História Fractais - Capítulo 1


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Palavras 2.723
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, menines! Tudo bom com vocês?

É, faz um tempinho. Quase três meses, se não me engano. Entrei em hiatus porque precisava resolver algumas coisas comigo mesmo, sabem? Creio que minha escrita passou por algumas transformações, e aconteceram coisas dentro e fora do Spirit que me levaram a dar um tempo.

Mas a questão é que estou aqui, postando novamente. Esse plot foi desenvolvido com muito carinho e espero que esteja agradável de ler, de verdade. Antes de começarmos, alguns avisinhos:

♡; palavras marcadas com asterisco (*) terão seu significado esclarecido nas notas finais
♡; não tenho certeza de quantos capítulos a fanfic terá ao todo, mas não será uma estória muito longa
♡; agradecimentos e dedicatórias nas notas finais

Sem mais delongas, espero que gostem!

Boa leitura >.<

Capítulo 1 - 0. Prólogo


Três anos antes

 

A sensação das lâminas dos patins cortando o gelo linear sobe pelas panturrilhas de Donghyuck e envia arrepios de satisfação da base da sua coluna até a nuca. Conforme ele percorre o ringue, seus cabelos castanhos são levados pelo vento frio — produto da soma da velocidade da patinação com a baixa sensação térmica do ginásio para melhor conservação do gelo.

Assim que consegue impulso suficiente, Donghyuck faz uma entrada de costas com a parte interna do pé esquerdo. Ao saltar, ele aproxima a perna direita da esquerda para ter uma boa rotação e trás os braços para diante do corpo, formando um círculo, como se segurasse um barril. A aterrissagem, assim como a entrada, é de costas, porém com o lado de fora do pé direito. Um perfeito Salchow

Deslizando pelo gelo, Donghyuck faz um arabesque e segura a parte de trás do patins esquerdo, erguido no ar. Ele fita um ponto fixo para manter seu equilíbrio e, após alguns instantes, volta a deslizar com ambos os patins no gelo, movendo-se com toda a leveza que seu corpo esguio é capaz de lhe proporcionar. Para finalizar a breve performance, ele toma impulso e gira exatamente no centro do ringue, com o pé direito cruzado diante do esquerdo e os braços contra o peito. Donghyuck dá exatas sete voltas no próprio eixo e finalmente para.

O som de palmas estaladas ecoa, provocando um largo sorriso nos lábios de Donghyuck. Ele então desliza até a saída do ringue, onde um moreno de 1,74 de altura o aguarda com um sorrisinho ladino e os braços cruzados diante do peitoral firme.

— Belo Salchow — ele diz. 

— Obrigado, hyung — Donghyuck se debruça sobre o limite do ringue e tomba levemente a cabeça para a direita. — Mas você ainda não cumpriu a sua promessa de me ensinar a fazer um Triple Lutz.

Mark umedece os lábios e aproxima seu rosto do de Donghyuck, com uma sobrancelha arqueada. 

— Acha que merece, Hyuckie? O treinador Moon me contou que você tem se atrasado para os treinos ultimamente.

O sorriso de escárnio que o canadense exibe incendeia os nervos de Donghyuck, que lhe dá um soco no ombro forte o suficiente para fazê-lo xingar.

Fuck! Por que me bateu!?

— Porque você é a porra de um cínico! — Donghyuck tem a mão em punho novamente, mas Mark rapidamente a segura no ar, fitando-o com os olhos levemente arregalados. — Por que será que eu tenho me atrasado, hein Mark Lee? 

Após um breve momento de reflexão, Mark finalmente cai em si e abre um sorriso ébrio de malícia. Seus olhos flamejam e há algo semelhante a selvageria em seu cenho. 

— Que culpa eu tenho se você ama a minha cama, little boy

Donghyuck sente as labaredas ardentes da vergonha engolindo-o aos poucos, até que vire cinzas. De repente toda sua força se esvai e ele recolhe a mão outrora erguida em punho para perto do peito, baixando o olhar para o gelo sob seus pés. Mark Lee consegue deixá-lo sem reação com uma facilidade que o intriga todos os dias. 

— Cala… a boca — murmura, com as bochechas fervendo. 

Mark não tem tempos de prolongar suas provocações, pois as portas do ginásio são abertas num rompante. Os olhos do casal se voltam para a entrada, de onde vem Lee Jeno, a passos apressados e com a franja castanha levemente bagunçada. 

— Mark! — ele se aproxima. — Tem alguém querendo te ver. 

O canadense franze o cenho e encara Jeno com genuína curiosidade. 

— Quem? — indaga. 

— Eu não sei, o treinador Moon que o recebeu e me pediu pra te chamar — Jeno troca o pé de apoio. 

