História Friendzone - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V)
Tags Friendzone, Itsflywritter, Jung Hoseok, Kim Taehyung, Minific, Taeseok, Vhope, Vhope¡bestfriends, Vope, Zona Da Amizade
Visualizações 50
Palavras 864
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá queridxs!

Depois de uma semana sem att, voltei com um capítulo visando o Taehyung.
Essa semana foi um pouco corrida, terceiro ano requer um esforço maior.
Mas, ainda sim consegui escrever esse capítulo, não é um dos melhores.
Mas os próximos serão melhores, me esforçarei para eles serem.

Espero que gostem baes! Boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 3: Recluso


Taehyung notou, notou o afastamento repentino de seu hyung, desde o dia em que anunciou seu namoro com Sarang. Estava muito triste por isso, mas sentiu-se ainda mais deprimido, ao saber que ele era o único de seus amigos que estava recebendo esse tratamento, quer dizer, pelo menos era o que via, visto que sempre encontrava Hoseok aos burburinhos com Jungkook. 

Tentou por diversas vezes ligar para o celular do amigo, mas ele sempre rejeitava suas ligações. Tentou pelo dos garotos, mas quando ele reconhecia sua voz, rapidamente desligava. Determinado a buscar uma explicação, decidiu encurralá-lo na escola, no entanto, quando se encontravam nos corredores que fazia menção de, ao menos, abrir a boca, já o via fugir, correr. 

Por isso, optou por ir à sua casa e descobrir o motivo do afastamento repentino do seu melhor amigo.  

Em frente à porta da casa dos Jung’s, Taehyung apertou a campainha e pôr-se a esperar, rezando para Hoseok vir atendê-lo. Contudo, sua euforia rapidamente dissipou-se, ao ver a senhora Jung abrir à porta. Assistiu com curiosidade a expressão de espanto dela, dar lugar ao mínimo sorriso, e logo após ela alargar a passagem, recitando baixinho um entre, por favor. 

― Ei tia, vim ver o Hoseok, ele está? ― Questionou, forçando-se a olhar para outro lugar que não fosse a mulher à sua frente. Não sabia o porquê dessa reação, só que deveria fazê-la. Mas, ao ouvir um suspiro longo e baixinho, rapidamente, desviou seus olhos da estante de livros, e fitou a expressão tristinha da sua tia postiça. 

― Ele está no quarto... ― Apontou para o topo da escada. ― Sabe Taehyung, estou muito preocupada com o Hoseok, ele normalmente é alegre, sorridente, entende? Mas, ultimamente... ― Olhou fixamente para o Kim. ― Sabe o que ele me pediu recentemente, fiquei até um pouco aturdida com seu pedido... Ele quer voltar para Gwangju. ― Ao findar sua fala, sentindo-se um pouco perdida, Sook caminhou até o sofá e sentou-se, passando a mão pelo cabelo de forma frustrada. 

Taehyung, após se recuperar do choque, olhou pasmado para a senhora Jung, soando um pouco berrante demais: ― o que? Mas, por que tia? Ele disse que não voltaria mais para aquela cidade? Depois que o pai dele morreu, eu pensei que ele não queria mais voltar... ― Ao perceber o que acabou de dizer, Taehyung prendeu a respiração e sentiu-se morrer por dentro, de tanto constrangimento. ― Desculpa tia, eu disse sem querer, foi um choque e... 

― Não tem problemas, meu filho, eu sei que você não disse por mau. Eu tive essa mesma reação. ― Cortou-o oferecendo um sorriso doce, logo chamando-o com a mão. ― Venha aqui, sente-se um pouco. ― Bateu no assento ao seu lado. 

Ainda embaraçado, caminhou até à mulher, mas não se sentou, permaneceu em pé, tinha outra ideia. 

― Tia, eu posso ir falar com ele? 

― Não adiante querido, ele não vai abrir à porta e nem te responder, eu já tentei. ― Sorrindo mínimo, o Kim piscou para à senhora e pôs-se a caminhar escada acima, logo parando em frente ao quarto de Hoseok. 

Depois de algumas batidas persistentes e alguns chamados inúteis, Taehyung decidiu desistir e voltar para à sala. Ao passo que descia a escada, a cada degrau deixado, sentia em sentimento de ineficiência tomar conta de seu coração, não fazia a mínima ideia do que estava acontecendo com seu melhor amigo, e não poderia estar mais infeliz por isso. Talvez, devesse racionar seu tempo com a Lisa e fornecer mais algum com Hoseok. Pensando nessa hipótese, chegou à sala, encontrando o olhar atento da senhora Jung. 

― Ele não abriu. ― Taehyung não soube diferenciar se foi uma pergunta ou uma afirmação. Mas, ainda assim acenou negativamente à cabeça, presenciando o olhar da dona Sook ficar mais nublado. 

Tocado pela melancolia no olhar da sua tia postiça, andou até ela e ofereceu-lhe um abraço, sendo prontamente atendido. Não a julgava por ser tão cuidadosa com o filho, visto que, depois da morte do senhor Jung, os dois ficaram muito mais ligados e, com toda certeza, o amor dobrou, triplicou ente eles. 

― Eu estou tão aflita, da última vez que ele ficou assim, recluso, ele teve indícios de depressão. ― Taehyung notou as oscilações na voz da mais velha, por isso, apertou-a mais em seus braços.  

― Não se preocupe tia, não deixarei... Não deixaremos, eu e os garotos, Hoseok entrar novamente nesse estado, certo? ― Afastou-a, olhando diretamente para seus olhos, tentando passar total confiança por eles. E, conseguiu. ― Agora, preciso ir. Depois eu volto, com os meninos, ok? 

― Certo querido, tentarei de tudo para tirá-lo daquele quarto, até depois.  

Após, mais um abraço caloroso, pela parte de Taehyung, ele se retirou da residência, passando a caminhar pela calçada, com suas mãos enfiadas nos bolsos de calça. O inverno estava por vir, ele julgou, ao assistir pequenos flocos de neve dançando no ar. Concentrado naqueles pequenos tufos brancos, pôs-se a andar rapidamente para casa. Precisava descobrir urgentemente, o que havia acontecido com o seu Hoseok, porque ele estava o afastando, precisava saber, precisava muito.

E, faria, faria de tudo.. 


Notas Finais


Então, o que acharam?

Eu não gostei muito, mas escrevi de acordo com o que minha cabecinha soltou.
Até tentei forçar minha cabeça, mas não gosto muito de superaquecê-la.
Gosto de escrever com calma, quando estou com um humor ótimo, as palavras saem com mais facilidade.

Espero que tenham gostado baes, mesmo que só um pouquinho.
Trarei o próximo mais rápido, se possível.
Boa semana!


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