História Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 1


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Categorias One Direction
Personagens Louis Tomlinson
Tags Amizade, Amor, Ciume, Comedia, Drama, Drogas, Longfic, Louis Tomlinson, One Direction, Romance
Visualizações 987
Palavras 2.782
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esta é uma adaptação da ficção adolescente que eu havia feito e apagado do Wattpad por falta de motivação, portanto se virem algo igual aqui ou em outro lugar que não seja no Wattpad (ZquaDirectionerFly) DENUNCIEM, por favor. ^^

Espero mesmo que gostem e que tenham paciência. É uma long fic tanto na história em si quanto nos capítulos. É a minha primeira, por isso desculpem os erros ou qualquer outra coisa ♡

Bjos e boa leitura ♥

Capítulo 1 - 1 - Chris Menson (LIVRO UM)


Fanfic / Fanfiction Friends || Louis Tomlinson - Capítulo 1 - 1 - Chris Menson (LIVRO UM)

E lá estava ele. Sentado e sozinho. Apostei um centavo que ele jazia ali como uma trepadeira porque esperava a namorada.

Oh, a sua linda (e sem sal) namorada.

Alice Sheldon.

Se fosse há uns meses atrás e essa mesma cena estivesse acontecendo, eu iria lá conversar com ele sobre diversas coisas; fazê-lo falar um pouco talvez – pois geralmente ele era movido à perguntas – e dizer como eu me sentia. E não seria problema nenhum se eu fosse agora.

Claro que não.

A não ser por um pequeno detalhe: eu havia me apaixonado por ele.

É, era exatamente este o motivo pelo qual eu havia ficado lá perto daquele poste apreciando Chris Menson, meu ex-melhor-amigo.

Todo aquele sentimento era uma coisa que eu não poderia explicar.

Simplesmente tinha acontecido, oras.

Voltando ao passado novamente: se a Taylor Hampton tivesse imaginado que, em um futuro próximo, ela iria se apaixonar pelo seu melhor amigo, sabe o que ela faria?

Não, ela não iria chorar por não poder ter nada com ele... e sim, exatamente!, ela riria como uma hiena, depois pediria para que contassem uma outra piada.

Eu não queria enganar ninguém pois, quando percebi que algo estava errado e que eu não o via mais como um amigo, já sabia que daria em problema.

Eu tinha a plena certeza daquilo, na verdade. Mas... sabem o que eu fiz?

Eu não fiz nada.

Pensei na possibilidade de ele sentir algo por mim também, mesmo sabendo do seu enorme amor pela namorada. E eu fora uma babaca por pensar naquilo, tentando enganar o meu próprio cérebro.

E agora eu estava pensando seriamente em ir até lá onde ele estava para (tentar) trazer de volta a amizade que eu estragara há alguns meses atrás, durante as nossas férias de fim de ano.

Quando me dei conta, seus olhos já estava em mim, confusos e surpresos.
     — Oi, Christian — eu disse, cautelosa. — Eu est...
     — Mas... o que está fazendo aqui, Taylor? — ele me interrompeu e se levantou rapidamente, talvez evitando a minha aproximação.
     — Preciso conversar sobre aquilo. Eu... 
     — Sobre aquilo? Mas já conversamos sobre aquilo, não lembra? — jogou ele, impaciente.

Me surpreendi com toda aquela pressa que ele tinha para que eu sumisse logo dali. Era como se estivesse prestes a sair correndo e gritando: “Socorro, uma louca está aqui para me sequestrar! Socorro!!!”. Aquilo me mostrava que, além da amizade estragada, de bônus eu havia ganhado um Christian cheio de repulsa e de coisas que eu pensava que ele nem sabia que existia (do tipo ser um grosso).
     — Ouça, eu não tenho culpa em nada aqui — me defendi, antes que ele me interrompesse novamente.
     — Mas é claro que você tem — Christian me olhou, parecendo irritado ou frustrado —, você não percebe o quanto isso é loucura? Você sabia de toda a consideração que eu tinha por você; o quanto eu gostava da nossa amizade, do que eu sentia e... do nada, você vem com esse seu papo de “acho que estou apaixonada por você”. O que deu em você afinal? — perguntou ele, perplexo.

Então eu tinha culpa mesmo? 
     — Desculpe por isso, mas é verdade... eu sei o que sinto por você — murmurei, me sentindo humilhada. Não era para eu estar ali com Chris. Louis e Jane estavam me esperando, mas o que eu estava fazendo? Definitivamente implorando por uma amizade que eu sabia que não iria mais existir.
     — Não, você não sabe — falou ele rapidamente. — Isso é coisa da sua cabeça. Só está confusa.
     — Você sempre acreditou em mim, então por que logo agora resolveu não acreditar?... — eu quis saber, buscando ir por outro rumo.

