História Friday Night - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Lee Jihun "Woozi", Seungcheol "S.Coups"
Tags Hello Venus, Jihoon, Seungcheol, Seunghoon, Wiggle Wiggle
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Palavras 2.745
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Lemon, LGBT, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu sei que o horário não permite, que ainda é muito cedo para as indecências, mas não consegui terminar ontem de noite essa AU

One-shot SeungHoon baseada na música Wiggle Wiggle do Hello Venus, esse hino

Espero que gostem a

Capítulo revisado, porém sempre me escapam erros

Boa leitura~

Capítulo 1 - Dance With Me


Que sentimento é esse que estou sentindo pela primeira vez em muito tempo?

Meu coração está vibrando pela primeira vez em tempos

Você consegue ver meus lábios trêmulos?

Eu vou dar-lhe um ótimo presente hoje à noite

Jogue o seu quadril de um lado para o outro

Da esquerda para direita, de um lado para outro

(Nós só queremos acabar com tudo)


A música alta quase ensurdecedora em seus ouvidos. A batida envolvente, fazendo todos os corpos suados cheirando a bebida dançarem como se fosse o último momento de suas vidas, como eles consideravam aquela simples noite de sexta-feira. Uma música que não era devagar, mas não era muito agitada, provocando certa idéia de sensualidade, cada vez mais envolvendo a todos. O clube noturno, aparentando estar cada vez mais cheio, com o cheiro levemente incômodo, porém agradável de fumaça artificial, acompanhado às luzes que piscavam e iam de um lado a outro do grande salão espaçoso.

O DJ, sendo a maior atração da noite, se animando junto com o resto das pessoas no local, procurando melhorar cada vez mais o local.

Palcos pouco isolados espalhados pelo local atraíam olhares de todos para quem arriscava subir e dançar.

O corpo pequeno e delicado se movia de acordo com a batida. Olhos fechados como se tivesse se esquecido de onde estava. Cada movimento encaixando-se perfeitamente na música. Rebolando o quadril para os lados, fazendo curvas, indo e voltando, para no final repetir tudo, tendo acompanhamento de movimentos dos braços e pernas.

A sensualidade natural do corpo atraindo olhares de cada ser dentro do local, causando mais animação a todos, incentivando as pessoas a dançarem com mais vontade ainda.

Cada um parecia estar em seu próprio mundo, em sua própria vontade.

Seungcheol era a única exclusividade. Não conseguia se concentrar nem em sua bebida mais. Seu olhos cravados no corpo do pequeno o qual possuía um rosto muito familiar para si.

Mas não era o rosto conhecido que lhe chamava a atenção, era a forma como o rapaz se movia. Sentia-se cada vez mais atraído ao rapaz que usava roupas simples demais para quem iria a uma balada, porém atraentes de certa forma.

O pequeno dançarino, percebendo o peso de um olhar em si, abriu os olhos, ainda dançando, focando sua atenção em um homem extremamente atraente aos seus olhos, não demorando a perceber que era alguém conhecido para si, mas não se recordando completamente por conta da bebida que havia ingerido.

De repente um calor em seu corpo subiu ao passo que o homem se aproximava. Um sorriso se abriu em seu rosto ao notar a relutância do homem aparentemente mais velho que si em se aproximar.

Podia notar o homem de cabelos escuros parar, olhar para os lados, pegar alguma bebida aleatória que garçons do local ofereciam. Era notável o esforço do amorenado em fingir não estar interessado, em não estar gostando. Mas podia ver claramente seus olhares, não durando muito em qualquer outra coisa que não fosse o pequeno.

Não pode evitar deixar um sorriso de canto aparecer, animado com a idéia de ter capturado tanto assim a atenção de alguém bonito como ele.

Cravando seu olhar no homem, que aos poucos se aproximava, começou a dançar com cada vez mais vontade, arriscando sensualizar um pouco mais para ver os efeitos que causava no mesmo, sentindo-se satisfeito ao vê-lo engolir em seco e descer as mãos pelo próprio corpo, vendo-o arrepiar-se ao chegar perto de um lugar muito perigoso. Isso apenas aumentou seu sorriso.

Virou-se de costas para o homem, aproveitando de seus amigos que haviam o acompanhado para cima do palco, dançando com os mesmos, passando as mãos um no corpo do outro, rindo às vezes, a animação saindo pelos poros, podendo ser sentida de longe, por todos.

