História From Jongin To Love (Kaisoo-Revisando aos poucos) - Capítulo 21


Escrita por:

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Gangues, Idesign, Kaisoo, Menção!chanbaek, Menção!hunhan, Mençãotaoris, Revezamento, Sookai
Visualizações 435
Palavras 2.610
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Harem, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, pessoal! Como vão?
Cheguei tarde e acho que hoje não conseguirei dormir rs. Amanhã fará um ano que o meu pai morreu e isso me afeta, então eu estou tentando manter a mente ocupada e é bem provável que eu passe a madrugada inteira atualizando fanfics kkk. Aí sim, em!

Gostaria de esclarecer algo também, sobre o capítulo passado. Você não é uma criança por estar bebendo e se divertindo com os amigos, mas sim pelas atitudes imaturas que faz depois de ingerir o álcool. Não é errado beber, mas manter a conciência é essencial.

Espero que gostem desse capítulo! Não terão muitos acontecimentos, pois é a escada para o próximo, mas eu fiz com bastante carinho. Não terá o "From" e o "To" também, pois está focado no Kyungsoo. ^-^

Desculpem os erros.
Boa Leitura ❤

Capítulo 21 - Capítulo 19 - E eu lhe Direi Quem tu és...


O silêncio era tamanho que se podia ser ouvido. As expressões eram indescritíveis, mas os entregavam sobre como haviam ficado embasbacados com a atitude do menor.

As palavras de Kyungsoo ainda pairavam sobre o ar e conseguira os deixar temerosos, o que não o alegrou muito, já que tivera que ser extremamente grosseiro para conseguir tal mísero respeito.

– Levante, Jongin, nós temos que sair daqui. – chamou pelo marido, que tinha a cabeça baixa enquanto escondia o rosto entre os joelhos. – Kim Jongin! – foi rude ao chamá-lo pela segunda vez, ganhando sua atenção e o vendo se levantar lentamente.

– Vamos, homens. – o gângster disse com firmeza, mas a sua voz saiu em um fio. Deu as costas ao marido, que não acreditava que estava sendo ignorado pelo mais velho, mesmo depois de tudo o que havia acontecido.

Deixou para lá, escondendo a sua dor e não entendendo o motivo de estar sendo tratado daquela forma novamente, já que quem passara por maus bocados fora ele. Suspirou e caminhou até as duas crianças que ainda mantinham os olhos fechados e choravam baixinho.

– Ei, meus amores, vamos para um lugar bem legal, tá? Ninguém fará mal a vocês. Fiquem com o tio Minseok, que eu irei cuidar do tio Luhan. – os pequenos concordaram e se agarraram ainda mais em Minseok, sendo levados até um dos carros e colocados dentro dele.

Kyungsoo se direcionou até Luhan, vendo-o resmungar e pressionar o casaco em seu ferimento. Se aproximou do mesmo e pegou um de seus braços, o levando até os seus ombro e servindo de apoio para ele, até que conseguisse colocá-lo no carro também.

– Ei, Kyungsoo, acho melhor você ir com o Jongin. Eu cuidarei deles. Acho que vocês precisam conversar. – Minseok o olhou sugestivo, recebendo um revirar de olhos e um suspirar cansado.

Kyungsoo era orgulhoso e não queria se aproximar do marido, queria dá-lo um castigo e ignorá-lo igual ele havia feito consigo. Mas, infelizmente, o amor que sentia era o suficiente para fazê-lo se esquecer de tudo, mesmo que ainda quisesse castigá-lo.

– Certo. Estaremos bem atrás de vocês. – acenou com a cabeça e o deu as costas, respirando profundamente ao se aproximar do carro em que o marido estava, adentrando o mesmo com rapidez e batendo a porta bruscamente.

Jongin se sobressaltou com o baque, se assustando poucamente e voltando a realidade, já que os seus pensamentos estavam longínquos. Balançou a cabeça e girou a chave, dando partida e se mantendo em silêncio.

Kyungsoo suspirou, não entendendo os seus hormônios e se vendo com um bico nos lábios, antes de ter os olhos marejados e começar a chorar. Talvez agora a ficha tivesse caído e não conseguia esconder o quanto estava assustado, começando a soluçar alto e recebendo a atenção do mais velho, que parou o carro no mesmo instante, apenas para que pudesse abraçá-lo de forma desajeitada devido o pouco espaço que os cercava.

– Me desculpa… Me desculpa… – Jongin o apertava enquanto se desculpava. Suas palavras saiam tão dolorosas quanto as lágrimas de Kyungsoo. Mas, apesar de sua dor, o mais velho não chorou; mesmo que quisesse, não haviam motivos para chorar ainda.

