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História Friends - Capítulo 14


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Notas do Autor


eiiii meninas, como vai a quarentena? lembre-se de lavar as mãos e ficar em casa!!!

obrigada pelos comentários, eu adoro ler e saber o que vocês estão achando. boa leitura ♥️

Capítulo 14 - Capítulo 14


Mais um dia se iniciou e com ele dúvidas e perguntas voltaram a mente da argentina. Paola se levantou ao perceber que Fogaça não estava mais deitado ao seu lado, provavelmente já havia ido embora. 

— MAMÁ.- Fran adentrou o quarto de Paola e em seguida abraçou a mãe que sorriu.— Por que você chegou do trabalho e não falou comigo? - a pequena faz biquinho.

— Ow meu amor, eu cheguei cansada e...

— Sabia que o tio gibi tá aqui? - disse empolgada interrompendo a mãe.

— Ele tá aonde? - pergunta se fazendo de desentendida. 

— Lá na cozinha, ele que me pediu pra te chamar.- sorri.

— Ah... - pausa por alguns segundos e tenta absorver toda aquela informação.

Isso não era um acontecimento horrível, de forma alguma. Mas Paola antes de tudo queria conversar com sua filha e explicar tudo que estava acontecendo, na verdade nem ela sabia. Estava confusa e em sua mente havia muitas dúvidas e perguntas, que só seriam respondidas através de uma conversa.

Paola tentou ao máximo não esboçar nenhuma expressão, já que sua filha querendo ou não lhe conhecia melhor do que ninguém. A pequena era inteligente e uma hora ou outra iria perceber tudo que estava acontecendo, essa sua inteligência e curiosidade para as coisas com certeza herdou de sua mãe, é uma cópia fiel de Paola. 

— Pode descer, já estou indo.- a argentina abaixa ficando na altura da loirinha e em seguida deposita um beijo em sua bochecha.— Bom dia, mi amor.- diz levantando-se por fim. 

— Bom dia mamá.- um sorriso lindo se forma em seus lábios. Paola podia jurar que a cada sorriso da filha seus problemas pareciam sumir, era como se fosse uma mágica, era incrível. 

[...] Depois de alguns minutos se arrumando, Paola terminava de prender seu cabelo em um coque alto, deixando alguns fios soltos na frente. 

A morena descia as escadas preocupada com o que Henrique e Francesca conversavam. Já que a menina era curiosa e poderia muito bem estar enchendo o tatuado de perguntas. 

— Bom dia Henrique, que visita boa.- diz se aproximando de Fogaça e logo em seguida o beijando na bochecha, fazendo-o sorrir. 

— Mamá, ele dormiu aqui! - Paola encarou a pequena com um olhar assustado, talvez todo aquele acontecimento não seria motivo para ficar daquele jeito. Paola sentia um misto de sensações lhe invadir. Medo; dúvidas e preocupações.

— Fran... - Henrique tenta mudar de assunto ao notar a face ruborizada de Paola.

— Hija, depois conversamos sobre isso, ok? - diz se aproximando depositando um beijo em sua bochecha.— Tá na hora de ir para a escola, Isa tá te esperando.- sorri tentando ao máximo não demonstrar seu nervosismo.

— Tá bom, tchau mamá.- diz lhe dando um abraço apertado.— Tchau tio Fogaça.- se aproxima do tatuado e em seguida lhe dá um abraço seguido por um beijo na bochecha. 

A menina saiu da cozinha como um foguete, tão rápido que nem deu tempo de Paola lhe dar outro beijo. Talvez ela tenha percebido o clima pesado que havia ficado no local ou apenas correu para não se atrasar.

A questão agora era que, Paola não sabia o que fazer.

Dúvidas

Dúvidas

Dúvidas 

— Você tá bem? - Henrique diz quebrando o silêncio que havia se instalado no local.— Eu... eu já estou indo.

— Fogaça no, precisamos conversar.- diz apontando para uma das banquetas que ficavam na cozinha. 

