História Forbidden -Pinecest- - Capítulo 13


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Categorias Gravity Falls
Personagens Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines
Tags Dipper, Mabel, Pinecest, Pines
Visualizações 55
Palavras 1.725
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não teve capítulo ontem, por que digamos que fiquei até de madrugada assistindo algumas bostas em uma call Discord, foi bem legal, mas vamos esquecer eu é vamos logo por que eu odeio demorar para as coisas.

Capítulo 13 - Mabel


Fanfic / Fanfiction Forbidden -Pinecest- - Capítulo 13 - Mabel

 

Estava sentada enquanto encarava a janela que tinha uma forte luz por conta do sol, estava tão cansada que sair não era uma boa opção eu só queria ficar o dia inteiro dentro do quarto fumando ou bebendo como na metade das vezes, mas estou precisando fazer alguma coisa. Não quero que eu vire mofo, escuto alguém batendo em minha porta.

- Mabel querida. - Falava minha mãe perto de minha porta a fazendo a abrir por que a porta estava fechada.

- Hum? 

- Posso conversar com você? - Ela ficava me encarando enquanto estava um pouco desconfortável. 

Se sentando perto de mim ela da um leve suspiro pesado seguindo de uma piscada de olhos, seu corpo estava cansado dava para perceber pela forma de estar sentada e com os ombros tensos, eu queria saber o que estava acontecendo.

- Sim mãe. Pode falar comigo. 

- Bem filha eu e seu pai estamos passando por uma situação muito complicada, talvez vamos nos separar. - Aquela noticia foi um chute na minha costela e um soco no estomago. 

- Eu.. Não sei nem o que dizer. - Estava sem palavras pelo o que tinha ouvido pela primeira vez estava muito assustada por conta da minha mãe, eu não gosto muito dela, mas essa situação e muito dureza. 

Uma risada cansada saia da minha mãe enquanto ficava tomando um pouco de água. Estava me sentindo muito mal.

- Filha.. Você não precisa falar nada, quando nos separamos vamos ver com quem ficaram as guardas.. Se isso de decepcionou sinto muito minha filha. - Ela ia até a porta fazendo algumas lagrimas caiem de seus olhos. 

A porta era fechada por ela. Eu apenas gritei o mais alto que pude e comecem a tacar as coisas no chão, estava com tanto ódio das palavras que ouvi, sabíamos que estavam passando por um momento difícil, mas essa era única saída. DIVORCIO!?

- Eu.. A culpa e toda minha. – Falava enquanto sentia um certo gosto de sangue, havia mordido minha língua.

Meu irmão estava na porta com um olhar de tristeza, apenas se sentou em uma cadeira que não estava muito perto da minha cama enquanto acendia um cigarro. Eu apenas suspirei e disse.

- Você ouviu né? – Perguntava enquanto virava meu rosto para aonde ele estava situado. Ele limpou algumas lagrimas que caíram. – Eu ouvi.. – ele estava completamente em estado de choque seguindo de uma negação imensa.

- Isso é minha culpa né? – Perguntava enquanto parecia que ele não tinha gostado do que tinha ouvido é apenas se deitou perto de mim.

- Isso nunca seria sua culpa Mabel. Talvez seja uma fase. – Falava enquanto se sentava na cabeceira da cama.

- Dipper.. ISSO NÃO É UMA FASE! – Gritei com toda a força que tinha enquanto o mesmo pulava na cama de susto. – EU TAMBÉM NÃO SEI O QUE É! DEVE SER POR QUE BRIGAMOS TODOS OS DIAS! OU TALVEZ POR QUE VOCÊ DESCONTA TODA SUA RAIVA NA MÃE! EU SEMPRE SINTO VONTADE DE SUMIR, VOCÊ POR ACASO JÁ SENTIU ISSO! 

Aquela frase fazia eu sentir um tiro no meu peito me fazendo sentar na cadeira junto com as lágrimas que estavam caindo sobre meu peito, eu apenas respirei é disse com muita clareza. 

- Eu.. VOCÊ SABE QUE EU SEMPRE SINTO ISSO, ACORDO TODOS OS DIAS IMAGINANDO UMA FORMA DE SUMIR, OU SIMPLISMENTE SAIR DESSA VIDA. DESDE QUE VOLTEI PARA CÁ EU ME SINTO ARREPENDIDA DE TUDO! – Eu sentia as lagrimas caindo sobre meu rosto, era uma sensação tão quente. – Eu só queria voltar para Califórnia, é voltar a ser aquela época que nada era importante. Só brincar e costurar suéteres. Mas agora isso tudo acabou e minha vida resolveu virar um inferno. – Falava tentando me controlar com a raiva que sentia.

Ele chegou perto de mim é me abraçou, senti a sensação de ser amada novamente, apenas senti meus olhos fecharem enquanto as lagrimas saiam de meus olhos.

- Mabel.. E-eu te amo. – aquela frase fez minha alma, quase todo meu ser derreter. Então cedi o abraço.

– Eu também te amo.

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 - Tudo tinha acabado para mim, meus remédios estavam chegando ao fim e ainda não faziam efeitos, eu juro que tento parar de tomar bebida ou no mínimo fumar, mas eu não consigo. Eu definitivamente só queria voltar a viver uma vida normal. – meu psicólogo me encarava, fazendo parecer que sabia de todos os meus pecados.

- Já tentou parar de usar o medicamento, é usar algo mais forte. – Aquilo fazia ficar a mil, mas brigar com ele não iria adiantar de nada.

- Eu não sei se iria suportar uma dose mais alta, é sim já tentamos mais quase que dormi o dia inteiro por conta disso.

- Saiba que isso não era para acontecer, não acha que isso é por causa das noites mal dormidas.

