História Freier Fall- Um longo caminho a percorrer - Capítulo 45


Escrita por: e Valmaria001

Postado
Categorias Queda Livre (Freier Fall)
Personagens Bettina Bischoff, Britt Rebmann, Claudia Richter, Gregor Limpinski, Kay Engel, Marc Borgmann, Personagens Originais
Tags Adaptação, Alemanha, Continuação, Filme, Free Fall, Freier Fall, Gay, Hanno Koffler, Kay, Kay & Marc, Kay Angel, Marc, Marc & Kay, Marc Borgmann, Max Riemelt, Policial, Queda, Romance, Sense8
Visualizações 28
Palavras 2.921
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 45 - Prova


Fanfic / Fanfiction Freier Fall- Um longo caminho a percorrer - Capítulo 45 - Prova

Kay/Marc

Não soube quanto tempo ficou parado do lado de fora do edifício. Só conseguia relembrar as palavras de Emma: “Estou grávida”

“Como era possível isso acontecer justo agora? Há alguns minutos atrás achava que tudo estava perfeito e agora tudo está desmoronando”. “E agora?”. “Como diria pro Marc?” E o que é pior: “como ele reagiria?” –sua mente era um redemoinho de dúvidas e todas elas sem solução.

O som do telefone o tirou desse transe. Kay sentiu um calafrio ao pensar que poderia ser Emma novamente. Olhou o celular- que ainda tinha nas mãos- e viu que era Marc.

-Gott!” –sussurrou, sentindo o corpo tremer enquanto atendia a ligação.

“Kay? Por que está demorando, pussy?” –escutou falar um Marc carinhoso. “Me senti mal por não ter te acompanhado, então eu fiz o café da manhã... já está vindo? –perguntou tranquilo.

“Marc... sim, estou chegando...daqui a pouco eu subo” –se despediu e desligou.

Como um sonâmbulo subiu pelo elevador, ao chegar na porta respirou fundo para em seguida, com mãos temerosas, abrir. Nem o cheiro do café e das panquecas abriram o seu apetite. Sentia o medo atravessado na garganta e não sabia como agir.

Marc estava na cozinha vestido com um avental cozinhando. Sorria, mas quando viu Kay entrar na cozinha sentiu que algo não estava bem. Conhecia Kay perfeitamente e sabia que aquele olhar dizia que ele estava preocupado com alguma coisa. “Que houve?” –quis saber.

Kay só negou com a cabeça e tentou esboçar um sorriso. “Nada, por que pergunta?”

“Porque te conheço e sei que alguma coisa está te preocupando...” –insistiu Marc.

“Não é nada, só lembrei de uma assunto pendente do trabalho que tenho que resolver” –mentiu.

“Se você diz...”. “Vem, senta senão vai esfriar o café” –disse, mas deixando transparecer que não estava totalmente convencido.

Comeram em silêncio, e por mais que Marc tentasse conversar com Kay só conseguiu fazê-lo pronunciar alguns monossílabos. Quando terminaram, Kay começou a recolher os pratos da mesa: “Deixa que eu limpo, você já preparou tudo...”

Levantando as sobrancelhas em sinal de assombro Marc brincou: “Desde quando está tão prestativo? Tem certeza que é o Kay?” –disse zombando.

Kay apenas riu e movendo a cabeça começou a lavar a louça. Marc se aproximou dele e o abraçou por trás iniciando uma série de beijos em seu pescoço, fazendo cócegas por causa de sua barba. “Concordo, não vou me opor... mas posso ficar aqui e te fazer companhia... se quiser...”

Kay tentava reprimir o sorriso e quando não pôde suportar mais aproveitou que lavava um copo e, enchendo-o de água, jogou em Marc.

“Zum Kuckuck” –gritou Marc ao tempo que ria e também molhava Kay. Eles se envolveram nessa brincadeira que terminou com a cozinha ensopada e os dois lutando no chão. Marc estava sentado sobre Marc respirando com dificuldade por causa do riso e do esforço da luta. Quando se acalmaram um pouco, Marc parou sentindo o desejo que se aquecia dentro dele. Isso para Kay não passou despercebido já que estava embaixo dele e pôde sentir como a ereção de Marc crescia contra o seu corpo.

Esquecendo-se por um momento do problema que se avizinhava, Kay tomou Marc pelo pescoço e começou a beijá-lo. Queria demonstrar o quanto necessitava dele. Ele fez um giro e ficou sobre Marc e abrindo os botões da sua camisa começou a cobri-lo de beijos em seu peito. Era uma forma de esquecer momentaneamente o que o estava atormentando, pois não conseguia contar o que estava acontecendo. Pelo menos nesse momento.

“wow, wow, wow...” “se continuar me beijando assim acabaremos na cama e não te deixarei ir...” –lhe disse Marc ainda mais excitado.