Henrique seguiu em direção a uma banqueta e se sentou, dando dois tapinhas em uma que estava ao seu lado para Paola se sentar.

— Eu não queria... não queria deixar a pequena confusa.

— No é sua culpa, eu deveria ter conversado com ela antes. 

— Afinal, o que somos? 

— Amigos.- Responde como se fosse óbvio. 

— Paola...- a argentina o interrompe.

— Você ainda no me pediu em namoro, então por enquanto somos melhores amigos.- Fogaça respira fundo aliviado, na hora que a morena o interrompeu passou milhares de coisas em sua mente. Pela primeira vez depois do coma ele havia sentido medo. 

Sua respiração estava calma, as mãos preenchidas pelas tatuagens agora estavam acariciando o braço de Paola. A argentina tinha um largo sorriso em seus lábios, daqueles que suas covinhas ficam mais evidentes, daqueles que seus olhinhos se fecham e suas gengivas ficam a mostra.

—  Eu acho que esse pedido não vai ser tão formal quanto você merece.- o tatuado diz se levantando e em seguida segurando as duas mãos de Paola.— Paola Carosella, quer namorar comigo? 

A argentina encarava o tatuado que sorria e ansiava pela resposta.

— Déjame pensar.- fecha os olhos por alguns segundos e logo em seguida os abre.— Si.

Fogaça abriu um largo sorriso e em seguida guiou suas mãos deixando uma de cada lado do rosto de Paola. Ambos se encaravam, quando seus olhares se cruzavam uma energia percorria por todo o corpo do casal. 

Paola sabia que agora teria que ser mais reservada possível, mesmo sabendo que Fogaça sempre gostou de postar a maioria das coisas na internet. Havia um limite, nem tudo poderia ser postado. Até porque a argentina queria evitar muitas perguntas de jornalistas, ela odiava quando queriam a todo custo enchê-la de perguntas com respostas extremamentes pessoais. Mas também tinha em mente que ao assumir seu relacionamento com o tatuado, iria ter muitas consequências. 

Fogaça conhecia bem a argentina, sabia seus medos e principalmente seu receio em assumir seu relacionamento com ele. Ele sempre soube que Paola, além de tudo é uma mulher reservada, que não gosta de postar tudo que está fazendo em redes sociais. E ao entrar em um programa de televisão, ela teve que quebrar algumas “regras” que ela mesmo fazia para si. 

A verdade é que ambos sabiam que seria complicado explicar para a mídia e principalmente para o pessoal do masterchef. Não sabiam se iriam aceitar, por conta do contrato. Mas estavam dispostos a tentar.

— Cê sabe que vamos ter mudar algumas coisas quando todos souberem de nós dois.- Fogaça segurava forte na mão de Paola, talvez para passar segurança ou até mesmo passar segurança para si. A mulher tinha um poder incrível de confortá-lo em momentos difíceis, até nas horas de tomar decisões difíceis.

— Sei.- o responde e logo em seguida respira fundo.— Mas vamos tentar, si? 

— Vamos.- o tatuado diz beijando uma das mãos da morena e depois lhe dá um selinho, seguido de um abraço apertado.

[...] Paola e Fogaça adentravam os estúdios band a passos largos, acordaram cedo, mas se atrasaram. Cada um seguiu até seu camarim prontos para mais um dia de gravação do programa.

Ambos haviam combinado que por enquanto não iriam demonstrar tanto o namoro que tinham. O combinado era continuar como antes, a amizade deles sempre fora regada de provocações, brincadeiras e carinho. 

Flashback ON

— O que acha dele? - Gabriela, uma das estagiárias do Julia, perguntou para Paola se referindo ao tatuado que adentrava a cozinha. Como sempre estava agitado, com seu skate na mão, eram amigos inseparáveis.

— Ah, normal.

— Normal? - a menina diz com uma sobrancelha arqueada, não estava convencida com a resposta que acabará de receber da argentina. 

