História Friends in a tragedy - Wenseulrene (Red Velvet) - Capítulo 29


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Red Velvet
Personagens Irene, Jeon Jungkook (Jungkook), Joy, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Seulgi, Wendy, Yeri
Tags Apocalipse, Apocalypse, Bangtan Boys (BTS), Irene, Joy, Lesbian, Red Velvet, Seul-gi, Taehyung, Threessome, Wendy, Wenseulrene, Yeri
Visualizações 35
Palavras 2.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, LGBT, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 29 - Quando estiver lá fora


Fanfic / Fanfiction Friends in a tragedy - Wenseulrene (Red Velvet) - Capítulo 29 - Quando estiver lá fora

5 meses e seis dias de ar impuro.



Finalmente estava tudo mais calmo. Ou melhor, era isso que eu queria pensar.

Eu estava sentada próxima a uma vidraça no primeiro andar do shopping, de lá eu podia ver perfeitamente os garotos indo pegar o caminhão que os Iluminados haviam deixado "de presente" para nós e colocando o mesmo para dentro do estacionamento no subsolo, podendo assim, enchê-lo de comida.

Eles não precisavam de muita ajuda, pois já havíamos colocado grande parte dos mantimentos do shopping no subsolo para que possamos abastecer o caminhão. Não seria trabalho para os garotos terminarem o serviço.

O medo reinava dentro de mim enquanto eu olhava o lado de fora, o gás e os Esquecidos que hora ou outra brotavam de lugares inusitados. Mais uma mudança de local seria algo cansativo, ainda mais porque não sabíamos quantos dias exatamente iríamos passar lá fora até conseguir passar pela fronteira... Nem mesmo se iríamos conseguir passar.

De tanto pensar naquilo durante os seis últimos dias, eu estava mentalmente cansada e minha cabeça parecia que ia explodir. Eu só conseguia pensar nos perigos que iríamos correr e em como eu era inútil a ponto de não saber mirar em um alvo nem que ele esteja a apenas um metro de distância.

Aquilo ia ser difícil, mas ia ser bem melhor do que permanecer alí por sabe-se lá quanto tempo. Era como se todos lá fora tivessem nos deixado de lado sem se importar com as dificuldades que estávamos passando, com o que o mundo nos levou a se tornar. Apesar de ser impossível, eu torcia inconscientemente para que um helicóptero viesse até nós e nos resgatasse para um lugar seguro... Mas não, se quiséssemos um lugar seguro, iríamos ter que procurar por conta própria.

Como eu estava sozinha e minhas namoradas não gostavam de me deixar sozinha por muito tempo, não demorou para que elas aparecessem aonde eu estava para me fazer companhia.

— Que carinha é essa, Seul? — Ouvi Wendy perguntar. Assim que virei meu rosto em direção à sua voz, vi que ela e Irene haviam vindo até onde eu estava.

— Não é nada... — Dei um leve sorriso — Apenas pensei que fôssemos sossegar aqui e não ter que mudar de lugar de novo.

As duas se olharam por um momento e pude ouvir Wendy respirar fundo. Definitivamente não era nada legal ver a pessoa que você gosta tão preocupada com o que possivelmente iria acontecer, por mais que a nossa situação favorecesse esse pensamento.

— Não encha sua cabeça com isso, pequena. — Irene se sentou ao meu lado e envolveu meu corpo com os seus braços — Veja por este lado, vamos finalmente sair desse inferno.

As palavras de Irene me fizeram rir por um momento, a presença delas com certeza fazia com que eu me sentisse mais leve e até imaginasse que não estávamos no fim do mundo.

Nunca acreditei muito nessas coisas, mas parecia que elas duas tinham sido feitas para ficar comigo e eu para ficar com elas. Tudo colaborou para que ficássemos juntas e nada pudesse nos separar, mal sabiam elas o quando satisfeita eu ficava por isso... Por mais que eu não soubesse se estaria viva no dia seguinte.

— Sabe... — Eu acariciei o rosto de Irene enquanto selecionava as palavras que iria dizer em seguida — Eu sou muito grata por ter vocês comigo... Não sei o que seria de mim sem vocês.

Ouvi ambas darem uma risada fofa, logo Wendy também se aproximou de nós e sentou em cima do meu colo, de forma que suas pernas ficassem por cima das de Irene. Aquelas eram as pessoas mais preciosas do mundo pra mim, apesar de tão diferentes de si e até de mim, nós combinávamos mais que tudo.

