História Fuck Love - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Jikook, Kookmin
Visualizações 5
Palavras 2.946
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi Brasil!

Mudanças vão rolar nesse capitulo. Amem!!

Capítulo 4 - BilheteDaVergonha



Certa manhã, eu estava a caminho da academia de dança onde comecei a trabalhar, quando o pneu do meu carro resolveu furar. Ligo para o seguro, eles me dizem que devem demorar por volta de meia hora para chegar. Estou parado no acostamento dessa importante avenida do centro de Seul,  quando um outro carro para próximo ao meu no acostamento. Uma puta mercedes benz preta. E para minha total surpresa, quem abre a porta e desce do carro é Jeon Jungkook. Jeongyeon já havia comentado sobre a família dele ser tipo bem de vida, mas Jungkook sempre foi muito discreto quanto a isso.


— Oi. -diz ele, andando na minha direção. — Pensei ter visto você aqui parado, então eu vim para salvá-lo.


— Desculpe te desapontar menino de ouro, mas o seguro já está a caminho. Mas obrigado mesmo assim.


Jungkook sorri enquanto se agacha ao lado do meu carro, e inspeciona o pneu. 


— É um prego. -diz ele. 


— Imaginei que fosse isso mesmo.  –respondo.  — Tá tão frio aqui. Espero que o seguro não atrase.


— Você não gosta de frio Jimin? 


— Detesto climas extremos, quentes de mais ou frios de mais.


— Então você deveria ir para Busan.


— A é, e você já esteve lá? -pergunto a Jungkook.                       



— Eu sou de Busan. 


Jogo minha cabeça para trás e olho para o céu, o sonho me vem à mente, no sonho morávamos em Busan. 


— A sim, eu acho que você já mencionou isso. -digo. Embora ele não tenha falado sobre isso. 


— Eu não disse. Eu não gosto de dizer para as pessoas de onde eu sou, a menos que elas perguntem. -eu olho para ele. 


— Por que não?


— Porque então eles pensam que sabem sobre você, e eu não quero ser conhecido.


— Isso é estúpido. Todo mundo quer ser conhecido.


Eu levanto a minha cabeça para olhar o caminhão de resgate da seguradora virando a esquina. Por favor, depressa, por favor, depressa. 


— Exceto aqueles que não querem ser conhecidos.


— Por que você não quer, me diga, então?


Jungkook olha para o céu, pensativo.


— Eu não sei. - diz ele. 


Minhas sobrancelhas dançam para cima. Fico feliz que ele não esteja olhando. Jungkook espera comigo enquanto o cara do seguro troca o meu pneu. Quando o cara termina e vai embora, digo ao Jungkook:


— Obrigado por tirar o prego, e por me fazer companhia. 


— Sem problemas. Vejo você por ai Jiminie.


Sorrio, pela maneira como ele diz meu nome e sorri ao mesmo tempo. Ninguém mais sorri quando dizem o meu nome. Certamente não Taemin, pelo menos não a muito tempo.  Ainda sorrindo o respondo:


— Até mais Kook-ah.


Não é verdade, nada disso. Meu fascínio por Jungkook, minha súbita inclinação para a fotografia. Estou tendo uma crise na minha vida neste trimestre. Eu li sobre essas crises online depois de pesquisar: O que diabos está errado comigo? A pesquisa disse que, por vezes, quando uma pessoa experimenta uma mudança enorme de vida, ela perde toda a noção da realidade e tenta criar algo novo que vai fazê-la ficar mais confortável. Isso é o que está acontecendo.


Por impulso, resolvi seguir a direção oposta à que eu deveria seguir, vou atrás de Jungkook. Acho que ele deveria estar indo trabalhar, e onde ele trabalhava? Lembro dele comentando que era sócio de um estúdio de tatuagem no centro de Seul, mas eu não sabia o local exato. Santo instagram me diz onde ele trabalha. Perfeito.


Parto pela avenida para encontrar Jungkook. Talvez um pouco de conversa privada possa me ajudar. Afinal, Jeongyeon e eu temos gosto completamente opostos por homens. Assim poderei acabar com essa merda de uma vez por todas 

 


*

 


Chego ao local, um espaço amplo de dois andares, muito bem decorado, com várias salas privadas. Além de tatuagem, pelo visto se podia colocar piercings e pintar o cabelo das mais variadas cores.


Me aproximo da recepção e pergunto por Jungkook. A moça cheia de piercings no rosto e com o cabelo curto azulado, me diz que ele ainda não havia chegado, mas que poderia chegar a qualquer momento. Ela sugere que eu sente na poltrona da recepção e espere. É o que eu faço. Passados alguns minutos eu o vejo entrar. Ele cumprimenta o segurança na entrada, e se dirige para dentro do local. Quando ele me vê sentado ali, ele para, sua expressão é obviamente de surpresa.


