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História From the Bottom... - Interativa - Capítulo 10


Escrita por: Yuukuu

Notas do Autor


Eu cheguei a um ponto que eu nem sei mais o que escrever aqui, então vamos direto ao ponto. Espero que gostem do capítulo da Umi! o/

Capítulo 10 - U1: Deveres


30 DE ABRIL - 14:00

 

Você não precisa perguntar o nosso status todos os dias. — A voz resmungou. — Nada vai mudar drasticamente do dia para a noite.

Suguru colocou a mão no rosto, sem paciência nenhuma para brigar ou discutir naquele dia. Só queria reunir as informações do grupo do leste e pronto. Sentado no seu escritório, ele respirou fundo para tentar manter a voz firme e a compostura - não queria mostrar cansaço para seus subordinados, podia acabar dando a impressão de que era só eles “o cansarem” que não iriam precisar falar ou obedecer.

— É verdade, vocês estão segurando bem o território. — Suguru respondeu, encarando alguns papéis. — Porém, eu ainda acredito que falar com vocês durante dez minutos por dia só para ter certeza não é um malefício à ninguém.

A voz do outro lado do comunicador suspirou.

As fronteiras estão mais tranquilas que nunca. — O homem finalmente cedeu. — Nenhuma atividade relevante da Senjō por aqui, ainda estão focados na briga deles. A Tengoku retirou boa parte das forças deles aqui de perto, nenhum dos “generais” está por aqui, então dá para dizer que eles estão mais frágeis que nós nesta região. Mas não é como se fossemos atacá-los, não tem motivo.

Suguru anotava todas aquelas informações - àquela sobre a Tengoku, em especial, era extremamente relevante, e se ele não tivesse perguntado, poderia ter demorado semanas para cair em suas mãos. É por isso que eu tenho que ligar todo o dia: foi o que o loiro pensou. Tendo todas as informações sobre o status geral da liga no leste, ele tinha apenas mais uma pergunta a fazer. Mais do que uma informação que ele queria, era algo que Chiemi havia pedido para ele descobrir. Às vezes ela parecia mais líder e atenta ao que acontecia dentro da Liga que ele mesmo, que deveria ser o líder.

Enfim, não podia ficar pensando muito naquele momento, não queria desperdiçar muito o tempo do líder do leste de Ehime.

— Certo, só tenho mais uma pergunta. — Suguru falou, com a mão perto do queixo, ainda pensando em como dizer. — Dois membros que costumavam andar pela região central estão sumidos há alguns dias, quero saber se vocês os viram pela área de vocês. Os nomes são… Saito Akihito e Harume Kanari. Posso enviar fotos se for necessário.

Envie. — A voz do outro lado pareceu estar pensando bastante. — Vou confirmar com meus homens, mas acho que não estamos cientes de ninguém com esses nomes entre nós. Se eu descobrir algo, irei lhe avisar.

Suguru suspirou, um pouco decepcionado.

— Certo. Vou enviar as fotos deles. Me mantenha atualizado. Bom trabalho e boa sorte. Até amanhã.

Chiemi com certeza não ficaria nada feliz com aquela informação. 

Suguru tirou o comunicador da orelha e riscou mais uma coisa da lista de afazeres. Se jogou na cadeira e soltou um suspiro exausto e passou um tempo olhando para o teto. Parecia que ele nunca terminaria todos os seus deveres, a lista era grande e, sempre que estava perto do fim, mais problemas apareciam. Claro, não era de se surpreender, comandar uma Liga de Vilões com milhares de membros e um território extenso, repleto de problemas internos que os seus antecessores negligenciaram ou mesmo criaram.