— É... normal. 

— Sei.- diz no tom de deboche e logo em seguida sai do local deixando a argentina observando os pequenos detalhes de Fogaça. 

“No é que ele é bonito mesmo, puta que pariu.”

— Tudo bem, chef? - Henrique diz ao se aproximar da morena, que mordia seu lábio inferior. 

— Tudo, tudo sim.- diz ao levar um susto.

”Caralho, ele não tava lá na porta conversando com a sub-chef? Como que ele chegou até aqui?”

— Foi pega no pulo.- Gabriela passou ao lado da morena, que revirou os olhos recebendo uma gargalhada em resposta. 

Flashback OFF

— Paola Carosella! - Ana Paula diz enquanto segura a mão da amiga.— Me conta tudo, quero detalhes. 

— Credo! Mal cheguei e já sou interrogada? Isso é uma entrevista? - gargalhou e a morena de estatura baixa a encarou fazendo uma cara de poucos amigos. — Ok, vou contar.

— Com detalhes. 

— Como já sabe, dormimos juntos.- Aninha assentiu, dando espaço para Paola continuar contando.— E hoje a Fran me fez perceber que ela é mais esperta do que eu pensava. Ela foi no meu quarto como de costume, me acordou e falou que o Henrique estava na cozinha fazendo o café da manhã.- Ana Paula sorriu.

— Hermana do céu! 

— Você não sabe da maior. Cheguei na cozinha e encontrei os dois conversando, até aí tudo bem. Fui fazer a Kátia cega e me ferrei.- disse arrancando uma gargalhada de Ana Paula. 

— O que você fez? 

— Falei: “Bom dia Henrique, que surpresa boa”- disse imitando até os gestos que havia feito.— E a Fran fez questão de me mostrar que ela é mais esperta do que eu imaginava.

— Nossa hermana, mas você também hein. Foi fazer a Kátia cega logo com a Fran.

— Você acredita que ela falou: “Mamá, ele dormiu aqui!” - disse imitando o tom de voz da filha.

— Amiga…- Ana Paula tinha as mãos sobre a boca, ela estava chocada e ao mesmo tempo queria rir da amiga.

— Depois disso o Henrique me pediu em...- a conversa foi interrompida por Pato, que bateu na porta avisando-as que já estava na hora de gravar.

— Ai caralho! Tanta hora pra ele interromper.- Ana paula como sempre ficou emburrada, odiava quando alguém interrompia uma conversa importante, ainda mais quando se tratava de Paola e Fogaça. 

— No fique assim hermana, depois eu termino de te contar.- a argentina diz gargalhando e logo em seguida se levanta puxando a amiga para um abraço.— Vamos. 

[...] O dia passou rápido, inclusive as gravações que foram bastantes cansativas. Nada fora do normal. 

Paola e Fogaça passaram praticamente o dia todo sem conversarem, só se falaram nos pequenos intervalos das gravações. 

— Gente! - Jacquin disse chamando atenção de todos que estavam no estúdio.— Vou fazer um jantar na minha casa e quero todos lá! 

Os jantares na casa de Jacquin sempre foram os mais animados. Tinha muitas bebidas e bastante comida, brincadeiras um tanto quanto perigosas e conversas de todos os assuntos possíveis. 

— Você vai? - Fogaça perguntou para Paola, que tinha os braços cruzados enquanto prestava atenção nas palavras enroladas que o chef francês falava. 

— Acho que sim.- Diz encarando o tatuado a sua frente, ele tinha um sorriso bobo em seus lábios.— Que foi? 

— Você é linda.

— Você tá tão fofo esses dias.- sorri e logo em seguida lhe dá um abraço, depositando um beijo em seu pescoço.

— Te vejo na casa do francês.- diz com malícia. 

— Até logo tatuado.- sorriu


Notas Finais


será que vai acontecer o que na casa do francês? 🤔🔥

comentem o que acharam, me desculpe qualquer erro.♥️


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