História Força do destino - Capítulo 53


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Categorias Candice Patton, Danielle Panabaker, Grant Gustin, Rick Cosnett, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Candice Patton, Cisco Ramon, Dra. Caitlin Snow, Eddie Thawne, Iris West, Rick Cosnett
Tags Candice Patton, Crossover, Eddie Thawne, Grant Gustin, Iris West, Rick Cosnett, Romance, The Flash
Visualizações 85
Palavras 2.401
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 53 - Notícias preocupantes


Fanfic / Fanfiction Força do destino - Capítulo 53 - Notícias preocupantes

(Candice POV)

Depois de toda a confusão eu até procurei o Rick novamente, mas ele foi embora que eu nem percebi. Eu fiquei o tempo todo no hall do hotel, já que nem estava suportando olhar para a cara do Franz. Como eu não vi o Rick passar eu decidi ir embora e foi um longo caminho até chegar em Vancouver e quando cheguei obviamente fui direto para a "nossa" casa e ele estava lá terminando de se arrumar, com a camisa desabotoada na sala, falando no celular com a nossa filha no colo. Eu lógico já fui pegando a minha pequena no colo e tentei puxar assunto.

- Está mais calmo?

- Mais calmo? Você beija aquele cara só pra se "vingar" de algo que eu não fiz e eu tenho que estar mais calmo?

- Eu não beijei ele. Ele me beijou.

- Ok. Eu não quero mais falar nisso tá bom?

- Desculpa por ter deixado meu ciúme ter falado mais alto. Eu estou arrependida.

- Hum!

- Como a gente fica?

- Por enquanto a gente não fica. Eu estou chateado demais com você. Você não faz ideia do quanto. Eu vou para o apartamento do meu amigo, até porque a gente precisa conversar sobre trabalho, mas eu volto. Como eu já disse não precisa ir embora.

Eu abaixei a cabeça, subi com a minha filha para o quarto dela e enquanto fazia um carinho nela a Dinah me ligou.

Ligação on.

- Oi amiga.

- Estou tentando te ligar a algumas horas. Onde você se enfiou?

- Longa história. Depois te conto. Você quer me falar alguma coisa?

- Eu estou desesperada. Você não sabe quem está por aqui.

- Não mesmo. Diz.

- O Mike.

- Eu não acredito. O Mike?

- Sim. E voltou disposto a se vingar. Eu deixei meu carro na frente do condomínio pra pegar um documento e quando desci tinha um recado dele no vidro do meu carro, dizendo pra tomarmos muito cuidado porque ele estava por perto e estará seguindo nossos passos sem que percebamos.

- Ai mentira amiga. Ai meu Deus era só o que me faltava agora.

- Eu estou em pânico. Eu não tive coragem de sair mais de casa.

- Arruma as suas coisas e vem pra cá pra casa do Rick. Ai que droga, justo agora que eu estava pensando em ir embora daqui.

- Oi? Como assim?

- A gente terminou. Rolou uma puta confusão. Mas isso não importa agora. Vem pra cá voando. Traz suas coisas.

- Ok. Até daqui a pouco.

- Até. Qualquer me liga. Beijo!

- Beijo!

Ligação off.

Assim que eu desliguei a ligação o Rick estava passando no corredor e acabou ouvindo parte da conversa. Ele entrou no quarto e me questionou se havia acontecido alguma coisa.

- Aconteceu alguma coisa? Eu ouvi o nome do Mike e você pedindo pra Dinah vir pra cá.

- O Mike deixou um papel no para-brisa do carro da Dinah dizendo que está por aqui e que vai nos seguir sem que nós percebamos.

- Filho da puta. Você não vai sair dessa casa por nada nesse mundo está me ouvindo?

- Estou!

- E a Dinah também. Ela está vindo pra cá?

- Sim!

- Avisa ela pra ela não sair do apartamento com o carro dela. Eu vou buscar ela.

- Ok. Vou avisar.

- Estou indo lá.

- Toma cuidado!

- Fica tranquila!

Realmente desgraça nunca vem sozinha. Eu estou definitivamente me sentindo num pesadelo. Assim que o Rick saiu eu liguei pra Dinah, avisei ela e ela disse que já estava com quase tudo pronto. Depois de um tempinho os dois chegaram e a minha amiga veio direto para o quarto da Harlee onde eu estava deitada na cama de solteiro que tinha lá.

- Oi amiga. Estava dormindo? - Disse ela baixinho pra não acordar a Harlee que já dormia

- Não. Eu acabei de deitar aqui. Eu estava sentada fazendo ela dormir.

- Entendi. Bom, eu acho que conversar hoje nem pensar né?

- Não amiga. Eu vou tentar dormir por aqui mesmo. Acabei de tomar um comprimido pra dor de cabeça e já já o sono vem.

- Tá bom. Descansa. Se a Harlee acordar, eu te ajudo com ela. Tenta dormir.

- Valeu meu amor!