Após algum tempo de diversão com os amigos, sentiu duas mãos grandes em sua cintura, tomando um leve susto, mas sorrindo ao se virar e perceber quem estava atrás dele. O homem atraente estava atrás de si, com a cara contorcida em excitação, totalmente provocada pelo pequeno.

A certeza de que já se conheciam era grande, mas fora completamente ignorada após os sussurros vindos do maior no ouvido do pequeno.

— Você dança muito bem pequeno, apenas não faz bem ao meu psicológico e ao meu amigo aqui em baixo. — disse, a voz rouca pela garganta seca depois de tanto contemplar o menor com a boca aberta. — Sabe, você está conseguindo me trazer sensações que eu não sentia faz muito tempo. — continuou, cada vez mais perto.

A música mudou, aparentando ser uma mais sensual ainda que a anterior. Com a mudança de música, o pequeno de cabelos loiros virou-se de frente para o outro, passando as mãos por seu peitoral, arrastando até atrás do pescoço, arranhando com as unhas na nuca do outro, causando arrepios no mesmo, para depois descer as mesmas novamente ao peito do mais alto. Continuou dançando, agora colado ao outro, provocando o mesmo ao chegar com o rosto perto do dele, mas se afastando, ameaçando encostar os lábios, porém desviando-os para depois soltar risadas cínicas em seu ouvido.

— Você está sentindo? Meu coração vibrando assim, pela primeira vez depois de tanto tempo. — o mais alto voltou a sussurrar, apertando a cintura do outro. — Meus lábios estão tremendo de tanta vontade que eu estou de te beijar. Por que me torturar desse jeito? — falou, mordendo o lábio do mais novo levemente, colando seu corpo mais com o do outro, provocando um atrito delicioso entre ambos.

— Eu vi como você estava fingindo não gostar de como eu dançava. Mas você não conseguiu se enganar, não é mesmo? Eu sei como você se atraiu pelo jeito que eu me mexo. É diferente, não? Diferente de garotas ou qualquer outro garoto. Eu consegui de enlouquecer? Aposto que consigo fazer melhor ainda. Você pareceu tão relutante, mas não conseguiu se segurar. Eu te atraio tanto assim? Quer tanto experimentar o jeito que eu mexo minha bunda? O jeito que eu mexo meus lábios e minhas mãos? Eu aposto que consigo de fazer perder o controle, enlouquecer. — o menor disse tudo isso em um tom hipnotizador, fazendo parceria que a música estava baixa e que o lugar não estivesse lotado. Apenas a batida os envolvendo, junto com aquele calor causado pela proximidade e excitação vinda de ambos. — Aliás, meu nome é Lee Jihoon, muito prazer. — completou com um sorriso envolvendo simpatia e malícia.

— Sou Choi Seungcheol. — apresentou-se. — Eu mal posso esperar ‘pra enlouquecer. — sorriu de volta, os lábios e as mãos tremendo em expectativa.

Jihoon enroscou seus braços ao redor do pescoço do maior, enquanto esse fazia o mesmo em sua cintura e quadril. Os lábios encontraram-se de forma desesperada, porém sem muita pressa. A passagem cedida não teve necessidade de um pedido, as línguas chocando-se,  causando ondas prazerosas por ambos os corpos, o jeito como suas bocas se moviam em perfeita sincronia junto com as mãos procurando cada vez mais contato.

Um aperto mais forte na cintura do Lee provocou um pequeno gemido, que foi abafado pelos lábios do outro. Um beijo completamente sensual e cada vez mais excitante, lento, porém desesperado. A música já não era mais ouvida, os olhos fechados para que focassem cada vez mais nas sensações que o contato entre as línguas proporcionava.

Voltaram aos poucos à realidade, enquanto se separavam lentamente. Sorrisos nos rostos, cheios de malícia, os olhos com as pupilas levemente dilatadas pela luxúria que desejavam, a expectativa e a certeza de que precisavam sentir mais um do outro.

Não precisaram trocar palavra para darem as mãos e correrem até a saída do clube, sorrisos aumentando ao passo que percebiam o que estavam prestes a fazer.


☆☆☆


A porta da casa do maior mal havia sido fechada e o corpo mais novo já estava sendo prensado contra a mesma, enquanto trocavam um beijo apressado e desesperado. O mais novo já não estava mais com os pés no chão, enrolando as pernas nos quadris de Choi, enquanto o mesmo o segurava pelas coxas.

O beijo se tornava cada vez mais selvagem, o calor já se tornando incômodo, igual suas peças inferiores de roupa.

