História Frenesí - Capítulo 6


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Categorias Cindy Kimberly, Edinson Cavani
Personagens Edinson Cavani
Tags Cavani, França, Psg
Visualizações 6
Palavras 2.998
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - 90's


Passava das 8 da noite e Aria sentia as maçãs de seu rosto doer de tanto que gargalhava com as besteiras que os jogadores falavam e faziam. Uma tarefa que anteriormente a estava deixando receosa se tornará para lá de divertida com todos eles presentes.

Se entrosou facilmente com a maioria, enquanto ensaiava coreografias com Presnel; modelava com Trapp, que fez questão que a mesma vestisse por cima de sua roupa algumas camisetas do Paris Saint-Germain e tirasse as fotos profissionais com ele. Até ajudar os tímidos Nkunku e Aréola a se soltar na frente das câmeras, ela ajudou.

Tinha adorado passar a tarde com eles e as horas haviam corrido tão rapidamente, que se assustaram quando foram chamados para o coffee break que estaria disponível no fim da tarde. Os jogadores aproveitaram aquela pausa para conhecer e adicionar Aria nas redes sociais enquanto o buffet era servido, na qual também teve um momento em que a menina chamou a atenção de todos com outro assobio alto, parabenizando quem já havia sido fotografado. Avisou que estavam liberados aqueles que já havia concluído a missão dada por Adam, restando assim se despedirem e prometerem se encontrar novamente.

Mas nem todos ali pareciam querer dizer adeus.

Após retornarem da pausa, Cavani sentou-se um pouco distante do espaço onde ocorriam as fotos. A maioria já havia ido embora e restavam apenas ele e Di Maria aguardando os últimos cliques para finalizar aquele ensaio. Aria não tinha o chamado em nenhum momento para tirar uma mísera foto, dando-lhe um chá de cadeira que o deixaria profundamente irritado se não fosse a sua insistente curiosidade em torno dela.

Estava vestido com o primeiro moletom que Trapp havia usado, na qual a morena pedirá timidamente para que ele usasse também. A demora o fez amarrar os cabelos e aproveitou o tempo de espera para preparar o seu rotineiro mate, voltando logo em seguida a se sentar no mesmo lugar onde poderia observar todos os passos da garota. Desde o momento em que baterá de frente com Cavani, Aria sentia o tempo todo os olhos dele queimar em sua direção. E todas as vezes que devolvia o olhar ele não desviava, aumentando um sorriso prepotente que brincava em seus lábios e que lhe dava vontade de arrebentar na base da porrada.

Ela estava voltando a ficar incomodada.

Ou era seu baixo ventre que estava formando uma ansiedade que ela já conhecia tão bem.

Se não fosse tão orgulhosa e teimosa já o teria passado na frente de todos os outros e feito ele plantar bananeira pra tirar aquelas benditas fotos, o mandado logo embora para não ter que lidar mais com aquele nó que estava sendo atado em seu ventre.

No fundo sabia que tinha uma parcela de culpa no pequeno atrito que tiveram. Não ter sido receptiva o suficiente e nem ter conseguido o cumprimenta-lo direito o fez ter uma impressão errada da dela, mas dizer que ela era nova demais e ser inexperiente para estar ali foi demais para seu ego independente. Ela estava se esforçando e não precisava do aval dele para fazer com que aquelas fotos saíssem perfeitas, e isso só se concretizou com os elogios recebidos dos fotógrafos e dos próprios jogadores.

A melodia que saía da caixa de som ainda ecoava na sala já quase vazia. Tocava um ritmo musical que ela conhecia bem e até se simpatizava, já sabendo quem era o autor de ter disponibilizado aquela cumbia uruguaia para tocar no recinto. Olhou para trás uma última vez, o vendo entretido com o celular enquanto mexia os pés e se movia no ritmo da música. Sorriu involuntariamente, podendo presenciar o momento de descontração do mais velho e resolveu caminhar até ele, tendo em mente uma bandeirinha branca sendo balançada em sinal de um acordo de paz.

Ou não.

— Já posso sair do meu castigo? — Ele perguntou quando a viu se sentar ao seu lado

— Ainda não.

Ela disse fingindo estar séria enquanto pegava o celular que estava em seu bolso, em seguida começando a usá-lo.

— Você sabe que vai ter que pagar minhas horas extras, não sabe? — a viu concordar com a cabeça, sem olhá-lo — Uma estagiaria ganha bem pra isso? Porque afinal, elas são bem caras.

Completou divertido enquanto voltava a atenção para seu mate.

