História Freaking Apocalypse - Interativa - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Apocalipse Zumbi, Drama, Ficção, Fichas, Interativa, Sobrevivencia, Zumbis
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Palavras 3.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oioi, gente!
Primeira coisa:
Os personagens que aparecem aqui são dois meus (Tom e Cass), uma da @Hinnoryo3o (Gwen) e um do @Killer94 (Jason).
Segunda:
Aconselho ler esse capítulo escutando a música "Wanted Dead or Alive" do "Bon Jovi", que foi a que eu escutei enquanto escrevia. As músicas que eu escuto enquanto escrevo ou que me inspiram a escrever serão os títulos dos capítulos.
Terceira:
Como utilizei as fichas que tenho até agora, vou demorar um pouco para escrever o próximo, pois quero ter pelo menos mais um personagem para apresentar no próximo capítulo.
Boa leitura!

Capítulo 2 - 1- Wanted Dead or Alive


Fanfic / Fanfiction Freaking Apocalypse - Interativa - Capítulo 2 - 1- Wanted Dead or Alive

Quarta-feira, cinco de abril de dois mil e quarenta e um, Bristol, Virginia, EUA.

    O dia era digno de um filme de drama. O tempo parado e o clima sufocante não eram nada parecidos com a semana que Bristol estava tendo. As ruas desertas abrigavam apenas carros e motocicletas. Nada se movia, nem mesmo os papéis jogados nas calçadas, considerando a estranha falta de vento. Não apenas Bristol estava daquela forma, mas todo o estado de Virginia, se não todo o país.

    Thomas Gallagher se sentia o único habitante da cidade. O inglês saíra do pequeno estúdio em que morava na rua Jackson, ajeitando o violão nas costas e varrendo o lugar em que se encontrava com um olhar confuso. Seria uma tradição local ficar dentro de casa naquele dia? A mente do Gallagher vagava entre pensamentos improváveis sobre a localização dos moradores.

    Passou a andar, ainda nervoso, apertando um caderno contra o peito. Uma das mãos estava enfiada dentro do bolso da calça jeans, e o rapaz sentiu um calafrio inexplicável percorrer seu corpo enquanto andava. Apertou o passo, e continuou andando, cruzando a rua Turner e entrando no estabelecimento que acordara tão cedo para estar.

    Sentiu o alívio tomar conta de si quando viu uma ruiva sentada em frente a mesa de recepção da gravadora, os pés largados em cima da mesa, mexendo no celular.

    - Pelo menos uma pessoa acordou hoje, não é? - Thomas disse, mais relaxado, parando em frente a mesa da garota, que revirou os olhos, tirando o olhar do aparelho.

    Aquela era Cassiopeia Phyrehide, o mais próximo de uma melhor amiga que Thomas tinha, o que era um jeito um pouco mais bonito de dizer que ela era a única amiga que ele tinha. Tinha a pele clara, olhos verdes e longos cabelos ruivos muito bonitos, quase sempre soltos. Ela era um pouco mais alta do que a média, sempre com um olhar divertido e misterioso no rosto.

Assim que ele descobrira o local onde ela trabalhava como atendente, não saía mais de lá, passando horas e horas na sala um pouco suja onde tocava suas músicas. Cass tinha sido criada por um pai com gosto musical muito parecido com o dele, portanto eles sempre conversavam sobre isso. Ela era a única pessoa que ele sequer se importava com.

- Oi, Tommy. Você também estranhou? Nem meu chefe apareceu hoje… Isso é realmente anormal. - ela tirou os pés de cima da mesa, o olhando com preocupação.

- Te entendo, Cass. Mas vamos tratar de outros assuntos agora. Quero gravar Beatles hoje. - Thomas largou o caderno e a mochila sobre o lugar em que antes estavam os pés da ruiva, que riu.

- Okay, okay. Vou ajeitar a sala para você. Uma pena que é o único que ainda ouve esses clássicos. - ela se levantou e entrou na porta atrás de sua mesa.