Chris era uma pessoa tão boa; ele sempre fora um anjo comigo, me ouvindo sempre, fazendo o que era melhor para mim, me dando conselhos... agora, por que ele estava tão surpreso com os meus sentimentos?
     — Porque eu sei que não pode ser verdade — respondeu ele, crente do que estava falando. — Eu tenho uma namorada e você sabe o quanto eu a amo. Eu e ela estamos juntos há quatro anos, Taylor, e, por mim, vamos continuar assim pra sempre. Isso que você quer não vai existir... — continuou, percebendo que estava sendo insensível mas sem se importar.

Ele havia mesmo atacado o meu coração. Atacado com uma metralhadora.

Chorar parecia a única coisa que me dava na telha agora.
     — Por que está sendo tão grosso comigo? Você não era assim — eu o lembrei, tentando não parecer muito sentimental. 

E eu não estava exagerando nas palavras. Ele era a pessoa mais paciente que eu já conhecera em todos os meus dezessete anos. Eu poderia fazer a mesma pergunta mil vezes, mas Chris sempre me responderia sem problema algum. Eu poderia discutir com ele mesmo estando errada e, no final, ele sempre iria lá me pedir desculpas.

Provavelmente ele estava tentando preservar a nossa amizade.

É...

Por um lado ele tinha razão, pensei, e talvez eu estivesse trocando as bolas.

E... caramba, agora eu estava mais confusa ainda!

Uma parte de mim tinha certeza daquele amor, já a outra parte sabia que tudo era uma grande bobagem, uma confusão, que não passava de uma fase.

E qual era a parte pior? Com certeza a que estava ganhando no quesito Coração Partido.
     — Eu só quero que entenda... — ele falou, tentando manter a calma.
     — Mas o que está pensando? — perguntei depois de bufar. — Eu não vim até aqui para obrigá-lo a me amar. Só o que eu quero é a nossa amizade de volta, pois eu sinto falta disso... — confessei, cruzando os braços e respirando fundo.
     — Não vou conseguir agir como antes.
     — Nós podemos tentar... — sugeri, com um pouco de esperança.
     — Não vai dar certo. Vai ser muito estranho e você ficaria na friendzone.
     — Eu não ficaria na friendzone... — menti, mexendo nos dedos.
     — Olhe, esqueça isso... — falou ele por fim. — Sinto muito. — Chris colocou as mãos nos bolsos da calça e abaixou a cabeça, talvez sentindo vergonha por mim.

Senti o meu celular vibrar e o ignorei. Os momentos que tive com Christian flutuavam na cabeça e eu já sentia os meus olhos marejados.

Eu estava sentindo muita falta daquilo. Muita falta mesmo!...
     — Tudo bem... — sussurrei por fim,  depois de longos segundos.
     — É melhor você ir, Alice já deve estar vindo — pediu ele sem me olhar.

Fiquei sem palavras e sem saber se aquilo havia mesmo acontecido.

Talvez eu estivesse tendo um sonho lúcido?...

O celular voltou a vibrar e isso me despertou. Não era um sonho lúcido, não. Meus amigos estavam me esperando e não imaginavam a idiotice que eu havia acabado de fazer.

Respirei mais uma vez e abri a boca a fim de revidar e falar qualquer coisa, mas consegui evitar falar bobagem e voltei a fechá-la novamente.

O que eu ainda estava fazendo ali, aliás? Eu já estava mal o suficiente e agora Christian havia me deixado pior. Ele deixou claro que não deveríamos mais ter nenhum tipo de contato, e eu tinha que me conformar com isso.

Talvez seria fácil, não seria?

JANE

     — Minha nossa — reclamei revirando os olhos —, ela não atende o celular.

Estávamos ligando para Taylor Hampton, minha melhor amiga, e ela simplesmente resolvia nos ignorar. Já era para estar ali há sete minutos, mas só o que eu via era o vácuo. 
     — Onde diabos ela se meteu? — perguntou Louis, mais impaciente do que eu (bem mais impaciente). — Sinceramente, me arrependi de ter entrado nessa, vocês duas poderiam dar conta sozinhas — reclamou ele, tirando alguns de seus livros que estavam na cama e os colocando em sua estante de vidro, cheia da tecnologia com LED de cor vermelha.
     — Ora, nem pense nisso! — exclamei. — A sua ajuda é essencial, pois você e o Sr. Roberts se dão super bem, esqueceu?

