História Four Families - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Era Medieval, Medieval, Reinos, Reis, Traição, Violencia
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Palavras 1.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Survival
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sim! Depois de duas semanas eis aqui o mais novo capítulo da série! Atenção: Pode conter informações não válidas sobre a Peste Bubônica, a famosa Peste Negra. Segundo estudos, a causa mais provável seria a de parasitas espalhados pelo corpo humano, e não os apontados no capítulo. No entanto, os apontados no capítulo também eram/são transmissores da doença.

Capítulo 7 - A Peste - Capítulo VII


Fanfic / Fanfiction Four Families - Capítulo 7 - A Peste - Capítulo VII

6 meses depois, em Birminghan…

- Hehehe! -- dizia repetidamente e alegre John, que tinha uma reputação extremamente boa em Winchester, quase considerado um Semi-Deus. Ele tinha um grande consultório, com vários enfermeiros próprios no hospital de Winchester, e, basicamente, só os ricos poderiam ir à suas consultas, que eram extremamente caras. Vale ressaltar também que ele não era, nem de longe, um menino comportado: era quase que um alcoólatra e definitivamente não era um homem de família, se é que vocês entenderam.

- Senhor, senhor! -- disse um homem entrando no consultório de John rapidamente com sua filha magra e desmaiada, provavelmente doente, em seu colo.

- Diga -- disse John, resmungando e com uma cara que misturava desprezo e nojo e um pouco de superioridade, que achava que tinha.

- Bem… é minha filha! Ela está com estas manchas e está muito doente! -- disse o homem, desesperado e chorando.

- Para examinar ela tem que se pagar o preço de uma consulta: 3 libras -- disse John, friamente.

- É claro, senhor! Pegue, é tudo que tenho! -- disse o homem, extremamente desesperado.

- Agora sim eu posso examiná-la! Vamos ver o que você tem, mocinha -- disse John fingindo certa preocupação.

A garota, com várias manchas pelo corpo, estava provavelmente com Peste Negra, o que deveria ser comprovado rapidamente, visto que John estava há apenas alguns meses do surto total da doença, que assolou a Europa por mais de 10 anos.

- Hmmm… deixe-me ver -- continuava a examinar John, que já sabia fazia tempo que doença era, mas que tinha orgulho de ser um grande charlatão e queria cobrar o máximo que pudesse da pobre família.

- Ah, é claro! Eu sei sim! -- disse John.

- Bem, para eu dizer a cura desta terrível doença que entrou em sua menina é preciso que me dê mais algumas libras, meu senhor! -- disse John.

- Senhor! Eu só tenho o dinheiro do alimento, mas pegue! -- disse o pai da menina, desesperado.

- Ok! Agora podemos finalmente lhe curar, menina! -- disse John.

É bom salientar para os leitores da obra que não dava, nem se John quisesse, fazer o tratamento apropriado da menina naquela época, visto que só é possível tratar Peste Negra com antibióticos fortíssimos. Recomendamos também que, nem de brincadeira, se façam tais tratamentos que são, além de não funcionais, perigosos para a saúde de qualquer pessoa. Várias pessoas morreram por este tratamento ridículo e impreciso, vale ressaltar.

- Bem, ao que parece é um caso para sangria! -- disse John, chutando um tratamento aleatório e que não funcionava, como sempre.

- O que é sangria? -- perguntou o pai da menina, preocupado.

- Bem, é um procedimento extremamente preciso em que tiramos os maus espíritos das pessoas com esta doença por meio de alguns pequenos cortes no braço do paciente -- disse John, que não sabia muito bem como funcionava o procedimento.

- Ok, e como faremos isso? -- disse o pai da menina.

- Farei agora, observe! -- disse John, que não fazia ideia de como realmente era o "tratamento", que nem funcionava.

Ele, então, pegou um objeto afiado, feito na hora, e cortou a menina três vezes, como ele achava que era o correto.

- Ahhhh! -- gritava a menina, que não havia nem sequer respirado anteriormente.

- Calma, calma! -- dizia o pai da menina à ela, que estava sofrendo e com dor.

- Terminaremos rapidamente e você estará curada! -- dizia John.

- Calma, menininha! -- dizia John, já irritado com os gritos constantes da menina.

Depois de gritos desesperados e da sangria terem, finalmente acabado John disse:

- Bem, agora volte daqui há três semanas para ver como você está! -- disse John, sorrindo para o pai da menina e para ela.

- Senhor, obrigado! Eu vou lhe agradecer pessoalmente quando me curar! -- disse a menina, fraca e falando lentamente.

Era óbvio que John estava fazendo: ele queria ver se a menina iria sobreviver. Era pura jogada de sorte e pura frieza dele, como sempre.

3 semanas depois…

- Senhor, uma menina quer lhe ver! -- disse um dos assistentes de John, Raymond.

- Deixe ela entrar -- disse ele, que sabia que era a menina.

- Senhor, se lembra de mim? -- disse a menina.

- É claro! Você está bem? -- disse John.

- Sim, senhor! Você me curou! Você é um enviado de Deus à esta terra! Muito obrigado! Sempre me lembrarei do senhor, muito obrigado mesmo! -- disse a menina, chorando e tímida, saindo rapidamente do consultório.

- Oba, oba! que sorte, viu! -- falou sozinho John.

- Raymond! Reúna a cidade inteira! Quero fazer um anúncio! -- disse John, concretizando finalmente um plano que já pensava fazer fazia algum tempo.

- Sim, senhor! -- disse Raymond, estranho um pouco.

Alguns dias depois, na reunião…

John, como sempre popular, chegou sendo abraçado pela multidão com palmas estrondosas e com gritos de Salvador.

- Olá, meus amigos! -- disse ele, extremamente feliz.

- Vocês estão bem? -- perguntou ele, fazendo jus a um encontro de crianças.

- Sim, senhor! -- respondeu a imensa multidão.

- Bem, meus senhores, o assunto de hoje é sério, - falaremos hoje sobre uma doença que nos assolará e que matará diversos de nossos compatriotas -- disse John, preocupando a multidão que o assistia.

As pessoas, desesperadas e tumultuadas por não saber que doença seria aquela foram acalmadas rapidamente por John, com os dizeres:

- Calma, meus amigos! Recebi a mensagem de Deus antes que Satanás concretize seus planos! Sim, Jesus me escolheu para lhes avisar como parar esta praga, - para isso -- continuou, - preciso que vocês me elejam como seu rei absoluto e tire este rei corrupto e que não se importa com o povo, diferente de mim, e que, como o próprio Deus me falou, serve somente à Satanás. Vocês me apoiam? -- perguntou John.

Com gritos de sim e palmas, até os guardas o apoiaram.

- Bem, obrigado, estou emocionado, meus amigos -- disse John, fingindo choro.

- Antes de tudo, para previnir a maldita doença, meus súditos, façam uma coisa: matem os ratos, todos eles.

CONTINUA.


Notas Finais


Pessoal, a partir de agora lançarei 1 capítulo a cada duas semanas. Devo reiterar que eles ficarão muito mais bem escritos e maiores. Para mais informações não hesite em seguir o Four Families no Instagram. Segue aí: @fourfamilies. Valeu! E será lançado de 10 horas, como sempre.


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