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História Fruto do espaço (spirk Mpreg) - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olaaá! Só avisando que a fic começa a partir do segundo filme que foi lançado em 2013 (Star trek Além da escuridão). Imaginem o Spock interpretado pelo Zachary Quinto e o Kirk interpretado pelo Chris Pine.
Boa leitura, espero que gostem.

Capítulo 1 - Turbulência


Fanfic / Fanfiction Fruto do espaço (spirk Mpreg) - Capítulo 1 - Turbulência

Capítulo I

Turbulência 

-- Permissão para entrar á bordo? – Perguntei a James T. Kirk, capitão da Enterprise.

-- Permissão concedida, senhor Spock. – Ele respondeu com um sorriso no rosto. Minhas bochechas quase que automaticamente esquentaram ao vê-lo de tal forma. Sinceramente, não sabia o que estava acontecendo comigo. Depois do susto que levei quando Kirk experimentou a morte que, se não fosse por Khan, James não teria voltado, meu corpo tem agido estranho. Coração acelerado, algo como (borboletas) um embrulho no estomago e o mais constrangedor... meu rosto corado. – Você está bem, Spock? Está verde.

-- Compreendo seu raciocínio. Humanos ficam verdes quando desconfortáveis, normalmente quando se trata do sistema digestivo. Mas quando um vulcano fica verde é sinal de que o ambiente ou o corpo do individuo está quente. Isso pode ser sinal de que estou doente, mas não me sinto doente, capitão.

-- Ok... você quer regular a temperatura?

-- Não é preciso, apesar disso agradeço a oportunidade. – Seguimos o decorrer do expediente normalmente, até que, abruptamente, houve turbulência. Eu era o único de pé, ao lado do capitão. Devido à turbulência acabei caindo sobre James. A perturbação parecia não ter fim. Durante cerca de três minutos a nave não parou de tremer. James me segurou contra o seu corpo, a turbulência fora tão intensa que os cintos de todas as cadeiras se armaram. Assim que a inconveniência teve fim, me afastei de James. Nossos rostos haviam ficado próximos e, por algum motivo que eu não conseguia compreender, todos os sintomas do distúrbio que eu vinha sentindo afloraram de uma única vez. Quando me apoiei no descanso da sua cadeira, olhei para o seu rosto por mais alguns segundos e o vi corado como eu. Afastei-me e pedi minhas sinceras desculpas. – Sem problemas. Você está bem, Spock?

-- Sim, capitão. – Em seguida o vi entrar em contato com Scotty, já que a turbulência parecia ter vindo da engenharia.

-- Scotty, o que houve?

-- Kirk houve uma falha no motor, mas resolvo isso em algumas horas.

-- Algumas horas? É muito tempo!

-- Eu estou fazendo o possível aqui! – Senhor Scotty disse indignado. James respirou fundo, pôs a mão na testa e a enrugou. Ele se distraiu ao ouvir algo como gotas caindo. Kirk olhou para mim, que estava com as mãos para trás, e percebeu que eu havia me cortado.

-- Spock, o que é essa coisa verde pingando da sua mão? – Ele perguntou e percebi que minha mão estava sangrando. Como eu havia me cortado? Me perguntava sem entender o motivo.

-- Capitão, o sangue de um vulcano é verde.

-- É verdade... por um momento havia me esquecido de que você não é totalmente humano. Apresente-se na enfermaria, magro vai cuidar de você.

-- Com licença, capitão. – Pedi, já me dirigindo a enfermaria. Eu fazia preção na ferida, mas parecia não adiantar. Assim que cheguei, vi doutor McCoy.

-- O que foi isso? – Perguntou confuso e furioso. – Eu estava fazendo um experimento e por causa da turbulência todos os tubos de ensaio caíram no chão.

-- Houve uma falha no motor da nave.

-- Meu Deus, Spock! Como você conseguiu esse corte? – Perguntou colocando as mãos na cintura.

-- Você pode tratar dessa ferida? – Ele franziu o lábio, era algo tão lógico que deve ter se ofendido.

-- Venha. – Mandou, guiando-me até uma maca onde me sentei. Ele analisou o ferimento e em seguida começou a tratar o mesmo. Esperei McCoy cauterizar a ferida.

-- Como conseguiu esse corte? – Perguntou, franzindo os cenho e lábios novamente.

-- A probabilidade da cadeira do capitão estar com algum defeito no descanso é alta. Devido à turbulência acabei caindo e ao me levantar apoiei minhas mãos na mesma. – Disse enquanto ele enfaixar minha mão.

-- Você caiu em cima do Kirk? – Perguntou rindo.

-- Sim. – Respondi sério, sem entender o motivo pelo qual ele ria. Percebendo meu descontentamento, doutor McCoy desfez seu sorriso.

-- Desculpe. – Pediu sem jeito. – Está pronto. – Disse depois de um minuto. – Procure não fazer esforço, mas acho que você já sabe disso.

-- É lógico.