O mais novo se acalmou aos poucos, cessando as lágrimas e se aconchegando nos braços do marido. Ambos ficaram daquela forma por alguns minutos, que mais pareceram uma eternidade. Jongin se afastou minimamente, olhando-o intensamente e selando seus lábios em um beijo delicado, como se estivesse com medo de machucá-lo, apenas por estar o tocando.

Kyungsoo não se contentou e aprofundou o beijo, embaraçando os dedos em seu cabelo e o puxando levemente, tentando trazê-lo para mais perto e tendo as mãos do mesmo apertando a sua cintura.

Jongin segurou as pernas do mais novo e, com muita facilidade, o colocou em seu colo. Suas mãos passearam pela lateral de seu corpo, parando em sua bunda e a apalpando com desejo, escutando-o gemer entre o beijo. Ergueu o quadril, assim que sentiu as pequenas mãos de Kyungsoo tentando descer sua calça.

– Amor… O seu treinamento irá começar amanhã e… – não conseguia se concentrar, não com os lábios de Kyungsoo em seu pescoço. – O Baekhyun virá amanhã também e eu… Eu precisarei viajar. – o menor parou com o que fazia e o olhou de imediato. – Será apenas uma semana, amor. Um de meus subordinados arrumou problemas com uma gangue no Canadá. Eu preciso limpar a bagunça.

– Mas… Mas… Você disse que nunca sairia do meu lado. Eu preciso de você aqui, Jongin.

– Sou eu quem preciso de você, bebê. Olhe só o que você fez hoje, você me espancou e calou os meus subordinados. Você consegue, amor, me deixe orgulhoso, certo? – mordeu seu lábio inferior e o puxou levemente, segurando uma risada na garganta ao ver a expressão do mais novo.

– Você me fez broxar, Jongin. – não se aguentou e começou a gargalhar, apertando o mais novo em seus braços, querendo protegê-lo do mundo.

– Sinto muito. Que tal um boquete? Você fica duro rapidinho. – Kyungsoo revirou os olhos e saiu de cima de seu colo, vendo-o ainda rir intensamente.

– Sai, Jongin! – exclamou bravo ao vê-lo fazer menção de se aproximar.

O mais velho balançou a cabeça em negação e deixou um demorado beijo em sua bochecha, antes de descansar a cabeça em seu ombro e fechar os olhos lentamente.

– Você está no comando, Kim Kyungsoo. Seja melhor do que eu.


(Três dias depois) 


– Por que será que ele não fala com a ‘zente’, Jihoo? – Minki murmurou para o garotinho ao seu lado, ambos estavam brincando na sala e não entendiam o motivo do filho do tio Chanyeol não querer brincar com eles.

– Não sei, Minki. Você acha que nós temos cara de bravos? – Jihoo, filho de Luhan, era uma criança extremamente inteligente, mas o fato de saber falar as palavras muito bem, irritava Minki profundamente.

– Papai disse que eu tenho cara de bebê. Você parece um ‘honem’ grande, Hoo, deve ser por isso! – exclamou, satisfeito com a sua resposta e tendo o outro concordando consigo.

– Mas nós podemos ir até ele e dizer que não precisa ter medo, pois somos muito bonzinhos, né? – a ideia agradou a ambos, que pegaram alguns de seus brinquedos e se levantaram em um pulo, saltitando até o amiguinho quietinho e cutucando seu ombro com gentileza.

– Oi, eu sou o Minki. Você quer brincar com a ‘zente’? – perguntou eufórico, mas o garotinho nem sequer o olhou. – Olhe só, temos muitos brinquedos!

– Sim, veja só, temos muitos carrinhos e homenzinhos. Podemos brincar de polícia e ladrão, ou podemos brincar que somos amigos e moramos no mesmo bairro. – Jihoo também se demonstrou animado, praticamente, se jogando no chão e se sentando ao seu lado, vendo Minki fazer a mesma coisa.

Ficaram um de cada lado, ao lado do garotinho, que se encolheu um pouco e abraçou o ursinho que estava consigo. O seu nome era Pipi, e ele era o seu melhor amigo.

– Ei, não fique com medo, nós não vamos te machucar. Só queremos ser seus ‘anigos’. – Minki colocou uma de suas pequenas mãos no cabelo dele e deu dois leves tapinhas, uma forma que achou de oferecê-lo carinho.

Jihoo concordou freneticamente, tirando a mão de Minki da cabeça do garoto, apenas para que pudesse colocar a sua e fazer a mesma coisa que o outro fizera.

– E aí, garotada! O que estão fazendo? – Luhan apareceu na sala, mancando um pouco, mas totalmente contente por ainda estar de pé.

– Papai! – Jihoo exclamou contente, se levantando e correndo até o pai, mas parando em frente ao mesmo, ao se lembrar de que não podia mais pular em seu colo. – Como está a sua perna?

– Está normal, eu acho. – o mais velho riu da carinha triste que o filho o ofereceu e, com uma certa dificuldade, se agachou em frente à ele e deixou um beijo em sua testa, gargalhando alto ao sentir pequenos cutucões em sua perna.

– Dói quando eu faço isso, tio ‘Lunan’? – Minki estava achando muito divertido o que fazia, mas parou de cutucá-lo e olhou para o garotinho sentado, suspirando ao vê-lo ainda cabisbaixo. – Tio ‘Lunan’, você pode dizer para ele que nós somos bonzinhos? Ele não quer brincar com a ‘zente’ e o Jihoo acha que é porquê nós temos cara de bravos.

– Não é nada disso, meus amores. Ele só é um pouco tímido, mas vamos até lá que eu resolvo isso rapidinho! – os dois pequenos se entreolharam e sorriram grandemente, erguendo as mãos para o alto enquanto gritavam contentes.


                            ∞


Enquanto as crianças se divertiam, em uma sala no final do corredor, Kyungsoo respirava calmamente, observando o alvo em sua frente e se preparando para atirar.

Nas mãos tinha uma Taurus 92B, era uma arma pequena, mas que poderia levar tempo para ser calibrada de forma que não causasse acidentes, ainda mais para um inexperiente.

– Concentre-se, Kyungsoo. O alvo está em sua frente. Mantenha o foco. – a voz de Baekhyun era calma, mas severa.

Estava ao lado do mais novo, analisando sua postura e expressões; o rodeando como um predador e procurando por alguma falha que pudesse se tornar algo grave.

Kyungsoo inspirou com pesar, sua respiração saindo junto com a bala, acertando o ombro e suspirando de forma frustrada.

– Ah, fala sério. – murmurou contrariado, retirando o óculos de proteção e colocando a arma sobre a bancada.

– Não se force, Kyungsoo. Você ainda terá muito tempo.

– Na verdade, eu não tenho. Da última vez, aconteceram coisas desagradáveis e mesmo eu não estando preparado, eu consegui fazer melhor que isso. – fez bico e se sentou no chão, mantendo os joelhos dobrados e sentindo uma imensa falta do marido. – O Jongin está demorando para voltar… – Baekhyun gargalhou e se sentou ao seu lado.

– Ele disse uma semana e só se passaram três dias. Acalma o coração, aí. – brincou, mas o outro não riu, o que o fez suspirar. – É tão importante assim acertar o coração? – Kyungsoo o olhou confuso, mas logo entendeu sobre o que ele falava.

– Não é essa a questão. Mas… É como uma garantia de que ninguém irá atirar uma segunda vez. Você consegue entender?

– Sim. – o ofereceu um sorriso, que logo foi desfeito. – Sabe, Kyungsoo, você nunca sabe do que é capaz, até ver as pessoas que você ama em perigo. O desespero faz o ser humano, o medo traz à tona quem realmente somos. Mas o amor é o pior de todos. – o mais novo prestava atenção em cada palavra, adorava escutar o amigo falar. – Não existe essa coisa de “o amor é cego”, isso é apenas uma frase que inventaram para culpar os erros de quem diz amar, mas mata o próprio amor, apenas por não saber compreendê-lo. Você mudou, você matou, mas seria errado dizer que isso foi por amor. Você fez por egoísmo, pois não consegue se imaginar sem o seu marido e filho. Claro, tem sentimentos envolvidos, mas você sabe que a morte é algo que você pode atrasar, mas não pode se esconder. Mas eu entendo, juro que sim. Não estou te repreendendo, mas tente dar um passo de cada vez. Na hora certa, você irá entender o que eu quero dizer.

Ficaram em silêncio por algum tempo, enquanto Kyungsoo refletia sobre o que ouviu. Bom, ele não sabia se havia tido o entendimento correto das palavras do mais velho, mas a sua hipótese não o agradava.

– Então, isso faz de mim uma pessoa ruim? – o perguntou meio incerto, fazendo-o sorrir e balançar a cabeça em negação.

