História FrendZone (O mistério de Croatoan) - Capítulo 28


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Categorias Scooby Doo
Tags Salsicha, Velma
Visualizações 7
Palavras 1.834
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


(Ok... To devendo mais uma semana... eu sei. Calma q n esqueci. O bom foi que me empolguei com o novo filme cabei fazendo o Spen off do passado desta trama. Ele será bem ligado a este, fiz apenas para matar a vontade de quem quer ler um pouco mais, e a minha de escrever o ponto de vista de Fred e Daphne tbm já que nesta eles são bem apagados e acabei tendo vontade só agora no final kkkk. No prox cap eu posto junto e ponho o link ok?)

Capítulo 28 - Jogos mortais


Fanfic / Fanfiction FrendZone (O mistério de Croatoan) - Capítulo 28 - Jogos mortais

Por sorte, ou não Speedy manteve os vidros fume bem fechados e não puderam ver direito dentro da Vã para fazer algo conosco, e se você já assistiu qualquer filme dos transformes deve saber que um carro é o melhor piloto que existe.

Então com certeza chegamos ao Shopping onde rapidamente o outro grupo se juntou a nós e os motoqueiros vazaram no mesmo segundo.
 

― O que esta havendo? ― Josie é a primeira a perguntar vendo nosso estado afobado ao descer de Speedy que olhava os caras fugirem.

Mas antes que eu pudesse responder recebi uma chamada de vídeo do celular da Velma.

                                                                Gelei.

Tava na cara que eram os seqüestradores, e Daphne já se aproximou filmando a tudo e Josie se pois a fazer o mesmo, já pegando meu aparelho e pondo para gravar a chamada de video; afinal... quanto mais provas melhor.
Mas mesmo assim eles eram reféns.                     E eu estava com muito medo de atender e saber o que eles fizeram e o que poderiam fazer com os três.

Demorei um pouco para atender, então lógico que Daphne tomou o aparelho da minha mão e me deu o dela para gravar. ― Não é hora para hesitar, eles podem se irritar. ― Ela diz ao atender e todos travamos com a visão que aquela tela mostrava.

Velma estava completamente nua e sendo segurada por duas pessoas que usavam fantasias. Umas fantasia caseiras bem mal feitas da Daphne e do Fred, bizarras mesmo, sendo claramente dois caras ali.

[― Uma bela visão não? Uma fartura. Acho que vamos nos divertir com ela ate que vocês se entreguem. O que acham?]

A raiva me tomou.

                      Como podiam dizer algo assim?

Essas pessoas perderam completamente a noção.

― Se encostarem nela eu mato vocês!!!!!


*~*~* ~*~*
 

Eu nunca ouvi a voz dele soar tão...

 

                                    Mesmo pelo celular, pude sentir a sua raiva.

― Tenta bancar o macho não. Estamos com ela e com o bebe também. Então sem palhaçada. Ouviu bem! ― As coisas estavam mesmo difíceis, e eu não conseguia ver uma saída.

Olhei para o Fred e ele estava caído e parecia estar sentindo muita dor para conseguir fazer qualquer coisa; aos poucos uma poça de sangue ia se formando a seu lado e eu a usava para saber o tempo que ainda tinha para o salvar.

Estávamos em apuros.

Definitivamente em perigo.
 

E em meio a tudo isso minha mente ia para lugares randômicos, sem lógica alguma. Pensei em tantas coisas.

Me arrependi da forma com que levei minha relação com a minha família todos estes anos. Se eu era a gênio e eles burros eu devia ter pelo menos tentado ao invés de esperado por eles. Tudo bem que eu era uma criança e não tinha como ter forças psicológicas para isso, mas agora já era madura o suficiente para entender.

Também me arrependi da forma que tratava todos os meus colegas de trabalho no laboratório. E ate um pouco de como menosprezava aqueles que desmascarávamos. Se tivéssemos nos importado um pouco mais com o que acontecia com eles depois que a mascara era retirada...
Mas...