— É melhor você ir, hyung — Donghyuck toca o ombro de Mark. — A gente se vê em casa, okay?

— Estarei lá — sorrindo, ele bagunça as madeixas cor de mel do namorado e agradece Jeno com um aceno de cabeça antes de se afastar. 

— Quem você acha que pode ser? — Jeno se inclinou para perto de Donghyuck assim que Mark cruzou a saída do ginásio. 

— Como eu vou saber, Nono?

— Você é namorado dele, o conhece melhor do que qualquer um aqui. 

Donghyuck solta um suspiro e encara o amigo com toda a sinceridade presente em seu ser. 

— Eu não faço ideia do que está acontecendo, Jeno-yah. E, sinceramente? Não estou com um bom pressentimento. 

O coração de Donghyuck se aperta no peito, e uma sensação agonizante toma conta dos seus nervos com tamanha rapidez que ele se sente zonzo. Suas mãos apertam o limite do ringue e ele puxa o lábio inferior com os dentes, dizendo a si mesmo que sua cabeça está pensando em excesso. 

— Não sofra por antecedência, Hyuck — Jeno lhe oferece um sorriso calmo. — Vamos esperar pra ver do que se trata, huh? Duvido muito que seja algo sério. 

— Nunca pensei que diria isso, mas tomara que você esteja certo. 

Jeno sopra uma risada e deixa um peteleco na testa de Donghyuck. 

Pabo! Eu, Jaemin e Renjun estamos indo almoçar, quer vir com a gente?

— Não, acho que vou treinar mais um pouco… Mas obrigado pelo convite, Nono. 

— Hyuck…

— ‘Tá tudo bem — ele sorri. — Só quero treinar mais, só isso. 

Jeno não parece convencido disso, mas sabe que discutir com Donghyuck é contraproducente. Sendo assim, ele apenas confirma com a cabeça e se despede, murmurando um “Se cuida, pabo”. Quando se vê sozinho no ginásio, Donghyuck desliza até o centro do ringue e fecha os olhos, sem se importar de para onde seus pensamentos o levarão. 

Ele repete a mesma sequência que apresentou a Mark várias e várias vezes, até que seus músculos ardam e o suor umedeça a gola da sua camisa. Seus patins parecem tão exaustos quanto ele, implorando por serem apanhados pelos cadarços e jogados sobre os seus ombros enquanto Donghyuck caminha para casa, com um milhão de pensamentos rondando sua cabeça, tal qual abutres famintos. 


 

— xXx —


 

O relógio preso à parede da cozinha acusa que Mark está demorando muito. Eram três e meia da tarde quando Donghyuck deixou o ginásio. Às quatro em ponto ele entrou em casa. Às quatro e quinze ele saiu do banho. Às quatro e meia, começou a preparar butter tarts*, um prato canadense que Mark ama. Cinco. Seis. Às sete, Donghyuck se senta no sofá da sala, trêmulo e soterrado de pensamentos pessimistas.

É quando a porta da frente se abre que ele levanta num salto, o coração querendo pular para fora do peito. Mark entra de cabeça baixa, tira os sapatos no hall e bate a porta atrás de si. Ao adentrar a sala, encara Donghyuck com o rosto lívido e os olhos opacos. 

— Seja direto — sibila Donghyuck. 

— Não dá pra ser direto — responde. Há um milhão de sentimentos em sua voz, tão entrelaçados que se torna impossível discerni-los. — Preciso que você se acalme antes da gente conversar, Hyuck.

— Você sabe que pedir pra eu me acalmar só me deixa mais nervoso, porra — a paciência de Donghyuck nunca foi das mais duradouras, principalmente quando Mark está metido na história. Seu amor por ele não pode ser medido, e é exatamente por isso que qualquer coisa relacionada ao canadense atinge seu emocional em cheio. — Fala logo o que aconteceu, por favor. Quem queria falar com você na companhia? 

— Grayson Cote. 

Donghyuck espaça os lábios, tamanha incredulidade que o abraça. O peso do nome proferido recai em seus ombros e ele quase despenca sobre o sofá, sustentando-se em pé por pouco. Mark, por sua vez, parece tranquilo como a superfície de um rio em plena madrugada, refletindo o cenário de tensão que se forma ao redor do casal. 

— Grayson Cote — balbucia, como se testasse o nome em sua voz (proferi-lo em voz alta o torna mais real e acessível a si). — Não sabia que ele estava na Coreia. 

— Ele desembarcou em Seoul essa manhã — Mark suspira. 

— E por que caralhos Grayson Cote, ex-patinador e um dos maiores nomes da patinação artística no gelo do Canadá queria falar com você!?