Primeiro, a camiseta que o menor usava foi retirada e jogada em algum lugar que não foi notado. Os beijos do mais alto foram descendo, indo para o pescoço e clavícula do menor, que soltava gemidos baixos, sentindo-se no céu por seus locais de sensibilidade estarem sendo estimulados. O prazer já podia ser sentido. Os lábios se moviam e deixavam chupões na pele branca do menor.

A cada marca deixada, o maior lambia e assoprava em cima, causando arrepios no menor, que se encontrava cada vez mais entregue.

Não querendo mais perder tempo, o mais velho dos dois direcionou-os a seu quarto, deitando com certo cuidado o menor em sua cama, voltando ao trabalho de o marcar e dar prazer ao mesmo.

O sentimento de que se conheciam ainda estava presente, mas estava sendo ignorado.

o limite do loiro chegou quando o maior alcançou seus mamilos, estimulando-os devagar com a língua, um de cada vez, assoprando os mesmo logo depois.

O menor arqueava levemente as costas e segurava nos lençóis da cama, descontando um pouco do prazer até então sentido.

Agarrou os cabelos do outro, que empenhava-se tanto em si, chupando os mamilos, deixando os mesmo endurecidos.

- Porra! - o Lee soltou quando o maior apertou seu volume que se encontrava debaixo da calça que usava. Estava tão necessitado. Puxou a cabeça do Choi, beijando-o rapidamente. — Eu disse que ia te enlouquecer, então agora é a minha vez. — falou baixo, mas o outro conseguiu ouvir pela proximidade.

O menor empurrou o outro até que estivesse sentado na cama. Subiu em cima do colo do mesmo, desabotoando a camisa lentamente, sentindo o pau do outro em baixo de si. Começou a rebolar lentamente, em movimentos curvos. Foi removendo botão por botão, beijando e marcando o pescoço do outro, que soltava arfares e gemidos baixos. Depois de terminar de desabotoar a camisa, foi descendo a mesma pelos braços do outro, notando seus músculos, apertando-os com pouca força, direcionando sua boca à orelha do mesmo.

— Eu ‘tô sentindo você em baixo de mim. Tão duro. Você quer me foder? Quer me ouvir gemendo o seu nome enquanto mete com tudo em mim? Ah, mas você vai ter que esperar. Quero você implorando ‘pra me foder. Enlouquecido enquanto vai fundo em mim. — falou, lambendo o entorno de sua orelha, mordendo o lóbulo e puxando-o levemente, fazendo o mesmo com o lábio inferior do outro.

Sentiu as mãos do mesmo em sua cintura, pedindo para acelerar os movimentos que o menor fazia com a bunda.

— Eu vou te dar um ótimo presente hoje a noite. Vou te fazer se sentir como estivesse em seu próprio País das Maravilhas. O que você ‘tá esperando sendo tão cuidadoso assim? Não se segure, eu sei que você está louco ‘pra perder o controle. Eu estou fazendo um bom trabalho? Rebolando minha bunda no seu pau, desse jeito? Vamos, eu sei que você quer enlouquecer. — o mais novo falou, testando em mil vezes o controle do mais velho. — Venha, dance comigo, me acompanhe nesse jogo de corpos em que você nos colocou. Você gosta de como eu mexo com você? Você sente o quão necessitado eu também estou, me mexendo assim em cima de você, imaginando você me fodendo cada vez mais forte, ah.

Com o quadril indo de um lado para o outro, fazendo voltas e voltas, o outro se sentia no paraíso, mesmo com o claro incômodo no meio de suas pernas. Gemidos vindos do menor eram ouvidos, enquanto o outro ainda se segurava.

Mas chegou a hora em que não aguentou mais. Agarrou o menor, jogando-o na cama de costas para si, arrancando a calça e cueca de ambos.

Passou a beijar as costas branquinhas do pequeno, descendo os beijos, focando em marcar as coxas e bunda do mesmo.

O menor gritou quando sentiu a língua do mais velho rodear a sua entrada necessitada. Começou a empinar mais a bunda a procura de mais contato, o recebendo quando o outro forçou a língua para dentro de si, logo depois a tirando e chupando o local.

O mais velho se separou do loiro apenas para levantar o quadril do mesmo, colocando-o de quatro, com a cabeça e parte do tronco ainda apoiados no colchão. A bunda mais empinada, dando mais acesso ao mesmo para si. Seungcheol passou a repetir seus movimentos com a língua no local, agora adicionando um dedo, o qual entrou com facilidade.