— Também somos gratas por ter você, Seul. — Disse Wendy, logo depositando um selar em meu rosto — Você mudou nossa vida, e pra melhor.

Aquelas palavras fizeram meu coração bater forte, era tão bom saber que eu era importante para elas assim como elas eram para mim. Eu percebi isso no momento em que decidiram entrar na gangue e, em grande parte, por minha causa. Elas tinham mais argumentos contra do que a favor em questão aos Iluminados, mas resolveram se juntar a eles por mim, porque eu também estava lá.

E agora finalmente nada podia nos separar, nem mesmo Joy.

Naquele momento, aproximei o meu rosto do de Wendy e selei nossos lábios com um beijo caloroso. A mesma correspondeu ao selar acariciando os meus fios de cabelo próximos à nuca e o meu pescoço, tal toque que me fez arrepiar por completo.

Assim que nossos lábios se separaram, Wendy saiu de cima do meu colo e quem me beijou de surpresa foi Irene. Por incrível que pareça, o seu beijo era, apesar de lento, um tanto selvagem. Foi assim que percebi que as coisas tinham esquentado de um segundo para o outro.

Meus olhos estavam fechados enquanto Irene explorava cada canto da minha boca com sua língua, então não pude ver o que Wendy estava fazendo.

Apenas sentir.

A mesma se ajoelhou no chão e separou as minhas pernas, o que foi bem fácil, já que eu estava usando uma saia. Em seguida, eu senti seus lábios quentes em minhas coxas, distribuindo beijos e chupões em cada uma delas.

Eu acabei por sentir minha intimidade ficar úmida a medida que Wendy foi aproximando os seus lábios da mesma, dando um gemido entre o beijo de Irene. Em seguida, levei uma das minhas mãos até os seios da morena e acariciei um deles cuidadosamente, dando leves apertões.

Ao sentir meu toque em seu seio, Irene mordeu o meu lábio inferior e segurou minha mão, colocando-a por dentro da própria blusa de forma que eu pudesse sentir o seu seio, fazendo com que eu o apertasse com mais força. Ela estava gostando muito daquilo, sua reação era de revirar os olhos e arfar de forma pesada.

A cada apertão que eu dava em seus seios, as reações da morena me excitavam ainda mais. Para completar, senti os dedos de Wendy afastarem minha calcinha para o lado para que sua boca se encontrasse com a minha intimidade.

E conseguiu.

No exato momento em que senti sua língua quente me tocar, meu corpo inteiro estremeceu de tal forma que quase perdi o equilíbrio. Eu sentia sua língua adentrar a minha vagina e vez ou outra seus lábios chuparem o local; com a ajuda dos seus dedos, a loira fazia movimentos precisos em meu clitóris, o que era uma combinação mais que perfeita.

Wendy estava me enlouquecendo e eu apenas me esquivando em sua direção para sentir mais daquilo, até que ela interrompeu o ato e se levantou do chão, o que me fez também parar o que eu estava fazendo com Irene.

Quando Wendy levantou do chão, um sorriso brincalhão estava presente em seu rosto e o mesmo me fez sorrir involuntariamente. Como aquela garota era linda.

— Vamos lá pra dentro. — Disse ela, me puxando pela mão — Não queremos que ninguém nos veja, certo?

Eu rapidamente senti meu corpo ser puxado, levantando rapidamente de onde eu estava sentada e, como uma ação involuntária, também puxei Irene comigo.

Assim nós seguimos correndo em direção à nossa loja, aonde tínhamos toda a privacidade do mundo para fazermos o que bem queríamos. Durante o caminho, nós riamos juntas e trocávamos beijos selvagens, era como se tivéssemos aquele shopping inteiro só pra nós e nada de ruim tivesse acontecido nos últimos meses.

O fato era que, apesar de tudo o que aconteceu, os sentimentos que nós três compartilhávamos permanecia intacto, apenas mudaria se fosse para aumentar. Eu era tão feliz por tê-las em minha vida, por ter a voz sábia de Wendy no meu ouvido para dizer que "vai ficar tudo bem" e o senso se humor de Irene para sempre me fazer rir quando estou com vontade de chorar.

Bem, eu não podia reclamar daquele gás e nem por tudo que havia acontecido até o momento, pois tudo aquilo tinha colaborado para o nosso atual relacionamento. Que era, sem dúvidas, mais do que um sonho.

