História Frerard- Antes do Fim - Capítulo 20


Escrita por: e GengibreTrevoso

Visualizações 60
Palavras 2.581
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Opa opa, tem gente lendo ainda?
Quanto tempo foi? 1 mês 1 semana?
Mals aew guys, fiquei sem pc um tempo, depressão, pipipi popopo

PELO MENOS TEM HOT GOSTOSO E LONGO BLZ?

Boa leitura aew, se quiserem explicações tá na notas finais
Bejo

Capítulo 20 - Capítulo 19


Fanfic / Fanfiction Frerard- Antes do Fim - Capítulo 20 - Capítulo 19

xXGerard P.V.OXx

 Fiquei tão empolgado com o pedido, que sem querer acabei apertando Frank com muita força. E quem sofreu foi sua cachorrinha.

 Segurando-a, Frank beijou o topo da cabeça de Sweet Pea e pediu desculpas, me olhando malicioso e sorrindo.

- Vamos para o quarto, Sweetheart?

- Com certeza, love.

 Frank colocou a cadelinha no chão e me abraçou, levantando e me ajudando a fazer o mesmo.

- Meu amor, eu e o Gee vamos fuder agora. Não vá pra perto do quarto, ok?

- Não usa esse vocabular com ela! –Fingi estar irritado.

 Pra ser honesto, agora, eu estava morrendo de tesão. Não me importava se ela nos visse ou se se encolhesse na sua caminha.

- Só para nós não passarmos vergonha mais uma vez. –Se levantou e correu até mim, me abraçando com força.

 Abraçados e aos beijos, andamos pela casa. Até tombamos nas paredes por conta disso, mas conseguimos chegar ao quarto.

 Ele me empurrou em sua cama e deu dois paços para trás, fechando a porta e virando a chave. Não aguentei e dei risada.

- Ta com medo que Pea venha abrindo a porta?

- Minha porta não encosta sem tranca. Tenho medo que ela te escute gritando, na verdade. –Andou até mim e fez com que eu me deitasse, então, se forçou contra meu corpo, com um joelho de cada lado.

 Juntamos nossas mãos e entrelaçamos nossos dedos. Senti-a sua ereção contra minha barriga, latejante e dura. E eu não estava diferente. Parecia pulsar no mesmo ritmo das batidas de meu coração. Investi o quadril contra Frank, que soltou meus lábios e sorriu. Guiou nossas mãos para perto de meu peito, mordiscou seu lábio.

- Sabe o que eu espero, Frank?

- O que foi?

- Você estar segurando minhas mãos e sorrindo porque vai sentar pra mim.

 Seu sorriso murchou e deu lugar a um biquinho triste.

- Poxa Sweetheart, hoje eu quero meter.

- Nem vem com isso de “Sweetheart ”, Iero. Lembra que a gente ia alternar?

- Só mais hoje, vamos. E além disso, a última vez que você meteu em alguém ela engravidou. Já pensou se eu engravido também?

- Você tem um útero e dois ovários?

- Não fode.

- Fodo sim. –Juntou as sobrancelhas em sua testa e gemeu um pedido manhoso de “Por favoooor! ” adorável.

 Ele pedindo assim... até dói negar.

- TÁ. –Resmunguei. –Mas eu juro que se tu vier com essa de meter na próxima vez, eu meto é minha mão na sua cara.

- Sabia que eu amo você, Sweetheart? –Me abraçou rápido e logo já explorava meu corpo com as mãos.

 Abri minhas pernas com auxílio da mão de Frank, que se aventurava na parte interior de minhas cochas. Eu senti-a queimar, tanto pelo calor quanto pelo seu toque.

 Puis ambas minhas mãos na fivela de meu sinto, ele me encarou e pois as mãos em cima das minhas, então juntos abrimos meu cinto. Puxou minha calça pra baixo e finalmente tirou parte de minhas roupas.

 Tinha me limpado em casa. Então, já ficava até mais leve pensando que poderia ser fodido de uma forma melhor. E sem medo de acabar passando chegue.

 Eca.

 Ergui meus braços em um pequeno pedido para que ele tirasse minha camisa, e assim fez. Só consegui observar a malha branca ser jogada no chão.

 De cueca e meias, eu pensei que ele começaria a se despir. Mas ele resolveu me deixar ainda mais em sua mercê. Enrolou os dedos no tecido de minha boxer e puxou lentamente para baixo, rindo ao me ver envergonhado e quase todo nu.