— Jiminie? 


— Sim. -eu digo — Sou eu mesmo.


— Veio fazer uma tatuagem? 


— Talvez, mas eu já tenho uma.


A sobrancelha dele se ergue em desconfiança.


— Não sabia. Nunca a vi.


— Isso porque ela está em um ponto estratégico.


— Informação interessante Jiminie.


Engulo em seco me matando mentalmente por fazer parecer que estava sendo sensual ao falar da minha tatuagem, não tive exatamente essa intenção. Mas também não me redimi e expliquei o sentido a ele.


— Quer conhecer o local? –Jungkook me pergunta.


Afirmo e ele pede que eu lhe siga. Nós andamos por todos os locais, e descubro que além das salas de procedimentos, há ainda no segundo andar, um bar, para os acompanhantes ou os próprios clientes consumirem, e há uma sala com o nome dele gravado na porta. Deveria ser seu “escritório”.  Ele abre a porta, e realmente, constato que é uma espécie de escritório, com mesa e poltronas e impressoras e um notebook. Jungkook pede para que eu me sente, me sento na em uma poltrona, enquanto ele pega uma garrafa com uma bebida amarelada e enche dois copos.


— Bourbon. Aceita? –ele me pergunta estendendo um copo em minha direção.


Nunca fui de recusar bebida, não seria agora que faria tal coisa. Aceito a bebida, e enquanto tomo em um gole toda a bebida, o vejo se sentar à minha frente, estamos separados por sua mesa. O que eu realmente gosto sobre ele é que ele em nenhuma vez perguntou por que realmente eu estou aqui. Como se o melhor amigo de sua namorada aparecesse em seu trabalho casualmente, fosse completamente normal.
 
— Saio para almoçar em uma hora, você gostaria de ir comigo?


— A não, não precisa, serio –respondo, enquanto me sirvo de mais Bourbon.


— Só estou sendo educado, e me preocupando com você Jiminie.


Minhas bochechas se tingem de um tom alarmante de vermelho, imagino. Olho para ele tentando manter uma expressão firme, sem deixar transparecer o quanto ele me deixou desmontado. Antes que eu tivesse a chance de responde-lo, seu celular toca, ele levanta, pede para mim um segundo, e sai da sala. 


Quando ele sai, eu pego uma caneta e um papel em cima da sua mesa, rabisco um bilhete rápido e o deixou em baixo do meu copo vazio, em cima da sua mesa. Eu nunca deveria ter vindo. Eu nunca deveria ter ficado. 


Eu nunca deveria ter escrito aquele bilhete 

 


*


Acordo no meu sofá. E sinto um cheiro estranho. Cubro o meu nariz e me sento. Eu nem sequer fui para o quarto quando cheguei. O que é legal, porque eu vomitei em uma das minhas almofadas, e ninguém gosta de vômito na sua cama.


Eu tropeço até o lixo e jogo a almofada dentro. Então eu tomo um banho. Estou ensaboando meu cabelo quando eu me lembro do bilhete que deixei para Jungkook no seu “escritório”. Eu gemo. Salto para fora do chuveiro, sem me preocupar em pegar uma toalha, e corro para o meu telefone. 


Deus. Um zilhão de chamadas não atendidas de Taemin, e meus pais, e Jeongyeon e Blá blá blá Sabão escorre pela parte de trás das minhas pernas. Eu percorro as mensagens até eu ver o nome Dele. 


Kook: ???


Isso é tudo o que ele diz. Eu cubro minha boca com a mão. O que o bilhete dizia mesmo? Eu fecho meus olhos, tentado lembrar das palavras exatas.


“EU TIVE UM SONHO. Não se case com Jeongyeon.”


Eu gemo. De repente, eu preciso vomitar novamente. Em vez disso, eu tiro uma selfie. Meu cabelo está todo bagunçado em um lado da minha cabeça, e há delineador escorrendo pelo canto do meu rosto. Eu coloco a foto em um álbum chamado Momentos Emocionais e Mortificantes, e coloco o título de: Bilhete da vergonha. A última selfie que eu postei lá era de mim no dia em que me formei na faculdade. Meu rosto está feliz... Aliviado, perfeitamente composto. Eu chamei essa de: Mic drop.


Eu termino o meu banho e me sinto mais esperançoso. Eu nunca verei Jungkook novamente. Isso vai resolver todos os problemas que eu tenho na mão. De alguma forma eu vou encontrar alguém melhor para Jeongyeon, alguém mais alto, com um rosto mais comum. Ela vai ser mais feliz com um médico ou um corretor de imóveis de qualquer maneira.