-- Hm... – Murmurou, ergueu uma sobrancelha e assentiu com a cabeça. Estava pronto para voltar ao meu posto quando me lembrei dos sintomas que vinha sentido.

-- Doutor McCoy – Chamei e me voltei para ele novamente.

-- Sim?

-- Eu venho sentindo coisas estranhas como coração acelerado, desconforto no estomago e calor pelo corpo principalmente no rosto.

-- Imagino que você sinta isso quando está com Uhura.

-- Não.

-- Não? – Perguntou redundante, mas surpreso. – Então quando esses sintomas afloram?

-- Quando estou perto do capitão. – Ele se surpreendeu e começou a me examinar. Depois de ouvir meu coração, apalpar meu estomago e medir minha temperatura, constatou que tudo estava aparentemente normal. McCoy parou por um momento e olhou para o meu rosto durante um minuto. – Algum problema, doutor? – O questionei franzindo o cenho e inclinando minha cabeça.

-- Spock você deve ter se assustado depois do que aconteceu com Kirk. Algo pode ter despertado em você.

-- Está insinuando algo?

-- Não, Spock! Que droga.

-- Poderia me explicar melhor o que seria esse despertar?

-- Estou falando que você possivelmente pode estar apaixonado pelo Kirk, Spock. – Disse e suspirou.

-- Mas é ilógico.

-- Nosso coração não é lógico, Spock.

-- A única função do coração é pulsar sangue, não há nada ilógico nisso. Você sendo médico deveria saber disso melhor do que e...

-- Não estou falando literalmente! Você não entende metáforas? – Me interrompeu. Fechei minha boca e comecei a raciocinar melhor o que ele estava querendo me dizer.

-- Há algum remédio para isso?

-- Não, Spock.

-- O que eu devo fazer?

-- Você? Me perguntando o que deve fazer?

-- Você é mais humano que eu por isso pressuponho que entenda melhor de sentimentos.

-- Por que não fala com Kirk? Você é tão lógico... talvez fosse isso que faria caso entendesse melhor de sentimentos. Para mim a melhor coisa sempre foi conversar, assim eu parava de me iludir caso não fosse correspondido.

-- Compreendo. – Disse após assimilar seu raciocínio. Levantei-me da maca, agradeci e voltei ao meu posto. Vi James frustrado, ficarmos algumas horas parados no espaço não lhe agradava.

-- Sulu assuma meu posto, vou descansar um pouco. Quando Scotty entrar em contato me avise.

-- Capitão. – Chamei Kirk antes que ele saísse da cabine de comando.

-- Sim?

-- Podemos conversar?

-- Em particular?

-- Se possível...

-- Venha comigo. – Pediu e eu o acompanhei até seu quarto. Chegando ao mesmo, James fechou a porta e perguntou o que eu queria.

-- Acredito que há algo de errado comigo, Jim. – Chamei ele pelo apelido a fim de ter um contato mais amigável.

-- Por quê? – Perguntou, tirando da sua gaveta uma garrafa onde havia liquido roxo.

-- O que é isso? – Perguntei antes de prosseguir.

-- Extrato de orquídea. Tem gosto de vodka mas sem álcool. Quer um pouco? – Me ofereceu estendendo a garrafa até mim. Para minha surpresa, nunca havia ouvido falar dessa bebida então resolvi experimentar.

-- James, Doutor McCoy... – Logo depois que bebi um gole, meu corpo começou a esquentar e tirou meu foco.

-- O que magro fez?

-- Ele me indicou conversar com você sobre... meus sentimentos.

-- Seus sentimentos?

-- Hoje mais cedo, quando fui à enfermaria conversei um pouco com ele. Contei o que eu vinha sentindo quando estava perto de você. Coração acelerado, uma sensação estranha no estomago e corpo quente. – Fui interrompido por uma reação diferente no meu corpo. Eu estava realmente quente e com sensações estranhas. Automaticamente relacionei meu estado á bebida que Kirk havia me oferecido.

-- Spock, você está verde de novo. Está tudo bem?

-- Do que eu estava falando mesmo?

-- Seus sentimentos. Quer me falar algo sobre Uhura?

-- Na verdade é sobre você. – Retomei ao assunto, mas, novamente, fui interrompido por uma reação do meu corpo. Minhas genitais começaram a enrijecer, como se eu quisesse fazer algo intimo com alguém.

-- Spock você... – Ele havia percebido e agora eu conseguia experimentar uma sensação desconfortável chamada vergonha.

-- Havia algo diferente na composição dessa bebida? – Perguntei enquanto suava e me exitava sem nenhum motivo aparente. Desviei meu olhar enquanto tentava esconder minha genital enrijecida -- Nada de mais até onde eu saib... – James estava sentado em sua cama e antes que ele concluísse seu raciocínio o empurrei e me pus em cima dele. De repente, estava sedento por prazer enquanto torcia para que ele não recusasse o beijo que lhe dei.



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