Nesse momento, ela desviou o olhar do aparelho móvel para ele, se arrependendo profundamente de ter feito isso em um movimento tão rápido. Havia escolhido o pior lugar possível para se sentar, dando de cara com o melhor ângulo de seu rosto e podendo analisar a linha de seu queixo bem marcado por conta de seus lábios finos encostados na bomba da cuia.

Por um momento desejou ser aquela espécie de canudo.

Tentou a todo custo voltar a mirar o celular, sentindo que seu controle havia dissipando-se, dando lugar a garota perdida e abobalhada de antes, e consequentemente perdendo o foco da resposta criativa que estava na ponta de sua língua.

— Você sabe que estou brincando. — Ele disse entre risos — Não precisa ficar sempre na defensiva quando eu falo com você.

— Não fico na defensiva. — ela rebateu esganiçada

— Claro que não! — respondeu irônico — Devo ser um cara bem chato pra você sequer não ter vontade de conversar comigo.

— Não é isso.

Ela o encarou, arrependida por ele pensar aquilo. Pode ver sua movimentação, se aproximando vagarosamente e seus olhos profundos voltando a queimá-la.

— O que é então?

Ele sussurrou, a vendo entreabrir os lábios provavelmente pronta para lhe dar uma resposta afiada, mas logo os fechou, não conseguindo encontrá-la. Tentava buscar em seus olhos dourados qual o tipo de jogo que ela estava tentando jogar, tendo como a única coisa certeza de que alguma forma conseguia mexer com ela, fazendo-a perder o foco do tempo e espaço em que estava e fazendo-a explodir logo em seguida, como se fosse um incomodo tê-lo por perto e tendo coragem de lhe atacar com respostas prontas e afiadas.

Ele tinha que admitir, estava gostando disso.

Pode vê-la dar um sobressalto ao ouvir a voz de Di Maria preencher o recinto, e se levantou com uma expressão atordoada. Aria sentiu os braços do Argentino abraçá-la pelos ombros enquanto falava algo em um espanhol na qual ela não estava conseguindo acompanhar, por ainda estar entorpecida por um Cavani que a encarava com um olhar intensificado, sem querer prestar muita atenção no que o amigo dizia.

Pode entender o que estava acontecendo quando Di Maria a soltou e se despediu, indo ao fundo da sala recolher suas roupas e logo depois se retirar, sobrando assim para o fotógrafo chamar a atenção da dupla solicitando que Cavani pudesse dar início às fotos.

Aria o viu deixar a cuia no puff em que ela estava sentada anteriormente e se levantar, ficando muito mais intimidador.

— Vai me ajudar com as fotos?

Era a vez dele.

Ela o encarava sem conseguir esboçar qualquer reação, voltando a ser a estagiária e inexperiente que ele apontará mais cedo. Não fazia a menor ideia de como ajudá-lo já que ele tinha todo o perfil de modelo, e tudo que havia pensando era somente no moletom que lhe entregará mais cedo, que se diga de passagem, havia caído muito bem nele. Forçou-se para que o efeito de Cavani saísse, recordando-se imediatamente de seu tom debochado e logo voltou ao sarcasmo quando pode vê-lo abrir aquele sorrisinho prepotente de novo para cima dela.

— Eu acho que você já está bem grandinho e não precisa da ajuda da novinha!

Ela rosnou, enfatizando a palavra que ele a definiu mais cedo. Deu dois tapinhas em seu braço, o incentivado a ir logo e tentou se movimentar para fazer seu caminho para fora da sala. Antes que pudesse se virar para sair de perto dele, o sentiu segurar o seu pulso com sua mão grande, puxando-a para mais perto dele. O olhou assustada, porém não conseguia fazer com que o seu corpo respondesse aos comandos de alerta que estavam sendo criados em sua mente para que tentasse se soltar de seu aperto. Logo as mãos do mais velho estava cada uma em seus braços, a segurando. Não impôs sua real força, mas foi o suficiente para ela sentir o incômodo em seu baixo ventre gritar, alertando-a que aquilo estava ficando perigoso.

Muito perigoso.

Sentiu o hálito de ervas invadir suas narinas junto com o cheiro amadeirado do jogador quando o viu aproximar o rosto novamente ao dela. Tentou não fechar os olhos e respirar fundo para aproveitar aquela mistura deliciosa de aromas e parecer uma idiota enquanto ele estava com uma expressão fechada.

— Isso só prova a quão imatura e mimada você é. — disse entre os dentes, seus olhos cravados nos dela — Olha, eu tento ser legal uma, até duas vezes, mas se a pessoa não quer, sempre virando as costas como se fosse melhor que todo mundo, quem sou pra continuar insistindo, não é mesmo?