Ela me deu um beijo na testa, saiu e encostou a porta. A única coisa que eu preciso é dormir!

(Rick POV)

Depois dessa notícia de que aquele infeliz está por perto eu desisti até de sair. Eu tirei minha camisa, fiquei com a minha calça jeans e deitei no sofá pensando como vou fazer pra garantir que nada aconteça. Enquanto eu pensava a Dinah desceu, sentou no outro sofá e a gente ficou conversando.

- E aí "Seu" Cosnett, pelo visto vai ser você que vai me contar o que houve entre vocês.

- Milagre que ela não quis falar!

- Ela disse que estava com dor de cabeça e tomou um comprimido e eu achei melhor não insistir. A carinha dela não era das melhores.

- Cara, a sua amiga é complicada demais!

- O que ela fez?

- Ela foi pra LA me vigiar. Colocaram na cabeça dela ou ela mesma colocou na cabeça dela, que eu estava traindo ela com a Shantel e o pior não é esse. Como se não bastasse o show que ela deu como você já pode imaginar, ela ainda beijou a boca do Franz.

- Oi?

- Isso mesmo. Ela deu aquele show e eu tonto fui atrás pra ver se conseguia amenizar as coisas, quando abro a porta do quarto do cara, ela estava lá dando um puta beijo no cara. Sabe Dinah, eu tive todas as oportunidades de trair ela. A Shantel tentou de todos os jeitos fazer com que eu caísse, ela ficou peladinha na minha frente, me deixou maluco, eu sou homem, eu confesso, mas eu não quis, porque eu amo a Candice.

- Difícil Rick. Eu nunca vi a minha amiga tão ciumenta assim, acredite. Acho que ela vai precisar se tratar. Por que vocês não tentam uma terapia de casal?

- Quem sabe. Mas não fala nada pra ela. Deixa ela sofrer um pouquinho. Ela está merecendo!

- Vocês dois são demais!

- Mas mudando de assunto cara, eu ainda estou engasgado com essa história desse cara ter voltado.

- E eu? Quase morri do coração quando vi o recadinho que ele deixou.

- Amanhã vou na delegacia e vou contratar seguranças particulares. Estou preocupado.

- Eu também. Principalmente com a Harlee.

- Nem me fala. Eu não consigo nem imaginar esse cara encostando um dedo na minha filha.

- Psicopata. Louco!

- Totalmente!

Eu e a Dinah ainda conversamos por um tempo e depois ela subiu pra dormir. Eu subi rapidinho no meu quarto, peguei travesseiro e coberta, tirei minha calça e desci pra dormir na sala. Não tem a menor condição de dormir no meu quarto. Eu desci de volta pra sala e assim que arrumei minhas coisas eu escutei o chorinho da minha filha e lembrei que a Dinah falou que a Candice estava com dor de cabeça então eu subi rapidão e fui até o quarto dela.

- Não precisa levantar. Pode deixar que eu pego ela.

- Tem certeza? - Disse ela meio sonolenta sentada na cama

- Tenho. Pode ficar tranquila. Eu faço a mamadeira dela e quando ela dormir eu trago ela de volta.

- Tá bom. Apaga o abajur dela aí por enquanto.

- Ok!

Eu desci com a minha filha, fiz a mamadeira dela com ela nos braços. Assim que ficou pronta eu fui para o sofá e dei a mamadeira pra ela. Quando ela terminou, eu deixei ela sentadinha no meu colo enquanto eu mexia no celular e depois de um tempinho ela pegou no sono e eu subi pra deitar ela novamente em seu berço. A minha vontade era deitar naquela cama de solteiro junto com a Candy, mas eu me contentei em apenas cobri-la já que ela estava descoberta e desci. Eu juro que eu queria entender o que essa mulher tem que não me deixa se livrar por completo dela.

(Dani POV)

Eu não tive uma noite muito legal e pela manhã acordei com um enjoo chato e muita dor abdominal e isso me preocupou. Do meu quarto eu mandei uma mensagem pra Kay que por um milagre estava acordada e veio rapidamente até aqui.

- O que foi? Está passando mal?

- Um pouquinho. Estou com uma dor chata e enjoo.

- Vamos para o hospital agora. Só que eu perdi minha carteira de motorista de tanta multa que tomei e perto do hospital tem um posto policial se me pararem estou ferrada. Vou ligar para o Carlos!

- Não. Eu vou dirigindo.

- Está louca? Surtou? Lógico que não.

- Aiii... Lógico que não mesmo! - Coloquei a mão na barriga sentindo a dor

- Aguenta aí. Fica deitada que eu vou ligar pra ele.

- Tá!

Eu me virei de lado pra tentar amenizar essa dor que eu estava sentindo e quando ela estava finalizando a ligação eu senti um leve líquido saindo de mim, então eu me levantei e assim que olhei para o meu moletom vi que ele estava sujo de sangue e a minha reação foi gritar a Kay que estava de costas pra mim, um pouco afastada.