Talvez eles cometam algum deslize, gravem algo que dedure onde estamos, talvez tenham deixado alguma pista pra traz.            Qualquer coisa.             Eles sempre cometem um erro.        Sempre!


*~*~* ~*~*
 

Sem querer acabei quebrando o celular da Daphne que estava na minha mão.

Olhei para aquele aparelho amassado na minha mão e não entendi.
Como era possível?

Mas ela nem havia percebido isso ainda. Estava ocupada de mais revendo a gravação e debatendo com as gatinhas, enquanto eu hiper-ventilava e surtava.

― Temos que por todo o prédio em quarentena. Ate acharmos os 9 que atacaram, todos lá são suspeitos. A policia tem que vasculhar todos os apartamentos e interrogar mais a fundo o sindico. ― Nem sei dizer quem dava as ordens, mas eu só concordava.

― Salsicha. ― A Daphne vem ate mim e me segura pelos ombros querendo me fazer olhar em seu rosto. ― Tenta se acalmar por favor. Preciso de você, que me ajude. Precisamos nos focar nisso, eu também não to bem com isso. Você viu o Fred... ― Ela tava certa, não era hora de surtar, mas era difícil.

Eu precisava ser racional e tentar me acalmar por eles, justamente por me preocupar com eles. Era tão contraditório, mas fazia sentido.

― Tudo vai ficar bem. Sempre fica. ― Sei que Josie só queria ser legal... mas...

― Diz isso pra todos que morreram na ilha! ― Acabei gritando com ela.

Isso estava bem longe de ser como as situações de sempre.
 

Mas a policia fez como foi ordenado, vasculho apartamento por apartamento, não existia mais privacidade ali naquele condomínio. E mesmo assim a coisa foi vagamente inútil pois os culpados haviam vazado assim que descobrimos e fugimos. A verdade era que aquelas motos ali serviram como cães de pastoreio, nos direcionando para uma direção para que assim eles pudessem fugir pela outra e não serem desmascarados.

Os filhos da puta pensaram em tudo!
 

Mas querendo ou não a vida não era tão simples e não dava para desaparecer assim tão fácil. Alguém tinha que ter comprado aqueles apartamentos e mesmo que quisesse e precisasse o sindico não iria conseguir desaparecer por completo.

Scooby chamou toda sua família para farejar o lugar e rastrear os safados.

Consegue imaginar todos eles se reunindo assim?

Uma matilha inteira de super cães dotados de auto nível de inteligência enorme como cavalos e irritados por mexerem com um membro de seu clã? Não... você não consegue imaginar.

                                                                                              Esse não era um mistério qualquer.
 

Não demorou para encontrarmos a noiva do Scooby, a loba albina que havia fugido pela escada de incêndio assim que ouviu o ataque.
Nem tinha o que exigir dela, afinal estava esperando filhotinhos e não era bom se arriscar em uma briga assim.

Fiquei muito aliviado de ela estar bem. E o melhor de tudo estar com o meu filho.

                                                            Ela era mesmo especial para o Scooby a escolher.

Tinha aprendido direitinho como sair pela escada de incêndio e como viver com humanos nos poucos meses que ficou conosco, e ainda em como carregar o pequeno e frágil bebe pela cestinha de balançar que colocávamos ele sempre, sem o ferir.

― Eu não acredito! ― A primeira coisa que fiz foi pegar ele e checar se estava bem, sem cortes hematomas ou algo pior. ― Obrigado garota. Você foi incrível! ― Eu não conseguia me segurar de emoção, o garoto estava bem e a salvo.

Só esgoelava muito, afinal passou um puta susto.

E foi justo por este choro todo que a encontramos.
 

― Esse cão é de vocês? ― Um policial se aproximava meio sorrateiro, parecia com medo dela.

Acho que havia escutado o choro do bebe e tentado o pegar dela.

Coitado.

Lobos vivem em grandes matilhas e todos protegem os filhotes juntos como uma grande família.

― Ela é um lobo. E sim. Obrigado por tudo senhor policial. ― Disse ainda a tentar acalmar o pequeno que gritava a plenos pulmões. ― Calma. Calma garoto. Papai ta aqui viu. Oi.

