História Forever By Your Side - Capítulo 20


Escrita por: e Mellarkisses

Postado
Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Annie Cresta, Clove, Effie Trinket, Finnick Odair, Haymitch Abernathy, Katniss Everdeen, Peeta Mellark, Primrose Everdeen
Tags Comedia, Drama, Romance
Visualizações 289
Palavras 2.525
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura *-*

Capítulo 20 - Capítulo 20


Fanfic / Fanfiction Forever By Your Side - Capítulo 20 - Capítulo 20

Nunca fui muito bom em fazer surpresas, pelo simples fato de não gostar de ser surpreendido, mas considerando minha recente mudança de rotina, onde eu permanecia por mais tempo em Phoenix, resolvi usar do meu tempo, para, quem sabe, passar mais tempo com Katniss.

Depois da cena dela dormindo em meu sofá, cheguei à conclusão de que cada minuto era precioso, considerando o extremo cansaço, e a falta de tempo da minha garota.

Por isso, naquela noite de segunda-feira, sem nem mesmo avisar Katniss, peguei meu carro, quase no horário do término de sua aula, comprei dois hot dogs – devo ressaltar, que nenhum deles era pra mim –, uma lata de Coca-Cola, e um bombom recheado, exatamente naquela barraca de lanches da praça principal da cidade, e me encaminhei até o encontro da minha garota.

Por algum motivo, eu estava ansioso. Meus dedos tamborilavam no volante, e eu olhava o tempo todo para fora, como se Katniss fosse materializar na calçada, a qualquer momento.

Depois de pouco tempo no incomodo espaço apertado de um carro, acabei saindo do veículo, e encostei na lataria.

De braços cruzados, e olhos atentos, fiquei por ali, imaginando o que Katniss acharia da minha primeira ida até a faculdade onde ela estudava, e o quanto de fome, ela estaria sentindo àquela hora.

Sorri com o último pensamento.

Com certeza, ela estaria faminta.

As primeiras pessoas saíram minutos depois da minha chegada, mas demorei para localizar minha namorada, que demorou um pouco mais do que os outros para passar pelas enormes portas do prédio.

Katniss estava animada, rindo e gesticulando para alguém, que um grupo de pessoas me impedia de enxergar quem era.

A uns bons metros de distância de mim, ela parou de andar, e ficou de lado, ainda falante, como só ela conseguia fazer, enquanto tentava prender seus cabelos em um daqueles coques frouxos.

Sorri, ao perceber que Katniss parecia ter sido feita para se comunicar com as pessoas. Ela tinha tanta naturalidade emanando dela, que me surpreendia o fato dela corar, com um simples elogio.

A quantidade de pessoas foi diminuindo, até que meus olhos identificaram um cara, mais alto do que eu, de cabelos loiros, com um sorriso esperto, de frente pra Katniss, e foi naquele momento, que meu sorriso morreu, e meus braços, já cruzados, se apertaram mais em frente ao peito.

O cara parecia estar acostumado com o falatório de Katniss, pois ele apenas sorria, afirmava com a cabeça, e vez ou outra soltava uma palavra ou duas, o que também não parecia incomodar Katniss, nem um pouco.

Soltei os braços ao lado do corpo, e apertei as mãos em punho, desencostando da lataria do carro.

Eu nunca tive problema com ciúme. Tanto como sentir, como também deixar alguma mulher enciumada. Mas até então, eu também nunca tinha tido um relacionamento que eu levava a sério, e muito menos tinha tido alguém como Katniss como namorada, afinal de contas, ela era única, em cada pedacinho dela.

E em minha cabeça, acabei chegando à conclusão de que era impossível que eu tenha sido o único homem a ter notado essa singularidade nela, principalmente, ao ver que o cara que falava com Katniss, parecia atento demais em seu rosto bonito.

Quando fiz menção de me mover, para reagir de alguma forma, mesmo que fosse indo até os dois, e arrastar Katniss pra longe do cara, ou até mesmo entrando em meu carro, para ir embora, e fingir que nunca estive ali, ela se moveu, e com um abraço, e um beijo rápido no rosto, os dois se despediram.

Engoli com dificuldade a saliva, sentindo a garganta apertar, e os olhos queimarem, enquanto Katniss se virava em minha direção, ainda sorrindo, e começava a caminhar até a calçada.

Demorou pouco tempo para ela me notar, mas quando seus olhos me localizaram, seu sorriso foi mais largo ainda, e Katniss acabou dando uma corridinha, para me alcançar.

– O dia não podia acabar melhor. – ela disse, assim que parou a minha frente, ainda sorrindo. – Oi, amor. – com as mãos quentes, Katniss segurou meu rosto, e beijou meus lábios demoradamente, antes de se afastar, e me encarar de cenho franzido. – O que aconteceu?

O som da pulsação forte em minha cabeça, era ensurdecedor.

Eu só conseguia apertar as mãos fechadas, e encarar o rosto de Katniss, que agora parecia preocupada.

– Peeta? – ela chamou, tocando minha bochecha, depois a minha testa, como se testasse a minha temperatura. – Ei, lindão. Tá me deixando preocupada.

– Como eu nunca soube que você tinha um colega tão próximo?

A minha voz saiu baixa e contida, mas ainda assim, eu mesmo consegui perceber que eu estava irritado, só pelo meu tom.

Katniss arqueou as sobrancelhas, depois as franziu.

– Você tá falando do Cato? – perguntou, e eu dei de ombros.

– Não sei. Estou? – perguntei de volta. – Até porque eu não sabia da existência dele.

– Ele é um colega de turma. O professor nos colocou pra fazer um trabalho juntos. Só isso. – ela explicou, sem que eu perguntasse. – Essa cara toda, é por ciúme?

– Não podia ser outra coisa. – murmurei, voltando a cruzar os braços. – E vocês pareciam bem próximos.

– Porque ele sempre foi simpático comigo. Eu só estou retribuindo. – Katniss ajeitou a bolsa no ombro. – Até parece que não confia em mim. – seu tom saiu magoado e irritado.

– Eu confio. Eu só odiei a sensação de te ver conversando tão animada com outro cara. E aquele abraço e aquele beijo? Quase fez minha cabeça explodir. – usei a mão esquerda pra massagear minha têmpora. – Na verdade, ela ainda está pulsando a ponto de querer desgrudar do meu pescoço.

Katniss me analisou, em silêncio.

– Eu não devia ter vindo sem avisar. – neguei devagar, passando a mão por meus cabelos com certa força. – Vamos. Eu vou te levar pra casa.

– Eu não saio daqui, até conversarmos de verdade. – Katniss respondeu, e dessa vez, ela quem cruzou os braços. Como não respondi, mas também não me movi, ela prosseguiu: – Nunca te falei do Cato, porque ele não tem importância na minha vida. É uma interação que mantemos, por causa das aulas. Apenas isso. E você não precisa ter um ataque só por me ver falando com outro cara. Hoje em dia, dependendo da namorada que você encontra, você não estaria seguro, nem se fosse uma interação com outra mulher. Então, mantenha a calma, por favor, porque a minha boa educação não significa que estou flertando com alguém.

– Eu não disse que estava, Katniss. Eu disse que não gostei da sensação. É horrível. – suspirei, esfregando a testa. – É que você é... Você. Você é única. Sempre terá a chance de encontrar alguém melhor do que eu. E eu sou egoísta demais, para pensar em aceitar que você ficaria melhor com outra pessoa, do que comigo.

Katniss acabou rindo, quando me calei.

– Meu Deus. Como você é ridículo. – ela soltou, e eu franzi o cenho. – Você não entendeu ainda, que você é o homem dos meus sonhos? Na verdade, você deve ser o homem dos sonhos de várias garotas. Céus, Peeta. Você é educado, cavalheiro, romântico, preocupado, lindo, tem um sorriso encantador, tem um corpo, que quase me faz enfartar toda vez que eu olho. Você é o pacote completo. Um príncipe da vida real. E é todo meu. Você acha que eu ia querer te trocar por qualquer outro cara? Nem se eu estivesse completamente sem juízo, Peeta Mellark.

Não consegui dizer nada. Eu estava paralisado com a minha atitude infantil, e com o meu modo de agir em relação ao ciúme. Eu parecia um adolescente bobão e inseguro, e por essa razão, eu estava com muita vergonha da minha atitude diante de Katniss. Ela, por outro lado, parecia tranquila com toda a situação, já que, assim que entramos no carro, ela encontrou os hot dogs, agradeceu e passou a devora-los, alegando que ela realmente estava faminta.

Enquanto Katniss comia e bebia a sua coca, ela me contava sobre o seu dia, e sobre o quanto ela ficou animada ao receber a nota de um teste surpresa, que havia acontecido naquele mesmo dia, e sobre o quanto ela estava contente em saber que passaria em todas as matérias com ótimas notas.

Eu só conseguia sorrir, e parabeniza-la por tudo aquilo, sempre mantendo a minha atenção na rua. Mesmo que eu já conhecesse o caminho, eu preferia assim, por conta da vergonha que eu estava sentindo.

– Pra onde você está me levando? – Katniss perguntou, assim que eu virei a rua que nos levaria até a sua casa.

– Para a sua casa. – respondi, sem olha-la.

– Eu não quero ir para a minha casa. – a encarei rapidamente. – Eu quero ir para o seu apartamento.

Caralho.

– Tem certeza?

Eu havia acabado de dar um chilique de um homem inseguro, e ela queria ir para o meu apartamento?

– Absoluta. – ela respondeu séria. – Mas eu vou entender se você não quiser que eu vá.

– Eu não seria louco. – falei, fazendo o retorno.

Estacionei o meu carro na minha vaga de costume. Katniss pegou o bombom recheado, e o restante de sua coca, que eram as únicas coisas que haviam sobrado do lanche que eu havia comprado pra ela, e se dirigiu até o elevador.

Subimos os sete andares em um quase silêncio, que só não foi completo, por culpa do barulho que Katniss fazia enquanto sugava o que restou da sua coca na latinha. E eu não posso deixar de ressaltar o quanto esse simples gesto mexeu comigo, assim como tudo em Katniss mexia.

Abri a porta do meu apartamento, e dei espaço para que ela entrasse. Katniss largou suas coisas na bancada da cozinha, e se virou para me encarar. Tinha algo diferente em seu olhar, e mesmo a conhecendo tão bem, eu não soube identificar o que era. Joguei a chave do carro ao lado de suas coisas, e cocei a nuca com força, antes de finalmente resolver dizer algo:

– Eu agi feito um idiota com você. Me perdoa por ser um namorado tão bobão. – ela nada disse, então eu prossegui: – Você é a mulher da minha vida, Katniss, e eu não quero te perder. Eu não suportaria. – acrescentei. – Desculpa. – pedi, envergonhado o suficiente para não olha-la nos olhos.

– Está tudo bem, amor. – não demorei para notar que ela estava em minha frente. – Eu achei fofo. – franzi o cenho, e ela levou as mãos até os botões da minha camisa, começando a abrir um por um. – E muito sexy.

– Katniss. – resmunguei, quando senti seus lábios volumosos em meu pescoço.

– O que, Peeta? – ela perguntou com a voz rouca, enquanto distribuía beijos em meu pescoço e maxilar. – Já fizemos sexo de reconciliação, sem nem mesmo termos brigados. O que tem de mais em fazermos, depois de uma quase discussão? – fechei os olhos, quando senti ela sugar a pele do meu pescoço. – Me mostra o quanto você me ama. Eu quero sentir você em cada parte do meu corpo. Eu quero tudo com você, Peeta Mellark, e agora.

Caralho. Eu estava enlouquecendo. Ela estava me enlouquecendo.

No segundo seguinte minha mão direita já estava emaranhada no meio dos cabelos macios de Katniss, que como de costume já havia se desfeito do coque frouxo dela. Minha boca se encaixou tão perfeitamente na dela, que eu chegava a me negar a acreditar que algum beijo no mundo, fosse tão perfeito quanto o nosso. Suas mãos terminaram o trabalho com a minha camisa, e ela mesma a deslizou por meus braços, a jogando no chão, onde, segundos depois, eu joguei o seu vestido, a deixando apenas com uma lingerie cor de rosa, que cabia perfeitamente em seu corpo esbelto.

Desci minhas mãos por seu corpo, repousando-as em sua cintura, e em um único impulso, Katniss já estava com as pernas presas em meu quadril, enquanto eu beijava, mordia ou sugava cada pedaço de sua pele que minha boca alcançava.

Eu achava incrível a maneira com que Katniss me levava aos extremos. Ao mesmo tempo em que eu queria ama-la da maneira mais delicada possível, eu também queria ser grosso, e toma-la pra mim de maneira forte e quase bruta.

Na dúvida, eu resolvi fazer as duas coisas juntas.

Caminhei com Katniss, e joguei seu corpo contra o armário da cozinha, avançando sobre ela, em seguida. Ela nem mesmo reclamou da minha brutalidade. Apenas gemeu alto, antes de voltar a me beijar, enquanto trabalhava em abrir a minha calça jeans. Eu mesmo me livrei dos meus sapatos, empurrando a calça e as meias para longe de mim, antes de voltar a beijar Katniss. Suas mãos quentes passeavam por meu corpo, e a minha boca fazia o mesmo com o dela.

– Você é perfeita. – Katniss se arrepiou com a minha fala em seu ouvido.

– Não vou dizer o que eu estou pensando sobre você nesse momento. – sua voz estava rouca, e suas bochechas levemente coradas. – Me tira daqui. – ela pediu, me encarando, e eu franzi o cenho. – Eu quero tentar outra coisa. – suas bochechas ficaram em tom escarlate, mas eu fiz o que ela pediu.

Segurei sua cintura, e a ajudei a descer do armário. Ela me encarou por poucos segundos, antes de beijar meus lábios demoradamente. Em algum momento ela desceu seus beijos por meu pescoço, peito, barriga, e enfim alcançou a minha cueca. Com uma delicadeza que só ela tinha, Katniss se livrou da minha última peça de roupa. E quando eu achei que ela voltaria a me beijar, e me deixaria comandar as coisas, ela me surpreendeu, de uma ótima maneira, devo ressaltar, quase me fazendo perder a pouca sanidade que ainda restava em mim.

– Cacete, Katniss. – foi o que eu consegui dizer, antes de puxa-la de volta para mim. – É melhor você parar, senão você vai me matar.

Foi o que consegui dizer, antes de puxa-la para o meu colo novamente. Em poucos segundos ela já estava sentada em cima do meu balcão de mármore, e como eu já estava muito mais do que louco, eu nem mesmo me livrei de sua última peça de roupa, e sim apenas afastei a peça para o lado, antes de finalmente me afundar em Katniss.

Minha garota soltou um gemido tão alto, que eu tenho certeza de que foi capaz de acordar ao menos as pessoas daquele andar, e a única coisa que eu fiz, foi aperta-la mais contra o meu corpo, enquanto enterrava a minha cabeça em seu pescoço, e me movimentava, sentindo o seu interior quente e úmido esmagar o meu membro, que mais parecia uma rocha de tão rígido que estava.

– Peeta. – meu nome saiu de forma manhosa de sua boca. – Amor, eu...

– Eu sei, meu anjo – beijei seu pescoço, antes de dar uma última investida contra ela, nos levando ao ápice do prazer. – O que achou do sexo de reconciliação? – perguntei, depois de alguns minutos.

– Achei perfeito. – ela sorriu, deitando a cabeça em meu ombro.

– Estou perdoado? – questionei em dúvida, e ela assentiu. – Quer um banho? – perguntei, e ela me fitou, sorrindo. – Prometo que é só um banho mesmo.

– E se eu não quiser que seja só um banho? – ela perguntou, me puxando para perto.

– Garota insaciável. – foi só o que eu disse, antes de beija-la mais uma vez.


Notas Finais


Beijos ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...