Nenhum dos dois se importou com o fato de estarem molhados naquele piso frio, só importava nesse momento continuar com esse jogo; haviam passado muito tempo separados e um encontro apenas não bastava para se sentirem suficientemente saciados um do outro. Kay se deteve por um instante e olhando Marc com uma ternura infinita se levantou e, ajudando-o a se erguer, o levou até o quarto.

Chegando lá Kay se despiu e lentamente começou a fazer o mesmo com Marc; quando ele quis se levantar, Kay o deteve e pediu: “Deixa eu te fazer sentir o quanto te amo e te necessito”. Marc obedeceu e permanecendo quieto sobre a cama, viu como Kay ia tirando o resto de sua roupa até deixá-lo completamente nú.

Quando terminou aquela tarefa, Kay se deleitou admirando Marc dos pés à cabeça; parecia que em seu íntimo temesse que quando contasse tudo ao Marc ele se afastasse dele, então precisava desesperadamente memorizar todas as recordações possíveis. A única coisa que disse foi: “Marc, não me deixe nunca... bitte”.

Marc não conseguiu manter o olhar nele por causa da emoção que lhe invadiu pela maneira como Kay havia dito aquelas palavras. Podia sentir o amor que Kay lhe confessava, mas também havia algo a mais que ele não conseguia identificar. Olhando para ele podia perceber um pouco de tristeza em seu rosto... “Por que está dizendo isso? Jamais te deixarei... eu prometo” –respondeu com a voz rouca de desejo.

Kay sorriu fracamente para em seguida, abrir a gaveta da cômoda e pegar o lubrificante, deixando ao lado, enquanto com as duas mãos começou a acariciar o traseiro dele. Um sentimento de posse o invadiu, queria que Marc se rendesse a ele e que soubesse que ele lhe pertencia, da mesma forma que Marc havia feito antes. Devido a esse pensamento, a excitação atravessou Kay com frieza fazendo com que seu membro começasse a crescer.

Sem dizer mais uma palavra, Kay deslizou seus dedos pela glande de Marc, comprovando o quão excitado ele estava. Abriu o frasco e lubrificando os seus dedos os foi aprofundando pouco a pouco em Marc, enquanto observava a sua reação. Marc gemia de prazer, ao tempo que, por reflexo, apertava as nádegas.  Kay começou a beijá-lo e depois pediu: “Não aperte... relaxa e me deixa entrar”. Sua carne era suave e pouco a pouco estava mais que preparado para recebê-lo, mas mesmo assim Kay se controlou, queria prolongar seu prazer.

Marc gemia diante das sensações que Kay lhe proporcionava, movendo-se contra seus dedos e buscando-os com ânsia quando Kay os retirava. Ele voltou a acariciá-lo mais profundamente avaliando as paredes suaves e procurando o ponto onde sabia que Marc tremeria, quando o encontrou escutou Marc soltar um gemido. Kay, sorrindo com luxúria, sabia que estava mais que preparado, e ele morria de desejo de estar dentro dele agora.

Agarrando seu pênis com uma mão o untou com lubrificante e se introduziu lentamente em Marc, centímetro a centímetro, até estarem ambos vibrando de tesão e necessidade. Quando já estava completamente dentro dele, Marc soltou um suspiro entrecortado que Kay sentiu no mais profundo de sua alma. Tinha a necessidade de levar Marc até a incerteza que povoava a sua mente agora. Marc era a única pessoa com que Kay queria compartilhar tudo, queria que soubesse o que o atormentava e desejava de todo coração que Marc o apoiasse.

Kay se jogou para a frente para cobri-lo com seu corpo enquanto se mantinha introduzido dentro dele. Se retirou lentamente para entrar nele novamente, não estava pronto ainda para abandonar aquele calor estreito. Ainda não. Queria que Marc se excitasse a ponto de ficar alucinado. Remeteu-se nele uma e outra vez, tentando controlar as emoções que sentia para não perder o controle da situação, mas estava tão intensamente apertado ao seu pênis que sabia que não aguentaria muito mais.

“Está tudo bem?” –Kay sussurrou.

“Sim, não pare...”

Seus quadris se chocavam contra o corpo de Marc. Os gemidos que Marc soltava ressoavam em seus ouvidos misturando-se com o seus e, quase ao mesmo tempo, os dois gozaram. O grito que soltou atravessou todo o quarto enquanto o corpo de Marc tremia ao redor do seu. Kay fechou os olhos e se atirou ao seu lado respirando com dificuldade por causa do esforço.

Só Marc o fazia se sentir assim. Cada momento era melhor que o outro. Permaneceram deitados lado a lado quem sabe por quanto tempo. “Você é minha vida, Marc” –murmurou. “É o meu vício e eu preciso de você para ser completamente feliz” –confessou Kay bem devagar.

