História Forkbelle - Capítulo 3


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Damon Salvatore, Elijah Mikaelson, Hayley Marshall, Klaus Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Assassinato, Lobisomem, Romance, Suspense, Triângulo Amoroso, Vampiro
Visualizações 37
Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores!!!! Espero que estejam gostando...

Capítulo 3 - Retaliação.


Fanfic / Fanfiction Forkbelle - Capítulo 3 - Retaliação.

09/03/ 2011, Forkbelle – Filadélfia

Floresta de Shawood

 

Próximos a grande floresta de Forkbelle, dois adolescentes com idades entre 17 a 18 anos, estavam trocando beijos e caricias. – Vem Harryson! Ninguém vai ver a gente aqui. –A garota aparentemente bêbada, segura na mão do garoto e o arrastando até o meio da floresta. – Adivinha oque eu quero! –A garota fala em um tom de voz sensual, tentando seduzi-lo e parece que estava funcionando, pois imediatamente o garoto começa a segui-la com um sorriso malicioso. A garota se chamava Jeniffer Ottor: filha do xerife da cidade. Jeniffer era a garota mais bonita e popular da escola, todos os garotos a desejavam e ela parecia gostar da atenção que lhe era dada. Ela estava namorando Michael Mitchell: jovem empreendedor da cidade, mas mantinha um caso com, Harryson Dylan, o filho do prefeito. Era sexta feira, por volta de 22:30. Já havia passado a hora de ambos estarem em casa, mas parece que eles não estavam dando a mínima para isso. O garoto metido de cabelo preto, típico garoto mimado, mas que apressado envolve, Jeniffer, em seus braços e começam a se beijar, o beijo estava ficando cada vez mais intenso e perigoso. Como eram jovens, estavam com os hormônios a flor da pele. Tudo estava indo aparentemente bem, mas um barulho nos arbustos chamou a atenção do casal. Harryson tenta se mostrar durão para Jeniffer e decide explorar o ruído. Pegando um pedaço de pau ele caminha em direção ao arbusto enquanto fala em um tom de voz ameaçador.

– Hey! Quem esta aí? Acha que pode ficar espionando a gente e sair impune? Seu taradão... –Entre risos ele fita a garota que começa a rir de forma debochada, ambos começam a rirem despreocupados com a situação. Como Forkbelle era uma cidade aparentemente tranquila eles não pensaram no pior. Talvez por serem jovens e inconsequentes. O sorriso do garoto desaparece na mesma hora ao ver uma mão peluda, enorme e com garras o puxando para dentro do arbusto. Com ajuda das suas garras enormes, Harryson, começa a ser retalhado. O garoto começa a gritar desesperado por socorro, mas Jeniffer nada fez. – Ahh! Jeniffer, socorro... Me ajuda, por favor! Ahhh... –De repente tudo fica em silêncio, oque despertou a curiosidade da garota, que mesmo tremendo se aproxima do arbusto. Ela pensou que fosse alguma piada de mau gosto do rapaz, mas quando ela entra no arbusto, vê Harryson sendo devorado.

– Ahhh! Harryson, não... –Jeniffer leva a mão na boca por conta do espanto. Apavorada ela sai correndo dali, mas por um pequeno desequilíbrio, cai de cara no chão enquanto escuta a tal fera vindo em sua direção. Trêmula ela se esconde atrás de uma árvore, levando a mão na boca, prendendo sua respiração. Um silêncio agonizante paira sobre o local. Jeniffer aproveita o momento para fugir, mas acaba dando de cara com a fera que em um único golpe a golpeia. O golpe foi tão forte que ela cai morta no mesmo instante, sua boca foi rasgada ao meio. A fera segura à garota já morta pelo pé e a arrastando pela floresta.

 

10/03/2011, Ohaio – EUA  

Emilly Sawnders

 

  Acordei logo cedo e decidi ir caminhar um pouco, pois queria despedir da minha cidade, antes de me mudar. Passei próxima a minha antiga casa e decidi entrar lá, a casa onde eu cresci estava toda suja e abandonada, ela estava no inventario da família e ainda estava no processo pra passar para o meu nome. Assim que entrei no quarto (antigo quarto que era dos meus pais), começo a chorar, pois era como se minha mãe estivesse ainda deitada ali naquele chão. Na cabeceira da cama, vejo um porta-retratos: nele estava a minha foto junto dos meus pais. Não consigo segurar minhas lagrimas, levando o porta-retratos ate meu peito e o abraçando. Como eu queria meus pais de volta, se eu pudesse voltar no tempo. Mas uma voz idêntica a da minha mãe me chama. Assustada deixo o porta-retratos cair no chão, o vidro se espatifa no chão e podendo ver uma chave saindo por detrás da foto. Pego a chave e me levanto, junto da chave, tinha um papel e nele estava escrito o seguinte.

 

Querida Emilly!

 

  Se estiver lendo essa carta, provavelmente algo de ruim me aconteceu! Mas quero que saiba que eu te amo, peço desculpas. Emilly, já faz alguns dias em que estou sendo observada por pessoas más, e temo por você minha querida. Essa chave que provavelmente esta na sua mão, abre uma caixa antiga, essa caixa esconde um livro raro de nossa família. Prometa que vai guardar esse livro com muito cuidado e que só vai abrir quando for necessário? A caixa está no fundo falso do meu guarda roupas. Apesar de nossas brigas, eu e seu pai te amamos muito e você é a melhor coisa que nos aconteceu. Espero que se de bem com sua tia Audryn! Beijos da sua mãe que te ama muito.

 

  Assim que terminei de ler a carta, não consegui disfarçar minha cara de surpresa. Como minha mãe sabia que titia Audryn ficaria com a minha guarda? Teria ela previsto a sua morte? Era estranho ela falar que estava sendo observada, pois eu estava tendo esse mesmo pressentimento comigo. Começo a mexer no guarda roupas e encontro uma caixa de madeira, meio gasta. Escuto um barulho estridente pela casa, então pego a caixa e saio correndo em direção à casa da minha tia. –Tia Betah! –Eufórica, grito, pelo seu nome enquanto corro para o quarto, quarto esse que eu dividia com a minha tia. Curiosa, abro a caixa, dentro da caixa encontro um livro velho e estranho. Algumas páginas do livro eram idênticas à página que encontrei com a minha mãe no dia da morte dela. Afinal, porque minha mãe esta com esse livro velho? Estranho...

– Emilly! O oficial, Gregory, está ali fora... Ele vai te levar para o aeroporto. –Entre choro ela corre ate mim e me abraça apertado.

– Titia eu não quero ir! –Ela me aperta forte em seus braços.

– Emilly, é melhor você obedecer, prometo que farei de tudo para você voltar para mim, mas você tem que ir. –Depois de muito relutar, pego minhas coisas e caminho ate o carro do policial. Assim que minhas malas são colocadas no porta-malas, entro no carro e ele da à partida. Começo a chorar ao ver a minha tia chorando a acenar. Chegando ao aeroporto, onde o policial se despede de mim com um abraço acolhedor. O policial Gregory, depois do assassinato dos meus pais, se manteve presente em minha vida. Logo ele me entrega a passagem com destino á Filadélfia, dou um sorriso sôfrego o fitando. O Avião logo decola e em um suspiro sussurro.

– É... Forkbelle, aqui vou eu!

 


Notas Finais


~tensão no ar


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