Eu acendo o cigarro e começo a tragar mesmo estando na sessão.

- Talvez seja, mas ultimamente não estou dormindo tão mal apenas horas poucas dormidas. – Dizia enquanto me deitava na cadeira para ficar mais confortável.

- Isso deve ser melhorado senhorita Mabel, apenas durma dez da noite.

- Dez da noite!? Vou perder metade do meu dia. – Sentia meus ombros pesados sobre meu corpo, eu só queria ter dormido.

- Que horas você costuma dormir?

- Umas cinco ou 6 da manhã, o sono nunca vem nas 10 horas já tentei de tudo, mas parece que não funciona.

- Então vou te recomendar isso daqui. – Ele me dava uma amostra do remédio enquanto escrevia em um papel. – Desde quando psicólogo tem remédio?

- Desde sempre, bem alguns não mais eu tenho meus contatos. – Ele dava um sorrisinho, acho que era uma piada.

- Valeu.

- Já deu seu horário senhorita pode sair.

Ele apontava para porta sinalizando aonde tinha que ir, andando até a porta a abro e saio ficando em uma das cadeiras da recepção esperando meu irmão aparecer, ele estava demorando muito apenas continuei ali, até parecer uma pessoa, Wendy. A velha paixonite de Dipper.

- Mabel há quanto tempo! – Falava enquanto ia me abraçar acabei cedendo o abraço fazendo ele ficar um pouco mais apertado é ao mesmo tempo constrangedor.

- Ah bom dia Wendy, você voltou para cidade por que, não tinha ficado em Portland com seu namorado francês.

- Acabei por ficar solteira e agora estou namorando o Robbie. – Falava enquanto mexia no cabelo, que estava mais fofo.

- Serio aquele emo de novo, quanta vez vai voltar com ele. Contando com essa você voltou umas seis vezes.

- Eu sei disso, mas ele sempre e tão fofo com aquelas musicas dele.

- Acho que você esta passando por uma lavagem cerebral que nem na ultima vez.

- Aquilo foi com meus 12, agora não caio mais nessas babaquices. Agora tenho que ir, devem estar me esperando.

Ela saiu antes mesmo de eu dar um tchau. Meu irmão chegava ao local enquanto segurava dois sorvetes na mão, fazendo um sorriso sair do meu rosto me fazendo caminhar até ali. Pego um dos sorvetes enquanto entrelaço minha mão na dele.

- Então como que esta indo seu avanço. – Ele dizia seguindo de uma lambida no sorvete enquanto ele derretia aos poucos.

- Bem ainda não matei ninguém, acho que isso e um puta avanço. – Usei todo meu sarcasmo é consegui ouvir a risada gostosa de meu irmão.

- Tem razão, venha tenho que te mostrar uma coisa. – pegava minha mão enquanto corria mais rápido do  que eu, fazendo eu tropeçar mesmo assim fiquei em pé.

Ele me levava para o lugar seguindo de me pegar no colo e fazer nos irmos para aquela “varada” que a Wendy havia construído.

- EU NÃO AGREDITO! – A voz de meu pai fazia quase todos os pássaros saírem dos pinheiros. – Tyrone espera.

- EU NÃO ENTENDO O PORQUÊ DISSO. DEVE TER SIDO POR CAUSA DO BOIOLA DO SEU SOBRINHO. – Minha mãe regia com um tapa no rosto dele. – CALA BOCA!

Meu pai avançava nela com alguns socos, meu irmão desce sem cuidado algum da escada enquanto eu encarava tudo o que estava acontecendo. Meu pai tomava um soco no queixo pelo meu irmão o fazendo cair no chão.

- PARE COM ISSO SEU VIADO! – Gritava meu pai fazendo uma gravata na garganta dele. Fazendo-me ir a mil, mas eu não conseguia reagir. – TYRONE PARE AGORA!

- Fica quietinha. – Ele a pegava pelo braço e fazia-a entrar de volta em casa, ela caiu por que não tinha o que fazer.

Meu irmão estava caído com um pouco de sangue no rosto em todo o queixo esfolado pelos socos que levou. – Porra! – Reclamava para mim mesmo e pegando ele pelos braços, enquanto suas pernas estavam doloridas por conta do impacto que deve no chão.

O sentando em uma cadeira pego um pano com um pouco de álcool e passei pelo seu queixo, resultando em uma gemida.

- Drog.. a – falava tentando não gritar sentia a expressão de dor em todo seu corpo.

- Fica um pouco quieto. – falava enquanto minha língua saia da minha boca para eu poder ficar fazendo aquilo sem me cansar muito.

- O que você estava pensando quando se jogou do telhado, você poderia ter morrido! – ele apenas ficava quieto.

- se eu não agisse não teríamos mais mãe. – aquilo me fez me sentir mal por ter falado aquilo, ele tinha toda a razão.

- Por que isso teve que acontecer com nós?

- Eu não sei Dipper, eu definidamente não sei mais o que pensar.

- Você esta linda. – mesmo com a situação estar completamente ferrada ele me fazia rir. – Queria ser tanto assim.

- Você e muito assim.

- Eu não sei não.

- Posso de beijar para provar.

- Me deixa cuidar de você logo. Parece um lutador de guerra. – falava enquanto fazia ele dar um sorriso, que fazia meu peito queimar.

Ele mesmo assim chegou perto de mim e me deu um leve beijo em meus lábios enquanto me encarava com uma expressão de felicidade.

- Eu te amo Mabel.

- Eu também.

Assim acabava o dia com meu irmão todo ferrado e eu cuidando dele o dia inteiro, estávamos passando por momentos horríveis.

Mas nos temos um ao outro.

É custe meu sangue meu suor eu vou defender ele, para o resto da minha vida. Custe o que custar..

 



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