Honestamente, ele podia empurrar tudo com a barriga e focar apenas na principal parte da Umi, os vilões que viviam na capital e seus arredores. Ninguém iria julgá-lo muito por não querer consertar tamanha bomba deixada em suas mãos, depois que vários e vários membros da sua família nada fizeram - mas Suguru não era assim. Ele, do fundo do coração, amava a Umi e amava a história de sua família, por mais que fosse um pária entre eles. Por isso, o jovem queria fazer o seu melhor. Sabia muito bem que provavelmente não iria conseguir consertar todos os problemas, mas se ele fizesse alguma diferença, fosse lembrado como alguém que melhorou as coisas pelo menos um pouquinho, já era o suficiente. Ele tinha um motivo para se esforçar tanto em resolver uma confusão que ele não criou. Era um motivo que com certeza o jovem nunca, nunca abandonaria.

E ele não estava indo tão ruim assim para quem era um líder há apenas cinco meses. O leste de Ehime, uma parte da Umi que pelos últimos anos nutria um ódio forte da liderança principal, estava aos poucos voltando a se reintegrar, por mais que ainda encontrassem uma grande resistência entre os próprios membros… Mas Suguru sabia bem que reunir a Umi seria um processo lento. Não se curava dois anos de abandono em alguns meses.

Porém, na opinião do loiro, o maior problema nem era o que acontecia no leste de Ehime, mas sim no oeste: era difícil ter notícias do que acontecia por lá. Os membros daquela região raramente respondiam às tentativas de comunicação. Pior do que saber que algo ruim está acontecendo, era não ter ideia do que estava acontecendo.

Só esperava durar tempo o suficiente para conseguir colocar um pouco de ordem na casa.

Ainda tinham várias coisas para fazer, mas ele estava exausto, precisava descansar um pouco. Ele aprendeu do pior jeito, nas suas primeiras semanas como líder, que fazer coisas quando estava cansado não era uma boa ideia. 

Olhando para o teto do seu escritório, lembrou que precisava repassar a informação sobre aqueles dois membros para Chiemi. Talvez passar na casa dela não seria uma má ideia. Era domingo, então ela e sua família provavelmente não estariam trabalhando, e fazia um tempo que não via os irmãos da amiga. Então, decidiu prestar uma visita.

Suguru se levantou da cadeira, e rapidamente pegou as chaves e trancou seu escritório. Enquanto saía, observava os arredores da residência da família Okamoto. Como era domingo, não haviam muitas pessoas por lá, o que o acalmava um pouco - o líder sempre temia em deixar suas coisas e documentos para trás, mesmo em um lugar trancado: sabia que haviam muitas cobras rastejando pelo gramado de sua casa, que adorariam colocar as mãos naquelas informações.

Ele não tinha paz.

 

Após sair de casa, precisou andar por apenas dez minutos até chegar na residência da família Aoi. Era uma propriedade também grande, apesar de que não chegava à metade da extensão da casa de Suguru. Ele não demorou para tocar a campainha.

— Sou eu, Suguru. — O jovem anunciou na campainha, sabendo que iriam perguntar. — Vim passar um tempinho com vocês, faz um tempão que não apareço.

Ah, Suguru-kun!! Pode entrar, eu vou chamar a Chiemi!! — A voz de uma garota pôde se ouvir e a porta rapidamente foi destrancada.

Ah, nada de novo por aqui. Foi o que Suguru pensou no momento que pisou dentro da residência. No terreno havia dois dojôs de madeira enormes, um em cada lado. Um deles estava com as portas abertas e cheio de ferramentas, peças e equipamentos quebrados, não dava nem para imaginar como alguém conseguia andar lá dentro ou, pior, encontrar alguma coisa - mas ele sabia que aquela era a bagunça organizada da família, e que eles encontrariam qualquer coisa que precisassem em minutos. 

O outro dojô, ainda maior, era a oficina da família, onde eles montavam todos os equipamentos, faziam o trabalho que deu tanto poder à família, dentro e fora da Umi. Entre os dois dojôs, havia uma casa bem menor, que era onde eles de fato moravam. As duas portas de correr estavam abertas e dois garotos, um pequeno e um adolescente, estavam sentados no batente, perto do gramado. Um deles parecia quebrar a cabeça com alguns papéis, enquanto outro desenhava em um sketchbook. Ambos rapidamente notaram a presença de Suguru e pareceram surpresos, mas sorriram.