A história de Mark e Donghyuck na patinação começou logo na infância, quando se conheceram graças a um workshop de esportes de inverno. Mark estava na Coreia há um ano, ainda assustado e recluso, adaptando-se a uma cultura diferente do berço canadense em que foi concebido. Donghyuck, por sua vez, era um garotinho hiperativo e de sorriso fácil, que viu em Mark uma boa oportunidade de conseguir alguém que o acompanhasse em suas peripécias inocentes. 

A amizade deles nasceu no gelo, e nele criou raízes. A adolescência chegou, e junto dela o início dos treinos e competições amadoras. Eles são o plano de fundo das memória no ringue um do outro, quase como um núcleo sólido e pesado que não se move, cuja função é manter tudo conectado e firme no lugar. Juntos, eles passaram pelos melhores e piores momentos. Quando a amizade se tornou romance, eles já estavam envolvidos demais um com o outro para lutar contra isso. 

— Ele viu o vídeo da minha última performance no Campeonato Nacional, e quando ficou sabendo que sou canadense, quis me conhecer — seus olhos ganham um brilho ambicioso que Donghyuck não está habituado a testemunhar. — Eu, ele e o treinador Moon conversamos muito hoje. O senhor Cote me perguntou sobre a minha trajetória na patinação, quando comecei, minha rotina treino, essas coisas. Depois, ele pediu ao Taeil hyung para falar sobre o meu rendimento e o meu desempenho. Foi uma conversa… complexa. 

Donghyuck sente-se acuado. É como estar sendo rendido à beira de um penhasco, e só há duas opções: entregar-se ou saltar. No fundo ele sabe o que tudo isso significa, o que tudo isso vale, mas, acima de tudo, ele tem total noção do que Mark vale para si, e isso o impede de ficar orgulhoso pelo alcance que a performance do namorado teve. É um sentimento egoísta, que o corrói de dentro para fora e amarga seu paladar. 

— E no que essa conversa resultou, afinal de contas? — dispara. 

Mark hesita por alguns segundos, e isso não é um bom sinal. Após trocar o pé de apoio, ele encara Donghyuck com firmeza e profundidade, impossibilitando o mais novo de desviar o olhar. 

— Grayson Cote quer ser meu técnico, mas para isso terei que voltar ‘pro Canadá por tempo indeterminado. 

O silêncio os engole como uma onda em meio à tormenta. Donghyuck solta o ar pela boca e sente uma dor aguda se desprender do seu estômago até a garganta. A possibilidade de perder Mark o assombra e torna sua mente um completo caos de saudade antecipada. 

— O que você respondeu? — conforme suas palavras ecoam, os batimentos se aceleram tanto que ele consegue ouvir o pulsar do próprio coração. 

E, pela segunda vez, Mark hesita. Donghyuck precisa ouvir a resposta para ter certeza que é real, e não apenas uma paranóia sua. Aos poucos a dor se converte em raiva: uma labareda que o toma dos pés à cabeça e o faz avançar em direção ao namorado com toda a revolta que seu corpo é capaz de suportar. 

— Responde, merda! 

Mark olha em seus olhos: não há medo, tampouco possibilidade de renúncia. Suas orbes escuras transmitem tamanha firmeza que Donghyuck sente as lágrimas arderem em seus olhos, mas não as libera até a deixa correta. 

— Tenho uma semana pra me organizar e embarcar com o senhor Cote para Ottawa.

A primeira lágrima cai. Donghyuck tem como reflexo socar o rosto tranquilo de Mark, mas seu punho para no meio do caminho e ele desaba de encontro ao chão. Todas as suas estruturas caem por terra, e a única coisa que ele consegue fazer é chorar em silêncio. Ele sabe que deveria estar feliz, apoiando Mark e se orgulhando pela oportunidade que ele conquistou, mas é incapaz, porque tê-lo longe é algo que não consegue aceitar. 

— Donghyuck — Mark chama e se ajoelha diante do mais novo. Sua voz está submersa em preocupação. — Fala alguma coisa, por favor. 

— De que adianta? — o coreano ergue a cabeça e encara a face instável de outrem graças às lágrimas incessantes. — Você já está decidido, não está? Nada que eu diga vai te fazer mudar de ideia.

— Amor…

— Você vai embora, Mark. Tem noção disso? — vocifera, com a voz embargada. — Algumas horas de conversa foram suficientes pra tirar você de mim. 

O rosto de Mark se retorce em um misto de incômodo e frustração. De fato ele não esperava que Donghyuck fosse reagir bem, mas as coisas estão saindo dos trilhos a seu ver. 