- Kay! - Gritei

- Ai que susto... Meu Deus. Você está sangrando. Senta aí. O Carlos já está vindo.

Eu me deitei de volta na cama chorando e os minutos pareciam eternos, mas ainda bem que logo o Carlos chegou e óbvio que não veio sozinho. O Grant já foi logo tentando me levantar com apenas um dos braços já que o outro estava imobilizado e eu mesmo chorando muito e com dor levantei e fui amparada por ele até o carro que estava do lado de fora do prédio e seguimos para o hospital. Chegando lá eu fui prontamente atendida. Devido ao remédio que me colocaram na veia eu comecei a sentir um pouco de sono, mas antes de dormir o Grant que estava completamente preocupado comigo, tentou me acalmar.

- Ei, eu sei que você está começando a sentir sono, mas saiba que eu estarei aqui pra tudo, pode ficar tranquila que nada vai acontecer com você, nem com o nosso bebê aí dentro. Dorme tranquila, quando você acordar eu estarei aqui do seu lado.

- Não deixa nada acontecer com o nosso bebê, por favor! - Comecei a chorar

- Eu não vou deixar, fica tranquila, por favor. Não chore!

- Eu estou com medo!

- Não tenha. Eu estou aqui pra você e por você. Agora dorme meu amor!

Ele me deu um beijo na testa e ficou fazendo carinho em mim, até eu não sentir mais e pegar no sono.

(Grant POV)

É muito difícil eu ter que me fazer de forte pra Dani, mas não há outro jeito, alguém precisa ser forte e nesse caso, eu. Assim que ela pegou no sono o médico que recebeu a gente e examinou ela pediu pra falar comigo já que eu havia explicado que era o pai da criança. Nós fomos até a sala dele e as notícias eram preocupantes.

- Grant. Senta, por favor. - Apontou para cadeira

- Obrigado. Me conta doutor, o que está acontecendo com ela? Por que esse sangramento?

- Precisamos investigar mais detalhadamente. A primeira coisa a fazer foi tentar conter o sangramento e amenizar a dor.

- Mas o que aconteceu? Ela estava tão bem. Foi tudo de repente. Doutor, pelo amor de Deus, eu perdi um filho recentemente, não estou preparado para perder outro.

- Calma rapaz. Sem conclusões precipitadas, tudo bem? O que pode estar acontecendo, avaliando por cima, é que ela possa ter tido essa hemorragia devido a uma gravidez de risco que está passando.

- Gravidez de risco?

- Exatamente. Daqui a pouco vamos terminar de examiná-la, mas tudo indica que seja esse o problema.

- Então ela pode perder esse bebê a qualquer momento? É isso?

- Já disse pra você não tirar nenhuma conclusão precipitada. Ainda é cedo pra isso.

- Tá. Ok. É isso. E agora, o que vai ser feito pra que nada aconteça com ela e nem com o bebê?

- Dependendo de quais forem os resultados dos exames o primeiro passo será fazer uma espécie de reforço do colo do útero. É um procedimento delicado que dura em média 3 a 4 horas, mas vai ser sem dúvida essencial pra que tudo corra bem daqui pra frente.

- Ela vai ter que passar por uma cirurgia? Esse procedimento é seguro?

- Sim. Ao que tudo indica ela terá que passar. O procedimento é seguro. Pode ficar tranquilo.

- Tranquilo mesmo eu só vou ficar quando eu ter a certeza de que está tudo bem com a mulher que eu amo e com o nosso pedaço que está dentro dela. Do contrário não.

- Fé meu jovem. Apenas tenha fé!

- Eu tenho!

- Então pronto!

Eu ainda fiquei um tempo na sala do médico e depois que conversamos eu fui pra sala de espera pra contar para a Kay e o Carlos que estavam agoniados querendo saber sobre o que falávamos.

- Caramba cara que demora. O que tanto vocês falavam? – Disse o Carlos se levantando junto com a Kay

- Realmente Grant. Eu estava aqui desesperada.

- Eles vão esperar ela acordar para terminarem de examinar e fazer exames pra poder terem um diagnóstico pronto. Mas o doutor acredita que possa ser uma gravidez de risco e que ela tenha que passar por uma cirurgia de reforço de colo de útero pra garantir que a gravidez siga bem.

- Meu Deus, minha irmã vai ficar arrasada quando ouvir isso! - Colocou a mão na testa

- Nossa cara, que barra!

- É gente. Não vai ser fácil, mas o médico pareceu otimista. Agora é esperar pra ver.

- Vai dar tudo certo irmão. Estamos aqui com vocês!

- Valeu Los!

O Carlos me deu um abraço e em seguida a Kay fez o mesmo demonstrando também solidariedade. Fácil não vai ser, só que diferente da outra vez, eu vou ter fé, eu sei que vai dar tudo certo, ou melhor, já deu certo!


Notas Finais


💋


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