História Freedom - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Anna Milton, Castiel, Dean Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Bottom!castiel, Casdean, Castiel, Dean Winchester, Jensen Ackles, Mishacollins, Sam Winchester, Supernatural, Tops!dean, Yaoi, Yuri
Visualizações 225
Palavras 2.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Era pra eu ter postado desde às 15:00, mass eu acabei dormindo e só acordei agora ashuashuashua desculpaaa.
Então o capítulo não está revisado, sorry not sorry qualquer errinho que vossa autora sempre comete.

Capítulo 24 - XXIV


 

                                    ➷ ➸ ➹

 

— É sério? – Perguntei balançando minhas pernas no ar, já que eu estava sentado na bancada.

— Muito sério... – Ele riu enquanto lavava a louça do almoço. – Era uma coisa muito estranha! – Ele falava com entusiasmo e eu apenas tentava conter meu sorriso por vê-lo assim. – Toda vez que eu chegava na casa da minha vó, e a bendita da tartaruga me via, ela vinha pra cima de mim numa velocidade anormal e mordia o dedo do meu pé! E como eu era pequeno além da minha vó falar que ela iria parar com aquilo, eu sempre achava que na outra vez que fosse lá, ela não iria fazer isso... – Ele suspirou baixo, tirando o sabão dos talheres. – Eu fui uma criança muito iludida. – Ele fingiu estar triste e eu gargalhei jogando a cabeça para trás, botando as mãos na boca logo após.

— Desculpa, desculpa... – Balancei a mão no ar, tentando parar de rir. – Não deu... Pra não rir... Com essa sua cara no final. – Respirei fundo tentando ficar sério e ele fez uma careta me fazendo cair na gargalhada de novo. – Para! – Fechei meus olhos rindo.

— Louça lavada. – Ele murmurou e enxugou sua mão no pano que havia ao meu lado e ficou entre minhas pernas. – Rindo da trágica história de vida entre mim e a tartaruga raivosa da minha vó? – Ele riu e me fez rir mais.

— Chega, chega! – Respirei fundo ainda rindo um pouco. – Minha barriga está doendo! – Segurei em seus ombros nus e ele repousou suas mãos na bancada, ao lado de minhas coxas.

— Tá bom, parei, não quero que suas costelas doam. – Ele passou a língua nos lábios. – Agora você... Me conte algo relacionado a animais raivosos. – Ele riu, e eu observei de perto seu sorriso, me sentindo um pouco mais encantando por ele.

— Acho que não tem nada... – Ri fraco. – Ah, espera, espera! Tem sim! – Disse sorrindo animado. – Uma vez, eu estava na casa do Gabriel, e teve um casal de amigos do pai dele que foi até lá, e eles tinham um filho, e esse filho tinha um passarinho. Eu não sei o nome dele, ele era grande e bonito também. Mas... Ele deixou de ser bonito a partir do momento em que começou a voar atrás de mim querendo me picar sem motivo aparente e Gabriel só ria de mim. – Revirei os olhos rindo um pouco.

— Viu? Nós dois já passamos por histórias trágicas de animais raivosos que nos atacam sem motivos lógicos. – Ele riu me fazendo rir. – É o destino!

Observei como seu sorriso era bonito, seus dentinhos grandes, levemente semelhante a um coelho, seus lábios finos e avermelhados.

Deslizei minhas mãos, indo mais para frente, ficando com os braços esticados sob seus ombros, nossas risadas se cessavam juntas, o sorriso se desmanchava aos poucos, a troca de olhares começava a se intensificar.

Dean respirou fundo e lentamente, enquanto suas mãos foram até minha cintura barra bunda e me puxou um pouco mais para frente, para me aproximar de maneira "correta".

Suas mãos subiram e permaneceram somente em minha cintura, me fazendo sorrir por algum motivo bobo.

Um sorriso também havia se formado nos lábios de Dean e nos aproximamos juntos, com nossos olhos interligados profundamente.
Nossas testas se encostaram e ainda olhávamos fixos um para o outro, senti a pontinha de seu nariz no meu e nos rimos fracamente, logo dando lugar a uma inclinada de ambos para que nossas bocas se encontrassem.

Olhos fechados, lábios em contato.

Dean sempre começava de um jeito calmo e gentil, dando pequenos selares demorados e um pouco intensos.

E na medida certa, ele ia chupando meu lábio fazendo com que eu os abrisse calmamente e nossas línguas se encontrassem rapidamente, voltando a nossas bocas como se fossem tímidas.

Viramos a cabeça com calma e nossas línguas se encontraram de novo. Com mais afinco, com mais vontade... Com mais... Paixão(?)

Segurei seu rosto com certa delicadeza, sentindo um pouco de seu peito nu se encontrar com minha barriga coberta.

