História Forget The Blood - Capítulo 4


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Categorias Kasper Schmeichel, Peter Schmeichel
Personagens Kasper Schmeichel, Personagens Originais, Peter Schmeichel
Tags Kasper Schmeichel, Peter Schmeichel, Rússia2018, Traição
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Palavras 769
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Kisses

Capítulo 4 - 003


Agarro a pessoa na minha frente antes que tombasse para trás. Olho em frente encarando-o.

- Sem problemas. Eu também estava distraída. - sorrio e aproveito para observar o homem na minha frente. E eu conheço esta cara.

- Algum problema? - ele fala enquanto eu ainda o observo.

- Ah, não. Só estou com a sensação que o conheço de algum lado.

- É bem possível. - ele sorri. - Sou Peter. Peter Schmeichel.

Abro os meus olhos e ao mesmo tempo a minha boca de espanto. O enorme homem na minha frente era somente um dos melhores guarda redes de sempre e que eu tinha tido o gosto de ter visto jogar pelo clube do meu coração.

- Oh meu Deus. - falo de maneira apressada. - Desculpe. Sou Anne. Sou portuguesa e tipo, eu vi a sua pessoa jogar em Portugal pelo meu clube do coração e vibrei tanto. - enquanto falo estou a rir. De nervoso. - Deve pensar que sou maluca mas é nervosismo mesmo. - começo a rir mais.

- Calma. - ele ri também e abre um sorriso ao mesmo tempo. - É um gosto conhece-la. E sim, eu passei bons momentos em Portugal e no Sporting. Sou Leão mesmo sem ser de nascença.

Sorrio um pouco mais enquanto continuamos a falar de Portugal. Explico a Peter que mudei de país por causa da recessão económica e que estou na Rússia para fazer a cobertura dos Jogos da Inglaterra.

- Jornalista é um trabalho muito bom, mas às vezes inglório. - ele fala e eu aceno que sim.

- É mesmo. Se bem que eu felizmente nunca tive muitos problemas com isso. Até hoje só tive momentos bons. Espero que continue assim.

Ele e eu Sorrimos enquanto passamos para a zona das bancadas enquanto o treino da seleção da Dinamarca continuava.

- Deve ser um orgulho ter um filho com o mesmo talento não?

- Imenso. - os olhos dele brilham e ele observa Kasper na baliza. - Eu só quero que ele seja feliz a fazer o que mais ama.

Dou um sorriso e pego o telemóvel observando as horas. O mesmo vibra com uma mensagem de Patricia.

Vamos jantar? Estou perto do teu hotel e não apetece-me ficar fechada no quarto.

Ok, eu daqui a nada chego. Beijos

Bloqueio a tela e levanto-me da cadeira.

- Já vais? - Peter pergunta levantando-se também.

- Sim. Vou ter com uma amiga. Mas nos somos capazes de nos esbarrar por aí. Estou no mesmo hotel que a seleção.

Ele ri e eu também.

- É bom saber isso.

- Bem, prazer Peter.

Estico a mão e ele aperta-a mas puxa-me para um abraço e deposita um beijo na minha bochecha. Eu faço o mesmo.

- Adeus.

Aceno a mão e dirijo-me até à saída do mini estádio. Ando alguns metros ainda com a conversa na cabeça. Devia ter pedido um autógrafo. Ou o número.

Hei acalma os cavalos Anne.

Rio de mim mesma quando vejo Patrícia na porta do hotel.

- Sei que demorei. Sobe comigo que eu já explico.

Ela vem atrás de mim enquanto vou até ao elevador. Preciso de um banho.

....

- Bem, isso é que foi sorte.

Patrícia fala enquanto estamos no restaurante, a degustar um belo jantar. Acabei de lhe contar o que tinha acontecido.

- É pode-se dizer que sim.

Respondo e pego no copo de água. Estamos numa parte mais reservada do restaurante pois a outra estava reservada para um grupo grande.

- A comida é muito boa mesmo. - Patrícia fala e eu mexo a cabeça enquanto bebo do copo de vinho. - São barulhentos não são?

Gargalhamos as duas juntas e volto a comer. Falamos das mais várias coisas, e principalmente do trabalho. E de Portugal. Das saudades que as duas temos do nosso país natal.

- Bem, tenho que ir à casa de banho.

Patrícia diz e levanta-se, deixando o guardanapo em cima da mesa. Eu olho o telemóvel e aproveito para entrar nas redes sociais e ver o que passa.

- Boa noite senhorita.

Aquela voz faz-me olhar para cima e encarar Peter a olhar-me. Levanto-me a sorrir e abraço-o.

- Por aqui? - ele pergunta.

- Sim vim jantar com a minha amiga. E você?

- Jantar da seleção. - ele aponta para a zona reservada.

- Ah, os barulhentos. - gargalho e Peter sorri.

- Peço desculpa por isso.

- Oh, sem problemas. - dou um sorriso.  Alguém aproxima-se de nos e Peter para-o.

- Filho, deixa-me apresentar uma pessoa. Kasper, esta é a Anne. Anne, o meu filho.




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