História Fuck me, Daddy - Capítulo 35


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Palavras 4.942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiie meus amores, tudo bem com vocês?! Espero que sim!! Bom, cá estou eu, pronta para postar mais um capítulo bem quente pra vocês. Como eu disse no outro hot, eu ainda estou enferrujada ao escrever cenas eróticas, mas prometo que com o tempo eu vou pegando o jeito novamente. Espero que gostem do capítulo, comentem e favoritem pois isso é muito importante para mim e também para o desenvolvimento da história ao decorrer dos capítulos. Além de claro, me ajudarem à ter uma boa ideia sobre o que vocês estão gostando mais e menos na história, sobre suas opiniões e críticas construtivas, tudo muito bem-vindo. Bom, sem mais delongas, bora pro hot 🌚🔥

Avisos:

*Esse capítulo descreve cenas eróticas.

*Possui linguagem considerado de baixo calão (Mas não pra mim, hehe)

Caso não goste desse tipo de conteúdo, aconselho não ler o capítulo inteiro. Você foi avisado bebê.

Nos vemos nas notas finais!

Capítulo 35 - Implore


Fanfic / Fanfiction Fuck me, Daddy - Capítulo 35 - Implore

“Coloquei a boceta no modo perversa.

Te vejo implorando por ela, de joelhos.

Não precisa ser no quarto, mas podemos fazer lá também.

Seja qual for a sua fantasia.

Estou pronta e esperando.

Por que ninguém foderia como eu.

Ninguém, ninguem, ninguém.

Sabe quando o seu corpo fala como precisa do meu corpo?

Sem preliminares quando você chegar em casa.

Sei que você está à caminho pra me pegar de jeito.

Vamos virar a noite até de manhã.

Vou te manter de pau duro sem parar

Vou te fazer se sentir de um jeito

É, iremos fazer do meu jeito.

Só diga “entendi, é minha”

Implore por ela”

(Ella Mai - Own it)

                   (Nina POV)

Com o meu coração martelando fortemente contra o meu peito, com minha pulsação à mil e minha respiração visivelmente alterada, eu desço minhas mãos trêmulas até os botões da minha calça jeans de forma desajeitada. E sem desprender meus olhos dos de Ian, eu comecei à desabotoá-la, e sem mais delongas, abrindo o zíper da mesma em seguida e escorregando o tecido molhado pelas minhas pernas, jogando a peça em um canto qualquer. Permanecendo assim, apenas de lingerie branca, que no momento se encontrava quase que transparente por conta da chuva.

- Você é tão linda - Ian diz com sua voz ligeiramente rouca. Os seus olhos azuis percorriam por todo o meu corpo sem pudor algum, despindo-me com apenas seu olhar intenso - Eu não consigo não... - Ele começa, mas parecendo atordoado demais para poder continuar, ele pressiona seus lábios fortemente e se cala. Deixando-me confusa. Ian parecia lutar contra alguma emoção dentro de si, uma emoção que eu antes nunca havia visto em seu olhar.

Algo ainda desconhecido pra mim.

- Ian? - O chamo, deixando que o som de seu nome saísse pelos meus lábios em forma de uma pergunta. Embora eu não soubesse ao certo o que lhe perguntava. E ele também não soube me responder. Apenas se aproximou de mim calmamente e olhando nos meus olhos, ameaçou à tirar suas calças - Não - Digo segurando suas mãos, impedindo-o de fazer tal coisa. O homem à minha frente me encara confuso e eu sorrio docemente - Eu faço - Digo, com meu coração martelando loucamente contra o meu peito. Com as minhas mãos tremendo, eu desafivelei o cinto de seus quadris e então abri a sua calça, escorregando-a pela suas pernas fortes, deixando-o seminu, assim como eu. Ergo meu rosto para fitar os olhos de Ian e permito-me afundar nas profundezas de suas íris azuis, e por Deus haviam tantas perguntas em seu olhar, nenhuma das quais eu estava preparada para responder naquele momento.

Apenas uma coisa era verídica, eu estava no controle, e me sentia poderosa por isso. E com certeza iria me aproveitar de cada segundo. Ian havia me feito perder o controle no dia anterior, havia me levado ao meu limite, havia me tornado uma libertina ao me foder na mesa de seu escritório. Havia me feito amá-lo ainda mais, havia me feito morrer de ciúmes. Havia me feito duvidar de mim mesma. E sendo errado ou não, eu queria vingança por tudo isso. Ele iria pagar, pois dessa vez, quem iria levar alguém ao limite, seria eu à ele.

Levo uma de minhas mãos ao seu peito forte e o empurro na direção do sofá, o fazendo se desequilibrar e então cair sentado no mesmo, incrédulo. Mas com os olhos fogosos, os lábios entreabertos de desejo e a respiração ofegante, denunciando sua ansiedade. Viro-me de costas para Ian, lhe dando a visão da minha bunda, ouço um gemido reprimido escapar de seus lábios e sorrio satisfeita.