— Suguru ojii-san! — O mais novo se levantou, pisando em alguns papéis ao correr até o loiro. — Você veio brincar com a gente hoje?

— Chisaki! Não pisa na sua tarefa de casa!! — Um outro garoto, dessa vez um adolescente, largou o sketchbook e foi tentar juntar os papéis. — Mas faz um tempão que a gente não se vê, hein? Finalmente com tempo livre?

— Ha, esse aí nunca tem tempo livre. — Uma outra adolescente, Chihiro, apareceu no jardim, acompanhada da irmã mais velha.

— Mas ele é gente como a gente. — Chiemi deu de ombros e se sentou com os outros. — Às vezes dá uma baita preguiça de trabalhar.

— Só vocês, onee-chan! Eu sempre trabalho! — O mais novo, agora abraçando Suguru, mostrou a língua para Chihiro.

— Ah é? Então termina o seu dever de casa ali! — Chihiro debochou, claramente o provocando.

— Não conta!!! — O mais novo bateu um pé no chão, com um pouco de raiva. — Escola não conta, eu tô falando do trabalho! Da oficina! É o que importa, não é, Chuuya-nii?!

— Claro que não. Escola é importante sim. — Chuuya respondeu e em seguida diminuiu o volume da voz, falando consigo mesmo. — Embora eu não seja a melhor pessoa para dizer isso…

— O que me lembra… — Suguru provavelmente ouviu o garoto e começou perguntar enquanto se sentava no chão de madeira, ao lado da porta que dava acesso ao jardim. Chisaki correu e se sentou ao lado do líder. — Chuuya, no final, você decidiu abandonar os estudos? Eu não julgo, mas se tiver sido por causa de algum problema com sua identidade vazando, a gente te daria todo o apoio para conseguir novos documentos e te mandar para outra escolha. Eu lembro que suas notas eram boas e que você até gostava de ir.

Ir para a escola quando se era um vilão - ou envolvidos até o pescoço com as Ligas como a família Aoi - era complexo. Muitas vezes eles precisavam de identidades falsas e ir para certas cidades ou certas escolas cuja administração era aliada das Ligas. Porém, os líderes da Umi sempre deram todo apoio à família Aoi completar os estudos. Chiemi não conseguiu se formar no ensino médio, teve de abandonar a escola no último ano para assumir a liderança da família e o posto de pilar. Agora, aparentemente Chuuya também tinha tomado o mesmo caminho.

— Hã? Ah, é, não… — Ele arrumou os óculos, respondendo meio sem jeito. — Quer dizer, sim, eu larguei depois que terminei o primeiro ano. É que não tinha nada lá para mim, sabe? Eu pensei bastante e a Chiemi me ajudou a tomar a decisão. No final, fazer os equipamentos e ser um dos suportes da Umi é o que eu quero fazer como a minha carreira. Me dedicar 100% à isso. Por isso, decidi que ficar por aqui trabalhando seria usar meu tempo melhor do que pegar um diploma que, no fim, eu não ia usar.

— Justo. Mas saiba que, se um dia mudar de ideia, é só me procurar. — Suguru respondeu e se virou para a outra garota da mesma idade de Chuuya. — E você, Chihiro?

— Ah, eu ainda tô estudando. Pretendo continuar trabalhando aqui também, mas quero ir pra faculdade. Engenharia mecânica, o de sempre. Eu já sei tudo da prática, mas quero saber a teoria, sabe? — Chihiro deu de ombros e rapidamente abriu um sorriso, voltando o olhar para o irmão. — E, diferente do Chuuya, eu tenho amigos na escola, mais um motivo pra ficar por lá!

— Delicada como um coice de cavalo… — Chuuya falou com um tom meio cansado, mas não ofendido ou surpreso. Levar patadas de sua irmã gêmea já era ocorrência diária para ele.

