História Fragmentada - Capítulo 6


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Categorias The Maze Runner
Personagens Alby, Ben, Caçarola (Frypan), Chuck, Clint, Gally, Jeff, Minho, Newt, Nick, Personagens Originais, Teresa, Thomas, Winston, Zart
Tags Correr Ou Morrer, Dylan O'brien, Gally, Maze Runner, Newt, Thomas, Thomas Sangster, Tmz, Will Poulter
Visualizações 47
Palavras 581
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie meus amores, quero me desculpar pelo tempo sem atualizar a fanfic. Estou ocupada com meus estudos e outros projetos, então é provável que os capítulos demorem mais a sair. Espero que isso não os faça desistir de mim e dessa história. Se alguém se interessar, abrirei vagas para um co-autor (a), manifestem-se nos comentários e eu entrarei em contato.
Boa leitura ❤️

Capítulo 6 - Peter Pan


Eu estava com medo.

Eu estava tremendamente com medo.

Podia ouvir os murmúrios através da cabana. Diversas vozes que a rodeavam, cochichando ansiosas e curiosas.

Eu estava novamente sozinha depois que Nick expulsou Symon e Gally da cabana. Ele era alto e magro, o cabelo castanho claro descendo em cachos até seus ombros, com belos olhos verdes. Seu jeito contradizia com a aparência simpática, revelando uma arrogância que ninguém imaginaria vir do garoto.

Eu ainda me encontrava sentada na cama, abraçando os joelhos contra meu peito. Cada membro do meu corpo parecia pesar toneladas, me fazendo resmungar a cada movimento.

Horas depois de os muros terem se fechado e de Clint ter vindo trocar meu curativo, o loiro que acompanhara Nick, mais cedo, entrou na cabana. Seus traços eram delicados e angelicais, os olhos escuros, o cabelo dourado liso e bagunçando, os lábios finos e rosados. Por alguma razão, a imagem de Peter Pan sempre me vinha a cabeça quando eu o olhava, embora eu não me lembrasse de sua história.

-E aí, fedelha! - ele disse, bem humorado, pousando um prato sobre a bancada. - Trouxe o jantar. A cara não parece tão boa, mas o gosto da comida de Caçarola dá pra engolir.

Observei a fumaça subir para o ar, em uma dança lenta e sensual. Desviei a atenção para o garoto, encostado em uma pilastra de madeira de forma despojada, e lhe forcei um sorriso de agradecimento.

-Desculpa pelo comportamento de Nick, ele não é tão horrível assim - disse Newt, endireitando a postura, com as mãos nos bolsos da calça surrada. - É só todo o estresse de comandar esse lugar, você sabe… Ainda mais com todo o alvoroço que sua presença causou. Tem idéia de quantos trolhos, “por um acaso”, se machucaram nos últimos três dias só para vir até a enfermaria descobrir como é você?

-Três dias? - repeti, surpresa. - Estou aqui há três dias?

-É... Queimando em febre como o inferno! - o loiro sorriu de lado, demorando o olhar sobre mim por alguns segundos, até despertar do que parecia um transe. - Bom, eu vou deixar você descansar. Aqui tem uma camiseta, caso você queira tirar essa suja… era minha.

Ele me estendeu uma camiseta de cor clara, parecendo um pouco sem graça. Tomei o tecido gasto de suas mãos e o segurei próximo ao peito, lançando-lhe mais um sorriso de gratidão.

Newt sorriu de volta, suas bochechas parecendo corar, e então se voltou para a porta. A ideia de ficar sozinha novamente fez meu estômago saltar, então o chamei, quase suspirando de alívio quando ele parou no meio do caminho e se virou.

-O que farão... comigo?

-Eu não sei - respondeu, pensativo. - Não é normal recebermos garotas aqui e é ainda mais estranho alguém surgir do Labirinto.

Respirei fundo e enterrei a cabeça entre as mãos.

-Eu não me lembro do meu nome, de nada referente ao meu passado. Acordei em uma Clareira exatamente igual a essa, mas só de meninas, sem saber como havia chegado lá. E então eu estava presa no Labirinto, e era noite. Eu fui perseguida por um monstro horrível! Então eu atravessei um corredor e, de repente, era dia... Isso é tão estranho pra mim quanto pra vocês, pode acreditar.

-Está tudo bem - ele disse, seu tom de voz e sua expressão indecifráveis. - Você poderá se explicar amanhã, no Conclave. Não deixarei que tomem nenhuma decisão precipitada, que possa colocar sua vida em risco.

-Obrigada, Newt!

-Descanse - ele disse em resposta, balançando a cabeça e por fim se retirando.



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