 Quando finalmente fiquei apenas com um par de meias brancas, ele começou a desabotoar a camisa social. Deslizei com minha mão até meu pau, e fiquei me acariciando enquanto Frank desfazia os apertos de botão.

 Sua blusa escorregou de seus ombros e desceu por seus braços, abandonando o corpo que a acomodava.

 Tudo pareceu rodar e se cercar em torno de nós dois.

 Dois homens. Dois amigos de longa data. Dois namorados.

 Era estranho, pois, ao mesmo tempo que eu queria estar dentro dele, eu o queria dentro de mim. Queria ser tocado e poder toca-lo.

 Senti-lo de todas as formas. É isso o que eu desejo.

 Pondo a mão sobre a minha, percebi que nós dois já estávamos despidos. Um arrepio correu entre nós, e senti o ar falhar em meus pulmões. Segurou meu punho com força e deixou-o contra o colchão.

- Não, Swetheart. Ainda não.

 Após tantos dias, tinha me esquecido o quão filho da puta era meu namorado. Principalmente quando se tratava de me foder.

- Mas...

- Calma. Você é muito apressado.

 Passou a língua em meu rosto, bem na minha bochecha esquerda. Puxou-a sobre meu nariz e a outra bochecha, chegando no meu ouvido e gemendo bem baixinho. Gemendo meu nome.

 Arqueei as costas e apertei os dedos de meus pés. Eu sempre ficava agoniado com sons baixos diretamente em minhas orelhas. E, em teoria, isso não deveria me excitar. Mas excitou. Eu adorei.

 Lamuriei seu nome em um pedido de alívio. Mas claro, ele ignorou e voltou a me apalpar. No meio das pernas, nas coxas, nas panturrilhas, na cintura... até em meus pneuzinhos –Digo honestamente que, não gostei dessa última parte não.

 Trilhou os beijos em meu busto, e aproveitou para beliscar os bicos de meus mamilos. Passou a língua em torno de meu umbigo, e de novo eu precisei arquear as costas em busca de ficar mais confortável com aquilo. Era um arrepio gostoso. Seu peito desnudo roçou em minhas pernas, e assim, pude sentir a respiração quente ser soprada contra minha virilha.

- F-Frankie, o que você...

- Me diga o que quer que eu faça, Swetheart. –Beijou meu ventre e segurou meu pau pela base. –Quer que eu te chupe? –Lambeu do tronco até a glande. –Quer que eu... te masturbe? –Moveu sua mão para cima e para baixo, devagarzinho, aumentando conforme eu fazia força para investir meu quadril contra sua mão.

- E-Eu quero... O-Ohnw, Frankie... eu... –Mordisquei meu lábio quando ele inventou de depositar mais uma lambidinha em meu pau.

 Abriu levemente seus lábios, sessando o movimento de sua mão e começando a me engolir. Não era a primeira vez que eu era chupado, mas, mesmo assim, eu sentia meu corpo diferente. Mais leve e mais quente. Talvez, porque era ele. Com ele sempre era diferente. Por isso eu gostava tanto.

 Me esforcei para mover meu quadril contra ele, em um ponto que, Frank não precisava mais mover o pescoço. Apenas permitiu que eu estocasse dentro de sua boca.

 Então, quando eu podia sentir algo querendo vir em meu ventre, meu parceiro subiu as mãos para meu quadril e forçou para baixo. De imediato precisei parar. Claro, me zanguei, e não escondi isso quando ele ergueu o rosto.

 Frank deu risada limpando um pouco de saliva que descia de sua boca.

- Sweetheart, que cara feia é essa? Tá com fome, é?

- Mano eu to falando sério, até o final da noite eu... Ah, porra!

 Investiu seu membro contra o meu. Podia sentir o tecido de sua calça contra minha sensível pele. Era como quando ele gemeu em meu ouvido: Incômodo, porém, estranhamente prazeroso.

 Conseguiria ter um orgasmo se ele continuasse roçando forte dessa forma. Mas de novo, quando podia me sentir melar, ele parava.

 Dei um basta naquilo. Usei minha mão esquerda para bater em deu rosto. Um estralo de pele se chocando com pele de forma ardida.

 Não foi muito forte, mas deixou sua bochecha avermelhada.

- Gerard....

- Frank, para! Para de me provocar assim! Caralho, é tão difícil ser direto?