Em meio a todos os nossos beijos trocados, eu havia percebido uma coisa, ou melhor, várias coisas... Ou eu apenas estivesse ficando louco.

Mas cada momento em que nossas bocas se encontravam, cada beijo parecia ser especial de sua maneira.

Cada beijo parecia ter um traço único.

Cada beijo parecia ser feito para cada e exato momento.

Como os beijos nos momentos mais quentes ou um simples beijo causal. Um beijo que transmite calma ou compartilha felicidade – como agora –. Um beijo que passa segurança ou até mesmo...

Nossas línguas se afastaram um pouco e isso me deu a perfeita oportunidade de chupar seu lábio inferior, e um pequeno estalo foi ouvido ao chegar no final.

Assim que soltei seu lábio, sua boca se aproximou da minha rapidamente as juntando de novo.

Suas mãos foram até minhas coxas e ele as apertou com uma força mediana, me causando arrepios nostálgicos.

Raspei minhas unhas curtas em seu pescoço e ele se estremeceu completamente e suspirou entre o beijo.

Respirávamos pelo nariz não parando o beijo por nenhum segundo.

Nossas cabeças iam de um lado para o outro com calma, nossas línguas se entrelaçavam gostosamente, nossos corpos tentavam aproveitar a proximidade de ambos, nossas mãos vagavam pelo corpo alheio de maneira calma, apetitosa e fascinada.

Estávamos entregue aquele momento... Momento em que conseguíamos nos sentir – pelo menos um pouco – apenas um.

Dean dava uma cor a minha vida que eu jamais imaginaria ter.

Se eu comparasse minha vida a um quadro, com certeza eu seria apenas o branco vago da tela de centímetro por centímetro, esperando qualquer traço, qualquer coisa...
E Dean seria o artista que moldava aquele quadro deprimente da maneira que queria, jogando suas cores, moldando as figuras...

Deixando-o mais perfeito do que eu mesmo imaginaria.

No meio de nosso beijo caloroso eu quis chorar... Não chorar por tristeza. Mas, chorar por sentir que... Que Dean sempre estaria ali para colorir meus dias. Independente das faltas de algumas cores.

Segurei seu rosto com uma mão e parei o beijo devagar, selando nossas boca com intensidade.

Sem demorar muito afastei nossas bocas e o puxei para um abraço.

O abracei com força escondendo meu rosto em seu pescoço.

— Ei pequeno, o que foi? – Ele disse baixinho passando a mão nas minhas costas.

— Só... Obrigado por estar aqui. – Respirei fundo e pus meus lábios sob seu pescoço. – Você faz parecer que tudo é tão fácil... – Confessei triste. – Queria que sempre fosse assim... Sem medo, sem pressão, sem cobrança... Apenas almoços divertidos que terminam em beijinhos encima da bancada. – Ri fraco.

— E por que isso não pode ser? – Ele perguntou depois de um tempo.

— Acho que nem você, com o seu "poder", poderia fazer isso se tornar fácil... – Fechei os olhos e inalei profundamente o cheiro de seu perfume amadeirado adocicado.


 

➷ ➸ ➹


 

— Hmmm... Olha, eu acho que é letra B. – Dean disse olhando para TV.

— Não tem como Dean! É letra D, certeza! – Disse um pouco incrédulo, olhando para a mulher que estava num quiz de perguntas e respostas.

— Vamos ver... – Ele mexia calmamente no meu cabelo.

Estávamos na sala, deitados no sofá – "abraçados" –, vendo esse tal quiz.

Depois de um chamego de Dean na cozinha, viemos para cá e resolvemos ver algo na TV, apesar de não ter nada interessante passando.

Eu estava deitado praticamente em cima dele, e ele parecia muito confortável com meu peso e ainda fazia carinho em meu cabelo.

Toby estava deitado no chão, "ao nosso lado" e Dean estava com sua outra mão fazendo carinho em sua orelha, fazendo o cachorro dormir.

Parabéns Dean, agora somos dois seres totalmente dependentes de seu carinho.

— E a resposta certa é... Letra D! –O apresentador disse.

— Ahhhh! Viu? – Sorri levantando minha cabeça, apoiando meu queixo em seu peito.

— Oh, vi sim. Você é um gênio Cassie! – Ele disse rindo, um pouco irônico.

— Você sabia a resposta não sabia? – O olhei incrédulo e ele apenas olhou para o lado. – Você sabia! – Abri a boca fingindo espanto. – Por que disse letra B então?

— Apenas queria que você se sentisse bem e mais inteligente... – Ele fez um biquinho e semicerrou os olhos.

— Você é inacreditável Dean! – Revirei os olhos rindo fraco, e encostei meu rosto em seu peito novamente. – Tão quentinho... – Pensei alto.

— Quentinho? – Dean perguntou descendo a ponta de seus dedos por minha nuca.