Aria arfou, sentindo todo o seu corpo reagir com a voz firme de Cavani. E todas as sensações que estava tendo durou tão pouco tempo que era como se a cena estivesse em câmera lenta e voltado ao normal quando ele resolveu solta-la, podendo assim perceber que estava segurando a respiração por todo esse tempo. O viu dar passadas pesadas até onde o fotógrafo estava podendo vê-lo mudar sua feição, ficando mais aliviado quando cumprimentou a equipe. Ele direcionou uma última olhada a ela, vendo-a ainda atônita com o que ocorrerá. Não pode deixar de soltar uma risada sem humor, se posicionando para começar a ser fotografado.

O placar entre eles já estava de quanto?

1x1 para cada?

Aria tentava absorver o que ele havia dito, buscando as atitudes que tivera e que havia sido pólvora para que as coisas entre ela e seu crush estivesse chegando até aquele ponto. Ela não sabia o porquê de estar se auto sabotando, e nos poucos momentos que tiveram um diálogo foram para simplesmente para ela mantar aquela carranca de mimada. Se deu por vencida, refletindo enquanto caminhava até onde o notebook estava, passando a observar as fotos tiradas do mais velho e desejando não ter feito aquilo.

Como ele era bonito que só o inferno, e vê-lo com o semblante irritado chegava a ser mais excitante do quando estava sorrindo. Era isso que estava dificultando mais ainda a convivência entre eles. Desviou o olhar da tela brilhante para espiar o que acontecia no centro do cenário branco e o viu retribuir o olhar enquanto o fotógrafo continuava a clicar na câmera. Incomodada com o dançar de seu útero, cruzou os braços e se aproximou deles:

— Você está com a camisa vermelha por baixo? — perguntou e o viu concordar — Solte os cabelos e tira o moletom, vamos fazer umas fotos da camisa.

O viu assentir sério, e enquanto ele tirava o elástico que prendia seus cabelos, pediu para que o fotógrafo continuasse a tirar as benditas fotos, não querendo acreditar que um simples ato como aquele o deixava extremamente charmoso.

Logo ele começou a tirar o moletom.

A camisa vermelha começou a aparecer e acompanhar aos poucos a peça que estava sendo retirada, deixando amostra as suas entradas maravilhosas presentes nas laterais de seu abdômen. Quase como instintivo, ela mordeu o lábio inferior com força e o soltou aliviada quando viu Cavani abaixar os braços, jogando o moletom para ela. Aria deu um pequeno sorriso quando voltou a prestar atenção em seu rosto, os cabelos bagunçados por conta da retirada da peça de roupa. Ela pediu um tempo pro fotógrafo e entrou no fundo branco, se aproximando dele.

— Abaixa um pouco, deixa eu tentar arrumar esses cabelos.

Ela pediu enquanto ficava nas ponta dos pés e apoiava uma de suas mãos no ombro do jogador.

Ele riu da tentativa da garota e fez o que ela pedia, se curvando para que pudesse sentir o toque leve de seus dedos em seu couro cabeludo. Em um breve momento, o toque quente da mesma alcançou sua nuca, tendo a leve sensação de alguns pelos daquela região arrepiarem-se. Logo ela o soltou e ele pode voltar à posição normal, ainda tendo a expressão pensativa e os grandes olhos da garota o analisando, mas não por muito tempo. Pode vê-la se virar para o fotógrafo e pedir para que continuasse enquanto a mesma desaparecia de seu campo de visão.

Depois de uns minutos ela voltou com uma camisa polo e outra semelhante a um dos uniformes do PSG, contendo o seu nome e seu número. Não pode deixar de sorrir enquanto a menina se esforçava para lhe ajudar, orientando-o a fazer algumas poses e algumas expressões, mostrando que de algum jeito que o que ele havia lhe dito anteriormente surgirá efeito para ela ter mudado o comportamento diante a ele.

Ou podia muito bem fazer parte do seu jogo.

Essas garotas nascidas nos anos 90 não eram fáceis de lidar.

Logo a sessão foi dada como encerrada e agradeceu a equipe de fotógrafos, vendo a garota também agradecer. A viu se afastar e apressou o passo para lhe acompanhar. Ao chegar ao seu lado, pode ouvi-la agradecer por ter sido paciente e ter ficado até o final, sem sequer desviar o foco do celular na qual estava entretida. Desistiu da mesma, indo em direção aonde tinha deixado sua roupa e a trocando ali mesmo, na frente da garota, não olhando para trás para constatar sua reação. Logo em seguida pegou sua garrafa térmica e a cuia que estavam próximo ao puff em que estivera sentado anteriormente.