- Se você estivesse tão desesperado assim era só pedir. –Cruzou os braços e abriu o zíper da calça. –Não quero mais te foder não.

- Ah quer sim. –Apertei suas bochechas e o trouxe para mais perto de mim. E o beijei a força. –Pega uma camisinha, agora. Me faz ser seu de novo.

- Eu... bem, eu esqueci de comprar mais. Mas... podemos fazer no pelo, se não for incômodo pra você.

 Suspirei pesado em desgosto, e ele uniu as sobrancelhas no meio da testa.

- Primeiro queima a carne e agora não tem proteção? –Mordi os lábios e sorri, beijando sua testa. –Tudo bem. Eu só quero que você me prepare melhor se for assim.

 Sorriu me beijando e me puxando levemente para o lado, para que conseguisse alcançar o criado mudo sem precisar me soltar.

 Abriu a gaveta e tirou um vidrinho de lubrificante. Não reparei se já estava aberto ou não, já que quando percebi, ele já derramava um pouco do gel em seus dedos da mão direita. Deu um tapa na minha coxa e mandou que eu abrisse as pernas, e assim, separei-as e usei minhas mãos para fazer elas se separarem ainda mais.

 Sorrindo, rodeou minha entrada com o indicador, então, inseriu-o dentro de mim. Diria que com certa urgência, mas talvez deve ser por medo de levar outro tapa, ou por estar tão latejante quanto eu. Sem que eu percebesse, adicionou o dedo do meio.

 Ergui meu pescoço para vê-lo melhor. Frank parecia concentrado no que fazia. Me preparando com cuidado, carinho... amor...

 Me sentia preenchido por pouca coisa. Queria mais, óbvio. Mas não o apressei, como estaria acostumado a fazer. Queria senti-lo, mas sem me machucar.

 A adição do terceiro dígito foi ainda mais ardida –Entretanto, a mais prazerosa também. -, e meu interior o aceitou bem. Me contraí com força quando ele me acariciou em um lugar específico, que fez um formigamento agradável correr em mim.

- Sweetheart, eu... –Gemeu mordendo os lábios.

- Tudo bem, F-Frankie.... Está bom assim... –Senti seus dedos me deixarem, e logo me contraí de novo, buscando algo para me preencher de novo.

- Você viu isso, Sweetheart? –Disse rindo enquanto massageava seu pau, espalhando lubrificante. Deitou-se sobre mim e eu tirei as mãos de minhas coxas, o abraçando pelos ombros. –Seu cu até pisca de tanto desespero.

- É culpa sua.

- Que bom então, né? –Forçou a glande contra mim. –Vamos devagar, meu amor. –Arqueei as costas e mordi minha língua.

- C-Caralho, eu vou te bater de novo!

- Vai? –Tirou e colocou de novo, mas apenas a cabecinha. Assim não tinha graça, não me tocava no lugar que eu queria.

- Vou! –E continuou, tira tudo e bota só a ponta. –E-Eu to falando... to falando sério. –Arranhei suas costas e ele mordeu o lóbulo de minha orelha. Cessou os movimentos e sussurrou contra meu pescoço.

- Então me convença. Faça eu acreditar que você merece ser fodido até não aguentar mais.

- Para de dizer asneiras... por favor Frank, não venha com essa de joguinhos... eu sei que você quer tanto quanto eu.

- Você tem razão. Mas eu sinto prazer, mesmo só estando um pouquinho dentro. Ainda mais com essa sua carinha de desespero.

 Abracei a cintura dele com minhas pernas, tentando força-lo contra mim. Mas ele segurou minhas panturrilhas e fez com que eu me soltasse dele.

- Frank, por favor. O que eu preciso fazer pra você se convencer logo?

- Eu não sei.

- Quer outro tapa?

- Dá que eu te dou outro.

 E como prometido, eu bati em seu rosto mais uma vez. Não foi tão forte quanto o primeiro, mas seus olhos se cerram e ele me bateu com o dobro de força. Meu rosto até virou com aquilo. Depois prendeu minhas bochechas com suas mãos e me beijou.

- Frank, que m-... AH CARALHO!

 Sem aviso prévio, ele se forçou contra mim completamente. Me pegou de surpresa, e eu não consegui conter o grito que saiu rasgando minhas cordas vocais. Isso me machucou um pouco. E ele percebeu.

- Gee, está tudo bem? Quer que eu...