— Você tem amigos sim, Chuuya-nii, eu sou seu amigo!!! — Chisaki gritou para o irmão, com um grande sorriso.

— Isso só deixa as coisas ainda mais tristes. — Chihiro novamente provocou. Suguru e Chiemi soltaram uma curta risada.

— Você é uma bully, Chihiro-nee!!! É por isso que o Chuuya é o melhor irmão!! Eu amo ele mais do que eu amo você!!! — Chisaki se levantou e deu alguns passos, rapidamente abraçando Chuuya, que começou a dar alguns tapinhas no braço do mais novo, enquanto mostrava a língua para Chihiro.

— Claro, vocês dois tem cheiro de saco suado, então se atraem.

— Chihiro!!! Olha o palavreado perto do menino!!!

Enquanto Chisaki não ligou para as palavras de Chihiro, Chuuya estava afobado e Chiemi e Suguru caíram na gargalhada.

— Quer mostrar o sketchbook pra ele não, Chuuya? O design dos novos comunicadores. — Chiemi sugeriu para o irmão enquanto se deitava no chão, apoiando a cabeça em uma das pernas de Suguru.

— Ah sim!! — O jovem se animou e pegou o caderno que estava segurando antes, o mostrando para o líder. — É uma baita evolução comparado ao que nós temos agora. Conseguimos tomar controle de uma frequência de rádio AM, então o alcance vai ser muito maior, apesar da qualidade cair um pouco. Ao invés de ter que usar o botão físico para definir o alcance, eu vou deixar o controle por comandos de voz. Isso elimina todos os fios e diminui o tamanho do comunicador para o tamanho de um fone de ouvido normal, já que não vamos mais precisar de botões físicos. Também é mais discreto, não escreve na nossa cara que somos membros da Umi. 

— Parece bem promissor. — Suguru sorriu. — Alguma previsão de quando um protótipo estará pronto?

— Hm… Eu cuido mais do design, a parte mecânica é com as garotas. Acho que elas vão saber melhor.

— Duas semanas. — Chiemi levantou o braço e fez um “2” com os dedos da mão direita. — Podemos ter um protótipo pronto daqui duas semanas. Não garanto que vai funcionar, mas pelo menos vai poder ter uma ideia do tamanho.

— Valeu, gente. Eu não sabia o que seria de mim sem a ajuda de vocês. — Suguru agradeceu, deixando os quatro um pouco surpresos, provavelmente não esperavam ouvir o coração-mole do líder tão facilmente.

— Sim, somos incríveis. — Chiemi foi a primeira a reagir.

— De nada!!! — Chisaki, respondeu, animado.

— Relaxa, é só o nosso dever como a família Aoi. — Chuuya se curvou um pouco, sorrindo.

— E você é praticamente parte da nossa família a esse ponto, passou mais tempo aqui do que com os Okamoto, não? — Chihiro complementou. — Nosso pai praticamente te adotou depois de… Depois de tudo aquilo que aconteceu entre você e seus irmãos.

— Bem, toda família tem um primo gay, né! — Chiemi deu de ombros e soltou uma leve risada e falando em tom de gozação. — Naquela época a gente ainda não tinha nenhum, então nosso pai só te acolheu para aumentar a representatividade!

— Mas o Suguru não é primo, ele é um tio! É o nosso tio viado!!! — O mais novo dos irmãos exclamou com a maior animação possível. Chuuya arregalou os olhos, os outros três não conseguiram segurar a risada.

— Chisaki!! Quem te ensinou isso?! — Chuuya questionou, mas nem esperou a resposta, olhou para Chihiro com uma expressão de reprovação.

— Tá olhando pra mim por quê?! — Chihiro continuou rindo e colocou os braços pra cima. — Ele tem 11 anos, Chuuya, vai aprender isso na escola!

Aham, sei…

— Ei ei. — Chisaki voltou a falar. — A Umi tem um grupo de mensagens? Tipo o grupo da família que eu e meus irmãos temos!!