Se despediu de uma Aria que se encontrava com uma expressão indecifrável, mas que ao invés de lhe dar um meio sorriso, abriu os lábios, expondo a fileira de dentes. Devolveu o mesmo sorriso e a viu acenar, fazendo-o se virar para deixar a garota e equipe para trás, na esperança medíocre que ela lhe chama-se dizendo qualquer coisa malcriada que o fizesse perder a cabeça e ficar para provoca-la.

Porém isso não ocorreu, e seguiu seu caminho em direção a copa do CT para lavar suas coisas e guardá-las, podendo enfim ir embora.

Aria ficou na sala ajudando a equipe de fotógrafos desmontar o cenário e os equipamentos para ir embora também. Logo se despediram e os viu baterem em retirada, deixando-a sozinha no amplo recinto. O céu ainda estava escurecendo por conta do início do verão, demonstrando sinais de que se aproximava das 10 da noite, e ela se voltou para as peças de roupa espalhadas pelos puffs podendo constatar a bagunça que havia sobrado. Sabia que Adam logo chegaria para buscá-la e pelo menos deveria deixar tudo arrumado para que no dia seguinte algum responsável pudesse recolher as peças organizadas.

Suspirou, imaginando que a parte mais divertida havia sobrado para ela.

Pegou a caixa de som que estava perdida entre os puffs e a deixou em cima da bolsa, escolhendo uma canção de suas playlist. Começou a arrumar as roupas, catando-as e colocando-as sobre a mesa dos bonés.

Cavani passou pelo corredor em que havia ocorrido as fotos, e o volume do ritmo musical latino aumentava cada vez mais ao se aproximar da grande sala. Ao chegar, parou no batente da porta, observando a garota ao fundo balançando o quadril e cantarolando em espanhol enquanto pendurava as roupas cuidadosamente nos cabides e as colocava de volta nas araras.

Ela estava distraída demais com a voz do Maluma saindo da caixa de som, não percebendo a movimentação a sua volta.

Sentiu um sopro em sua nuca exposta por conta do coque que havia feito no cabelo, a fazendo sobressaltar assustada pela segunda vez só naquele dia. Levou as mãos ao peito, sentindo o batimento cardíaco acelerado, e pode perceber a expressão divertida de Cavani ser direcionada para si:

— Você quer me matar do coração? — disse nervosa

— Você é muito jovem para ter um ataque do coração — ele soltou uma risada

— Tu não tinhas ido embora?

Ela se apoiou na mesa que estava ao seu lado tentando se recompor, ainda o olhando raivosa pelo tamanho do susto dado.

— Estava indo — apontou para a mochila pendurada em seu ombro — E você, como vai embora? Sabe que está bem distante da civilização, não é?

— Eu sei — ela disse obvia — Meu pai está vindo me buscar.

Mordiscou a bochecha por dentro, tentando evitar rir ao vê-lo revirar os olhos

— Tem certeza? Porque se eu fosse ele ia te deixar dormindo aqui — ele disse, ainda divertido

— Bom, ele disse que estaria aqui às 10h!

Ela voltou a pegar o celular para confirmar as horas e viu novamente trocentas notificações de Adam se acumulando com as que ela havia esquecido de ver mais cedo. Teve preguiça de percorrer os olhos nas inúmeras mensagens e resolveu ligar, escutando a secretaria da caixa postal ecoar do outro lado da linha.

— Não é possível que ele passa o dia inteiro pendurado naquela porcaria de telefone e justo na hora que eu ligo, acaba a bateria. — disse frustrada

— Quer que eu te espere?

Cavani disso, mudando sua expressão para uma de preocupação, a fazendo franzir o cenho com aquela atitude.

— Olha, não precisa, sério. Ele já deve estar lá fora me esperando — disse, voltando a sua atenção para as poucas roupas que ainda faltava pendurar

— Então pelo menos irei te ajudar a terminar de arrumar essa bagunça — ele disse prestativo e a ouvindo bufar — E não precisa me agradecer!

Ele completou bem-humorado, deixando a alça de sua bolsa escorregar até que a mesma estivesse no chão. Se aproximou da garota, encostando o seu corpo ao lado do dela e lhe dando um empurrãozinho para ela fosse para o lado, podendo lhe dar espaço.

Aria o encarava sem acreditar no que estava acontecendo.

Ele percebendo isso a correspondeu, lançando um sorriso em sua direção. Balançou a camisa que estava colocando no cabide para que ela acordasse do transe em que estava e voltasse a fazer o que estava fazendo anteriormente.

A viu engolir a seco, perdida em pensamentos.

Placar final?

2x1 para Cavani.



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