História Fotografando nossa vida - Fillie - Capítulo 5


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Categorias Stranger Things
Personagens Billy Hargrove, Bob Newby, Chefe Jim Hopper, Dr. Martin Brenner, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Kali "Eight" (Oito), Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Sam Owens, Steve Harrington, Will Byers
Tags Fanfic, Fillie, Finn, Finn Wolfhard, Millie, Millie Bobby Brown, Romance, Stranger Things
Visualizações 58
Palavras 2.560
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EAEEEEEEEEESGNSNS CAP NOVOO
TEM HOT PRA VCS
Me perdoem qualquer erro, pq eu n revistei esse cap
Boa leitura 💗

Capítulo 5 - Malditas ligações.


Millie

Finn passa seus braços em minhas pernas e me carrega até o quarto enquanto nos beijamos, esbarrando pelas paredes do corredor. O beijo é mais quente. Não podemos negar que estamos desesperados por cada toque, por mínimo que seja. Suas palavras, elas mexeram comigo, e eu não tenho dúvidas de que foram sinceras, porque, por maior a minha raiva antes de tudo, não podia negar que no fundo também ainda sentia o mesmo. Não posso negar que estou esperando por um momento mágico como esse, desde o momento em que o revi, na sala de fotografia.

Agora, preciso sentir seu corpo junto ao meu, fazer amor de verdade. Preciso do seu carinho. Não senti nada parecido em outra vez que eu tenha ido pra cama com alguém nesses anos, porque a verdade é que os homens com quem dormimos apenas uma noite, para matar a nossa vontade por prazer, não dão a mínima, eles só querem mais uma para colocar na lista de quantas mulheres comeu e contar aos amigos sua vida sexualmente ativa. Com Finn é diferente, sei que se importa comigo.

- Melhor fechar a porta... - Digo, saindo de seu colo e separando nossos lábios por um instante.

- Acha que vamos fazer muito barulho? - Finn brinca.

Seu sorriso me mata.

- Melhor prevenir. Não que a porta adiante muita coisa, mas... 

Unimos nossos lábios novamente, dessa vez em um beijo mais calmo. Caminho minhas mãos pelos seus cachos e os aperto, com cuidado.

Caminhando juntos até a cama, Finn me empurra contra ele, fazendo com que eu caia de costas sobre a superfície macia. Em seguida, tira sua camiseta com um só movimento. Meu pai amado, sinto cada parte do meu corpo arrepiar só de ver essa imagem.

Ele se aproxima e fica sobre mim, depositando mais um beijo em meus lábios, mordendo o inferior em seguida. Seguro seu rosto, desejando que esse momento seja infinito.

- Minha vez.

Anuncio, apoiando minhas mãos sobre o colchão para que eu sente e consiga tirar minha camiseta também. Jogo a peça de roupa para o lado.

Finn parece me analisar por algum tempo, o que é estranho.

- O que foi? - Pergunto, preocupada - Meu corpo... Não sei... É feio, não é?

Ele solta um risada.

- Feio? Millie, seu corpo é lindo. Estou tentando entender o porquê de Deus estar sendo tão bom comigo.

Sorrio, envergonhada, e ele logo fica sobre mim novamente, tomando mais uma vez os meus lábios para si. Ele faz uma pausa e caminha sua boca por toda a extensão do meu pescoço, me provocando arrepios com o vapor quente de sua respiração. Ele deposita um pequeno beijo na parte exposta de meu peito e caminha suas mãos devagar até as minhas costas. Ao achar o fecho do sutiã, puxa as tiras do tecido em sentidos contrários, fazendo com que a peça abra e possibilite passagem para a tirar do meu corpo. Respiro fundo. Estamos muito próximos, e eu quero que continue.

A peça de renda também é jogada para a mesma direção em que foi minha camiseta e continuamos nossos carinhos. Quando nos desligamos por um segundo, estamos praticamente nus. Finn tira sua calça jeans enquanto o observo deitada, apenas com uma roupa íntima. O admiro empurrar o tecido azul, até me olhar novamente e...

- Oh, meu Deus... - Sussurro, não acreditando na visão que tenho.

