou de nada o conselho dele, pois quando se teletransportou para frente daquela menina, ela o recebeu com um soco certeiro em sua face.

Embora tenha ferido mais a mão dela do que o seu rosto, Subaru se impressionou com a agilidade da própria mesmo ao ter sumido e aparecido repentinamente na sua frente. Os olhos de um humano comum costumavam responder a velocidade de um vampiro, em média, dois minutos após o seu feito.

Ela, em contradição, respondeu exatamente no momento em que pousou os seus pés de volta no chão.

O que o fez levantar algumas suspeitas a seu respeito.

— Eu disse para ficar longe! — Rachel ainda o empurrou e correu para perto de Yui, escondendo-se inutilmente atrás da loira. Era inútil, pois ela era a mais alta das duas.

Tch. Você tem sorte que estou de bom humor, caso contrário, teria quebrado o seu pescoço. — Subaru confessou a Rachel abertamente.

— Vocês dois, p-parem! — Pediu Yui.

— Foi essa maluca que começou! — O único homem presente ali se defendeu.

— Maluca? Estou lidando com a porra de um ser sobrenatural e espera que eu reaja como? — Era compreensível a imprudência da Riley, afinal era muita coisa para processar. — Não, quer saber? Da próxima vez eu deixo o meu pescoço a mostra, aí você dá uma provada no meu sangue!

— Como se eu estivesse interessado no teu sangue! — Ele olhou para a Komori, enrubescendo antes de continuar a argumentar. — E-eu só tenho olhos a de uma pessoa em especial...

— Subaru...

A loira ficou no mesmo estado que ele, querendo se esconder de tanta vergonha que sentia ao observá-lo se confessar novamente para si agora na frente de terceiros.

— Hã? — Rachel alternou o olhar entre os dois, não tardando muito a entender o que se passava. — Ei, casal de pombinhos apaixonados, esse é o meu momento! Aquietem a emoção!

Não era de seu feitio quebrar climas românticos alheios, mas haviam coisas pendentes a serem resolvidas.

— Você, menina, calada é uma poeta! — Subaru estava irritado com a interrupção.

— Ah... Obrigada. — Ficou claro que Rachel não entendeu. — Eu acho. — Tanto Subaru quanto Yui possuíam uma gota d’água escorrendo por suas testas ao constatarem que, para algumas coisas, a menina era lerda.

— Que seja. Vamos, Yui. Nós já demoramos tempo demais aqui.

— Sim... Até uma próxima vez, Rachel. — Ela se despediu da outra se movendo rumo a porta acompanhada do albino que limpava o rastro que a Riley deixou em seu rosto com a mão.

— Espera, espera! V-vocês não podem me deixar aqui, eu tenho medo do...

A porta se fechou diante de seus olhos.

— Escuro.

Sentando-se de volta ao chão, agora sozinha naquela sala, Rachel começou a pensar sobre tudo que Yui lhe contara desde o início. O fato de vampiros existirem continuava sendo algo meramente impossível dentro de sua cabeça, porém, com o pouco que Subaru demonstrava que sabia fazer, graças a sua suposta imortalidade, ela foi tentando impor aquela ideia dentro de si.

Não seria um processo fácil de se digerir, uma vez que aquilo quebrava todas as leis da natureza.

— Vampiros, huh? — Junto de um silêncio que julgou ser confortável para si, Rachel murmurava. — Quem poderia imaginar...

Em sua cabeça ainda surgiu a imagem dos dois irmãos que mais obtivera contato: Reiji e Shu.

Todo esse tempo que esteve a sós com eles, respectivamente falando, mal fazia ideia do perigo que corria.

— Talvez isso seja um sonho maluco que eu esteja tendo. — Ela se beliscou no braço. — Ai! Certo, estou convencida que não estou dormindo!

É difícil de acreditar nisso quando fizeram uma lavagem cerebral em ti.

 

Ela prendeu a respiração, virando lentamente o seu corpo em direção aquela voz.

Era ele.

O desconhecido que se escondia naquele sobretudo que o tampava da cabeça aos pés.

 

— Boa noite, Amara.

 

 


Notas Finais


¹Anotação: Aliança foi claramente inspirado no Abraço de “Vampiro: A Máscara”. Livro muito bom, recomendo para quem adora o mundo vampírico. Ele te abre um leque de possibilidades, e como se trata de uma fanfic de Universo Alternativo, posso mudar o modo como essas transições ocorrem para ficarem de acordo com a história.

E aí? O que acharam do capítulo? ~ Hoje tivemos um avanço e tanto. Será que é agora que a história começa a andar?


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