— Hyuck, essa é uma oportunidade única — começa. — Poxa, quantas vezes a gente assistiu as performances de Grayson Cote juntos? Quantas vezes fantasiamos com o destrinchar da nossa carreira? Eu sei que foi repentino, mas eu esperava que meu namorado me apoiasse nesse momento. 

O fato dele falar com tamanha calma só doía mais em Donghyuck. Mark é tão bem resolvido emocionalmente que o coreano se sente ameaçado, à deriva nos próprios sentimentos e no próprio egoísmo. Ver Mark conquistar os ringues internacionais sempre fez parte dos seus parâmetros de futuro, mas estar diante dessa realidade é completamente diferente: a ausência de Mark abala suas estruturas, sua forma de viver e de pensar. Desde que se entende por gente, Donghyuck sempre o teve ao seu lado. 

— Como você espera que eu me sinta, Mark? Você vai embora pra longe, e eu não sei como lidar com isso — ele seca as bochechas encharcadas de lágrimas, mas não adianta muito pois o choro não está disposto a cessar. — É claro que essa oportunidade é única, e ter o seu talento reconhecido por Grayson Cote é uma grande coisa, mas entenda que eu não consigo encarar isso bem. Tem noção das marcas que a sua ausência vai deixar em mim?

— E você acha que eu vou sair impune? — Mark o segura pelos ombros com força, mas Donghyuck não consegue sentir dor. Seu corpo está anestesiado. — Eu te amo, Hyuck, demais. Voltar ‘pro Canadá e deixar você aqui não vai ser nem um pouco fácil pra mim, e a primeira coisa que veio à mente quando recebi a proposta foi você. Eu poderia ter recusado, mas seria burrice. 

— Ficar aqui comigo é burrice pra você? — praticamente gritou. 

— Não, porra, claro que não! O que eu quis dizer é que não posso deixar essa oportunidade passar, Hyuck. Não é como se eu fosse ficar lá pra sempre, afinal de contas. 

— Não diga isso com tanta certeza — Donghyuck diz com censura. — Você não sabe o dia de amanhã, Mark. Tudo pode acontecer, e é isso que me preocupa. 

— Eu não vou sumir da sua vida — garantiu, e a forma como seus olhos cintilam marejados é suficiente para que o mais novo engula em seco. — Eu não seria capaz de fazer isso. 

— Melhor não falarmos mais sobre isso por hoje — Donghyuck fecha os olhos por dois segundos, e o quando os abre passa a encarar o chão ao invés de Mark. — Eu fiz butter tarts, estão no forno. Recheei com maçã ao invés de abóbora, mas não cheguei a provar.

— Hyuck, por favor… vamos terminar de conversar. 

— Não temos mais o que conversar — com os resquícios de força que ainda possui, Donghyuck engole o choro, seca o rosto e se levanta, lutando contra a instabilidade das suas pernas. — Você já tomou sua decisão e eu tenho que lidar com isso. Fim. 

Mark não sabe o que responder, e seu silêncio só incentiva Donghyuck a subir para o quarto que dividem. Lá ele se permite sentar na cama e fitar os próprios pés em busca de um pouco de estabilidade. Seu peito dói. Sua cabeça dói. Tudo dói. Ele não sabe por quanto tempo vai doer, tampouco como as coisas serão daqui pra frente. O que lhe resta é deixar ser conduzido pelas circunstâncias até o primeiro porto-seguro que aparecer.


Notas Finais


• Butter tarts: [...] "é um tipo de torta de massa pequena, altamente considerada na culinária canadense e considerada uma das iguarias por excelência do Canadá".
Fonte: Wikipedia.

E foi isso, espero que tenham gostado do prólogo, menines. Estou bastante entusiasmado com essa fanfic, mas não tenho dias certos de postagem, então peço que sejam pacientes quanto as atualizações, por favor. Não tenho muito mais a acrescentar, apenas quero agradecer a você que chegou até aqui, tomara que a leitura tenha sido agradável ^-^

[♡] Agradecimentos e dedicatória:
Quero agradecer imensamente a uma pessoa >muito< especial, que me motiva demais e está sempre do meu ladinho: @oleever. Muito obrigado por tudo que você faz por mim e por acreditar na minha capacidade, se não fosse por você eu provavelmente teria desistido por completo desse plot. Eu te amo, obrigado por existir ♡♡
Tendo em vista isso, gostaria de dedicar em fanfic inteiramente ao @oleever, do começo ao fim. ♡

[♡] Observação: estou procurando algum capista que esteja disponível pra fazer a capa da fanfic, então se algum de vocês tiver essa disponibilidade ou conhecer alguém que tenha, por favor me mande uma MP ou me chama na DM do Twitter - @kalistuffz.

Por enquanto é só, menines. Nos vemos no próximo capítulo~♡♡


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