Quando chegamos na loja, fomos caminhando de forma desajeitada até nossa cama improvisada, aonde acabei por jogar Irene na mesma cuidadosamente e ficar por cima dela.

Comecei a despir as roupas da menor e jogá-las pelo chão até que o seu corpo se encontrasse completamente despido. Quando ela já se encontrava sem roupas, só tive tempo de retirar minha blusa e meu sutiã, pois sabia que Wendy se livraria das peças restantes... E fora isso, eu estava louca de desejo.

Irene envolveu suas mãos em meu pescoço e me puxou para mais perto de si, fazendo nossos lábios se encaixarem e um beijo quente se iniciar, no qual nossas línguas brigavam por espaço e nossa respiração se alterava.

Notei minha saia e calcinha aos poucos serem arrancadas por Wendy, o que apenas favoreceu nossa posição, pois como eu estava entre as pernas de Irene, meu clitóris começou a roçar contra a sua intimidade nesse meio tempo. O íntimo da mais baixa estava úmido e pulsava enquanto ela rebolava contra o meu corpo, nós duas acabávamos por ser estimuladas naquela posição, o que nos fazia gemer alto entre o beijo. Conduzi minha destra até o clitóris de Irene e comecei a fazer movimentos rápidos e circulares no início do mesmo, enquanto isso, o mesmo pulsava e os gemidos de Irene aumentavam ainda mais.

Não demorou para que eu sentisse novamente os lábios de Wendy entrarem em contato com a minha vagina, o que me fez perder o equilíbrio por um momento, mas logo consegui recuperá-lo. A boca da loira fazia um trabalho incrível em meu íntimo, fiquei de quatro sobre a cama para ajudar a mesma a terminar aquilo, sem deixar de lado a atenção que eu dava ao clitóris de Irene.

A língua de Wendy fazia movimentos circulares em meu clitóris, enquanto isso, dois dos seus dedos eram penetrados em minha vagina lentamente. Eles entravam e saíam de forma bem lenta provocante, diferentemente do movimento de sua língua, que era rápido e preciso.

O local em que estávamos foi rapidamente tomado por gemidos e um cheiro de sexo, nós não nos preocupávamos nem mesmo com qualquer pessoa que passasse do lado de fora da loja, em nossas cabeças ninguém mais existia além de nós.

Wendy logo me conduziu ao orgasmo, então me desfiz alí mesmo em sua boca. Da mesma forma estava Irene, que gozou ao mesmo tempo que eu.

Irene e eu levamos um certo tempo para recuperar o fôlego, mas ainda não estávamos satisfeitas. Quando Wendy pensou que aquilo ia acabar, eu e Irene a encaramos e, vendo que ela ainda estava vestida, decidimos atacar.

Eu fui primeiro, fiz a loira deitar sobre a cama e arranquei sua blusa, começando a beijar seus lábios loucamente enquanto eu tirava o seu sutiã. Irene se livrava das últimas peças de roupa, se posicionando entre as pernas de Wendy. Eu não podia ver o que estava acontecendo alí, pois estava de costas para Irene, mas pela forma que Wendy reagia, eu sabia que ela estava fazendo um bom trabalho.

Levei minhas mãos até os seios de Wendy enquanto beijava os seus lábios, apertando os mesmos com força e rebolando sobre o seu corpo despido.

Não demorou muito para que eu ouvisse um barulho atrás de mim, como se algum aparelho tivesse sido ligado. Um som de vibração me fez virar para trás por um momento, então vi que Irene estava introduzindo um vibrador na vagina de Wendy.

Eu não sabia de onde ela tinha pegado ele, também nem me importava, pois no momento em que ele foi introduzido por completo na loira, ela arranhou minhas costas, um sinal de que estava gostando.

Sorri de canto e voltei a beijar os seus lábios apaixonadamente, ela gemia entre o beijo e vez ou outra pausava o mesmo para arfar, mas nada que nos impedisse a retornar para o mesmo.

Os movimentos que Irene fazia com o vibrador dentro de Wendy eram bem intensos, seu corpo inteiro se contorcia e eu tinha que me segurar firme na cama para não cair de cima da mais nova.

Não demorou para que ela atingisse o seu ápice, dando um gemido alto e manhoso assim que gozou no aparelho que lhe era introduzido.

Enquanto Wendy normalizava sua respiração, eu me jogava ao seu lado na cama e Irene limpava com a língua todo e qualquer resquício do líquido de sua intimidade.