– Não. Você é a segunda melhor pessoa do mundo todo! – fez carinho em seu cabelo e se levantou. – O que estou tentando dizer é: você não mata ou morre por amor... Você luta e vive por ele. No momento em que machucarem aqueles quem ama, você colocará isso à prova. Com ou sem treinamento.

Baekhyun pegou a arma na bancada e a estendeu em sua direção. Kyungsoo sorriu, se levantando também e a pegando. E, sem nem mesmo colocar o óculos de proteção, mirou novamente e atirou, olhando de forma arregalada para o alvo e sorrindo satisfeito.

– Eu consegui! – exclamou contente. - Sabe, Baekhyun, você fala coisas bonitas que me dão inspiração. Você poderia ser escritor. – Kyungsoo falava sério, mas o mais velho não deu a devida atenção para as suas palavras, as ignorando completamente.

– Pois, então, tente de novo. Não é só porque acertou uma vez, que irá acertar uma segunda. Mantenha o foco em seu alvo, não em mim.


(Uma semana depois) 


– Baekhyun, por que ele não atende o telefone? – Kyungsoo perguntava de forma agoniada, não entendendo o porquê de ninguém querer dizê-lo o motivo de seu marido ainda não ter voltado para a casa.

– Kyungsoo, se acalme. Ele… – tentou amenizar a situação, mas foi interrompido de forma grosseira, que o fez até mesmo ficar temeroso.

– NÃO! Não me peça para ter calma, Byun. Se você não quer me dizer a verdade, procurarei alguém quem me diga. – Kyungsoo o deu as costas e saiu a passos rápidos, com o outro atrás de si gritando por seu nome.

Parou no topo da escada, vendo todos reunidos na sala e olhando em sua direção, assim que o viram descer afobado, com os olhos fulminantes e o maxilar travado.

– Algum de vocês poderia me dizer sobre o paradeiro do meu marido? – seu tom de voz foi alto o suficiente para que o escutassem, mas ninguém o respondeu. – Vamos, me respondam! – bateu uma das mãos sobre a mesa, assustando uns e outros que estavam distraídos, recebendo a resposta que procurava de quem menos esperava.

– Nosso líder… Primeiramente, peço para que não entre em desespero, pois isso não é uma certeza. – o rapaz que havia o chamado de criança se manifestou e tentava manter um tom sereno, o que não foi de grande ajuda, já que o mais novo se viu ainda mais agoniado ao ouvi-lo. – O Jongin não entra em contato conosco já faz dois dias. Alguns dos nossos foram atrás dele, mas não o encontraram. Suspeitamos que ele tenha sido sequestrado e não temos ideia alguma de onde ele possa estar.

Kyungsoo sentiu o chão sumir, o seu coração se apertou e o desespero o atingiu. Começou a andar de um lado para o outro tentando se conter para não começar a gritar, ou chorar.

– Não temos nada? Nada mesmo? – perguntou e seus olhos marejaram ao vê-los negar. – Não tem como rastrear o celular dele, ou o carro, não sei, qualquer coisa? – sua voz era chorosa e, ao contrário da última vez, os demais não tiraram sarro da situação.

– Na verdade, tem um modo. – a voz de Baekhyun se foi ouvida e todas as atenções se voltaram para ele. Kyungsoo o olhava suplicante, implorando para que ele parasse de torturá-lo. – Seus pais. – o mais novo não entendera o que ele quis dizer e a sua expressão deixou isso bem claro. – Seus pais sabem onde ele está, Kyungsoo. Foram eles que mandaram aqueles homens segui-los na sua lua de mel. Seus pais são pessoas baixas e eu não gosto nem um pouco das atitudes deles.

Kyungsoo arregalou os olhos, mantendo o olhar perdido no nada, enquanto os seus pensamentos simulavam o que acabara de ouvir. Seus pais eram tão cruéis assim, para mandarem matar o único filho? O que de tão ruim ele havia feito para merecer tais maldades? Era o que se perguntava enquanto sentia a raiva e a decepção consumi-lo.

Fechou os punhos com força, trêmulo devido aos sentimentos ruins que o rondava. Fechou os olhos e respirou fundo, antes de abri-los novamente e tomar a sua decisão. Kyungsoo girou os calcanhares e ficou de frente para todos, olhando de um em um antes de se pronunciar.

– Dez homens. – disse audível, mas não entenderam o que ouviram. – Eu preciso de dez homens. Se preparem, nós vamos até a casa dos meus pais. E isso não é um pedido.


Notas Finais


Que coisa, esse povo não se aquieta nunca!

Espero que tenham gostado!
Até mais! ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...