Thomas ia lá todas as quartas, quintas, e sextas da semana para gravar e ensaiar músicas de bandas esquecidas que ele adorava, como os próprios Beatles, Nirvana, AC/DC e até mesmo o, a muito tempo atrás aclamado rei do rock, Elvis Presley. O rock e o pop tinham sido esquecidos totalmente pelos jovens, que hoje viviam de light soul, estilo gerado em 2025. Para o Gallagher, isso era um pecado e um insulto a cultura.

Eram quase duas da tarde quando o rapaz resolveu ir almoçar. Ele e Cass resolveram ir juntos até um restaurante barato na esquina, e saíram para a rua deserta enquanto a ruiva trancava a porta.

O tempo parecia ainda mais tenso enquanto os dois andavam. Cassiopia estalava os dedos nervosamente, enquanto as mãos de Thomas deslizavam para o bolso da jaqueta de forma melancólica. Eles não se olhavam e nem conversavam. Havia desconforto entre eles, gerado pelo estranho comportamento de Bristol naquele dia.

Quando chegaram ao restaurante, acharam ainda mais confuso a placa em frente a porta de vidro. Escrita a mão, a palavra “fechado” era gritante em tinta vermelha. Não havia movimento lá dentro também.

- Puta merda, o que está acontecendo com essa cidade hoje? - Cass levantou um pouco a voz, se virando para o amigo.

- E você está perguntando para mim? - ele disse, dando de ombros.

- Grosso. - ela retrucou.

- E grande também. - ela revirou os olhos.

Cassiopeia e Thomas se viraram para voltar para a gravadora, quando viram aquela coisa.
    Era uma criatura horrenda. Parecia saída dos filmes de terror atuais, mas aquilo ali era tão assustador que quase fez Thomas borrar as calças apenas com sua presença. A pele morta e amarelada, quase podre, se destacava em meio aos trapos rasgados pendurados no corpo da criatura. Era humanoide, parecida com uma mulher, andava descalça, e as unhas negras o lembravam vagamente de monstros de histórias infantis. Mas o pior era o rosto.
    Carne revirada, cavidades escuras no lugar de olhos foram as primeiras coisas que ele notou. Uma língua bifurcada pendurada na boca descia tranquila e de forma anormal até a ponta do queixo, e o espaço em que deveria estar o nariz tinha se transformado em uma área cheia de carne morta e sangrenta. Mas o pior de tudo, era aquela coisa estranha que saía da cabeça dela. Era parecida com uma raiz, que subia reta por um metro, mais ou menos, com a exceção de um tipo de globo estranho preso no centro, onde algo parecia se mexer.
    Thomas ia gritar. Ia gritar e correr, se não fosse a mão de Cass agarrando seu pulso.

    - Não se mova. - ela disse pausadamente, em um tom baixo.

    A criatura começou a andar, de uma forma pausada e mancando. A ruiva ao seu lado apertou ainda mais seu pulso, dando um passo para trás.

- Se conseguíssemos chegar na gravadora… - ela disse, ainda mais baixo do que anteriormente.

Tom sabia que era loucura, mas confiava o suficiente em Cassiopeia para ter certeza que era por um bom motivo.

    - Ela não nos percebeu ainda. Vamos esperar ela passar. - ele disse, sem tirar os olhos da coisa.

    Ela continuou andando, ficando a uma pequena distância dos dois. Tom resolveu dar um passo, pequeno, que passou quase despercebido pela criatura, mas que foi um passo importante. Ela parou de andar.

- Cassie… ela não tem olhos… não consegue nos ver. - ele sussurrou esperançosamente. A garota suspirou.

- Quando eu disser vai, você corre até a gravadora, okay? - ela disse, e ele assentiu. - Um.. dois… vai!

Os dois começaram a correr, passando pela coisa sem olhar para trás. Ela se virou e começou a correr atrás deles também, e mesmo mancando, era rápida.

Cassie pegou a chave da gravadora no bolso, e assim que viraram a esquina e chegaram a gravadora, com a criatura logo em seu encalço, ela abriu a porta correndo, e eles entraram.