Antes de ir para o clube, além de higienizado, ele havia se “preparado”, para evitar qualquer demora ou enrolação nessa parte por conta de dor ou incômodo.

O menor gemia alto sentindo o dedo ir fundo em si, mas não o era suficiente. Choi, então, enfiou mais dois dedos de uma vez, não sentindo tanta resistência das paredes internas do garoto, que só sabia gemer e tremer de tanto prazer, sentindo lágrimas querendo sair.

A sensação era maravilhosa, os dedos lhe fodendo enquanto a língua molhada aumentava a mobilidade dos dedos.

Gritou mesmo quando seu ponto foi acertado, apertou com força os lençóis e passou a rebolar conforme os dedos iam e voltavam em si.

— É tão lindo ver você entregue assim. Apenas te fodi com os dedos e você já está todo mole. Será que aguenta muito mais tempo quando o meu pau for forte e fundo em você? — provocou o maior, enquanto retirava os dedos do menor, que resmungou em descontentamento por se sentir vazio.

Sentiu-se ser puxado e ser sentado na cama. Viu o outro levantar-se e pegar algo de uma gaveta, notando ser uma camisinha e um pacote de lubrificante.

Automaticamente, levou sua mão até o seu pênis, que não havia sido encostado até então, masturbando-se lentamente com a visão do outro colocando a camisinha em si e depois espalhando o lubrificante com calma nele mesmo.

O mais velho sentou-se na cama novamente e puxou o outro para seu colo.

— Agora eu quero ver você se fodendo com o meu pau, rebolando essa sua bunda igual você fazia no clube. Seu cuzinho apertado deve ser tão bom de sentir. — falou com a voz mais rouca ainda por estar um tempo sem falar. As palavras chulas causando mais excitamento no loiro, que apenas obedeceu o pedido do outro.

Começou a encaixar-se no pau do outro e a descer lentamente, podendo sentir todas as veias saltadas e pulsantes. Era delicioso demais.

Antes de colocar tudo dentro de si, passou a rebolar levemente, fazendo ondas com o corpo, provocando o mais velho que apenas gemeu em deleite pelo ato. Voltou a descer, colocando tudo em si. Dessa vez, rebolou com mais vontade, imaginou a música em sua cabeça, a batida, ondulava o corpo, passava a quicar devagar, na intenção de provocar o moreno. As mãos alheias apertando a sua cintura, servindo como estímulo para continuar essa sua dança.

As sensações a flor da pele, como se fosse a primeira vez depois de muito tempo, as mentes nubladas pelo prazer e o calor que tomava conta de seus corpos.

O mais novo foi jogado ao colchão novamente, o outro indo fundo em si, com velocidade. Sentiam que estavam perto, muito perto. Gemidos eram escutados pela casa toda. As paredes sendo cúmplices da foda maravilhosa que estava ocorrendo.

Sua sincronia era indescritível, era maravilhoso. O barulho de corpos se chocando sendo atrativo a eles.

A sensação indescritível de prazer, lábios trêmulos com o desespero para gozar, o suor deixando suas peles brilhosas.

Um gemido mais alto vindo de ambos quando atingiram o limite e vieram com tudo, o alívio sentido enquanto gozavam.

As respirações falhas, Seungcheol retirou-se do outro e jogou a camisinha fora, deitando-se no colchão, ao lado do loiro.

— Isso foi maravilhoso, Choi. — disse o menor, deitando a cabeça no peito do outro.

— Digo o mesmo, Lee. — concordou, passando a fazer carinho no cabelo do outro. — Você vai embora? Posso te dar uma carona.

— Vai incomodar se eu ficar? Aliás, eu sinto que já te conheço, apenas não me lembro de onde.

— Não vai incomodar nenhum pouco. Eu também sinto que já te conheço, seu rosto é muito familiar. — concluiu o mais velho.


Após algum tempo, caíram no sono novamente, sem perceber que essa noite já havia acontecido antes, há um tempo, quando se encontraram no mesmo clube. As sensações não esquecidas foram trazidas de volta enquanto a noite caía.


O que você está esperando? Você continua sendo tão cuidadoso

É sexta-feira à noite, não haverá um amanhã, hoje é o último dia

Este coração vibrante, este coração trêmulo

Bem-vindo ao deslumbrante mundo

Ao sexy país das maravilhas da Alice


Notas Finais


O que acharam?


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