História Free Fire - Uma guerra aterrorizante - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Tags Ação, Arma, Free Fire, Luta, Mortes, Sobrevivencia, Traição
Visualizações 128
Palavras 487
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Equipe Laranja - Temos que nos equipar.


Fanfic / Fanfiction Free Fire - Uma guerra aterrorizante - Capítulo 7 - Equipe Laranja - Temos que nos equipar.

Uma estranha e confusa tranquilidade atinge o ambiente que rodeia a cidade que eles estão. Faz cerca de 10 minutos que nenhum tiro é disparado, nenhum grito é ouvido. Não há nada, não há ninguém.

Para Olívia o desespero aumenta a cada minuto, será que Ford está bem? Porém, ela sabe que se sair dessa casa, onde se encontra segura com pessoas que se confiam (ou aparentam confiar-se), ela simplesmente morrerá. O jeito é ficar e torcer para que o seu  amado noivo ainda esteja bem.

A mesma voz que à uma hora ouviram se manifesta novamente, agora com um recado estranho, confuso e surreal:

"Pessoal, a ilha irá diminuir, preparem-se. Uma linha branca iluminará o ambiente protegido, procure esse ambiente e não saia dele. O gás é tóxico, poderá te matar. Aaah, já estava me esquecendo... ainda restam 20 jogadores, desejo a todos... uma boa matança!"

-Como assim a zona vai se diminuir? -pergunta Maxim aleatóriamente

-A cada minuto esse lugar fica mais estranho... -balbucia Olívia.

-A linha está lá -diz Misha olhando através da janela -estamos na parte segura, eu acho.

Passos fortes vem de lá de baixo, tiros são trocados. Uma só pessoa venceu, só alguém sobreviveu e este subirá as escadas.

-Vao para trás mim -diz Andrew -agora.

Um cara sem camisa, ruivo, forte, de short preto, com a aparência de um lutador de boxe aparece na porta.

-Mais que merda é essa aqui? -pergunta ele indiguinado.

-Abaixa a arma, junte-se à nós - é a ideia que Andrew propõe à ele.

-O que é que tá havendo aqui?

-Eu posso explicar, mas coloque essa arma no chão.

O cara parece obedecer o pedido, Andrew faz um sinal de sim com a cabeça, logo em seguida se abaixa para pegar a arma que está sendo direcionada no chão. Antes mesmo  que Andrew pudesse pegar a arma o cara dispara. "nããããããão".  o tiro pegou em alguém, ele não quer olhar para trás, não ainda, não quer ver o sangue da pessoa atingida, não está preparado para saber quem se feriu. Não antes de dar um tremendo soco no rosto do rapaz, que se distorce e o pega por trás, aos poucos seus companheiros, Maxim e Kelly chegam para ajudá-lo. Andrew se acalma em saber que o tiro não pegou na Kelly, em seguida aplica um mata leão no inimigo.

                              *

-Eu não pude salva-la -lamenta Olívia, as lágrimas.

-Você deu o seu melhor, mas infelizmente o tiro pegou no coração -diz uma voz consoladora, que por Olívia não é identificada

O clima entre as pessoas fica tenso.

-Temos que ter armas, temos que se equiar... ficar aqui não vai nos salvar -sugere Kelly.

-Não podemos, Kelly...

-Não podemos, Andrew? Você viu o que esse idiota fez? E ainda você o mantém desmaiado!? Eu certamente não te entendo, eu não entendo.

Olívia concorda com Kelly. Todos precisam estar armados. Afinal, nem todos estão dispostos à se juntarem. Esse homem que acaba de dar um tiro em uma de suas companheiras não estava disposto a se juntar. 







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