Isso... Isso é uma ereção e tanto. Fico imaginando se vai entrar onde pretendemos. Estou um tanto quanto nervosa e curiosa agora. Eu provoquei isso?

- T-tem... - Até chego a gaguejar, preciso me acalmar. Preciso esquecer um pouco o tamanho do documento que acabei de ver - Tem camisinha ali... Na primeira gaveta.

Aponto para minha comoda branca. Admiro mais um pouco o seu corpo enquanto ele procura pelo que vamos usar. A quantidade de lubrificante natural que se formou em mim, em todo esse tempo, equivale a quantidade de água para acabar com a sede do mundo.

Finn ergue a mão, revelando o pacotinho de preservativo.

- Achei... - Ele solta um sorriso malicioso de canto de boca.

Puta que pariu, como eu quero ele. Sinto o meu peito subir e descer em uma respiração acelerada enquanto ele se aproxima.

Finn puxa minhas pernas para mais perto com rapidez, sem avisos prévios. Minha respiração só acelera. Sinto suas duas mãos envolvendo uma das tiras de minha última vestimenta e, em seguida, o som do tecido delicado rasgar de uma só vez. Não me preocupo quanto a isso. Foda-se a calcinha, eu estou na cama com ele.

Finn leva sua boca até minha cocha dianteira e trilha beijos sobre ela, que só sobem cada vez mais e...

- Aahh... Finn! -

Não aguento a sensação inesperada de sua língua passando sobre a região e solto um gemido alto. Ele continua os movimentos lá em baixo, me levando à loucura. Não consigo fazer mais nada além de me contorcer e apertar o edredom que está sob nós dois. Caralho, que calor!

Ele passa sua língua úmida e quente uma última vez e volta a me olhar, mordendo o lábio inferior. Isso é tortura. Meu tesão só aumenta.

- Seu gosto é maravilhoso, sabia?

Meu senhor, ele quer mesmo me deixar louca, não é possível.

Sem ainda me recuperar de tudo o que acabou de acontecer, me encontro ainda mais perdida. Ele acaba de tirar sua última peça de roupa. Não consigo se quer me mover. Eu preciso muito dele em mim.

Finn se ajoelha em minha frente, alcança o pacote de camisinha novamente e o abre. Envolve toda a extensão de seu membro eréto bem na minha frente. Respiro fundo mais uma vez. Preciso que me belisquem pra saber se isso é real. 

Seu corpo fica sobre o meu, depositando mais um beijo em meus lábios. Abrimos os olhos e trocamos olhares, com os rostos bem próximos.

- Faz amor comigo. - Digo - Por favor.

Ele sorri.

- Como?

Só pode estar de brincadeira. Se ele me provocar mais um pouquinho, meu orgasmo chega em segundos, só de ficar olhando pra esses olhos castanhos maravilhosos.

- Caralho, faz amor comigo!

Sinto a ponta de seu membro me encostar. Prendo minha respiração. Jesus. 

- Quer fazer o que comigo?

Okay, ele está mesmo me provocando. Vamos entrar na brincadeira.

- Amor. Quero fazer amor com... - Puta que pariu!

Finn me penetra de uma só vez, de surpresa. Gritamos de prazer ao mesmo tempo em que nos unimos. Sinto meu corpo inteiro estremecer. Aperto suas costas, tentando me sustentar de alguma forma.

Meu Deus, me dê forças. 

Finn

Sei que estou perdido por Millie. Tivemos um namoro inocente no passado e, agora, nos encontramos juntos na cama. Devo admitir que não imaginava que fôssemos ter tanta saudade a esse ponto, e tão rapidamente, mas preciso que continue. 

- Eu também quero, Millie. 

Envolvo seus fios de cabelo castanhos com minha mão enquanto me apoio com a outra, sobre a cama, roubando mais um beijo seu. Começo a me movimentar devagar. Seus suspiros batem contra o meu rosto enquanto seu quadril me acompanha em cada ida e volta de meu membro contra seu corpo. 

- Mais forte... - Ela separa nossos lábios e me pede em um tom baixinho. 

Seguro sua cintura e a ergo do colchão, jogando seu corpo para mais perto da cabeceira. 

- O que está fazendo? 

Seguro suas mãos e as levo com delizadeza até as aberturas da cabeceira próxima. 