Ela fechou a porta, e alguns segundos depois, ouviram a criatura se chocar contra a mesma, emitindo sons estranhos. Cassiopeia não parou para ouvir, abrindo uma das gavetas de sua mesa e começando a procurar algo.

- Onde está aquela porra… achei! - ela tirou uma arma e munição de lá de dentro.

- Puta que pariu, Cass! Como você conseguiu essa merda? - Thomas perguntou, assustado.

- Meu pai era militar… não vem ao caso agora. Se essa coisa morrer com balas, eu mato ela agora. - ela disse, indo até a janela fechada coberta pela cortina que ficava ao lado da porta.

Eles ainda ouviam um barulho estranho vindo do lado de fora. Cass abriu minimamente a janela, a fazendo ranger, e conseguiu ver a coisa ali, parada em frente a porta, se jogando contra ela e tentando a abrir. Infelizmente, o barulho chamou a atenção dela. Cassie atirou uma vez na cabeça dela, e mesmo que tenha feito um estrago ainda melhor naquela coisa nojenta, não a afetou. Enquanto ela se aproximava, a ruiva teve uma ideia. Atirou naquele globo que ficava em cima daquela “raiz”, que explodiu um tipo de gosma estranha, e a criatura caiu morta no chão.

A ruiva trancou a janela, olhando exasperada para Thomas.

- O que é que aconteceu com Bristol hoje? E o que era aquela coisa? - Thomas perguntou, olhando para a amiga como se ela tivesse a resposta.

- Eu… não sei, Tom. Mas temos que ficar juntos agora. Não fazemos ideia do que era aquele… zumbi, muito menos se existem mais deles. - ela o olhava com determinação. - Vou ver se encontro outra arma nas minhas coisas.

- Tá.

Ele se sentou em uma das cadeiras que haviam por ali, pegando seu celular e tentando encontrar algo sobre aquelas coisas na internet. Não havia nada, nada mesmo, que pudesse ajudá-los. Ele colocou-o de lado, enfiando a cara entre as mãos.

Então o aparelho dos dois vibrou.

Ambos pegaram  os celulares correndo, apenas para ver que tinham recebido uma mensagem.

- Você recebeu a mensagem?

- Também recebi. Continua procurando a arma, vou ler em voz alta. - e Cass o fez. Thomas começou a ler.

“Caros cidadãos dos Estados Unidos da América,

Por meio de um acidente de laboratório, foram gerados os seres que atualmente andam sem rumo pelas ruas de todo o país. São pessoas e animais infectados com um vírus perigoso, transmissível por meio do toque da criatura a carne exposta. Arranhões e mordidas, por exemplo, terão que ser evitados à todo custo. Se possuírem alguma arma, é eficaz atirar no globo acima da cabeça das criaturas “zumbis”, que é onde está o vírus hospedeiro, e assim, você matará os dois.

O governo estará recebendo sobreviventes em bases em Nova York, na Flórida, Washington, Dakota do Norte e no Texas. As localizações exatas nos estados acima estarão anexadas abaixo. Por favor, venham o mais rápido possível para os abrigos, e com a maior quantidade de sobreviventes que conseguirem encontrar.

Att,

O Governo Norte-Americano.”

Cassie se levantou, com uma pistola em mãos.

- Vamos para Nova York então. - ela estendeu a arma para ele. - Sabe atirar?

- Não, mas aprendo rápido. - ele pegou  a arma da mão dela.

- É só segurar assim, - ela arrumou a posição da mão dele segurando a pistola - destravar aqui, - ela indicou e ele destravou com um dos dedos livres - e apertar o gatilho. - ele apertou. Por sorte, estava descarregada. - Agora você faz isso com a arma carregada e atira naqueles zumbis.

Ele assentiu. Ela jogou um pouco de munição para ele.

- Tira tudo que não é importante da sua mochila. Vamos guardar coisas necessárias aí. - ele assentiu, despejando o conteúdo dela no chão.

Enquanto eles arrumavam, alguém bateu na porta.

Cass agarrou a arma.

    - Quem está aí? - ela disse, apontando a mesma para o local.

