História Forgive Me ((jjk - kth)) - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Bts, Kookv, Sad, Taekook, Vkook
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Palavras 1.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou repostando apenas porque decidi mudar algumas coisas neste capítulo. Ele não me satisfez, então estou reescrevendo ele. É isso.

Capítulo 5 - 5


De manhã, Jeon acordou com Taehyung em seus braços. Seus olhos estavam inchados de tanto chorar na madrugada.

O mais velho respirava profundamente. Seu peito subia e descia devagar. Ele parecia melhor.

Jungkook decidiu levantar-se e fazer um café da manhã para os dois. Delicadamente, ele tirou os braços de Taehyung de sua cintura, cobriu-o com o edredom e depositou um beijo em sua testa.

Segurando a maçaneta da porta aberta do quarto, olhou uma última vez para o mais velho e pensou se seria uma boa ideia deixá-lo sozinho, mesmo que por meia hora ou menos.

"Serão só alguns minutos, e eu estarei no andar de baixo." Pensou antes de sair do cômodo e fechar a porta.

Na cozinha, preparou uma massa de panquecas, sabendo que Tae as adorava. Bateu os ingredientes em um recipiente e despejou na frigideira uma pequena quantidade da massa.

Fez também café e suco de laranja.

Colocou uma toalha sobre a mesa, arrumou os pratos, xícaras, talheres, geléias, mel, as bebidas e as panquecas bem no centro.

A porta do quarto rangeu, indicando que Taehyung teria acordado.

Bom dia... —O ruivo se pronunciou com uma voz fraca e rouca de sono. Ele coçava os olhos e se espreguiçava. Sorriu ao ver Jungkook indo em sua direção abraçá-lo.

— Oi amor! —O moreno envolveu os braços na cintura do mais velho, encostando sua cabeça no peito do mesmo e sorrindo.— Você tá bem?

— Não...quer dizer, não sei. Acho que sim por você estar aqui mas estou péssimo por todo o resto.

Jeon o olhou com uma expressão triste e depositou um beijo nos lábios do maior. Um beijo que transpassava amor e carinho.

— Isso é para mim? —Taehyung perguntou quando se separou alguns milímetros de Jungkook.

— Sim. Pensei em fazer alguma coisa legal para você. E o que seria mais legal que comida?

Você seria mais legal que comida. Mas eu preciso comer no sentido literal, então obrigado bebê. —Tae disse sorrindo malicioso, como quase sempre fazia.

O mais novo revirou os olhos e riu. Eles se sentaram na mesa e se serviram. Taehyung e Jungkook devoraram todas as panquecas. Pelo menos estavam satisfeitos.

Se deitaram no sofá e ficaram assistindo TV, abraçados e cobrindo um ao outro com carícias e beijos, discutindo sobre o quanto amavam-se.

Jungkook era acolhido pelos braços fortes de Kim, com o rosto em seu pescoço. O cheiro de Taehyung era tão bom, era doce e viciante.

Os olhos do mais novo pesavam, estava com muito sono. Tae já dormia há alguns minutos.

Te amo tanto... —Jeon se pronunciou antes de pegar no sono.

                             ❇


          — Seja forte Taehyung!

— Eu sou forte!

— Está quase morrendo. —O moreno olhava debochado para o mais velho.

Jungkook e Taehyung malhavam juntos às vezes, mas como Jeon o fazia com muito mais frequência do que o ruivo, ele acabava por ter seus músculos dos braços e das coxas maiores e mais definidos, o dando o privilégio de ser um pouco mais forte que Tae.

— Ai cansei. —Kim reclamou.

— 30 flexões não é ruim, parabéns.

— Meus braços estão me matando, acho que meus músculos vão se atrofiar.

O mais novo riu, beijando a bochecha de Tae e indo até a cozinha. Voltou com um copo d'água e um relaxante muscular.

