História Friction - Capítulo 6


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Categorias Arrow, Demolidor (Daredevil), Homem-Aranha, Legends of Tomorrow, Lucifer, Supergirl, The Flash
Personagens Alex Danvers, Barry Allen (Flash), Chloe Decker, Cisco Ramon (Vibro), Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow (Nevasca / Killer Frost), Eobard Thawne (Flash Reverso), J'onn J'onzz "John Jones" (Caçador de Marte), Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor, Lucifer Morningstar, Maggie Sawyer, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Richard "Rip" Hunter
Tags Alienígenas, Emilia Clarke, Futuro, Karry, Viagem No Tempo, Zorallen
Visualizações 96
Palavras 1.174
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, LGBT, Luta, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - E nasce a Fricção


21/10/2019- Quinta-feira, 6:00

Laboratórios S.T.A.R.

 

Eu nunca achei que isso fosse acontecer, mas a Taylor me implorou para que eu passasse a noite com ela no laboratório. Eu descobri que ela detestava ficar sozinha, e já que o Harry tinha voltado para a Terra-2, ela ficaria sozinha no laboratório. Depois de muita insistência da parte dela, eu passei em casa para pegar as roupas do dia seguinte e preparei minha maca/cama na área médica.

O despertador soou com “Lady Gaga- Poker Face” ás 6 da manhã, eu peguei o celular e deslizei, para que o despertador parasse de tocar. Eu me espreguicei, levantei e cutuquei a Tay, que dormia como uma pedra. Eu fiquei admirada como ela ficava bonita até dormindo.

- Ãh, que foi? – ela se assustou, meio sonolenta.

- Hora de acordar, bela adormecida. – eu brinquei.

- Sério? – ela disse, mexendo no cabelo, revelando um rosto por trás das cortinas vermelhas – Eu tô sendo ameaçada de morte pelo meu próprio pai e ainda tenho que acordar cedo? Isso é injusto.

- A vida não é justa, Cleveland. – eu ri

- A gente não pode ficar aqui? Só hoje, por favor... – ela fez cara de cachorrinho. Golpe baixo.

- Só hoje. – eu disse – Meus pais vão me matar se descobrirem que eu matei aula.

- Vamos, você precisa ser mais aventureira.

- Eu sou aventureira. – eu lancei um olhar sério

- Super. – ela me olhou irônica – Aposto que nunca ficou fora da ruas depois das 9 sem permissão do papai e da mamãe.

Ela estava certa. Quantas coisas eu já quis fazer e não fiz por que meus pais não deixam? Eu sempre quis sair por aí e impedir crimes, mas eles não deixavam. Eu sempre quis tomar sorvete todo dia, mas eles não deixavam... pera, acho que quem não deixa é a intolerância a lactose. Se eu tomar leite, eu cago até Krypton.

- Certo. Minha família e meu intestino nunca me deixam fazer as coisas que eu quero.

- Tipo....

- Sair por aí. Pegar minhas armas, prender bandidos, esse tipo de coisa.

- Então por que não faz?

- Eles me prenderiam em uma jaula se eu tentasse.

- Desafie-se, Al. Faça coisas que você não faria. Você só vive uma vez.

- Bom, eu conheci pessoas que morreram 4 vezes – ri, lembrando-me de Sara Lance, a Canário Branco.

- O universo maluco em que vivemos não vem ao caso. – ela disse, e nós duas rimos.

- E a vida maluca que EU vivo? Isso deveria vir ao caso.

- Mas não vem. Como eu disse, você só vive uma vez. Mesmo que você receba uma segunda chance depois, tudo tem efeitos colaterais.

- Está certa. – eu disse – Sente-se no Córtex, coloque um fone. NÓS duas vamos colocar seu pai em uma cela.

- E-eu, mas...

- Sem “mas”, Taylor Cleveland. Desafie-se.

- Me usando contra mim? Golpe baixo.

Eu fui me trocar. Coloquei meu traje e peguei minhas armas, prendi o cabelo em uma trança e coloquei minha máscara. Coloquei um ponto no ouvido, e a Taylor se sentou na cadeira do Cisco em frente ao computador do Córtex. Ela pareceu bem animada em ter todos aqueles computadores para ela. Parecia que ela era uma Felicityzinha, no final das contas.