    - Gwendolyn Scott. Foram vocês que mataram essa… coisa? Estou batendo em todas as portas procurando sobreviventes. - uma voz feminina disse, do lado de fora.

    - Matamos sim. Não tem ninguém por aqui, eu te garanto.

    - Eu... posso entrar?

    Cassie olhou para Thomas.

- Acha bom, Cass? - ele a olhou como quem não está nada interessado em deixá-la entrar.

- Ouviu o governo. Quanto mais, melhor. - ela destrancou a porta, e viram a mulher que os olhava do lado de fora.

Ela tinha uma pele morena, e cabelos castanhos cacheados amarrados em um coque, além de olhos castanhos determinados e sardas por todo o rosto. Ela também carregava uma pistola em mãos.

- Tranca a porta, rápido. - ela indicou para Cass, que o fez. - Quem são vocês, e como conseguiram as armas?

- Não é da sua conta.

- Tommy, calma. Sou Cassiopeia Phyrehide, e esse é Thomas Gallagher. Acho que como conseguimos as armas não é tão relevante agora. - A ruiva comentou, e Gwendolyn suspirou.

- Não importa. Vocês receberam a mensagem? - a morena perguntou.

    - Vamos para Nova York. - Thomas disse, ajeitando os óculos.

    - Eu posso ir com vocês, se quiserem. Conheço bem Nova York e o caminho para lá, além de ter experiência com as armas.

    - Não precisamos da sua…

- Se eu puder falar com ele sobre isto por um instante… - Cassie o cortou, tampando a boca do mesmo com a mão.

- Sem problemas. - Gwendolyn se sentou.

A canadense o puxou com agressividade até a sala ao lado, e fechou a porta. Por conta do isolamento acústico, provavelmente ela não iria ouvi-los.

    - Você não está querendo chamar ela para ir com a gente até Nova York, está? - Thomas a olhou, cruzando os braços.

    - Ela diz ter experiência com armas, e conhece o caminho para lá. Porque não? - Foi a vez de Cass de cruzar os braços.

    - Mais comida teremos que arranjar, mais gente que teremos que tomar conta, mais armas que teremos que arranjar, mais chance de nos fodermos enquanto formos para Nova York. - ele soltou com a frieza comum.

    - Caralho, Tom, sei que você não gosta de pessoas, mas precisamos de gente que conheça bem o caminho para lá! Você só está aqui a alguns meses, e eu nunca saí de Virginia desde que vim do Canadá. Nós vamos dar um jeito de conseguir as armas, e também vamos dar um jeito de conseguir comida. Além do mais, é só uma pessoa. - Cassie afirmou e Thomas suspirou, derrotado.

    - Se você diz, quem sou eu para dizer não, não é, Cass? - ele jogou, com a ironia também comum. A ruiva a sua frente o olhou com preocupação.

    - Tenta ser legal com ela, tá? Eu suporto o seu jeito venenoso porque te conheço, mas ela não te conhece. Dá uma chance, Tommy. Precisamos de aliados, principalmente nesse momento em que estamos tão desolados. - ela sorriu fraco para ele, que apenas passou pela mesma e saiu da sala.

    - Você pode ir com a gente, então. - ele disse e Gwendolyn sorriu.

    - Então… Gwendolyn… - Cassie começou.

    - Pode me chamar de Gwen.

    - Então me chame de Cass. Quanto tempo acha que demoraríamos de Bristol até Nova York? - a ruiva se sentou a frente da morena.

    - A distância, de carro e sem interferências, dá nove horas. Mas com essas coisas aí fora, e sem carro, dou três ou quatro dias no mínimo. - Gwen olhava para ela como se estivesse pensando.

    - Ou seja, morte com certeza.

    - Cale a boca, Tom. - Cass mandou, e o amigo revirou os olhos. - Nós damos um jeito.

    - PUTA QUE PARIU, SOCORRO! - ouviram uma voz masculina vinda do lado de fora, acompanhada dos barulhos estranhos que reconheceram ser dos “zumbis”.

    Gwen se levantou.

