História Fresh Paint - Capítulo 12


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Categorias The Originals
Personagens Klaus Mikaelson
Tags Drama, Romance, The Originals
Visualizações 58
Palavras 1.363
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá e bom dia!
Aqui vai mais um capítulo!

Capítulo 12 - New Orleans


Fanfic / Fanfiction Fresh Paint - Capítulo 12 - New Orleans

Saí do aeroporto e peguei um taxi para French Quarter. Sabia que lá estaria movimento e seria mais fácil de descobrir o híbrido.

Pelo caminho, analisei a paisagem da janela do carro e senti a brisa em meu rosto... Era difícil explicar... A cidade cheirava à história e tragédia. Tinha um ar misterioso e cativante, totalmente diferente de onde vinha.

Paguei o motorista e caminhei pelas ruas, enquanto perguntava se alguém conhecia onde encontraria os Mikaelsons, mas nenhum humano sabia me dizer. Atravessei a rua, frustrada, a ponto de desistir do que eu queria fazer. Afinal, a culpa era minha de ter enlouquecido e viajado até lá.

Antes que desistisse, ouvi sua voz e me virei para procurar de onde vinha. O vi de longe com um grupo de vampiros, o mais alto pareceu ser seu irmão, Kol. Comecei a caminhar em sua direção e a raiva tomou conta de mim, minha mente ficou vazia, como se eu esquecesse que fui lá para tentar ajudar com o que tivesse acontecendo para que se aborrecesse ou pelo menos me despedir apropriadamente para conseguir esquecê-lo.

Assim que recobrei a consciência, não tinha como fugir, já tinha me aproximado e lhe acertado um tapa no rosto.

- Você deve ser muito importante para não ter a cabeça arrancada do corpo. – Kol riu do irmão.

- Você deve ser Kol, é um prazer conhece-lo. – O olhei de lado, cumprimentando-o com um sorriso. – Sinto muito ser apresentada desta forma.

- Ok, talvez eu merecesse isso. – Klaus retrucou, respirando fundo para não perder a calma. – O que veio fazer aqui?

- Talvez? Sabe o quanto eu esperei pela sua volta? O quão difícil foi me adaptar sozinha, sem saber o que fazer e tentar seguir em frente... – Esbravejei, sem me desculpar pelo que tinha feito ou responder sua pergunta.

- Eu pensei que tivesse entendido que eu não voltaria, como está usando o anel, deduzo que tenha lido a carta.

- Você acabou com minha vida, acha mesmo que uma simples carta resolveria?

- Se serve de consolo, Rebekah foi a responsável por sua transformação.

- Tecnicamente sim, mas ela nunca teria feito isso se você não tivesse entrado em meu caminho. Se eu não tivesse me preocupado com você... Eu nunca deveria... – Briguei, mas sem gritar, atropelando as palavras.

- Acho melhor conversarem em um local reservado. Estão chamando atenção. – Kol falou calmamente, segurando o riso irônico.

- Você quer que eu a leve para o seu hotel? – Klaus resmungou, revirando os olhos.

- Eu não estou ficando em hotel, não ficarei em New Orleans, vim direto até você, precisava dizer o quanto...

- Me odeia? Acho melhor entrar na fila, Love. – Sussurrou, caminhando para longe do irmão.

- Não se atreva a virar as costas para mim.

- Como disse?

- Você me ouviu Niklaus, não vire as costas para mim. Ou juro por Deus que vai se arrepender.

- Eu não tenho tempo para isso.

- Muito menos eu. Não me importa o que se passa nessa mente problemática, você não vai sair daqui sem falar comigo. – O encarei enfurecida.

Como resposta, ele pegou a bolsa da minha mão, me puxando para longe dos olhos de todos que prestavam atenção na situação.

Quando entramos no Hall da casa antiga, ele me soltou ainda possessa, mas não sabia o motivo, já que eu o amava mais do que odiava.

- Quando você estiver completamente sozinho... – Retruquei, tomando a bolsa de suas mãos. – Você vai saber o que eu senti.

- Eu sei que está com raiva, mas eu não posso ficar.

- Com raiva? Você não tem noção do que eu estou sentindo... – Suspirei, controlando a vontade de chorar. – Foi um erro eu ter vindo até aqui... Pensei que eu saberia o que dizer, que poderia me despedir e pôr um ponto final na nossa história, mas eu agi sem pensar e você claramente não se importa... Adeus Klaus.