Ela rastreou o cartão de crédito do pai, que estava escondido em Coast City. Nem um pouco suspeito, Roland. Nem um pouco.

Eu fui até a casa que ele estava, e surpreendi ele, chegando com super-velocidade, liguei um aparelhinho gravador e tremi minha voz?

- Roland Cleveland? – eu disse

- O que você quer? Minha carteira?

- Não aja como se não soubesse. Foi você quem arquitetou aqueles ataques á sua filha, não foi?

- N-não. Deve ser alguém tentando me ferir! Eu jamais tentaria matar minha própria filha!

- Não foi isso que ela me disse! Você mal fala com ela. – eu perdi a paciência e me aproximei dele, segurando minha faca na sua garganta.

- Tá bom! Tá bom... fui eu! Eu que contratei os mercenários para o tiroteio e o ataque á casa da mãe dela... por favor, me deixa em paz.

- Vou deixar sim. Na prisão!

Eu corri até a delegacia e deixei ele, já algemado, e o gravador junto com ele. Depois disso, eu fui até o laboratório, onde Taylor estava me esperando bebendo Coca-Cola.

- Olha, a Fricção conseguiu! – comemorou, levantando da cadeira.

- Fricção? – perguntei

- Naquele dia na minha casa, você se apresentou como Fricção. De onde vem esse nome, aliás?

- Apelido de infância. – dei de ombros – Por algum motivo, eu sempre adorei ser chamada assim.

- Combina com você. – ela riu

- Seu pai está preso e você rindo? – eu perguntei

- Claro. – ela disse – Mesmo que não seja por isso que eu estou rindo, estou feliz que aquele canalha tenha sido preso.

- Não sabia que um pai e uma filha poderiam ter uma relação tão ruim assim, quer dizer, eu sempre me dei muito bem com a minha família.

- Quem seria sua família, além de você, seus irmãos e seus pais? Só consigo imaginar vocês em um almoço de domingo com o Arqueiro Verde e a equipe dele. – ela brincou.

- Não chega ao nível de almoço de domingo, mas eu sempre chamei o Arqueiro de “tio”. – eu falei.

- Meus deuses, sério? – ela ri, incrédula – Eu falei brincando!

Nós conversamos por um tempo. Se eu viajasse 5 dias no passado e contasse para mim mesma que eu e Taylor Cleveland tínhamos nos tornado melhores amigas, eu me daria um tapa na cara. Mas meus pais chegaram no laboratório de repente, e a primeira coisa que eles fizeram foi reparar que eu estava com meu traje.

Eu tentei explicar a situação, mas isso só serviu para deixar eles mais bravos comigo. Mas eles se acalmaram depois que a Tay disse que eu fiz tudo aquilo para defender uma amiga. Depois disso, eles pareceram orgulhosos de mim, mas eu AINDA ficaria duas semanas sem Netflix por ter desobedecido as ordens deles. Nada mais justo...

Mas o nosso alerta de meta-humanos soou. Havia um ataque de um meta hidrocinético ameaçando pessoas na praia. Eu falei que queria ir junto, e meus pais nem protestaram. Eles precisavam de toda a ajuda possível.

Quando nós chegamos, o Waterclaw (o próprio cara tinha se batizado, o que não deixou Cisco nada feliz, principalmente por ser um nome tão ruim) levantou um tsunami para usar contra a cidade. Meu pai me disse para ajudar ele a criar uma barreira de ar, assim, o tsunami seria desfeito ao bater na barreira. E assim fizemos, corremos em direções opostas, criando uma barreira. Mas, do nada, eu senti como se batesse em uma parede, cai e quando me levantei, estava em um lugar completamente diferente.

Era uma praia, mas uma outra praia. O lugar era completamente deserto, e, atrás da praia, havia uma floresta fechada e uma montanha rochosa. Eu reconheci o lugar de fotos. Aquela era Lian Yu. A pergunta é... que ano?



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