História Fronteiras da morte - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Outlaw Queen, Outlawqueen, Regina Mills, Robin Hood, Robin Locksley, Um Caso Sem Saída
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Palavras 2.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei ♥

Tenho um aviso: O horário das postagens mudou, será agora nos sábados. Sem mais delongas.

Boa leitura.

Capítulo 2 - Ligação.


Fanfic / Fanfiction Fronteiras da morte - Capítulo 2 - Ligação.

Capítulo anterior:

Com morte de um artista famoso, Regina é obrigada a desvendar o caso e descobrir quem é o culpado. Ela ganha um novo parceiro Graham e juntos eles vão até o apartamento de Daniel Colter e fazem uma descoberta aterrorizante.

Capítulo 2: Ligação. 

Em poucos minutos um monte de jornalistas aparecem na porta do apartamento querendo entrar e fotógrafa o cenário aterrorizante.

— Chefe, chefe? — Killian chama Regina e ela se vira e encara os olhos azuis do parceiro. — Henry mills quer falar com você urgentemente.

— Droga. Killian, despacha os jornalistas, eu não quero que essas fotos vazem de jeito nenhum.—  Fala Regina e ela se vira. — Graham, vamos.

O moreno se virar e encarar os dois polícias.

— Tudo bem. Prazer, Graham. Agente federal da Itália. — Fala Graham e aperta a mão de killian.

— Prazer, killian jones. Parceiro de homicídios. — Fala Killian e ele sorri ao agente.

*

Regina suspira pesadamente ao sai do elevador do prédio, segunda vez em um só dia.

— O que faz aqui de novo? — Pergunta Emma sentada em seu lugar.

— Chefe queria me ver novamente. Pode pedir minha autorização para entrar. — Fala Regina e Emma assenti.

A loira falar no telefone e depois desligar e sorri.

— Ele está te esperando. — Fala Emma e ela sorri para Graham. — Olá, bonitão.

— Olá, Regina, pode entrar. Vou fica por aqui mesmo. — Falar Graham e Regina revira os olhos.

Regina caminha até a sala de Henry e entrar.

— O que foi aquilo no apartamento de Daniel Colter, Regina? — Pergunta Henry e Regina suspira.

—Eu estava investigando, e olhe. Estamos no caminho certo. — Fala Regina e Henry continua a olhar procurando algo. — Olha, Henry. Eu respeito sua autoridade aqui, ok? Mas não tente procurar defeito no meu trabalho, eu estou fazendo direitinho e em poucas semanas eu fecho essa caso com o assassino preso.

— Ok, Regina. Só tente fazer as coisas certas, sem furar a lei do país. — Fala Henry. — Isso pode custar a sua carreira.

— Só vai custar, se você fala. Você vai falar alguma coisa? — Pergunta Regina e Henry nega.

— Claro que não, vá e descanse. Amanhã o dia começa cedo. — Fala Henry.

Regina assentiu e saiu da sala e caminhou até Graham e Emma. Ambos estavam sorrindo.

— Vamos, Graham. — Fala Regina e os dois a encaram.— tchau, Emma. 

Emma fez bico e deu um selinho na morena. 

— Tchau, Sis. — Responder Emma e Regina sorri. — Tchau, bonitão.

— Tchau, Emma. Me liga. — Fala Graham e Regina rir da conversa do dois.

Regina e Graham saíram um no lado do outro e entraram dentro do carro.

— Regina, podemos ir até o local da morte de Daniel Colter? — Pergunta Graham e a morena estranha.

— Tudo bem. — Regina concorda. Ela ligar para killian.

- Killian? Oh, é Regina. — Fala Regina e ela pode ouvir um gemido feminino. — Pelo amor de Deus, me diga que não fez isso na minha mesa.

-Olá, chefe. Se te deixa mais tranquila, não, não fiz nada, não na sua mesa. — Killian rir e Regina rir junto.

- ah, isso me deixa mais tranquila. Ei, eu estou indo nesse exato momento até a loja do Daniel Colter. E aquele agente está comigo. — Fala Regina e olhar para Graham com desdém.

- O que vão fazer no local do assassinato? — Pergunta Killian.

- Levarei Graham para dar uma olhada. Eu vou desligar. — Fala Regina e logo ela desligar.

Em poucos minutos Regina estaciona o carro na frente da loja e descer do carro segundo seguida por Graham. Regina arrombar a porta e entrar.

— Nossa, as vezes parece que esse país não tem lei. — Comenta Graham.

— É o Brasil. — Responder Regina e suspira. — É isso. Esse é o local.

Graham apenas andar e bate o pé no chão para ver se é o oco, ele passa a mão na parede e não sentir nada. Regina olhar para todos os lugares e respirar fundo. Ela olha para mesa e arquear a sobrancelha. Tinha um pequeno volume saindo debaixo da mesa, aquilo não estava ali antes. 