 


*

 


Mais tarde Taemin aparece, e saímos para jantar fora, ele escolhe comida japonesa. Taemin tem uma fixação pelo Japão. Conto a ele sobre o meu dia de ontem. Correção: conto quase tudo do meu dia de ontem, claro.


— Por que você não me ligou? Eu teria ido te pegar. 


— Eu liguei para o seguro. Além disso, Jungkook me viu e parou para ajudar.


— Jungkook? O Jeon da Jeongyeon?


— Ele não é um objeto para ser dela. –respondo irritado. 


— Você não acha isso estranho? –Taemin pergunta. 


— Que o namorado da minha melhor amiga me vê encalhado na beira da avenida e para, para me ajudar?


Taemin suspira se dando por vencido.


— Bem, eu acho que quando você coloca dessa forma...


— Não há nenhuma outra maneira de colocar.


Sua expressão se suaviza, e eu estou prestes a me inclinar para beijá-lo e acabar com esse clima estranho, quando a luz de seu telefone pisca dizendo que ele tem uma nova mensagem. Eu não quero dizer para ele olhar; eu não sou assim, um controlador ciumento. Mas eu vejo o nome de um menino. Ele pega o telefone, mas eu sou mais rápido. É automático. Destravo o telefone que não possui senha e...


Tudo o que eu vejo é uma foto de um cara muito bonito sentando em uma cama em pose de índio somente vestindo um suéter de lã branco e nada mais.


— Jimin...


Por que ele está dizendo o meu nome? Por que ele está mesmo dizendo o meu nome? Nós dois estamos de pé agora, eu ainda estou segurando seu telefone e olhando para a imagem, mais uma mensagem chega:


“você esqueceu sua blusa aqui ontem. De qualquer forma ela fica melhor em mim, você não acha?”


O telefone cai da minha mão, e pousa com um baque em cima da mesa.


— Eu tenho que te dizer uma coisa Jimin. –ele diz. Taemin contorna a mesa para ficar mais próximo de mim, com pressa como se eu fosse uma bomba-relógio prestes a explodir. 


BOOM! 


— Você está me traindo?


— Jimin, me deixa explicar. 


Não quero ouvir nada, a não ser:


— Há quanto tempo isso está acontecendo?


Seu rosto empalidece. 


— Não muito.


— QUANTO TEMPO? -eu grito atraindo a atenção dos outros clientes do restaurante.


— Um ano. -diz ele, deixando cair à cabeça.


— Um ano. - eu sussurro desacreditado — Por quê? -pergunto. E então, quando um ruído sobe de minha garganta, um soluço, eu digo a coisa mais patética que poderia dizer nessa situação: — O que eu fiz de errado?


— Nada, Jimin. Eu só me apaixonei por ele, mas eu ainda gosto de você.


Eu tenho uma crise de riso, incontrolável. Me sento novamente na cadeira tentando parar de rir e recuperar o folego ao mesmo tempo. Vejo Taemin se sentar ao meu lado. Assim que meu riso morre na garganta as lagrimas vem.


— Gosta de mim mas é apaixonado por outro. Em que mundo isso tem logica Taemin? Me diz.


— Você tem estado ocupado. -ele começa. — Aconteceu, e foi um erro.


— Dizer que foi um erro não faz doer menos. 


— Sinto muito. -diz ele. 


Mas não há uma desculpa suficientemente grande para uma traição como essa. Um ano. Taemin e eu estávamos fazendo planos juntos. Falando sobre o futuro com ele. Depois do choque inicial, a dor surge pela frente. Eu me levanto. Eu não posso ficar aqui. Eu não posso olhar para ele.


— Por favor, Jimin. -diz ele — Isso foi um erro. Eu te amo. 


Ouvi-lo usar a palavra ‘Amor’ me faz rir. O amor é fiel, o amor é bondoso, o amor é paciente. O amor é...
Eu pego as minhas coisas, e saio em disparada pra fora do restaurante. 


— Avada Kedavra Taemin. -eu sussurro.


Ando para casa. Eu poderia ligar para alguém. Inferno, se eu pedisse Jeongyeon estaria lá em casa em um segundo como um furacão. Eu só preciso pensar. Eu tiro uma selfie enquanto espero em um sinal vermelho e envio para a pasta MEM. Eu nomeio a foto de: Fudido Amor.
 

 


*




Depois que descobri a traição, choro por dois dias. Fui eu? Eu estava muito frio? Muito inexperiente? Não sou bonito o suficiente? Não sou bom o suficiente na cama? Não foi minha culpa. Na verdade, talvez fosse. Foda-se. O que importava, afinal?