Logo nós três nos encontramos da minha forma preferida: deitadas sobre a cama lado a lado, com a respiração pesada, o cobertor sobre nós e carícias a serem trocadas.

Sempre que terminávamos de transar, eu me sentia mais que satisfeita, como se a cada vez ambas tivessem planejado para mim. O engraçado era que elas também pareciam se sentir da mesma forma que eu.

— Aonde você arrumou aquele vibrador, hm? — Wendy perguntou em um tom brincalhão para Irene assim que se recompôs.

— Aqui tem muitas lojas, sabia? — A morena respondeu, nos fazendo rir.

— Não podemos esquecer de levar ele na nossa jornada de amanhã. — Comentou Wendy.

Eu quase tinha me esquecido, a jornada de amanhã. Eu não fazia ideia do que nos esperava no caminho e muito menos na fronteira. Um pequeno frio na barriga me fazia ter certeza que eu estava com medo, mas ser abraçada pelas minhas namoradas me fazia esquecê-lo parcialmente.

— Vocês prometem que não vão me deixar? — Perguntei a elas. O sentido real daquela pergunta era fazê-las prometer que não iriam se deixar por vencer fácil, que nada iria poder levá-las de mim.

— Claro que não vamos te deixar, bobona. — Disse Irene — Você vai ter que nos aguentar por um bom tempo... Até depois que sairmos desse inferno.

Aquelas palavras me fizeram rir, eu desejava mais que tudo que as palavras de Irene fossem verdadeiras e se realizassem. Que chegássemos do outro lado intactas e prontas para reiniciar nossas vidas.

— O que vocês vão querer fazer? — Perguntei a elas para descontrair — Digo, quando chegarmos do outro lado.

— Quero ser qualquer coisa, menos garçonete. — Irene respondeu — Vender donuts e não poder comer era cansativo, ainda bem que esse apocalipse me tirou desse emprego de merda.

Irene, como sempre, fez eu e Wendy cairmos na gargalhada. Ela conseguia sempre levantar nosso ânimo, não importava quanto o medo que sentíamos no momento era grande.

— Eu não ligaria de voltar a trabalhar em uma conveniência, era calmo e muito tranquilo... Eu nunca esquentava a minha cabeça. — Disse Wendy — Mas se fosse pra escolher, quero ser professora de crianças.

— Pensei que odiasse crianças. — Comentei, brincando.

— Odeio as que não fazem o que eu mando. — Wendy me deu um breve beliscão, como se tivesse se referindo a mim como quando nos conhecemos.

— E você, Seul? — Irene perguntou.

— Eu? — Olhei para o teto, tentando pensar no que eu queria para mim.

— O que vai querer fazer? Vai repetir o ano escolar ou vai criar uma identidade nova e seguir a vida como se fosse uma adulta de vinte anos? — Disse Irene.

Eu ainda não tinha parado para pensar no que eu queria para mim se tudo ocorresse bem, até porque, eu duvidava muito que tudo iria ocorrer bem. Entretanto, pensamentos como esses de planejar algo melhor para o futuro são completamente saudáveis, por mais impossíveis que fossem. Era algo aconchegante ter a capacidade de pensar que, apesar de tudo, as coisas iriam dar certo e em um momento eu estaria livre para respirar do lado de fora e viver normalmente sem medo de que eu morreria no dia seguinte.

Não custava nada tentar.

— Sabe, só viver com vocês já estava bom demais... Poder respirar lá fora, nunca mais ter que ver máscaras na minha vida e esquecer a palavra "Esquecidos". — Falei, apesar do ar brincalhão, eu estava falando a verdade.

— Você pode ganhar a vida fazendo retratos meus. — Comentou Irene — Imagina só se você fica famosa.

— Só se eu puder desenhar o seu corpo também. — Eu disse, o que fez Irene corar.

— Nada de vender desenhos do corpo dela! — Wendy se intrometeu — Ele é só nosso...

— Eu concordo... — Disse Irene — Você pode desenhar um sinal perto do umbigo para fingir que não é meu.

Nós três rimos daquilo e iniciamos uma pequena conversa sobre como seria nossa vida "normal".

Iríamos criar Taehyung e Yeri e fingir que todo aquele vazamento de gás nunca aconteceu. Não iríamos cortar o contato com os Intocáveis, mas certamente não iríamos morar no mesmo bairro que eles. E assim a nossa vida seguiria.

Seria tão bom se tudo fosse tão fácil assim.



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