História Forbiden love. - Jeon JungKook. - Capítulo 30


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan, Bts, Jungkook
Visualizações 192
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hi per ! Como estão?

Demorei, eu sei. Mas escola ne mores, falta levar a alma junto.

Preparadas então? Partiu!

Capítulo 30 - Sim, eu tenho a resposta.


Fanfic / Fanfiction Forbiden love. - Jeon JungKook. - Capítulo 30 - Sim, eu tenho a resposta.

Meus olhos pareciam ao menos acreditar no que via, como se andasse os quarenta dias em sol escaldante no deserto, e como uma luz no fim do túnel, encontrasse uma miragem. Não poderia ter sido fácil dessa forma, ou, talvez não percebesse que houvesse de fato sofrido o bastante para merecer algo bom em troca.

Era como se meu coração parece de exercer sua função naquele mesmo segundo, deixando minhas pernas trêmulas, completamente. Naquele mesmo instante esqueci de Taehyung a minha frente, correndo apenas em direção ao meu oppa. Seus braços continuavam reconfortantes, e quando pude, finalmente, senti-los, deixei com que a primeira lágrima de muitas, caíssem.

Tempos depois, estavamos sentados os três, um ao lado do outro, em um completo silencio. Kim, parecia envergonhado diante a meu irmão, e Nie, parecia da mesma forma com a presença do homem, qual ao menos nos encarava. Suspirei, batuquei as unhas sobre a mesa, e até mesmo tossi, o que não ajudou a atrair a atenção de ambos.

O alivio dentro de mim parecia reconfortante, e sentia agora que estava em paz, com direito a deixar de me preocupar com qualquer coisa do tipo que antes, julgava importante. E foi assim, que nem mesmo o julgamento próximo de meu pai, e a saudade que sentia daquela casa, conseguiu me afetar. 

-Hu, eu preciso ir.- A voz calma, e baixa de Taehyung predominou meus ouvidos, tomando minha atenção para si.

-Ainda está cedo.- Respondi segurando em seu braço.

O que eu estava fazendo? 

O olhei nos olhos, voltando também a olhar para onde segurava, sentindo minhas bochechas corarem de uma vez só. Dei um pequeno sorriso desconfortável, soltando minhas mãos de seu corpo.

-Miane.- Completei.

-Tenho compromissos na casa de Jeon.- Respondeu simplista.- Mas antes, pense no que a disse, está bem?- Sorriu terno.

-Onde posso o encontrar ?-Questionei sentindo os olhos curiosos de meu irmao paerar sobre nossa conversa.

-Eu irei até você.- Mordeu seu lábio inferior, acenando para meu irmão.

 O homem caminhou até o lado de fora colocando seu casaco, me deixando o observar até que de minha vista desaparecesse. Não sabia explicar, ou ter algum motivo solido para montar minha hipótese, entretanto, Taehyung conseguia deixar-me perdida em sua frente, com fisgadas em meu estomago, e também em meio as pernas.

Balancei minha cabeça de um lado para o outro, voltando a olhar para meu irmão, qual continuava a me fitar de maneira seria; o que era de costume.

-Por onde esteve?- Perguntei cruzando os braços.

-Quem é ele?

-Nao foi o que perguntei.- Sussurrei em tom de desafio.

Nie adorava me contrariar, ignorando o que perguntava, colocando sobre a mesa sua carta guardada em baixo da manga, a fim de me fazer esquecer o que o perguntava, sem dar alguma desculpa suspeita. Porém, desde que para faculdade havia entrado, sua boa lábia não parecia colar comigo.

Aish, era de familia.

-Estive por ai.- Revirou os olhos.- Daegu, Busan.- Deu de ombros.

-Sem coisas erradas, não é? - O olhei cautelosa.

A época em que passamos pagando as contas de meu pai serviu para que Min Yoongi conseguisse trabalhos sujos, fáceis, e de forma inconseqüente. Era difícil, mas me sentia encurralada ainda mais por sua situação, do que de nosso pai. A ideia de o perder por uma decisão banal de sua parte, era algo que em noites conseguia tirar meu sono, e arrancar lágrimas de meus olhos. 

Épocas críticas como essa , foi o que nos deu forças para permanecer juntos, ali, para tirar ao menos nossa mãe dessa confusão.

Uma inocente não pagaria pelos erros de nosso pai.

-Chega de perguntas, entendeu?!- Alterou o tom.

-Ainda não parou, hum?- Apertei seu braço, olhando diretamente em seus olhos.

-Eu tinha que juntar dinheiro para a tirar daquela casa.- Retrucou de maneira sombria, e de certa forma, sôfrega.

-Eu já sai!- Suspirei segurando em seu rosto, de maneira nada delicada.- Pare agora de se envolver com pessoas assim Min Yoongi. Não posso perder você também.