Havíamos combinado de ir na casa do nosso professor de física, o Sr. Roberts. Ele estava interessado na Sra. Hampton, a mãe de Taylor, e queria a nossa ajuda, pois a nossa querida Tânia não conseguia perceber sozinha que aquele homem charmoso a chamava sempre para reuniões – reuniões sobre o desempenho de Taylor – apenas com o objetivo de vê-la.

Não me era comum algo como aquilo acontecer por aí, mas o Sr. Roberts parecia mesmo apaixonado pela mãe de Taylor, e eu achava tudo aquilo muito fofo da parte dele.

Eu me sentia como um cupido de verdade, e estava adorando toda aquela situação.

Tay, no entanto, odiava física (ora, ora, quem diria?), e vivia dizendo que o Sr. Roberts pegava no pé dela porque ela era uma garota destituída de inteligência. Ela estava quase cem por cento correta, mas tudo era apenas uma encenação por causa da paixão do Sr. Roberts por Tânia Hampton. Taylor ajudava sem perceber, aliás, pois ela não estava indo tão bem em física, e aquilo só era um motivo a mais para aproximar o casal.
     — E daí? — revidou Louis. — A mãe não é minha.
     — Louis, por favor. AH, olhe aqui, ela atendeu! — exclamei entusiasmada e pus o celular no ouvido, enquanto observava o meu melhor amigo murmurar reclamações. — Taylor, onde você está?! Estamos atrasados, mocinha — falei rapidamente.
     — Então... — ela começou e jurei que tinha ouvido uma fungada —, já estou indo — continuou ela e eu franzi o cenho, estranhando aquilo.
     — Hã... você estava chorando? — perguntei, preocupada. Então, do nada, senti o celular deixar a minha mão e vi Louis colocar o mesmo no ouvido.
     — O que aconteceu para estar demorando tanto assim? — ele perguntou, então fiquei lhe observando ouvir a resposta sem um pingo de paciência. — Como é? Eu não acredito que você fez isso... Por favor, diga que está zoando com a minha cara — ele colocou a mão na testa, parecendo frustrado. Mas o que ela havia feito afinal? — Não, é lógico que não! — exclamou ele, sem conseguir ficar parado em um único lugar. — Ouça, é melhor chegar aqui mais rápido que a velocidade da luz, entendeu? — Então ele desligou a chamada e me entregou o celular, de mau grado.
     — Mas o que aconteceu? — perguntei, o vendo andar de um lado para o outro enquanto mexia no cabelo, agitado.
     — Você não sabe o que a sua amiga fez — ele disse sem me olhar. Um medo me invadiu e logo perguntei o que Taylor havia feito, sentindo receio em ouvir a resposta. — Pedimos para que ela deixasse todo esse papo e tentasse esquecê-lo, lembra?, mas sabe onde ela estava? — perguntou e, antes que eu falasse qualquer coisa, ele já estava informando: — É, tentando reatar a amizade com aquele cara.

Uma preocupação me preencheu.

Reatar a amizade com Christian...

Reatar a amizade... 

Reatar a amizade...

Eu jurava que ela tinha esquecido toda aquela história. Realmente pensei que Taylor havia seguido o meu conselho e o de Louis.

Mas parecia que não.
     — Oh meu Deus — choraminguei, dando um pequeno tapa na minha própria testa. — Olhe só, seja lá o que for falar, por favor, tente não deixá-la pior. Pelo jeito que ela falou no telefone, parece que não foi uma experiência muito boa. — Acabei imaginando Taylor conversando com Christian, e eu não consegui visualizar acordos.
     — É claro, eu não vou falar nada — ele disse, ainda sem me olhar. E eu já sabia que estava mentindo, mas resolvi não me opor.

Depois de apenas mais uns minutos, a porta do quarto de Louis foi aberta e Taylor se materializou ali.

Tentei decifrar a sua expressão e, pelo que conhecia dela, parecia que iria explodir em lágrimas a qualquer momento.

Me aproximei e deixei transparecer a minha preocupação enquanto lhe tocava nos ombros.
     — Você quer conversar sobre isso?... — perguntei, prestativa.
     — Acho melhor não... — disse ela. — Vamos até a casa do Sr. Roberts, nós já estamos mais do que atrasados. — Então deu meia-volta.

Franzi o cenho e olhei para Louis. Ele estava impassível, o que já não era normal.

Descemos a escada em espiral e vi tia Diana sentada no sofá, assistindo a um programa de talentos. Era sábado e apenas oito e cinco da noite, mas tínhamos que chegar logo na casa do professor, ou ele iria pensar que estávamos brincando com os sentimentos dele.
     — Já estamos indo, mãe, volto mais tarde — Louis avisou e seguimos para fora em direção à sua BMW.

[...]

     — As luzes estão apagadas — Taylor falou quando finalmente chegamos.

