História Forever - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Hot, Love, Romance, Trabalho
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Palavras 939
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Capítulos 7


Acordo sentindo um formigamento estranho na pele do meu pescoço. O formigamento sobe para minha bochecha chegando até minha boca. Percebo que eram beijos.

Danny estava me abraçando e me beijando enquanto a música do meu despertador tocava. Abro os olhos lentamente e posso vê-lo acima de mim sorrindo.

Ele desliga o despertador e me abraça meio forte. Eu aperto seu peito contra mim e beijo levemente sua bochecha.

Eu sentia meu coração se preenchendo a cada momento com ele. Era como se toda vez que ele olhasse para mim, emanasse calor pelo meu corpo inteiro, me derretendo mais a cada olhar.

Eu sorria de uma forma preguiçosa para ele que acariciava meus cabelos e juro que não queria que ele parasse.

— Bom dia, linda. — ele disse sorrindo e toca seu nariz no meu de maneira fofa.

— Bom dia, lindo. — acaricio seu rosto e sorrio.

Ele segura minha mão que estava sobre a cama.

— Você geralmente não acorda quando seu despertador toca? — ele fala divertido.

— Na verdade, isso nunca aconteceu. Acho que me senti mais tranquila com você aqui e acabei não acordando.

— Ah, então eu poderia dormir aqui mais vezes. — ele fala rindo e eu dou um tapa em seu braço. — Eu entro sete e meia. E você oito horas, mas você poderia ir mais cedo só para ir comigo, né? — ele diz e me abraça manhoso.

Eu não posso com isso!

— Eu até poderia... Mas não. Danny, a gente se conhece a pouco tempo e se as pessoas verem eu chegando com você, eu já vou ser alvo de fofoca.

— Você não deveria se importar com o que os outros pensam, afinal o que aconteceu com a gente é bem mais que só uma noite, o que provavelmente eles não entenderiam.

— Por isso mesmo. Não posso chegar e já "pegar" nosso editor. Não quero ficar com má fama. E também, ninguém precisa saber.

— Eu te entendo, se você prefere assim tudo bem. Mas ainda temos tempo.

— Não, não temos. Você vai se atrasar. Vai no banheiro tomar banho, que eu vou preparar alguma coisa pra gente comer. Vai! — falo puxando ele da cama.

Ele se levanta. Seus cabelos estavam bagunçandos e ele estava apenas de cueca. Ainda não superei essa visão.

Me dou a liberdade de envolver meus braços em seu pescoço e beijo seus lábios. Um beijo calmo, sem fogo, apenas com ternura. Me afasto dele que me olhava com um pequeno sorriso.

— Como não quer que eu me atrase desse jeito? 

— Vaii! — digo rindo e empurro ele para o banheiro.

Eu estava apenas de calcinha e sutiã na cozinha fazendo dois ovos para comer com pão, porque isso é bom demais. Vez ou outra eu sorria sozinha ao lembrar da nossa noite. Ou ao lembrar que ele estava no meu banheiro. Estávamos agindo como namorados?

Preparo os pratos e deixo em cima da mesa. Já eram seis e meia, resolvo começar a me arrumar. Preparo uma roupa simples: uma calça jeans que caia muito bem em mim, e uma blusa igual a que eu estava ontem, mas vermelha. Coloco minha outra bota perto, e separo uma lingerie branca.

Entro no banheiro, e vejo Danny de costas terminando seu banho. Meus olhos descem até sua bunda e nossa! Se eu não tinha um fetiche por bundas masculinas, tenho agora. Ou é específicamente com ele.

Ele se vira e me flagra olhando para seu corpo. Solta um sorriso malicioso e eu reviro os olhos olhando para o espelho, tentando ajeitar meu cabelo, mas acho que teria que lava-lo.

— Beatrice, você pode vir aqui?

— O que? — digo abrindo o box.

Ele abruptamente me puxa para dentro do box com ele, eu arregalo os olhos.

— Daniel!

Ele sorri e me beija. Ficamos alguns minutos fazendo uma pequena guerra de água, depois dele ter tirado o que faltava de minha roupa.

Saímos do banheiro e ele vestiu a mesma roupa que estava ontem. Num piscar de olhos ele já estava pronto. O que esse homem faz para ficar insuportávelmente irresistível em uma fração de minutos?

Ele se senta na cama observando eu me arrumar. Sequei o cabelo e passei uma leve maquiagem. Fiz isso muito rápido, o que eu achei impressionante.

— E então? — me viro para ele.

— Nossa! Tudo isso é pra mim?

— Quem sabe...

Ele se levanta e me dá um beijo rápido, segurando minha cintura e dá um leve apertão em minha bunda.

Adoro.

Medo do que estou me tornando.

Comemos rapidamente e ele tinha que ir. Ele pega suas coisas e se despede de mim com um beijo.

Sento-me encostada na porta e fico pensando em tudo que aconteceu. Quem diria que eu, Beatrice Morris , sairia daquela minha vida chata e pacata de Toronto e no meu primeiro dia no emprego dos meus sonhos, conheceria o homem dos sonhos de qualquer garota, e descobriria que estou completamente louca por ele.

Não sei o que aconteceu, não sei o que está acontecendo. Só sei que esse sentimento é bom demais. E sei também que não é qualquer sentimento.

Há algo que nos liga, alguma conexão do além, talvez? Talvez somos almas gêmeas de vidas passadas, ou de mundos diferentes?

Ou talvez eu esteja lendo muito Fallen e Instrumentos Mortais.

Eu posso estar louca, mas nunca me senti assim por ninguém. E então eu acabo me dando conta de uma coisa absurda:

Eu estava me apaixonando por ele.

Da primeira vez que eu o vi, foi como se eu tivesse encontrado uma parte de mim, e isso pode ser louco mas é real.

Então, chego a conclusão que era para ser assim. Em um dia eu já tenho uma certeza: eu estou completamente apaixonada por Daniel Parker.

Tudo isso em um dia. Mas quem liga?



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