- Quer que eu tire? - Pergunto olhando-o por cima do meu ombro, enquanto levava minhas mãos até o fecho — na parte de trás das minhas costas — do sutiã. Ian acena com a cabeça freneticamente e eu mordo meu lábio inferior. Divertindo-me e me deliciando diante de tal posse de poder que eu poderia exercer sobre ele. E não o contrário - Fale - Exijo e Ian me encara perplexo, com seu peito subindo e descendo rapidamente. Eu queria saber se ele havia perdido a capacidade de falar. Queria saber se conseguiria levá-lo à loucura. Queria deixá-lo à mercê de suas próprias necessidades, assim como ele havia feito comigo.

- Quero - Ele diz, ofegando ao proferir uma única e simples palavra. Sua voz saindo grave, de maneira rasgada. Sorrio satisfeita e umedeço meus lábios com a língua.

Eu não me considerava inocente, sabia ser devassa quando queria. Não era virgem quando transei com Ian pela primeira vez, e mesmo antes dele já possuía uma vida sexual aceitavelmente ativa. Mas nada que tivesse feito antes em minha vida havia me preparado para esse momento eletrizante. Para a deliciosa ideia erótica de me despir para Ian.

Ou até mesmo para a pulsação que meu corpo emitia toda vez que Ian me encarava com tamanha luxúria.

Isto...Isto era poder.

E que Deus me ajude, mas eu o amo.

Com uma lentidão diabólica e provocação calculada, decido abaixar apenas uma das alças do sutiã, e tudo isso pelo meu simples prazer em torturar Ian.

- Já chega? - Pergunto, lambendo o lábio inferior ao esboçar um meio sorriso em sua direção. O mesmo balança a cabeça negativamente e me encara atentamente. Erguendo uma sobrancelha e emanando possessividade.

- Mais - Ele diz de maneira exigente e eu arqueio uma sobrancelha em sua direção, nada contente.

- Eu não aceito exigências. Eu quero que você implore, Ian - Digo, em um sussurro meticulosamente instigante.

- Mais, por favor... - Ele implora, e eu sorrio em aprovação. Passeio meus dedos preguiçosamente por cima do sutiã — acariciando meus seios, sem tirar os olhos de Ian, assistindo-o se retorcer no sofá — antes de abri-lo, deixando-o escorregar por meus braços, para que enfim meus seios estivessem descobertos, mas ainda fora do campo de visão de Ian. Desço minhas mãos pela minha barriga, e então pelos meus quadris, até chegar ao elástico da calcinha de renda branca.

- Quer que eu tire? - Pergunto, brincando com o elástico da calcinha e assistindo Ian morder o lábio inferior fortemente ao mesmo tempo que seu abdômen estremecia.

- Sim, por favor... - Ele pede, com a sua respiração escapando de maneira forte por entre seus lábios. Ainda assim, eu não me virei em sua direção ao me inclinar para frente e retirar a última peça de roupa do meu corpo, ficando completamente nua. Não me virei quando passeei minhas mãos pelo meu corpo e o acariciei. Não me virei quando apertei meus seios e gemi. Não me virei quando minha mão desceu até minha bunda, a apertando fortemente.

Em momento algum eu me virei.

Pois eu sabia que mesmo de costas para Ian, ele sabia exatamente o que eu estava fazendo, e isso o estava levando à loucura.

Ouço Ian se movimentar atrás de mim e sorrio levemente com isso.

- Não se mexa -Digo de forma autoritária.

- Nina...- Ian gemeu, sua voz denunciava que ele estava mais próximo de mim.

- Sente-se - Digo suavemente, mas com um aviso contido. Ouço Ian suspirar, ainda sem saber ao certo o que fazer. Ele estava atordoado, e eu estava gostando de deixá-lo desta maneira.

- Nina... - Ele me chama novamente, com um pequeno toque de desespero em sua voz.

- Sente-se - Digo novamente, desta vez sem olhá-lo - Se me quiser - Acrescento e por dois segundos o que prevalecia naquele cômodo, era o silêncio. Mas então o barulho das almofadas entregava que Ian havia se sentado novamente. Sua respiração estava irregular e sua inquietação evidente - Isso mesmo - Digo em um murmuro, enquanto continuava à passar as minhas mãos pela minha pele desnuda, arranhando minhas coxas e quadris levemente, estimulando meu corpo, eriçando os pelos por onde minhas unhas passavam - É tão bom - Digo entre um gemido, descendo minha mão pela barriga e acariciando meu clitóris levemente, nada muito estimulante, apenas o suficiente para deixar Ian curioso para saber o que eu estaria fazendo.

- Porra! - Ian grunhi de uma forma grutual, primitiva. E eu soube que já não seria capaz de contê-lo por muito mais tempo. Olho por cima do meu ombro e encaro a evidente ereção presente em sua cueca.

- Por que não tira isso? - Pergunto ao constatar o quão duro ele estava, sua ereção forçava contra o tecido da cueca de tal forma que fazia com que eu me arrepiasse por completo - Não me parece muito confortável - Digo mordendo o lábio inferior, fingindo uma preocupação completamente inocente. Ian resmunga algo incompreensível e então praticamente rasga sua cueca, arrancando-a de seu corpo com uma precisão grutual - Você é tão gostoso - Digo entre um gemido arrastado. