História Forever By Your Side - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Anuele, Jeon!plebeu, Jikook, Jimin!prince, Jin!plebeu, Kookmin, Namjin, Namjoon! King, Passado, Presente, Sinca
Visualizações 95
Palavras 2.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Fluffy, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leituraaa🎈

Capítulo 3 - First Forever


Fanfic / Fanfiction Forever By Your Side - Capítulo 3 - First Forever

.⋆.

Tudo na vida tem um propósito.

 ︵︵︵︵︵..♡..︵︵︵︵︵

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— Hm… Que cheiro maravilhoso é esse? — Jeongguk entrou na cozinha embriagado pelo cheiro de pão fresco que estava por toda a casa. A cara de quem havia acordado recentemente era evidente, os cabelos castanho longos numa reta trança pendendo sobre as costas tinha seus fios, na noite passada arrumados, fora do lugar. — Bom dia, irmão!

— Bom dia, Jeonggukie! — SeokJin se virou tirando a forma cheia de pão do forno a lenha e a pôs na mesa. — Fiz pão para comermos. Vamos, prove!

— Se o gosto estiver tão bom quanto o cheiro… — O ômega deixou no ar pegando um dos pães, assoprou e o comeu.

— E então…? — O beta, esperançoso, olhava o irmão esperando a avaliação do mesmo em relação ao seus pães.

— Tem erva doce, no entanto, está muito suculento.  — O ômega, que não gostava nem um pouco de erva doce, comeu todo o pão se deliciando com a massa fofa e gostosa que  a massa redonda e pequena tinha.

— Me desculpe irmão, esqueci de lhe avisar. — O beta disse enquanto procurava no armário pelo cesto em que levaria os pães para vender na vila. — Você vai sair? — Perguntou Seokjin, preocupado ao ver que o irmão pegara sua adaga.

— Pode deixar, eu não vou muito longe. — Falou Jeon esboçando uma feição triste a qual sempre deixava Jin preocupado.

— Sabe que é para nossa segurança… — Jin, mesmo descontente com a situação em que se encontravam, abraçou o outro Kim acariciando seus cabelos para lhe passar carinho e confiança. — Pode pegar o cavalo, eu vou andando até o reino.

— Mas você vai ficar cansado...

— Não se preocupe comigo, Jeon.

— Não, Jin! — Interrompeu o irmão. — Você vai trabalhar e volta só a noite, você é quem tem que sair com o Magnus.

— Tem certeza Gukkie? — Perguntou vendo Jeon bebericar o chá posto por Jin em seu copo.

— Você não deveria nem me propôr algo assim. — Meio aborrecido pelo o irmão lhe falar aquilo, o ômega se aproximou do do beta roubando mais um pãezinho do cesto que o mais velho dos irmãos tinha nas mãos, este que terminava de arrumar os pães na cesta.

— Se cuida. — O beta assentiu e com a cesta de pães em nos braços saiu pela porta.

Jeon suspirou momentos depois ouvindo o som dos cascos de Magnus, o cavalo dos irmãos, fazer seu curso. Seria mais um dia que ficaria em casa sozinho sem nada para fazer.


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A quilômetros de onde os irmãos moravam no meio da floresta, Jin chegou ao reino de Sinca no momento exato em que o comércio já começava a abrir. Ele se sentou e pôs-se a esperar a primeira movimentação para então começar a abordar as pessoas em busca de vender seus pães e levar um dinheiro a mais para casa.


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— Você está atrasado! — Esbravejou o dono da taverna ao encontrar Jin entrando pela porta dos fundos.

— Me desculpe senhor, não irá se repetir… — O beta se curvou pedindo desculpas, ato que, mesmo sendo feito apenas para os da realeza, o seu superior fazia questão que todos os seus subordinados — principalmente os betas — o fizessem, apenas para os humilhar pela sua inferioridade.

— Eu acho bom mesmo que não se repita!

A expressão de nojo e raiva no alfa a frente de Seokjin o fazia ter medo, e por mais que fosse um abuso absurdo, ele precisava do trabalho — considerado escravo pelo seu irmão — para sobreviver.

Jin entrou pela cozinha e cumprimentou os outros trabalhadores. Se tirasse todo aquele trabalho hostil, os bêbados aos montes — principalmente a parte da noite —, e o chefe carrasco, para o beta, o trabalho na taverna não era tão ruim assim.

— Hoje você irá servir as mesas. — Um outro alfa, este filho do chefe, e quem, assim como seu pai, não gostava nem um pouco dos betas e principalmente de Seokjin, falou autoritário, o sorrisinho carregado de superioridade e deboche nos lábios.

— Sim, senhor.


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— Eu sei que ele apenas quer me proteger, mas eu queria muito ajudar… — Falou Jeon segurando o pequeno coelho preto nas mãos, mantia o bicho distraído alisando o seu pelo enquanto mantia seu monólogo com o animal. — Sabe coelhinho, hoje eu vou falar seriamente com ele e...

O coelho pulou de seu colo e correu a pulos ligeiros floresta à dentro depois de ouvir um barulho de, possivelmente, outro animal próximo de onde Jeon estava. O ômega, curioso como era, tirou os pés da água e levantou-se da rocha indo na mesma direção de onde ouvira o quebrar de galhos indicando que um animal estava por perto. Andou muito pouco e viu, caído e com sangue na pelagem da perna esquerda, um bambi.

— Oh, céus! — Se desesperou de imediato ao ver que o sangue vinha de um machucado recém adquirido. Havia uma flecha atravessada na coxa do bicho. — Quem fez isso com você, pequeno? — se aproximou devagar para não assustar o animal — Calma, eu vou te ajudar… — Com extremo cuidado o ômega segurou a flecha atravessada e tentou quebrá-la, o que foi falho. Pensou por um momento e tirou a pequena adaga do cinto e com muito esforço cortou a madeira. — Agora só falta…

— Achei um! — O grito não veio de muito longe, mas ainda assim o animal nos braços de Jeongguk se assustou e saiu correndo.

— Eu ao menos tirei a flecha. — O ômega deu de ombros e sorriu, mesmo não tão satisfeito, pois havia tirado a flecha do bambi.

Se levantou e ouviu cochichos, não queria e nem deveria, mas a curiosidade era maior que si próprio e então se aproximou de onde vinha os murmúrios. Nunca havia visto ninguém naquelas redondezas da floresta, nem um caçador sequer.

— Onde está o príncipe? — Ouviu uma voz diferente da anterior se pronunciar e franziu o cenho, deveria sair dali. Pelo o que havia ouvido, deveriam ser da realeza, mas não sabia quem eram e muito menos se eram boas pessoas. — Vamos, ele deve estar atrás do outro animal. — O ômega suspirou aliviado e guardou a faca que segurava firmemente em modo de defesa sem nem ao menos perceber.

— Seus pais não te ensinaram que é feio espionar as pessoas? — O ômega deu um sobressalto e voltou a tirar a adaga do coldre se virando rapidamente apontando a “arma” para o indivíduo quem o havia assustado.

— Quem é você? — Perguntou com firmeza ao falar, sentia medo mas não deixaria transparecer em sua voz ou movimentos.

— Hey, calma. — O homem levantou as mãos em forma de rendição — Não vou lhe machucar, eu me chamo Jimin e… espera, você não sabe quem sou eu? — franziu o cenho em dúvida.

— É notável que não sei, não achas? — Jeongguk estreitou as pálpebras desconfiado.

— Oh, sim. Eu apenas havia me confundido.

— O que está fazendo aqui? Ninguém vem para essas bandas da floresta, é perigoso!

— Bom, para um ômega como você, com certeza! Mas eu sei muito bem me cuidar. — O homem fez uma pose convencida deixando a mostra a espada no lado esquerdo da cintura.

— Eu também sei me cuidar sozinho! — Falou o ômega em resposta.

— Se fosse mesmo, perceberia que eu peguei sua adaga. — O ômega piscou e com um sorrisinho arteiro nos lábios, e movimentos rápidos, o recém chegado balançou a pequena faca em frente aos olhos do ômega que não acreditou no que ele havia feito.

— Mas, como você… Me devolva!

— Calma, não pretendo ficar com ela. Irei devolvê-la — Se virou e caminhou em direção a gruta qual antes Jeon estava a passar o tempo num monólogo com um coelho. — Você não vem?

— E por que eu devo confiar em você? — Perguntou vendo o outro se afastar de si e pôs-se a caminhar pouco atrás do desconhecido.

— Você não confia… Mas algo em mim, quer mudar isso.

— Você não me respondeu… digo, quem é você…

— Já falei, me chamo Jimin, sou… — parou e pensou por um momento vendo que o ômega estava logo atrás de si. — camponês!

— Suas roupas não são de um camponês… — A desconfiança do ômega só aumentavam. — Suas vestes são de alguém que possuí muitas posses ou que tenha algum cargo na corte. — Acusou o ômega.

— E eu, por ser um camponês, não posso ter posses? — Perguntou o homem parando de súbito de frente ao ômega fazendo o mesmo parar a sua frente.

— Não é isso, mas…

— Você é muito diferente.

— Como? — Jeon não conseguiu entender.

— Para um ômega, você é muito peculiar. — O homem se aproximou minimamente. — Seu cabelo… Ele é lindo — Falou admirado.


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— Eu não estou roubando!

— Como ousa levantar a voz para seu superior?! — O homem se aproximou mais de Seokjin com sua pose ameaçadora.

— São apenas sobras! — O beta, novamente, levantou a voz já impaciente e incomodado pela situação, mostrando a cesta ao dono da taverna.

— Sobras que não lhe pertencem seu beta miserável. — O homem lhe segurou pelos longos cabelos, a outra mão foi ao alto e logo desferida ao rosto do Kim num tapa estridente, Seokjin, surpreso, soltou um grito mudo pela dor. — Quero que você suma de minha frente. Agora!!!

Seokjin não teve ao menos um tempo de processar tudo o que aconteceu e simplesmente foi empurrado porta à fora feito um animal — não que eles merecessem este tipo de tratamento. Estava, novamente, sem um meio de sustentar a si mesmo, sua casa, e o mais importante, seu irmão.


~ • ~


— Como prometido, aqui está sua adaga. — Jimin estendeu a faca em frente aos olhos do outro que pegou-a sem exitar.

— Ainda não entendi, você é tão sozinho ao ponto de precisar manter algo de alguem apreendido para ter sua atenção? — Indagou Jeongguk sentado sobre a rocha. Ambos observavam sentados, os peixes coloridos que faziam sua dança ao nadarem no lago de água azul quase cristalina, o espetáculo prendia a atenção do ômega que se estivesse a olhar para o alfa no momento de sua fala, veria em seus olhos, mais específicamente no brilho que esboçaram, o quanto aquilo havia retratado um pouco de como se sentia.

— Para a sua informação, eu tenho vários amigos, mas ninguém me entende o suficiente…

— Não te conheço, nem sei de sua vida, mas eu lhe entendendo, meu irmão é assim comigo também.

— Você tem um irmão? — Falou o alfa surpreso pela revelação do outro.

— Você não esperava que eu contasse antes, não é mesmo?! — Jimin crispou os lábios concordando com o ômega. O alfa iria responder, até ouvir o barulho de cascos de cavalo se aproximarem.

— Aí está você, majes…

— Jimin!!! Jimin, o camponês, que trabalha no castelo. É, eu estou aqui, sim. — Jimin levantou exasperado deixando Jeongguk novamente desconfiado pela sua atitude.

— Temos que voltar, “Jimin: o camponês”. — O homem mais alto sorriu em negação. — Agora.

— Foi um prazer ômega de cabelos compridos de nome ainda não revelado. — Brincou o alfa pegando a mão do ômega, este que a puxou antes que Jimin pudesse completar o seu ato cavalheiresco.

— Não posso dizer o mesmo…

Jeongguk viu o alfa se afastar de si, e pongar num cavalo completamente preto. Viu os dois homens juntarem-se ao alfa que acabara de conhecer, se afastarem gradativamente da entrada da gruta e se deu ao luxo de finalmente sorrir. Não queria ter tratado o homem daquela maneira, mas segundo o que seu irmão sempre fazia questão de frisar, ele não podia confiar em ninguém.

O ômega voltou para casa um pouco depois do sol se pôr. Para sua surpresa, encontrou seu irmão à mesa com um copo em mãos, ele chorava e falava coisas desconexas que tiravam a capacidade de ser entendida suas palavras.

— Seokjin. — Chamou o irmão e não obteve respostas. Se aproximou tocando o ombro do beta que olhou para si. O rosto completamente vermelho e inchado pelo choro recente, a cabeleira se encontrava um caos de fios emaranhados. — Oh, meu Deus… O que aconteceu Jinnie? Você bebeu? — Jeon franziu a testa pegando o copo das mãos do mais velho vendo, para o seu alívio, que não se tratava de nada com teor alcoólico.

— Eu… — Tentou falar, mas o choro novamente se iniciou fazendo o mais novo ficar ainda mais preocupado com o beta.

— Venha, vamos. — O ômega levantou o irmão com um pouco de dificuldade e o apoiou em seus ombros.

— Não, Jeongguk. — O beta se afastou do irmão se apoiando na mesa; a cabeça baixa evitando o contado visual. — Eu… eu perdi, de novo irmão. — Seokjin se sentou novamente fazendo sinal para que o mais novo fizesse o mesmo.

— Não é culpa sua Jin… Você sabe disso. — Jeongguk segurou no queixo do beta e levantou o rosto do irmão que não queria olhar para si. O cabelo cobria parcialmente sua visão. Já sabendo do que Seokjin falava, ele suspirou. — Eu não vou mais ficar aqui parado, enquanto só você trabalha. — Falou convicto recebendo um olhar repreendedor do mais velho.

— Você não pode! É perigoso e você sabe disso.

— É, tanto para mim quanto para você, mas olha só…

— Você é um ômega, não deveria se preocupar com isso Jeongguk, eu quem devo trabalhar e…

— Pare com isso irmão. — Jeon se segurou para não deixar as lágrimas caírem. Ouvir aquilo e saber que seu irmão pensava daquele jeito lhe deixava deveras triste. Ainda mais sabendo que isso acontecia muito antes de tudo mudar.


Notas Finais


Boom... Agora damos início a história.


Trailer da fanfic:

https://youtu.be/aPc2e1WWqZo


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