— O que é isso? — Pergunta Regina e ela andar até a mesa e se agacha. — Isso não estava aqui antes.

Ela puxa e uma porta na parede se abre, ela abre a boca e ouvir alguém chamá-la.

— Regina, cuidado! — Grita Graham e antes que a morena pudesse virar e vê o que tinha acontecido, algo acerta sua cabeça e ela desmaia.

*

Regina abre os olhos e sente uma grande dor de cabeça, ela resmunga um “ai”. O moreno que estava ao lado dela falou.

— Você acordou, chefe. — Fala Killian e Regina arquear a sobrancelha o olhando.

— O que faz aqui? O meu deus, cadê Graham? — Pergunta Regina e ela se levanta rapidamente e sente uma tortura e killian aparar.

— Achei estranho a sua demorar e vir ate aqui. E quando eu cheguei você estava sozinha e desmaiada. — Fala Killian desconfiado.

— Eles levaram Graham só pode ser isso. Eu… eu estava de costas quando a porta secreta abriu e Graham gritou cuidado e antes que eu pudesse virar algo acertou minha cabeça. — Fala Regina e ela apronta para a porta. — Vamos da uma olhada dentro.

Killian suspira e assenti e segui Regina.

— O que um cara famoso poderia ter uma sala secreta? — Pergunta Killian e Regina olhar os cantos da sala.

— Eles estavam procurando algo e por certa vez não acharam. — Fala Regina e ela caminha até o centro da sala e se abaixou pegando uma carta. — Olhe isso.

" anel de Salomão "

Robin De locksley. 

— Robin De locksley. — Fala Regina em voz alta. — Quem é ele?

15 dias atrás. 

Robin abriu os olhos e se sentiu confuso, ele ouviu uma voz longe dizendo palavras secretas que ele não sabia qual. Ele sentiu uma mão  seu ombro.

— Seja bem vindo, irmão. — Fala uma voz atrás de Robin, ele olhou para os lados e viu alguns acordado e outros não.

Robin foi caminhando por uma quarto onde ficaria até se recuperar completamente. Ele já estava no quarto umas 12 horas é nada de seu amigo dá notícias.

A porta é aberta e um homem de meia idade entrar, o homem tinha uma postura pequena. Ele se aproximou e entregou uma bolsa com os pertences de Robin.

— Melhor? — Pergunta Alexandre. Um dos irmãos da seita também.

— Cadê meu amigo, Neal? — Pergunta Robin o encarando. Alexandre suspira.

— Infelizmente seu amigo não foi capaz de abrir mão dos prazeres da vida. — Fala Alexandre.

— Ele está… morto? — Pergunta Robin e Alexandre assenti.

*

Robin estava lendo um jornal quando em uma das reportagem falava de seu amigo achando morto, polícias não acharam nenhum vestígios de violência, e médicos experimente fizeram análises e tinham 99% de certezas que neal havia tido uma parada cardíaca.

Os dias foram passado e mais mortes havia acontecido do mesmo jeito que seu amigo Neal havia morrido. Robin ficou apreensivo e com cautela sobre a seita. Robin ficou obcecado sobre a seita, os rituais, os costumes e as lendas. A lenda que mais o chamou atenção foi o anel do Salomão. Robin pesquisou dia e noite sobre o anel e nada que provasse que o anel realmente existisse. Robin decidiu pular por plano “B”.

Robin se aproximou de Alexandre e o convidou para um jantar em seu apartamento. As sete Alexandre apareceu e jantaram, conversa vai e conversa vem, Robin trocou no assunto da seita e Alexandre já estava alegrinho até demais e começou a falar tudo o que Robin perguntavam.

— E o anel do Salomão, ele existe ?— Pergunta Robin e Alexandre beber mais um gole da bebida.

— Sim, ele existe. Por muitos anos foi só lendas, mais o anel existiu e é a prova que nada desse mundo se leva. — Fala Alexandre. — Os irmãos mais evoluídos decidiram esconder e proteger o anel.

— Ah, e onde eles guardam? — Pergunta Robin e ele arqueou a sobrancelha.

— É guardado em um lugar super secreto. É na sala do quinto andar. Eu tenho a chave. — Fala Alexandre e ele bate no bolso.

Robin sorrir e beber um pouco enquanto pensava em um plano. Horas se passaram e Alexandre caiu no sono. Robin se levantou e foi até o banheiro e pegou um sabonete e pegou a chave do bolso do Alexandre e marcou a chave no sabonete e depois guardou, Robin chamou Alexandre e ele foi embora.

*

Robin caminhou lentamente até o local onde os rituais acontecem e ele entrou com o maior cuidado.