- Segure. 

Solto suas mãos. Sem aviso, retomo os movimentos, com maior intensidade, apertando e segurando sua cintura. Millie se apoia nas sustentações de madeira da cebeceira e solta gemidos altos. Eu não poderia ter visão melhor. 

- Ah... Você... Porra! - Falo com dificuldade em cada movimento e grito seu, que me provocam a mesma reação - Você é muito linda... 

Ela solta a cabeceira, se aproxima e me beija com força. Seu beijo é perfeito demais. Millie é perfeita demais. 

- Mais rápido... - Ela cochicha em meu ouvido. 

Acelero um pouco.

- Mais? - Pergunto, mesmo já sabendo sua resposta. 

- Mais... 

Millie solta um gemido fraco e segura meus braços, que sustentam meu corpo sobre o seu. Acelero.

- Mais? 

Questiono mais uma vez. Ela desce suas mãos para mais perto das minhas. 

- Sim... 

Ela se contorce sobre mim, soltando gemidos mais frequentes. Nossos corpos suam mais a cada movimento intensificado.  

- Hmm... Aah... Mais? 

Pergunto uma última vez. Quase não consigo falar. Fazer amor com Millie é incrível. 

A resposta vem apenas com um aceno de concordância, que fazem com que nos movamos o mais rápido e forte possível. Ela caminha suas mãos até as minhas e as segura. Nossos gritos são incontroláveis, e nossos beijos mais desesperados. 

Nossas mãos apertam uma a outra com mais força a cada minuto que se passa. Seu corpo roça contra o meu e suas pernas me envolvem. Trocamos carinho sem previsão. 

- Finn... Hmm... Isso! 

Estamos mais ofegantes do que nunca. Mais um pouco e eu chego em meu ápice. Mais um gemido e eu não vou aguentar sua expressão perfeita de prazer. 

- Continua... 

Faço o que pede. Sinto minha respiração pesada. Meu Deus, Millie, porque você está fazendo isso comigo?

- Finn... Vai com força! 

Faço o que pede e soltamos gemidos em uníssono. 

- Mais... Mais uma vez...

Jesus, não sei se vou aguentar mais tanto tempo. Soltamos mais gritos. 

- Ah... Mais uma! 

Faço o pedido e sinto meu ápice chegar. Gritamos o mais alto possível. Millie aperta minha mão e solta em seguida. 

- Esse foi o melhor orgasmo da minha vida. 

Com certeza a porta que foi fechada no início não adiantou nada, pois fizemos muito barulho. Retiro meu membro de seu corpo e me jogo ao seu lado, a admirando. Ficamos ouvindo nossas respirações se acalmarem. 

- Obrigado pelo melhor sexo que eu já tive. 

Rimos juntos. Millie fica mais próxima e rouba um beijo mais calmo. Faço um carinho em seu rosto. Ela para e me olha com os olhos que chegam a brilhar de tão lindos. 

- Eu não te disse antes, porque acho que estava um pouco desesperada pra gente fazer tudo isso, mas... - Sorrio, continuando o carinho que havia iniciado - Eu também nunca deixei de sentir o mesmo. 

Paro o carinho aos poucos. Talvez eu esteja sonhando. 

- Eu te amo, Finn. 


Passei a ficar com Millie todos os dias após o trabalho. Já fazem duas semanas que estamos assim. Conhecemos muito de nossos novos gostos e saímos sempre que possível. A cada dia que passa, parece mais linda. 

Contamos as nossas famílias sobre nós  por telefone e eles ficaram super felizes  de saber que nos encontramos aqui em Nova York, além de termos feito uma vídeo chamada com as duas famílias inteiras presentes. Havia meus pais, meu irmão, os pais de Millie e Paige, Ava e Charlie, seus irmãos. Depois da ligação todos ficaram animados para um encontro de verdade, onde todos poderiam se abraçar e matar as saudades. Temos que marcar esse dia.

Também fui com Millie até o Central Park e, claro, tiramos muitas fotos. Eu precisava tirar a memória ruim que havia ficado sobre esse encontro. Mas, por mais que as coisas tenham melhorado, tenho dois problemas que ainda não tive a coragem de resolver: pegar minha câmera e recuperar meu apartamento. Esses dois fatos se tornam problemas por causa de uma pessoa que eu sei que vai me encher o saco, e o nome dela é Íris Apatow. 