— Que nada, seria impossível, são milhares de pessoas. — Suguru respondeu. — Mas temos um grupo entre os pilares, o Inoue faz questão de se comunicar com a gente o tempo todo. Até um pouco demais.

— Infelizmente só dá pra usar pra assuntos sérios. Seria ótimo ter um "grupo da família" entre os pilares. Meu sonho é mandar a figurinha do "positivo, capitão pika mole" toda vez que o Inoue dá uma ordem pra gente. Ver o Yamada e a Nishikawa brigando por política seria incrível também. — Chiemi complementou.

— Eu dou é graças a deus que esse grupo não existe. — Suguru soltou uma risada. — As figurinhas que você me manda são as piores que eu já vi, Chiemi.

— Que tipo de figurinhas ela te manda, tio?

— Você tem 11 anos, né? Hmm… Daqui 7 anos ele pode te mostrar! — Chihiro sorriu e falou com um pouco de desdém proposital para irritar o irmãozinho, em seguida dando um peteleco na ponta do nariz dele.

— Hã?! Mas isso vai demorar!! Eu quero saber agora!!! É injusto!!!! — Chisaki abriu uma cara emburrada e se virou para trás, encarando Suguru. — Que tipo de figurinhas ela te manda, tio?

— O tio legal vai te contar! — O mais novo abriu um baita sorriso ao ouvir seu pedido sendo atacado e mostrou a língua para Chihiro. — Hm, vejamos… A última que ela me mandou dizia "tá se fazendo de pão pra levar salsicha?"

— SUGURU, NÃO!!!!! — Chuuya exclamou, não achava que ele realmente iria dizer em voz alta.

— Relaxa, não é como ele fosse entender. — Chiemi não estava nem um pouco preocupada.

— Entender o quê?! Claro que eu vou!! Eu tô entendo tudo!!! — Chisaki mais uma vez se emburrou. — Vocês tavam falando de cachorro quente!!

Chihiro não conseguiu segurar a risada e começou a gargalhar. Chisaki não gostou nada daquilo mas não disse nada, apenas soltou uma pequena rosnada contra a mais velha, que não parava de rir. Chuuya levemente o segurou antes que o garoto corresse e tentasse morder a canela dela ou algo do tipo.

— Tá sim Chisaki, tá entendendo sim. — Suguru deu uns tapinhas nas costas do mais novo, que abriu um baita sorriso.

— Claro que eu tô! Eu sou um prodígio, um gênio pra minha idade! Diferente da Chihiro-nee, sabia que quando ela tinha a minha idade ela molhou a cama uma…

Chihiro se levantou rapidamente e deu um tapão na nuca do irmãozinho antes que ele pudesse terminar a frase. Chisaki se calou por alguns segundos, e rapidamente ele fez uma careta e começou a berrar.

— UWAAAAAAA!!! A CHIHIRO BATEU EM MIM!!!!!! — Chisaki começou a chorar o mais alto que podia e saiu correndo pela propriedade, enquanto Chihiro ia atrás dele. Chuuya não demorou para se levantar e tentar intervir na situação, enquanto Suguru e Chiemi continuavam sentados um ao lado do outros, não conseguindo parar de rir.

Ele abriu um grande sorriso enquanto observava Chisaki correndo para dentro da casa em prantos e os gêmeos batendo cabeça. Não se preocupava com eles, sabia que naquele lugar ninguém guardava ressentimentos, daqui duas horas todos já estaria tudo calmo novamente.

Se tinha um método infalível de melhorar seu humor, com certeza era os visitando. Até tinha esquecido de passar para Chiemi a informação sobre aqueles dois membros, decidiu passar a tarde por lá para conseguir descansar a mente.

 

A família Aoi era não só parte do coração da Umi, como parte do coração dele.

Era por isso que, acima de tudo, Suguru queria consertar a Umi por eles.


Notas Finais


Sexta-feira voltamos com mais um capítulo focado nos heróis e nos alunos, até lá! o7


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