História Fuck Girl - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Past


Fanfic / Fanfiction Fuck Girl - Capítulo 6 - Past

Havia um casal se beijando, um casal gay.

Por algum motivo, Sana se sentiu incomodada e não parava de olhar aquele casal... Me pergunt

o, se ela conhecia aquelas pessoas...

- Tá tudo bem? - vou em sua direção.

Sana - Aquele é... O meu ex namorado. - ela continua com seus olhos vidrados no casal.

- Aquele que terminou com você por ligação?

Sana - É-é... - uma lágrima desse de seu rosto e eu a abraço.

- Vamos, entra. - eu abro a porta para ela.

Nós entramos dentro do carro e ela ficou calada por um tempo.

Eu fiquei tentando puxar assunto, mas nada adiantava, até liguei o rádio. E um progresso aconteceu.

Começou a tocar DDU-DU-DDU-DU do BLACKPINK.

Ela começou a mecher seus ombros e então eu aumentei o som.

- Vai dança! Eu sei que você queer!! - solto uma mão do volante e empurrei seu ombro.

Nós começamos a rir e apenas mechiamos a parte de cima do corpo.

Depois de alguns minutos, chegamos em minha casa.

Estacionei meu carro em frente a rua de casa.

Sana - Uau, você mora aqui?

- Você ainda não viu nada. - saio do carro e vou indo em direção do portão.

Sana me seguiu, ela estava impressionada com apenas o jardim da casa, eu gosto bastante dele, mas é uma surpresa pra mim ver alguém admirando minha casa deste modo... Até porque, a única pessoa que vem aqui é a Charlie, então ela já está acostumada com tudo isso.

Eu abri a porta e nós entramos na sala de minha casa.

Sana - Aí Meu Deus! É tudo muito bem decorado... É tudo em tons azuis, me lembra o... Mar.

- Bom se é assim, não olhe pro chão.

No mesmo instante ela olha para o chão e ela leva um susto.

- Eu te disse!

Sana - Puta merda! - ela logo volta pra fora da casa. - E-eu não vou entrar aí! De jeito algum!

- Vamos Sana! São só tubarões, o que de mal poderia acontecer?

Sana - Não sei, talvez... O VIDRO SE QUEBRAR E A GENTE CAIR AI DENTRO E LOGO EM SEGUIDA SERMOS DEVORADAS POR ELES!

- Essa seria a parte mais divertida na verdade. - tento segurar minha risada.

Sana - Você tá de sacanagem com a minha cara?!

- Vamos Sana! Se não fosse seguro, obviamente eu não estaria pisando aqui! - vou em sua direção e ergo minha mão a ela, na esperança de pegar sua mão.

Sana - Mas e se...

- Você confia em mim ou não?

Sana - Confio. - ela logo pega minha mão e eu a puxo.

- Vai ser mais fácil do que você pensa, acredite.

Ela começou a apertar minha mão cada vez mais forte, ainda mais quando os tubarões ficavam em baixo de nós. Eu comecei a puxa-la em passos largos, para acabar com seu sofrimento de uma vez.

- Não foi tão difícil assim, foi?

Ela balança sua cabeça no sinônimo de não e logo nós rimos.

Sana - Eu nem acredito que estava com medo de virar comida de tubarão. - nós rimos.

Nós subimos as escadas e fomos em direção ao sótão, onde ficava um de meus quartos... Na verdade, o meu quarto favorito.

Sana - A sua casa é tão... Grande. Não se sente... - a interrompo.

- Solitária? Sozinha?

Sana - Eu ia dizer com muita felicidade, porque olha! - ela se vira e anda na direção da grande janela que havia em meu quarto.

- Não muito... - sussurro. - Pode passar alguns dias aqui, se quiser.

Sana - Sério mesmo? O que... Disse antes?

assento com a cabeça.

- Ah, nada...

Sana - Não sei se... Meu pai iria permitir, ele é muito rigoroso e quase nunca me deixa sair.

- Isso não significa que você não pode fugir.

Sana - É... - ela da de ombros.

Sana me parecia pensativa e até mesmo... Triste.

Eu estava pensando em consola - lá mas não sabia como...

- Você está triste pelo o que viu mais cedo não foi?...

Uma lágrima desce de seu rosto

Sana - Ele podia ter me falado... - ela limpa a sua lágrima.

- Se ele não contou, você tem direito de não contar também.

Sana - Não contar o que?

- Sobre a minha festa e sobre a sua futura vingança.

Sana - V-vingança?



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