Seguimos até a porta e Louis observou a parte da frente da casa.
     — Olhem só quem está vindo ali — falei, chamando a atenção dos dois para o Sr. Roberts, que estava vestido em um terno chique, como eu nunca vira. Percebi também que o frio não era uma de suas preocupações.
     — Jesus Cristo — Tay disse, surpresa. — Ele arrasou, definitivamente. 

Nosso professor se aproximou da gente com um sorriso contagiante e cumprimentou a todos com um aperto de mão.
     — Fui entregar um depósito no vizinho — disse o Sr. Roberts. — Vocês demoraram e eu quase desisti... mas pensei melhor antes de devolver o terno — comentou ele, arrumando o mesmo.
     — Desculpe, tivemos alguns contratempos — expliquei dando uma rápida olhada para Taylor, que logo abaixou a cabeça.
     — Tudo bem — ele balançou as mãos, desculpando a nossa demora. — Conversou com ela, Srta. Hampton? — ele perguntou à Taylor.
     — Hã... sim, ela está agora mesmo esperando o senhor na minha casa — ela respondeu, cruzando os braços.
     — Tem certeza mesmo de que não vai avisar que o senhor é o senhor antes de aparecer? — Louis perguntou, desconfortável.
     — Bom, acho que ela ficará surpresa, sim, mas o que tenho em mente com certeza vai me ajudar a derreter o coração dela — respondeu o professor, com um sorriso enorme e um brilho no olhar.

Também sorri e ouvi Tay murmurar coisas, mostrando não estar de acordo com aquilo. Fiz questão de lhe dar uma cotovelada enquanto o Sr. Roberts ia em direção ao seu carro.
     — Tiago não vai gostar nada — Taylor falou discretamente, e fomos para o carro de Louis para espionarmos tudo de longe quando chegássemos à casa dos Hampton.

Imaginei que tia Tânia ficaria bem surpresa quando o Sr. Roberts aparecesse lá para pegá-la. Se ela não gostasse, seria tarde demais, pois a sua educação não deixaria que a mesma recusasse o pedido de um homem apaixonado.

[...]

     — Ah, estou arrependida disso. Minha mãe vai me matar! — Taylor berrou do banco de trás e a observei pelo retrovisor colocar uma jaqueta de Louis no rosto, logo deitando em seguida no assento do carro.
     — Ela vai lhe agradecer depois, acredite — declarei, com um sorriso de satisfação. Eu era a favor do casal, pois achava que fariam um belo par. Já Taylor deveria parar de ser tão casca dura – ela e Tiago, na verdade. A mãe deles merecia tentar se relacionar com outras pessoas, principalmente por ter passado o que passou com o pai deles.      — Não sei se devo falar o mesmo — Lou murmurou ao meu lado. — Eles já estão há alguns minutos lá dentro, ele não disse que a levaria para jantar ou algo do tipo? — continuou.
     — Eles devem estar conversando um pouco... — deduzi, esperançosa.

E, para a minha alegria, eles apareceram na porta de casa.

Tia Tânia tinha um ar de surpresa no rosto, mas consegui ver um sorriso torto oculto em algum lugar ali.

Ah, e eu nem precisava falar do Sr. Roberts, certo?
     — Olhem aquilo! — exclamei, e Taylor logo se levantou num pulo, tirando a jaqueta do rosto para observar a cena. — Que lindos...
     — Estão vendo algum vestígio de fumaça saindo do rosto dela? — a ouvi perguntar, bem perto do meu ouvido e focada na sua mãe com o seu futuro padrasto.
     — Com certeza não — Louis respondeu, pausadamente.
     — Isso é muito estranho!
     — Não é não, Tay — discordei.
     — E então, vamos ficar aqui? — Lou perguntou impaciente, quando avistamos o casal se afastar enquanto entravam no carro e seguiam o seu caminho.
     — Vamos entrar, se vocês quiserem — Taylor respondeu, e logo senti uma pequena tensão crescer dentro do carro.
     — Bom... eu vou entrar, precisamos conversar uma coisa muito séria. — Então ele saiu do carro, e eu já imaginava como ia terminar tudo aquilo.

Se eu o conhecia bem, ele iria jogar pesado com as críticas.

Depois os dois acabariam discutindo e passariam quase uma semana inteira sem se falar direito, e eu teria que aguentar tudo sozinha.

Mas ele tinha razão sobre precisarmos conversar. Independente de brigas ou não, Taylor tinha que nos ouvir daquela vez.  


Notas Finais


Prometo que a fic vai ser bem descontraída. Vai ter momentos engraçados mas, principalmente, muito drama, então se preparem c:


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