- Finn, me desculpe te interromper, mas a insuportável tá te ligando de novo da recepção. - Noah aparece na porta, também interrompendo Sadie e Millie com a organização dos equipamentos. 

Reviro os olhos. Depois que passei a recusar as ligações e bloquear Íris de todo o tipo de contato em meu celular, ela começou a ligar pelo número da empresa. 

- Diga a Natália pra recusar. Vou ter que falar com ela agora a noite, não tem outro jeito. - Bufo.

Noah sai mexendo os cabelos e fechando a porta enquanto eu me levanto e visto meu casaco. Melhor resolver tudo isso de uma vez. Respiro fundo desde já, esperando por, provavelmente, mais um surto da Íris.

Sinto Sadie se aproximar enquanto fecho o zíper. Ela solta uma respiração pesada e me olha, com os braços cruzados.

- O que foi? Ou vou agora ou ela não  vai sossegar até eu buscar a minha câmera. Tudo bem que com certeza ela vai achar outro assunto, sem contar que vai discutir quando eu pedir pra ela sair do apartamento, mas...

Sink me interrompe.

- Finn, nós iamos no cinema agora a noite... Lembra? Faz tempo que a Millie combinou, compramos os assentos antecipados e tudo. - Diz baixinho. 

Merda, eu esqueci. Esqueci completamente. 

- Ah, é... - Respondo, sem graça - Então... Então eu falo com a Íris depois do cinema. Pronto. 

Observo Millie logo atrás. Parece triste com a minha resposta, só não sei dizer o porquê. Por mais que falemos baixo, provavelmente está escutando tudo.

- Porra, Finn... Nós iamos na pizzaria depois! Não é possível que tenha esquecido também.

Passo minhas mãos sobre a cabeça. É, é possível que eu também tenha esquecido disso. E esqueci mesmo.

- Eu... Desculpa. Eu falo com ela amanhã.

- Não, não tem desculpa. Agora você vai falar com ela. - Millie larga o último equipamento que arruma e olha para mim.

Sadie dá abertura para que ela fale comigo.

- Na primeira semana em que começamos a sair, Íris não parava de te ligar pelo celular. Estava atrapalhando nossos encontros. Agora, ela não para de te ligar pela empresa. Mas o que você não percebe é que quanto mais você deixa ela te incomodar, mas esses problemas que você tem que resolver tomam conta dos seus pensamentos e, além de você esquecer dos nossos combinados, eu tô cansada de ter que te ouvir reclamar sobre isso todo o santo dia! 

Engulo em seco, porque sei que ela tem razão. Me sinto mal por fazer ela ter que passar por problemas que nem dela são. 

- Então, Finn, você não vai mais com a gente. Você vai sair daqui, falar com ela e só vai voltar quando estiver tudo resolvido. 

Ótimo, minha memória ruim acabou com uma noite que seria incrível. Eu fico pasmo comigo mesmo por ser tão burro. 

- Mas, Millie, nós compramos três ingressos. - Sadie tenta acalmá-la - Não dá pra devolver. O Finn disse que vai falar com Íris amanhã, está tudo bem.

- Não, Sadie! Não está tudo bem. - Millie continua - E quanto ao terceiro ingresso, chamamos o Noah, pronto! Ele vai adorar o filme que a gente vai ver. 

Por mais que esteja decidida sobre o que diz, ainda percebo a tristeza em seu tom de voz. A sala de fotografia fica em silêncio. 

- O que está esperando? Já pode ir. - Millie pega novamente o equipamento que havia largado e ignora minha presença. 

- Millie...

A chamo, mas ela continua a ignorar. Continuar aqui não vai adiantar e eu também não quero brigar com ela. Saio de cabeça baixa, sem mais enrolação. É agora que eu acabo com isso. Preciso que nosso relacionamento seja feliz, e a Íris não pode estar no meio desse plano. Não posso deixar ela estragar nosso amor. 






Notas Finais


Hm
Falo nada, só óleo
Até o próximo capítulooo
Amo vcs e obg por td 💗


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