- S-Se tu falar que vai t-tirar eu... ah, puta merda.... S-Só, espera um p-pouquinho...

- Tudo bem. –Arrastou o nariz pelo meu pescoço e começou a depositar vários beijinhos. Isso me confortava de certa forma.

 Abracei sua cintura com minhas pernas, mordendo seu ombro e chupando sua pele branca. Queria, além de ser marcado, deixara a lembrança de que ele esteve comigo. Bem na sua pele, nas misturas com suas tatuagens. Que ele olhasse para seu corpo e se lembrasse de mim, assim como me lembrarei dele nos dias seguintes.

 Movi suavemente o quadril, sorrindo de canto enquanto meu interior se contraía. Senti-lo sem a proteção, apesar de ser um pequeno risco a correr, era um prazer imenso: Assim eu poderia apreciar melhor, tanto sua pele quente quanto as marquinhas de suas veias.

- Frankie?

- Sim?

- Mova-se.

 Segurou a parte inferior de minhas coxas e puxou sua cintura para trás, investindo contra mim de novo. Um entra e saí bem conhecido por mim, mas parecia absurdamente diferente quando era no pelo. Eu sentia atrito, pele com pele, quente com quente. Me fazia ficar ainda mais desesperado pelo seu contato.

 Era sim a primeira vez que alguém entrava dentro de mim sem uma proteção de látex, e não me arrependo de ter continuado. Foda-se o que vem depois. Eu gosto agora. Ele gosta. O que há de temer?

 Meu namorado sorria em meio nossos beijos. Mesmo que com dificuldades, eu me esforcei para não fechar meus olhos. Queria ver seus olhinhos brilhantes de felicidade encarando meu rosto suado e quente. Meus lábios judiados mantinham-se entreabertos, tanto para respirar quanto para gemer.

Certo, ela difícil respirar, já que meu nariz tinha quase trancado por conta dos movimentos involuntários que eu fazia –Como mexer os dedos dos pés, dobrar as pernas com força, comprimindo a barriga e as paredes de meu interior. Também, meu corpo era constantemente jogado para trás, e isso até machucava minhas costas.

 Entretanto, não era um problema. Era bom. Muito bom.

 Nossos corpos ficaram cobertos por uma fina camada de suor, e a velocidade parecia aumentar sozinha. Me sentia preenchido por completo, pingando de pré-porra e delirando de desejo. Era ele quem despertava essas coisas gostosas em mim. E eu amava tudo isso.

 Amava aquele homem em cima de mim. Amava ter prazer vindo dele. Amava estar suado em sua cama.

 Gemia igual uma puta barata, parecia que eu apenas gritava. Meu namorado gemia repetidamente, como se quisesse sincronizar sua voz comigo.

- F-Frank eu... A-Aahh, eu vou g-goza... AAAH! –Gritei quando ele me acertou com uma força absurda, que eu nem sabia que ele tinha.

- Eu também, G-Gerard... V-Vamos juntos....

- Não consigo!

 Quando eu disse isso, não pude mais aguentar. E ele percebeu, pondo suas mãos em meu rosto e me beijando forte. Ao que o primeiro espirro de porra saiu de meu pau, notei algo enchendo meu interior, ainda mais quente do que a pele gostosa.

 Não havia mais nada vasando de meu pau, nem mais nada se jorrando em meu interior. Mas ele manteve o beijo, até que eu precisei empurra-lo para fora de mim.

 Deitou-se ao meu lado, olhando para os meus olhos. Sorriu pequeno.

- Gostou, Sweetheart?

- Pra caralho.

 Rastejou para perto de mim e me abraçou com força, e eu enfiei a mão no cobertor jogado para o lado e cobri nossos corpos. Por mais que não estivéssemos sentindo, estava frio. E a última coisa que eu queria era um resfriado.

 Com o interior cheio de porra e em paz, eu dormi. Dormi bem pela primeira vez em várias semanas.

 

xXContinuaXx


Notas Finais


Aaaaa eu preciso estudaaaaaar mas to escrevendo pornô de banda morta
A uns caps atrás eu disse que a mãe do meu amigo tinha câncer na traqueia, lembram? Então, ela tá morta
Uns rolo fodido acontece na vida de todo mundo, e as vezes nós nos deixamos afetar por eles. Foi parte do caso, já que, enquanto eu estava com o pc, eu não consegui escrever por causa disso, por causa das férias, e uma caralhada toda

Até quando tiver cap dnv


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