― Essa coisa é... perigosa!!! ― Eu sei que o policial não falou por mal, mas acho que me irritei o suficiente para ele perceber e dar uma afastada.

― Ela não é uma coisa; e acabou de salvar a vida do meu filho; de um seqüestradores. ― Respondo passando por ele e saindo dali. ― Você esta bem garota? ― Pergunto a própria Scooby-Lee que caminhava a meu lado muito acuada e com medo de todos aqueles curiosos que se aproximavam e nos cercaram aos poucos.

As pessoas eram curiosas por natureza, não podia as julgar por querer ver o que estava acontecendo ali.

Afinal começamos a vida assim.                                           Na base da pura curiosidade.

Mas Scooby-Lee também tinha seus próprios instintos e estava com muito medo por causa do ataque e podia acabar ficando violenta por estar prenha, e isso geraria tantos problemas que nem queria imaginar.

Me agachei e fiquei de frente pra ela, para que me olhasse nos olhos e falei em um tom calmo, afinal ela entendia o tom muito bem.

― Calma garota. O Scooby esta com o resto da família procurando pistas para acharmos o resto da nossa matilha. Temos que ir ate ele e pra isso você tem que se acalmar e vir comigo. Esta bem?

Ela parou de rosnar para todos e deu um ganido pra mim se esconde perto de mim e logo entrando no Speedy que tinha me ajudado a seguir o Scooby- Loo que saiu correndo a toda velocidade pela rua sem falar nada com ninguém.

― Agora só esta faltando localizarmos o Elmo e resgatarmos os dois paspalhos. ― Scooby-Loo continuava como sempre, e esse jeito dele só ficava mais arrogante com o tempo. Mas como sempre não queria discutir.

Assim que voltamos Scooby já correu na direção dela todo feliz, fazendo uma festa todo aliviado e animado por a rever.

Claro que ele estava tão preocupado com a noiva dele quanto eu estava com a minha, e justo por isso fiquei tão aliviado ao ver essa sua alegria genuína, mas ele logo me olhou como se dissesse: Agora vamos atrás da sua; e eu só consegui fazer que sim com a cabeça.


*~*~* ~*~*
 

Desde que Daphne me deu aquele puchão de orelha...

...passei a observar melhor ele e suas capacidades.

E eu realmente queria falar abertamente com ele sobre todos estes assuntos. Mas principalmente as suas capacidades sobre humanas.

Então por conta de todos estes motivos irracionais e completamente emocionais, movidos por puro pânico e medo de morrer ali de uma forma horrível eu esperava ser salva pelo meu super herói particular ou devo dizer príncipe encantado com um “cavalo branco”?
Me lembro de uma época boba em que eu cheguei a pensar isso...             Eu não sei mesmo o por que estava pensando naquilo agora.
Acho que era o desespero de não saber o que fazer.

Mas eu não podia me dar ao luxo de bancar a princesa indefesa e ficar esperando por ajuda. Se quisesse sobreviver teria de fazer a minha parte e dar um jeito de os ajudar a me encontrar, e também de salvar Fred.
 

Mas a verdade era que enquanto eu me desesperava, surtava e só chorava; Fred tinha pensado em um plano que já estava em pratica.

Ele sabia que acabaria tomando um tiro, mas antes disso havia conseguido deixar algumas pistas na casa durante a batalha e estava contando que nossos amigos conseguissem as seguir, fora isso enquanto eu só pensava no pior e não conseguia me defender naquela salinha ele fez o que pode para chamar a tenção de todos e fazer com que tivessem de permanecer juntos e não fazerem nada comigo lá dentro.

Ele estava fazendo um jogo perigoso desta vez.

Mas entendo que não tinha muitas escolhas.

E sei que se saísse viva e inteira de lá seria por causa dele.

 


Notas Finais


(Desculpa. Que vergonha to comendo bola de mais... Esqueci que o Elmo esta com eles... E o nome que pus na loba e pior... do bebe. Mas já reli as coisas e agora vou organizar esses detalhes na trama.)


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