História Fuck friends - Capítulo 9


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Categorias Hora de Aventura
Personagens Hudson Abadder, Marceline, Princesa Jujuba
Tags Bonniebel, Bubbline, Jujuba, Marceline
Visualizações 36
Palavras 1.135
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Entrega


Bonniebel

Marceline me pegou no colo e carregou até seu quarto. Durante o trajeto me dava beijos intensos, quase selvagens, nos chocando nas paredes. Mesmo antes de me depositar no chão já arrancava nossos biquínis, faminta. Estava inquieta. Eu ansiava desesperadamente por seus toques, ofegando. O dia todo esperamos por isso, num clima sexual intenso. Ela tinha pressa. Mal nos deitamos, ela me virou de costas e começou a introduzir dois dedos em minha vagina, que já estava molhada. Gemi alto gozando e ela abocanhou minha boca, finalmente saciada. Ficamos arfando, nossos corpos suados grudando um no outro. Sem nos separar, ela virou meu rosto e, ainda deitada em minhas costas, falou: - Desculpa, não consegui me controlar... foder com você é muito bom sabia? Ficamos nos beijando e ela disse que nunca tinha tirado a roupa com nenhuma outra garota antes. Sempre foi ativa; O máximo que fazia era ficar de calcinha e sutiã, mas jamais permitia que tocassem nela. Olhei para ela com adoração, lembrando como ela cavalgou em mim na noite passada.

Então ela nos rolou e lentamente desceu minha mão até sua intimidade, deslizando meus dedos naquela umidade deliciosa. Eu estava maravilhada com aquilo. Instintivamente comecei a lamber dentro da sua orelha, mordiscando ao redor, desci dando pequenos chupões no queixo, no pescoço, nos seios, me deliciando ao sentir sua pele arrepiar com cada toque, respiração e batimentos acelerando cada vez mais. Ela emitia uns sons abafados e contorcia o corpo, me deixando extremamente excitada. Comecei a circular seu clitóris. Ela segurava minha mão, ensinando como lhe dar mais prazer, ficando cada vez mais quente e úmida. Não aguentei e introduzi dois dedos em sua vagina. Ela arqueou totalmente o corpo e suspirou Ahhhh! Eu parei com medo de tê-la machucado, mas ela afundou mais minha mão, se movimentando sobre ela. Eram indescritíveis as sensações que estávamos proporcionando uma à outra. Eu praticamente gozei só de vê-la naquele estado. Quando chegou em seu ápice ela lambeu e mordeu forte meus lábios. Senti minha mão encharcada e um gosto de sangue na boca. Não queria soltar a Marceline, nunca mais. Dormimos com os lábios encostados, sem querer nos afastar.

Acordei e fiquei olhando para aquela mulher linda, completamente apaixonada por ela. Tirei bem de leve minha perna dentre as dela, seu braço da minha cintura (que possessiva kkkk), tomei um banho rápido e me vesti. Minhas coisas estavam no quarto dela desde quando emprestou o biquíni. Me perguntei baixinho se ela iria se arrepender. Ela sorriu meio bocejando, abriu aqueles olhos verdes maravilhosos e disse: - Por eu ter escolhido ser com você? Acho que não! Então se ergueu e ficou acariciando meu lábio ferido, passando o dedo sobre o corte que tinha feito. Limpou o sangue que voltou a escorrer fininho e passou no próprio lábio, como um gloss. Sentei na cama e ela deitou no meu colo. Fiquei fazendo carinho em sua cabeça, triste por saber que em breve iríamos ter que nos separar. Com um sorrisinho safado de canto de boca ela disse que estava meio sonolenta, pois tinha gasto muita energia nas últimas horas. Ficou olhando para mim tentando decifrar meus pensamentos, mas logo adormeceu novamente. Fiquei por muito tempo tocando suavemente seu rosto com a ponta dos dedos, até decorar sua forma, sua textura, sua temperatura, sentindo nosso cheiro. Com Marceline nunca sei o que vai acontecer, hoje ela estava doce. Fechei os olhos e pedi ao céu para continuar com ela... sempre.   

Ouvi o interfone tocar, levantei devagar sem acordar a Marceline, a cobri e levei nossos biquínis pro banheiro evitando quaisquer constrangimentos futuros caso os pais dela entrassem no quarto. Meu coração estava ali, queria ficar com ela, sabia que aqueles dois tinham tramado para ficarmos juntas. Mesmo assim não podia nos expor, então a beijei de leve e, suspirando, fui aguardar na sala. Denise abriu a porta e perguntou porque eu estava sozinha na sala. Expliquei que fiquei presa na casa e não queria incomodar a Marceline, então esperei eles chegarem. Eles me levaram para casa.       

Denise e Hunson chegaram ao prédio em que eu morava. Ao sair do carro perguntei a eles se queriam conhecer meu apartamento. Subimos e mostrei todos os cômodos, os artesanatos que fiz, apresentei minha família nas fotos dos quadros e porta retratos. Denise achou uma graça. O senhor Abadeer brincou que parecia casa de boneca, dando risada. Falei que ia preparar suco e servir um doce que tinha feito, mas eles recusaram. Disseram que só tinham ido conferir se eu estava bem, já que a filha esquecia as boas maneiras quando estava perto de mim. Eles perguntaram quanto tempo nós duas íamos levar para perceber que estávamos apaixonadas. Corei e não soube o que responder. Nesse momento Hunson viu um envelope sobre a mesa escrito “Devolver para Marceline” e perguntou se eu gostaria que entregasse a ela. Eu aceitei. Quando eles estavam saindo, lembrei do celular e pedi para acrescentar mais uma coisa. Infelizmente, na hora de abrir o envelope o aparelho escapou, o dinheiro caiu no chão e ambos ficaram me encarando. Arrumei tudo rápido. Então Denise pediu para o marido aguardá-la no carro, entrando novamente. Fechei a porta e ela perguntou se eu tinha algo a dizer. Fiquei torcendo as mãos procurando as palavras. Comecei dizendo que entenderia caso eles decidissem se afastar, mas que estava aliviada de finalmente esclarecer as coisas. Contei que no dia da sessão de fotos Marceline me encontrou na cozinha e pensou que eu estava furtando a casa. Disse que durante nosso confronto ela interpretou de forma literal uma ironia que fiz e acabamos nos envolvendo... intimamente. Que apesar de eu ir embora imediatamente após provar que não era ladra, recebi um envelope com dinheiro e um celular na portaria de minha casa. Expliquei que tentei não me envolver com a família, porém a própria Denise insistiu no passeio e depois, para visitá-la. - Eu só concordei em te encontrar depois de saber que Marceline estava viajando. Não tinha como deixar o envelope em qualquer lugar da casa sem despertar desconfiança, também não podia ficar circulando pela área íntima da família até localizar o quarto da filha de vocês. Denise disse que não iria se privar de minha companhia por causa da filha, mas pediu um último esclarecimento. Tirou um cheque da bolsa e perguntou o que significava. No verso estava escrito: “Valeu, cada minuto do seu precioso tempo.” Eu respondi aborrecida que era o pagamento para ter exclusividade sobre mim por dois dias. 500,00 reais a hora totalizavam 48.000,00 reais, valor do cheque. Denise estava profundamente contrariada, respondeu que nada justificava tamanha grosseria e iria tomar providências. Pedi que ela apenas deixasse as coisas no quarto de Marceline. Ela deu um tapinha no meu ombro e saiu sem dizer nada.    



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