- Temos que ir lá fora ajudar a pessoa! - ela disse, e Cass concordou.

- Não! E se for mais de um? Podemos morrer! - Thomas se exaltou um pouco.

    - Foda-se! Ele precisa de ajuda! - A de olhos castanhos retrucou e a outra abriu a porta.

    - Se uma de vocês morrer não digam que eu não avisei. - Thomas se sentou.

    - Eu vou lá. - Gwen pegou a arma.

    - Cuidado.

    Gwendolyn saiu da gravadora, vendo um homem com uma arma na mão correndo por toda a rua Turner. Ele era alto, com jeito de lutador, e foi isso o que Gwen notou nele, fora que estava sendo perseguido por dois zumbis. Gwen, por conta de todo o treinamento que fez para ser perfiladora, mirou em um dos globos acima de um deles, e conseguiu acertar. O homem a viu, e começou a correr em direção a mesma, e assim que o zumbi também chegou mais perto, ela atirou e matou-o.

    - O-Obrigado… - ele disse, recuperando o fôlego.

    - Não é nada… entra. - ela indicou a porta aberta para ele, que entrou.

    - Senta. - Cass indicou uma cadeira a ele. - Qual seu nome.

    - Jason Phoenix.

    Agora que pode analisar, Gwen percebeu mais coisas sobre o tal Jason. Tinha belos olhos azuis, barba castanha aparada e cabelos curtos da mesma cor, além da pele clara.

    - Phoenix? O lutador canadense? - Cassie perguntou, e ele assentiu. - Meu pai era um fã seu.

    - Que bom. Diga a ele que o agradeço pelo apoio… se ele ainda estiver vivo. - ele disse, com um sorriso triste.

    - Não está a muito tempo. Deixa eu ver essa arma, está com munição? - Cassie perguntou.

    - Não, acabou no caminho.

    - Acho que tenho munição para ela, calma. - ela começou a procurar em suas coisas.

    - Agora que já me conhecem, quem são vocês? - Jason perguntou, se arrumando na cadeira.

    - Sou Gwen Scott, perfiladora.

    - Você é perfiladora? - Cassie perguntou, enquanto checava se as armas eram iguais.

    - Sou sim… estes são Cass Phyrehide e Thomas Gallagher. - ela indicou ambos. Thomas apenas cruzou os braços, enquanto a ruiva sorria. - Estamos indo para Nova York.

    - Para a base?

    - Sim. - Thomas respondeu, seco.

    Gwen olhou para Cass com um olhar interrogativo que a outra entendeu, e então ela deixou-a fazer a pergunta.

- Quer ir conosco? É mais seguro do que ficar aqui. - O que a Phyrehide disse fez com que Tom a olhasse com desaprovação. Ela apenas ignorou.

- Se não for um incômodo… - Jason disse, meio sem graça.

- Não se preocupe, não é um incômodo. - Gwen sorriu para ele.

- Claro que não é um incômodo. - Disse Thomas com sarcasmo, pegando o violão que ainda estava lá e entrando na sala da gravadora.

Cassie suspirou.

- Não se preocupe com ele. Ele tem um leve… problema com pessoas.

- Percebi. - Jason riu um pouco.

- Ele tem algum problema psicológico? Sem querer ofender, claro. - Gwen perguntou. Já tinha notado algo diferente no rapaz. Era seu trabalho, ela não conseguia evitar.

- Depressão melancólica. - ela disse, e após isso, apenas silêncio. Após alguns minutos, a ruiva voltou a falar. - Acho bom descansarmos um pouco. Amanhã temos um longo dia.

Os dois assentiram, se ajeitando nas cadeiras para dormir. Cassie chamou Tom na sala, que estava tocando, e os dois se arrumaram nas cadeiras também, ele um pouco de má-vontade.

Os “boa noite” foram dados,as luzes foram apagadas e todos se deitaram em silêncio.

Ninguém dormiu naquela noite.


Notas Finais


É isso, povo! Obrigada por lerem :3
Até o próximo!
Beijos aqui pra vocês!
Fighitng!
~Maah


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