— É... Quentinho. – Respondi envergonhado. – Desculpa, eu... Falei sem pensar...

— Shh... Não se desculpe. Eu gosto da sua espontaneidade. É uma das coisas que me atrai em você. – Ele voltou a fazer carinho em meus cabelos.

— Uma das...? A-Atrai? – Perguntei mais para mim mesmo do que para ele, e levantei o rosto para encará-lo.

Antes mesmo que ele me respondesse, o telefone tocou, chamando nossa atenção.

Intercalei meu olhar entre o rosto de Dean e o aparelho que soava repetidamente.

— Melhor atender... – Ele deu de ombros.

Respirei fundo, por não querer sair dali.

Ele me ajudou a levantar com bastante calma por causa de minhas costelas e mesmo assim ainda senti-as numa pontada um pouco forte.

Fechei os olhos e respirei calmamente.

— Tudo bem? – Ele perguntou e eu abri os olhos

— Ahh... Sim, sim. – Concordei e sorriso com os lábios. – Obrigado... – Falei baixinho soltando suas mãos e fui até o telefone que ainda tocava. – Alô?

— Alô? Por favor, a senhora... Naomi Novak se encontra? – A voz feminina e levemente cansada soou pelo telefone.

— Ah, não. Ela não está no momento, quer deixar recado? – Perguntei brincando com a pequena florzinha que havia perto do telefone.

— É... Hm. Será que você pode pedir para que ela ligue para esse telefone quando chegar? Ela já sabe do que se trata...

— Ah, simPosso sim... – Concordei e peguei uma caneta e uma folha para anotar o número. – Pronto. Ok, boa tarde... – Deslizei o telefone e me virei para Dean.

— Era algo importante? – Ele perguntou já deitado no sofá, fazendo carinho em Toby.

— Não sei ao certo... Apenas pediu para eu anotar o número e que minha mãe ligasse para lá. – Dei de ombros e fui em passos calmos até os dois.

— Hm... – Ele franziu os lábios e olhou para o cachorro. – O que quer fazer agora? – Voltou seu olhar para mim.

— Bom... Eu tenho que limpar o banheiro né. – Apontei para o andar superior, junto minhas mãos e ergui os ombros. – Se minha mãe chegar e ver que eu não limpei vai ser outro inferno aqui... – Suspirei.

Ele me encarou por alguns segundos e se sentou.

— Você sabe que eu não vou deixar, não é? – Ergueu a sobrancelha.

— Mas eu tenho que fazer... – O observei levantar e estalar o pescoço.

— Não, você não tem. Eu limpo, você apenas observa, ou pelo menos limpa a pia. – Ele riu e pegou em minha mão.

— O que?! – Comecei a andar em seu enlaço. – Você está ficando maluco Dean? Você não pode fazer isso. Você é tipo meu convidado, convidados não limpam banheiros! – Subíamos as escadas.

— Você ainda não percebeu que quase tudo o que fazemos é "fora dos padrões"? Por que eu não poderia limpar o banheiro? – Disse de modo simples. – Para quem entra pela sua janela e dorme com você com seus pais alguns cômodos ao lado, limpar o banheiro não é nada. – Ele riu.

— Mas Dean-...

— Mas nada Castiel, você não tem a persuasão de me contrariar nessa situação, muito menos com as costelas assim. – Ele parou e se virou, me encarando com uma expressão convicta no rosto. – Aonde ficam as coisas para a limpeza?

O encarei pensando em alguma maneira de protesto, mas era impossível.
Respirei fundo e apenas deixei que fizesse o que queria.

— Lá embaixo tem uma pequena dispensa... As coisas estão lá. – Falei por vencido.

— Obrigado pela cooperação. Agora, fica aqui enquanto eu vou lá. – Ele voltou o caminho. – E você vai ser de grande ajuda, quem limpa uma pia pode conquistar o mundo! – Ele riu, me fazendo balançar a cabeça incrédulo, rindo fraco.

— Você é maluco...

 

➷ ➸ ➹

 

— Pronto... – Ele respirou fundo. – Só falta o box, coisa rápida. – Ele me encarou e começou a rir.

— Para de rir, se não eu vou jogar essa esponja na sua cara de novo! – Eu tentei parecer bravo, mas acabei rindo também.

Já havíamos, ou melhor, Dean havia limpado praticamente todo banheiro, a não ser pela pia e pelo espelho que havia ficado por minha conta.

Em grande momento de descontração Dean havia jogado água em mim e em troca eu joguei a esponja ensaboada em seu rosto, o fazendo escorregar no chão, se molhando mais do que eu.

No início foi bem engraçado, mas depois quem se ferrou foi unicamente e exclusivamente eu, por ver seu torso nu ganhar certo destaque graças a água e suas calças se apertarem ainda mais em suas pernas.

Seus cabelos estavam molhados tanto pelo pouco de suor como pela água, e por Deus, aquele garoto não poderia ficar mais perfeito do que já estava

Era quase impossível olhá-lo e não babar por ele.

— Vai limpar comigo? – Ele abriu o vidro escuro.

— Posso? – Ergui minha sobrancelha.

— Pode, pode... – Ele riu e adentrou no box.

Fui em passos calmos até lá.

O box não era grande, mas até que era "aconchegante" para duas pessoas.

Ele começou a limpar o chão e pediu para que eu limpasse até aonde eu pudesse do vidro numa cor quase preta.

Ele começou a cantarolar uma música desconhecida por mim e rebolava um pouco segurando a vassoura.

Eu olhava e ria de toda sua palhaçada, quase não tendo forças para esfregar o vidro.

— Você está me seduzindo demais com essas suas reboladas, pare com isso! – Ri, agora me concentrando em limpar o vidro.

— Meus movimentos de acasalamento te seduzem? – Ele perguntou fingindo surpresa e começou a se aproximar.

— Pelo amor de Deus, para de me fazer rir... – Deixei a esponja escorregar de minhas mãos. – Droga...

— Deixa que eu pego. – Ele se abaixou e pegou a esponja.

Ao levantar, ele se aproximou bastante, levantando quase se esfregando em mim.

Segurando o cabo da vassoura levemente ofegante, com seu corpo molhado, olhando de forma penetrante para meus lábios... Respirei fundo tentando processar todas aquelas informações.

— Sua esponja... – Ele esticou o braço, falando baixo e pausadamente.

Segurei a esponja e consecutivamente seus dedos.

Alguns pingos de água caíram de seu cabelo até seu queixo, deslizando de modo vagaroso, passando por seu pescoço se perdendo em seu peito.

Me senti em um local abafado ao perceber a intensidade de seu olhar sob mim... Sobre como seu corpo me causava uma reação anormal e nervosa, como ele fazia com que eu sentisse mil e uma coisas com simples atos.

— Acho que... Acabamos... – Ele disse baixinho, olhando para meus lábios, e eu concordei sem pensar muito.

Segurei a esponja com mais força, para que pudesse sentir melhor seus dedos.

Abri levemente a boca puxando um pouco do ar.

Ao mesmo tempo em que eu virava meu corpo para ele, puxei a esponja para que ela voltasse ao chão e entrelacei nossos dedos sem muito jeito.
Já "entrelaçados" eu senti Dean erguer nossos braços e meu corpo foi guiado para trás, ficando contra o vidro escuro e grosso do box. Ele prendeu meu braço ali e puxou o outro para fazer a mesma coisa.

Como ele era mais alto que eu, seu olhar baixo me penetrava de forma sedutora... Sua boca entreaberta, o fazendo ofegar controladamente deixava toda a cena ainda mais sensual.

Eu estava três vezes mais ofegante, meu peito subia e descia rápido por toda adrenalina e por me sentir vulnerável a sua "prisão".

Ele entrelaçou nossos dedos corretamente e sua outra mão que segurava meu pulso subiu calmamente fazendo com que ele as entrelaçasse também.

Seu corpo se guiou até o meu de modo majestoso, fazendo com que colássemos nossos peitos.

Ambos os rostos se aproximaram, meus olhos se concentraram em sua boca até que nossos lábios se encontrarem e eu fechar os olhos com deleite.

Trocamos rápidas chupadas de lábios até que aprofundássemos o beijo em conjunto.

Apertei seus dedos entre os meus, e impulsionei meu pescoço para frente para que o beijo se tornasse mais intenso. E o mesmo foi feito por Dean, e consequêntemente meu pescoço se relaxou um pouco, indo para trás.

Sua respiração pesada pelo nariz batia levemente em minha bochecha, seu corpo ia se tensionando sob o meu à medida do tempo, nossos quadris se roçavam de maneira sucinta.

O ar que eu respirava e inspirava pelo nariz pareceu ficar mais denso, o ambiente menor, o corpo começava a esquentar, às necessidades começavam a surgir... A excitação florescia.

Minhas mãos começavam a enfraquecer e soltar sutilmente os dedos de Dean, meus braços começaram a ser sustentados por ele, meu corpo começa a formigar inteiramente.

Separamos nossas bocas e puxamos o ar vagarosamente, abri meus olhos e seu rosto ainda estava próximo ao meu, seu peito subia e descia contra o meu, ofegando assim como eu.

— Está ficando quente aqui... O que acha de tomarmos um banho?

 

 

➷ ➸ ➹

 

Notas Finais


LEVANTA A MÃO QUEM QUERIA UM DEAN DESSES LAVANDO O BANHEIRO DE CASA SEM CAMISA 0/

E aí amores, gostaram? rs


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