Marc estava pleno e extremamente exausto; se voltou ao Kay e olhando fixamente para os olhos azuis que o haviam cativado desde a primeira vez que os viu, respondeu: “Ich liebe dich von ganzem Herzen”.

Passaram o resto da tarde em frente à tv. Marc dormia breves cochilos e Kay tinha a mente envolta num caos. Já tinha escurecido e Kay via Marc dormir. Nunca tinha sentido tanto medo de perdê-lo como agora, precisava falar com ele e confessar o que estava sentindo mas um temor irracional o impedia.

Marc acordou, mas estava tão cansado que não se moveu, desfrutava a sensação dos lençóis na sua pele e o calor que vinha do corpo de Kay. Nesse momento, ele ouviu a voz de Kay lhe dizendo o quanto o amava. Parecia um gesto doce, mas logo escutou algo mais: “Marc, espero que você possa me entender... eu... ficaria louco se te perdesse...”. Ao ouvir essa confissão seu sangue gelou. Definitivamente Kay estava escondendo alguma coisa e pelo que entendeu era algo grave. Decidiu continuar fingindo mas Kay não falou nada mais, apenas sentiu como se Kay acariciasse as suas costas. Ambos passaram a noite lutando com seus próprios demônios.

Na manhã seguinte, sentado na cama, Marc pensava nas palavras que ele havia dito. Minutos depois a porta do banheiro se abriu e dela saiu Kay com uma tolha na cintura. Tinha tomado banho e olhando Marc, disse: “Bom dia, dormiu bem?”

Marc o olhou tentando ler a sua mente, sem êxito. “Dormi como um leão” –disse com cautela.

“Verdade, te ouvi roncar a noite quase toda. Está vendo minhas olheiras?” –Kay respondeu em tom de brincadeira. “Me empresta uma roupa? Vou pra casa me trocar e de lá vou pra Unidade” –avisou.

Na realidade, Kay queria ir embora para tentar ordenar seus pensamentos. Devia conversar com Marc logo, mas não sabia como fazer isso. Lentamente Marc se levantou e antes de entrar no banheiro, respondeu: “Claro, pegue o que quiser, nos vemos mais tarde na Unidade”. Ia fechar a porta quando Kay se aproximou e sem poder ocultar a tristeza em seus olhos lhe deu um beijo tímido nos lábios. “Te vejo mais tarde, pussy” –dizendo isso se afastou da porta e saiu.

Marc ficou atônito; com certeza alguma coisa tinha acontecido, mas Kay não tinha a intenção de contar. A inquietação que começou a sentir lhe provocava uma grande angústia. “Scheiße! Was passiert jetzt?” –murmurou entrando debaixo do chuveiro.

A manhã toda Marc ficou de mal humor. Kay o havia deixado pensando mil bobagens: “O que podia ser tão grave para Kay acreditar que eu poderia deixá-lo?” –especulava temeroso. O fato de retomarem sua relação assim lhe causava nervosismo, pois sabia que o Kay o amava, mas o fato dele ocultar certas coisas o fazia se sentir à deriva.

Também tinha o fato de que ele não queria voltar a viver naquela que foi a casa deles um dia. Pensar em dormir na mesma cama onde presenciou Emma tendo relações com Kay lhe causava náuseas... mas não queria falar sobre isso com ele ainda.

Kay estava há um bom tempo pensando numa solução para seu problema. Se sentia entre a cruz e a espada; depois que assimilou a notícia ponderou suas opções. Por um lado, imaginar que seria pai o enchia de felicidade; era algo maior que ele- não lhe importava que a mãe fosse Emma-, sentia uma alegria tão grande que não sabia como descrever. Mas por outro lado, ter que explicar ao Marc o que descobriu o amedrontava porque não sabia como ele reagiria e o fato de existir a mínima possibilidade de que Marc não aceitasse fazia com que o temor o paralisasse.

Na hora do almoço Marc enviou um WhatsApp a Kay perguntando se comeriam juntos. Quase imediatamente recebeu a resposta. Dizia que tinha muito trabalho e que ele poderia ir, que ele o encontraria mais tarde.

“Que caralho está acontecendo?” –se disse Marc mentalmente enquanto remexia a comida em seu prato e escutava seus companheiros discutindo sobre o jogo do Bayern. Nesse momento sentiu que tocavam seu ombro e sem a necessidade de olhar sabia que era Kay.

Kay se sentou ao seu lado e olhando de relance percebeu que Marc estava sério, então começou a passar mil suposições em sua cabeça, entre elas, a de que Emma pudesse ter contado ao Marc. “Não pode ser” –pensou Kay com a testa molhada de suor. Tinha que contar logo. Se Marc soubesse por outra pessoa se sentiria enganado e não restaria nenhuma chance de que ele o entendesse, por causa da sua omissão.