-Eu estou bem.- Sua mão esquerda deslizou sobre a minha, a fazendo carinho em uma determinada região.- Não há perigo algum.

Abraçou-me.

-Todas as vezes que me abraçou, havia algo errado.- Ditei calmamente enquanto permanecia em seus braços.

Não parecia o momento que minha cabeça planejou quando o encontrasse. Exatamente tudo tomou um rumo diferente, o abraço apartado, o desabafo, e a volta para a nossa casa; era assim que imaginei todos os malditos meses em que estávamos afastados. Mas agora, conseguia pensar em apenas o fazer jurar que não nos distanciariamos, e iriamos atrás de tudo juntos, como sempre foi, sem a parte em que implorei para levar-me de volta para a casa.

-So estou emocionado em a encontrar assim. Sabe que odeio chorar, hã?- Sorriu baixo.

-Eu sei.- O apertei sentindo o cheiro gostoso, e inebriante que saia de suas roupas.

Ficamos ali por um tempo, o que causou discussões antigas sobre ter tomado posse de meu casaco favorito, e estragado a janela de meu quarto, a noite, para roubar meu computador e o colocar em sua casa nova.

Nie não mudava, continuava o mesmo, e conseguia acreditar em suas palavras, e sentir o medo de mudar pela caminhada em lugares ruins, diminuir.

-Onde está morando?- Perguntei.

-Não muito longe.- Respondeu fitando o visor de seu celular.

-Não muito longe, onde?- bati sobre a mesa para que me olhasse.

-A algumas quadras daqui, garota.- Bufou se levantando.- E você? Onde está?

-Em um quarto disperso daqui. Mas minha resposta não significa que esqueci das suas respostas inacabadas.- O intimidei.- O que diabos está escondendo?

-As paredes tem ouvidos, 'ta legal?- Sussurrou segurando em meus braços.-Não quero mais me meter em confusão, e a única forma que encontrei foi me escondendo.- Soltou-me passando as mãos em seus cabelos pretos.

-Esta devendo alguma coisa?- Sorri nasal, desacreditada.

-Nao. - Olhou-me.- Só não quero que me procurem para alguma coisa do tipo.

-Otimo.- Puxei meu casaco da cadeira, ainda o encarando de maneira inexpressiva.- Espero que não minta para mim, prometemos. Lembra?

-Eu sei o que prometi.- Abraçou-me de maneira ladina, suspirando fundo.- Não quero que a encontrem.

-Estou bem. Somos preparados para isso.- Sorri o dando uma piscadela.- Passamos por coisas piores. Não?

-Aish, continua uma garota muito irresponsável!-Baguncou meus cabelos.

-Instinto de sobrevivência.- Gargalhei. 

Era sua frase preferida para me motivar.

[...]

Nao havia muito tempo em que cheguei em casa, claro, sozinha. Meu irmão disse que haviam assuntos pendentes sobre o trabalho, qual esse, era o da lanchonete, me deixando frustrada e perplexa com as armadilhas da vida. Ao mesmo tempo que devolveu-me o irmao que procurava, tomou o emprego que me iludi pensando ser meu, e o deu assim, de bandeja.

O mundo era injusto. Aish.

Sentei-me sobre a cama, olhando para a mesinha pequena no canto do comodo, com todas as analises que precisava revisar sobre o julgamento daqui a dois dias. Era minha estreia, era meu pai, e obviamente a pressão iria me matar antes mesmo que pudesse chegar o grande dia.

A proposta de Taehyung era tentadora, e tudo que podia pensar não parecia cabível para qualquer decisão.

Porem, um homem gentil, delicado e ao mesmo tempo selvagem, poderia ser alguem adepto a me fazer esquecer Jeon, e finalmente ser feliz sem algum compromisso de meu coração, e do dominante JungKook.

Olhando para minha jaqueta, peguei um pequeno papel qual deixei o numero de Taehyung, quando na cafeteria nos encontramos, e quase de imediato, o liguei, para que não me arrependesse.

-Alo?- Uma garota respondeu, de forma desinteressada.

-Tae está?- Perguntei.

Alguns minutos depois, após resmungar e de forma obvia saber que andou de um lado para o outro da casa, passou o telefone a quem desejava.

-Kim Taehyung, pois não?

-Uau! Que educado.- Debochei.

-Ô, se soubesse que era você, diria outras coisas.- Riu abafado, de forma sensata e maliciosa.

Mais uma fisgada em meu íntimo.

-Então. Se decidiu?- Completou.

-Sim, eu tenho a resposta.


Notas Finais


Espero que gostem.

Omma agradece.

Comenteeem!

Bye!❤


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