História Frutos do Passado - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 409
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Aviso válido para toda história de Frutos do Passado: Eu, Bruna Duarte, não apóio nenhuma prática ocorrida na história, seja ela; roubo, uso ilícito de drogas, consumo de álcool, estupro, sexo com menores, uso de linguagem de baixo calão etc. A história trata-se apenas de uma FICÇÃO e nenhum personagem aqui presente é real.

Capítulo 1 - Prólogo


Krícia Collins Point Of View

Boston, EUA. February 03, 

2017, 21h47 PM, GMT -5


O erro das pessoas é acreditar que tudo pode ser feito da maneira como querem. 

As ruas estavam vazias, as pessoas já estavam em suas casas. As poucas residências que haviam alí, estavam fechadas enquanto alguns pontos de luz passavam pelas brechas das portas. 

A iluminação daquela rua era precária, apesar de ser um importante centro comercial. 

O casaco que vestira não estava conseguindo suprir minha necessidade de proteger-me do frio demasiado daquela noite chuvosa.

Pensara que a chuva havia tomado seu rumo, mas enganei-me ao sentir gotas geladas molharem meu caso e, logo, minha pele.

 Arrepiei-me, esfregando as mãos, enquanto caminhava em passos largos e rápidos.

Ouvi um assovio ao passar por um beco mal iluminado, mas decidi ignorar.

— Ei, você!  – alguém chamou-me, deixando-me assustada.

Conti a vontade de encarar o dono da voz, apressando ainda mais meus passos.

— Estás surda, bebê?  – questionou a voz, fazendo-me engolir em seco. 

Quando percebi que estava sendo seguida, já era tarde.

Braços longos e fortes seguraram minha cintura com força, obrigando-me a ficar parada. Tentei me soltar do aperto e gritar, mas minha boca fora tampada e meu corpo esguio pressionado contra um corpo másculo.

Me debati com o intuito de soltar-me do aperto e fugir. Não obti sucesso.

— Não se preocupe, eu sei ser carinhoso.  – senti um calafrio, enquanto processava tais palavras.

Então me dei conta que o pior iria acontecer, fazendo-me reagir da maneira que podia. Cravei meus dentes na mão do agressor, recebendo um grunhido de dor como resposta, mas não fui solta. 

— Você está louca, vadia?  – ele gritou, virando-me para ele. Apesar da pouco iluminação, era possível identificá-lo. 

Seus olhos estavam avermelhados, enquanto seus dentes cerrados me mostravam que suas ações para se vingar de mim não seria muito agradáveis. 

— Você vai se arrepender de ter feito isso!  – o homem grunhiu, apertando meu braço com força.

— Não, por favor!  – implorei, quando sua mão largou minha boca, puxando-me com agressividade para o beco. 

Fui empurrada com força contra a parede, sentindo minhas costas latejarem de dor, arrancando-me um gemido sôfrego. 

— Não faz isso!  – pedi, sentindo as lágrimas escorregarem por minhas bochechas, enquanto minhas mãos eram presas.

Eu me sentia fraca, humilhada e totalmente vulnerável. Não conseguia lutar, tampouco impedir que aquilo ocorresse. 

Eu só queria morrer!

— Para de chorar, caralho!  – o agressor gritou, acertando um soco em meu rosto.

Minha visão escureceu, minha intimidade ardeu, enquanto eu sentia meus sentidos evaporarem.

 


Notas Finais


Primeiro, eu estou muito ansiosa e cheia de expectativas com essa história, pois é primeira vez que eu posto em uma rede de histórias como essa. Segundo, espero que gostem! Enfim, até o próximo!
Com carinho, BD ;)


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