Vou para a casa da Jeongyeon essa noite, ela já sabe de tudo e estava me ajudando virtualmente esses dias, chegou o momento de vê-la pessoalmente.  Enquanto dirijo até sua casa, tudo o que consigo pensar é em Jungkook e o sonho. Como se ele estivesse me avisando. Talvez no meu subconsciente, eu sabia. Taemin não tinha sido o Taemin que eu me apaixonei por um longo tempo. Em retrospectiva, nós não estávamos conectados por... Um ano.


Chego no apartamento de Jeongyeon e toco a campainha, para minha surpresa quem atende a porta é Jungkook. 


— Oi Jiminie, como você está?


Dou de ombros e respondo:


— Já estive melhor.


— Eu sinto muito pelo que aconteceu com você. –jungkook diz, enquanto me cede espaço para que eu passe por ele e entre no apartamento — A tristeza de um coração partido vem em ondas, né? É como se você sentisse algo diferente a cada dez minutos.


— Sim. –repondo, imaginando quem partiu seu coração pra ele saber tanto a respeito.


— Jeongyeon foi comprar umas coisas, logo ela chega.


Assim que ele me informa sobre esse fato, meu celular vibra, com mensagens da dita cuja.

Jeongyeon: Já estou chegando em casa. Devemos nos vestir e sair hoje à noite!



Para dançar com os homens que mais tarde vão quebrar meu coração?



Jeongyeon: Você tem que ser mais positivo Jimin.

Não a respondo.


Jungkook e eu vamos para a sala, ele despausa o anime que estava assistindo, mas ao mesmo tempo abaixa um pouco o volume. Ele não menciona o bilhete que eu deixei a ele, graças a Deus. Talvez ele tenha esquecido. Nós conversamos um pouco sobre o anime em questão, jogando conversa fora. No intervalo de um assunto e outro, me pego olhando para ele sem que ele perceba. Noto que ele está deixando seu cabelo crescer, ou ele se esqueceu de corta-lo. Ele tem um estrutura física singela, tudo parece se moldar e se encaixar perfeitamente na cintura delineada que ele possui. Me sinto sufocando, preciso sair daqui. Antes que eu possa fazer qualquer movimento, Jungkook se levanta dizendo que vai a cozinha pegar algo para comermos. Eu não o respondo. 


Quando ele está na cozinha eu me levanto evitando fazer barulho. Foi um erro ir até ali. Assim que giro a chave na tranca da porta, sinto alguém agarrar a minha mão que se encontra segurando a maçaneta. 


— Você acha que eu não sei nada sobre você até agora Jimin? –Jungkook pergunta. Ele gentilmente retirar minha mão da porta. 


— Eu não queria te atrapalhar. –respondo. — Eu só me lembrei que tenho coisas a fazer.


— Tipo o que? –ele pergunta levantando uma de suas sobrancelhas. 


— Tipo colocar minhas roupas na máquina de lavar.


— Oh...sério? –ele diz, Jungkook então abre a porta do apartamento como que me dando permissão pra sair.


Eu estou tremendo. Eu estou tão nervoso. Ele vai me perguntar sobre bilhete, eu sinto isso. Eu vou dizer que eu não me lembro, e quem ele é para discutir?


— Boa noite então... Jiminie. –ele diz sorrido.

Deus. Porra. 
Jungkook se afasta, sorrindo. Um sorriso tímido, e eu saio, tentando não olhar para ele enquanto caminho para o elevador. Quando chego em casa e tiro minhas roupas, percebo que um bilhete cai do bolso de trás da minha calça. Eu o pego e leio.


Me dê uma razão para não pensar em me casar


Eu gemo. Não, não, não, não, não. Amasso o bilhete e o jogo no lixo. Meia hora depois minha campainha toca. Jeongyeon aparece na minha casa.


 — Por que você não foi até a minha casa?


Parece que >alguém< não contou pra ela sobre a minha visita a casa dela. 


— Mudei de ideia.


— Poxa Jimin, eu estava preocupada com você. –Jeongyeon diz enquanto me abraça.


— Desculpa. –respondi enquanto a abraço mais apertado. Pedindo perdão silenciosamente por coisas que não conseguia nem pensar sobre.
Depois disso, ela me enche de comida, e nós maratonamos os filmes de Harry Potter. Mas uma coisa não saia da minha cabeça:


Me dê uma razão 


Enquanto estamos deitados na minha cama assistindo os filmes, eu beijo o topo da cabeça dela. Não há uma boa razão. Eles são fofos juntos. Não importa que eu já saiba que ela vai se casar com outro. Aquilo foi somente um sonho.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...