— Tome. —Entregou para o ruivo, que colocou o comprimido na boca e o engoliu com um grande gole da água.

— Obrigado. Acho que vou tomar um banho.

— Tudo bem, vou para o quarto.

Assim, cada um seguiu para uma direção.

No banho, Taehyung deixou que suas lágrimas se misturassem às gotas d'água que saiam do chuveiro, na esperança de que sentisse um alívio, de que aquela água lavasse seu corpo de tudo. Mas claro, sabia que não era simples assim.

Encostou a testa na parede coberta de gotículas do vapor, antes de fechar a torneira e sair do box.
Recolheu a toalha pendurada no gancho ao lado da porta e a amarrou em sua cintura.

Passou uma de suas mãos no espelho, antes de abrir o mesmo para pegar seus remédios.
Seu olhar encontrou uma lâmina. Uma lâmina brilhante e limpa, reluzente. Não se lembrava de ter colocado alguma ali, e Jungkook não o faria de maneira alguma.
Respirou fundo e engoliu em seco, logo retirando os dois frascos de remédio dali e fechando rapidamente o espelho. Engoliu a quantidade de comprimidos recomendada e colocou os frascos na pia.

Abriu a porta do banheiro e andou em direção ao guarda-roupa, retirando do mesmo uma camiseta velha, uma bermuda preta e uma peça íntima. Vestiu as roupas e secou o cabelo com a toalha.

— Tae? 'Tá tudo bem? —Questionou o garoto mais novo, que estava lendo uma revista em quadrinhos do Homem de Ferro, deitado na cama.

— Sim. —Respondeu monossílabico.

Taehyung saiu do quarto e andou em direção ao seu pequeno "ateliê".
Um quarto separado da casa, onde ficavam coisas como diversos potes de pincéis, milhares de paletas, bisnagas e potes de tintas, e uma variedade grande de telas. Em uma pequena cômoda no canto daquele quarto, ficava uma pequena caixa de som via bluetooth preta, aquela que Kim sempre usava para escutar suas músicas mais melancólicas. Era como se aquela caixinha fosse especialmente para este tipo de música. O ruivo sempre fazia suas pinturas escutando música, e quando pintava, na maioria das vezes era em apenas um estado de espírito, aquele qual era o mais costumeiro para o garoto; tristeza.

Sua imaginação fluía, seus pensamentos e sentimentos eram colocados naquelas telas com raiva, tristeza, angústia e arrependimento, enquanto uma música como Do I wanna know, Broken, Lithium ou Rape Me ecoava pelo cômodo e por seus ouvidos. Belas melodias, que se encaixavam perfeitamente com a alma despedaçada do garoto.

Jungkook sabia o que Taehyung fazia naquela sala, assim como sabia também que o que ele fazia, fazia quando estava pra baixo, e isso o preocupava.

Aquele quarto era como um santuário para o maior, seu sangue, suor e lágrimas residiam naquele cômodo. Principalmente lágrimas.

O ruivo sempre se trancava lá, e a única coisa que fazia Jungkook não se sentir mais aflito, era escutar o seu choro vindo de dentro daquele quarto. Ele se preocupava que enquanto Kim se mantinha lá, ele fizesse alguma besteira, como suicídio. Mas enquanto escutava seus soluços, o barulho do pincel derramando tinta sob a tela, Jeon tentava não se desesperar tanto. Ele tentava conversar com Taehyung, tentava perguntar se algo diferente havia acontecido ou se tudo o que tinha guardado, veio à tona. Porém ele nunca respondia, apenas chorava, gritava, e pintava.

O mais velho estava cansado. Cansado de ser fraco, cansado de chorar, cansado se não conseguir fazer nada. Por estes motivos, não se lamentava sobre nada com ninguém, às vezes nem mesmo com o moreno. Mas em outras vezes, ele se deixava transbordar. Ele deixava que toda a confusão, virasse uma tempestade, e então, ele deixava chover.




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