— Ei, você aí. Pare. — Fala uma voz masculina e Robin se virar, e encara o homem. — Não pode entrar aqui

— Ah, Alexandre pediu para eu pegar um negócio aqui. — Fala Robin e ele se aproxima do homem. Robin dá um soco no homem e ele cai no chão desmaiado.

Robin caminha até um quadro que tinha no local e o tira da parede, assim que ele tirou havia um cofre, Robin colocou a chave na fechadura e o cofre se abriu. Ele viu o anel e pegou e sorriu.

Alguns dias depois.

Robin lia atentamente um papel de um caso quando sua secretária entrou correndo na sua sala.

— Desculpa, Sr. Mas tem algo que o senhor precisa vê. — Fala Marian e ela rapidamente mostra o celular.

Robin viu pela tela do celular a cena do que havia acontecido alguns dias atrás, ele dando um soco no segurança, o vídeo acabou. Robin olhou para Marian.

— Estão te acusando de assassinato, Sr. — Fala Marian. — O Senhor está sendo procurando pela polícia italiana.

Dias atuais, Brasil. 

Regina suspirou pesadamente e se mexeu novamente em sua cama, ela não conseguia dormir, sua mente não parava de trabalhar. Sem conseguir dormir Regina levanta da cama e vai até a cozinha e pega uma garrafa de cerveja, ela pegou seu notebook e começou uma pesquisa sobre Robin De locksley. Regina achou milhares de coisas sobre o famoso juiz. Regina pensou em ligar para o escritório de Robin mas decidiu esperar para ligar no dia seguinte.

Regina abriu os olhos ao ouvir seu celular trocando. Ela rapidamente atende.

- alô? — Resmunga Regina.

- Bom dia, Chefe. Liguei para informar que não achamos nada que possa liga ao desaparecimento de Graham Humbert. — Fala Killian.

- ok, eu irei informar a Henry. — Fala Regina. — Vejo você na delegacia.

Regina desligar e se ajeita novamente para dormir, mas ela se lembra de algo importante é dar um pulo do sofá, e ligar para um número da Itália.

- alô. Como posso ajudar? — pergunta uma voz feminina no outro lado da linha.

- Olá, aqui é Regina mills, delegada de homicídios. Ah, eu procuro Robin… Robin De locksley. Sou uma amiga dele. — Fala Regina e ela ouve a respiração pesada da mulher.

- Infelizmente, Sr locksley está foragido. — Fala Marian. — Ele está sendo acusado por um assassinato.

- Oh entendo…. Ah, responda uma coisinha. Qual é o nome da vítima? — Pergunta Regina

- George Gracias. — Responder Marian.

- ok, obrigada. Ah, e se você vê Robin fala que Regina mills precisa da ajuda dele urgentemente.

Regina desligar, sabendo que em algumas horas ela teria uma ligação estrita. Em anos trabalhando como delegada, Regina sabia se muitas coisas, e uma delas é que a secretária pessoal sempre sabe de alguma coisa. 

*

Regina passou sua manhã procurando sobre George Gracias. Ela achou coisas interessantes sobre George. Divorciado, dois filhos, havia sumido alguns meses atrás e ele havia comprando um quadro de Daniel Colter há poucos meses antes de sumir.

Pouco antes das duas da tarde, Regina recebeu uma ligação.

- Regina mills? — Uma voz masculina com um sotaque italiano fala na outra linha.

*

Dias atuais, Itália. 

Robin tinha acabando de entrar na pensão que estava ficando por alguns dias, ele jogou seu passaporte falso em cima da cama e suspirou. Ele estava cansado de fugir. Ele olhou para o seu celular de botões e leu “Número desconhecido “.

- Marian? — Pergunta Robin.

- Mamma Mia, você está bem? — Pergunta Marian desesperada no outro lado da linha.

- Olá, Marian. Eu já te disse para não ligar. Vou ter que trocar de número de novo. — Fala Robin.

- Mas dessa vez é importante. Uma mulher chamada Regina.. Regina mills ligou mais cedo dizendo que era delegada de homicídios e disse que precisava de sua ajuda. — Fala Marian.

- não conheço nenhuma Regina mills… quem é ela? — Pergunta Robin.

- Ela é uma delegada de homicídios, umas das melhores no Rio de Janeiro. Eu pesquisei e o caso mais recente dela é sobre o assassinato de daniel Colter. — Fala Marian.

Robin prende a respiração e depois solta, ele passa a mão pelo cabelo nervoso. Ele estava perdido se Daniel estivesse mesmo morto. Sua única solução seria fazer um acordo com a mulher que ligou.

- Tem o número dela?

Marian passou o número de Regina para Robin, e assim que teve o número da morena, ele ligou.

- Regina mills? — Pergunta Robin.

- sim, quem está falando? — Pergunta Regina. 

- Robin… Robin De locksley.


Notas Finais


Então???


Até sábado!!!


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