Antes que falasse qualquer coisa como resposta, eu saí do local, caminhei pelas ruas enfeitadas de New Orleans e entrei no primeiro bar que encontrei.

Sentei no banco e pedi por uma tequila, entregando a nota de cem dólares.

- Quando o copo ficar vazio, me traga outro. – Expliquei.

Como havia dito, foi feito, mas eu não estava ficando bêbada. Pelo menos, não o suficiente.

- Dia ruim?

- Pode-se dizer que sim. – Respondi, sem me virar, colocando o outro copo sobre a pirâmide que montava.

- Um whisky duplo. – Falou com o bartender.

- O que você quer Marcel? – Questionei.

- Não sabia que tínhamos sido apresentados.

- Não fomos. – Retruquei, finalmente me virando para olhá-lo.

- Então? – Arqueou a sobrancelha.

- Eu não viria até New Orleans sem saber o que me esperava. – Respondi.

- E o que lhe esperava?

- Dor... É realmente difícil amar alguém que não se deixa ser amado. Não concorda? – Arqueei a sobrancelha, esperando sua reação. Pelas fotos que tinha visto de alguns curadores, ele pareceu ter algo com Rebekah, sempre brigando um com outro.

- Você é a mulher que acertou Klaus... Eu espero que não tenha problemas na minha cidade.

- Relaxa, eu não pretendo ficar na sua ‘cidade’. – Revirei os olhos, virando outro copo e empilhando na pirâmide. - Vou embora no próximo avião para Paris, que sai daqui algumas horas...

- É sempre tão grossa? – Riu, tomando sua bebida.

- Desde que fui transformada por sua amada, sim, me tornei mais impaciente.

- Eu não sei o que pensou que eu queria com você, mas eu só vim beber um pouco antes de outro problema surgir na minha frente. – Voltou a atenção para o copo e eu me arrependi de tê-lo provocado.

- Eu peço desculpas. – Murmurei, pegando o próximo copo.

- Desculpas aceitas. – Sorriu, virando o copo de whisky e pedindo por outro. – Se serve de consolo, eu também não estou no meu melhor dia.

- Pelo que ouvi, você é o único que está no mesmo nível dos originais, não é possível que esteja tendo um dia ruim.

- Se surpreenderia com o que eu tenho que lidar... Inclusive com o seu namorado. – Debochou e eu ri.

- Ele não é meu namorado, pelo menos, não mais.

- Acredite, se você ainda está viva depois da cena que fez, ele realmente se importa com você.

- Você viu?

- Não, mas as notícias correm rápido por aqui.

- Eu pensei que... Eu não sei o que pensei que encontraria aqui. Nunca fiz um escândalo em toda minha vida... Talvez eu achasse que se o visse, tudo voltaria a ser como era antes.

- E como era? – Voltou a atenção para o que eu dizia.

- Bom! Eu nunca tinha me apaixonado assim antes, mesmo não sabendo muito sobre ele... Eu pensei que quando nos falássemos, ele diria que não deveria ter ido embora, que foi um erro me deixar e que me amava como eu o amo, mas eu estava enganada. Ter vindo aqui foi um erro. – Conclui, virando outra tequila.

- Se eu aprendi algo em todos os anos que vivi com aquela família foi que você só está seguro longe deles. Isto vale para você também, se quer continuar viva, melhor não entrar em seus caminhos, só traz dor e decepção.

- Eu já entendi... Aliás, eu não sei porque estou te contando tudo isso.

- É mais fácil falar com alguém que te entenda.

- É, eu acredito que sim. – Sorri, estendendo meu copo e outro para ele.

- Ao nosso fracasso. – Falou, brindando.

- Ao nosso fracasso... Por amarmos as pessoas erradas, ainda que elas nos machuquem. – Virei o outro copo. – Antes, se eu tomasse um shot de tequila, já estaria completamente bêbada.

- O seu metabolismo muda quando se transforma.

- Eu percebi isso... – Sorri, empilhando o copo.

Continuamos conversando, enquanto os copos vazios se empilhavam em nossa frente, até que fossem retirados para lavar.

- Foi um prazer conhecê-lo Marcel. – Estendi a mão, para me despedir.

- Igualmente. – Concordou e eu sorri, pegando a bolsa e saindo do local.

Caminhei até um taxi e pedi para me levar ao aeroporto, não queria correr o risco de perder o voo.


Notas Finais


Então... Acho que me decidi sobre o final daqui, vocês vão entender no próximo capítulo...

Bloody Kisses =*


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