Terminaram de comer e cada um voltou para suas atividades. No final do dia, Kay fumava um cigarro enquanto aguardava Marc. Estava nervoso, mas esperava que ele o apoiasse na decisão que havia tomado. Desde que soube da notícia avaliou todas as alternativas possíveis e chegou à conclusão de que faria todo o possível para ser um pai para esse filho que não tinha culpa de nada.

Pensava nisso tudo quando viu Marc se aproximar do carro dele e, antes que ele o alcançasse, o interceptou: “Marc, podemos conversar?” –disse nervoso.

Marc o olhou e entendeu que Kay ia dizer o que estava acontecendo. “Sim, pode falar” –concordou.

“Podemos ir pra casa e conversar com calma?” –pediu.

Nesse instante Marc travava uma batalha interior; ele queria conversar com Kay e saber o que tinha deixado ele assim, mas não tinha certeza se seria capaz de voltar àquela casa. Depois de meditar alguns segundos, determinou a si mesmo que o amor que sentia por Kay era mais forte que a recordação dele com Emma.

“Está bem, te vejo lá”

Kay fez o trajeto até a sua casa com o coração disparado. Mais uma vez via um futuro incerto e isso lhe provocava uma grande ansiedade. Quando chegou, viu a BMW vermelha de Marc estacionada. Desceu e se aproximou do veículo. Marc estava lá dentro.

Marc estava nervoso, não sabia se era porque iria saber o que Kay queria dizer ou por estar novamente tão próximo daquela casa. É verdade que tinham vivido muitas coisas boas ali, mas o que aconteceu depois ofuscava todas essas recordações.

Enquanto pensava nisso, viu pelo retrovisor que Kay se aproximava do seu carro. Segundos depois ele bateu no vidro da porta. Marc o baixou e ouviu Kay perguntar: “Que está fazendo aqui? Ainda tem a sua chave, não tem? Por que não me esperou lá dentro?”

Sem responder, Marc saiu do carro e juntos foram até a porta. Uma vez lá dentro, Marc foi direto para a cozinha e, abrindo o refrigerador, pegou uma cerveja. “Pois bem, vai me dizer o que está acontecendo?” –perguntou.

Kay baixou a vista e sem pensar mais disse: “Ontem recebi uma ligação de Emma dizendo que está grávida...” –lhe dizia enquanto o observava tentando adivinhar a sua reação.

Marc ficou estupefado. De tudo que havia pensado, jamais passou por sua cabeça ouvir uma notícia dessa.

“Me diz o que você está pensando, Marc... por favor...” “Preciso saber que estará comigo me apoiando nesta decisão...” –Kay pediu.

“Qual decisão? Você já tomou uma?” –perguntou sério.

“Sim. Eu já tomei, Marc... nós tínhamos falado sobre a opção de uma mãe de aluguel, mas não posso fechar meus olhos e fazer de conta que nada está acontecendo. Não posso deixar meu filho abandonado...” –confessou. “O que quero é que me entenda e me apoie, porque não conseguirei fazer sem você...” –concluiu.

Marc não sabia o que pensar... a notícia o tinha atordoado... Se sentou numa cadeira próxima e começou a dimensionar todas as consequências e em como isto mudaria sua vida de agora em diante...

Depois de alguns minutos em silêncio, Marc o olhou e foi sincero: “Kay, eu não sei o que dizer...” “Esperava que me dissesse qualquer coisa, menos isso”. “Já pensou que conviver com essa mulher mudará nossas vidas?” “E ela decidiu ter o bebê?” “Que papel você vai ter nisso tudo?” –uma atrás outra Marc o bombardeava com perguntas.

“Marc, eu não sei... não falei com ela depois que me deu a notícia, a única coisa que pensei foi em como te diria e como seria a sua reação”.

Para surpresa de Kay, Marc o olhou e disse: “Está certo que nada disso estava planejado e que o simples fato de que você e ela terão que se aproximar me deixa louco”. “Mas também sei o que significa ter um filho e, independente do que acontecer, eu te apoiarei”. “Não quero que passe por tudo isso sozinho” –e prosseguiu: “E sabe por quê? Por que eu te amo...”

Kay não podia acreditar no que Marc acabava de lhe dizer. Tinha tanto medo de uma reação negativa que ouvi-lo falar assim o havia comovido profundamente. Com os olhos cheios de lágrimas, Kay o abraçou fortemente e disse ao seu ouvido: “Obrigado... não tem ideia de como suas palavras me confortam”.

Kay retirou a pulseira de Marc do seu bolso e lhe disse: “Será que você poderia voltar a usá-la?... significa muito pra mim”.

Marc olhou para a pulseira e depois pra Kay. Sabia que viriam meses complicados mas não se importava. Enquanto estivessem juntos tudo estaria bem. Levantou o pulso e, olhando pra ele, disse: “Coloca, por favor...”



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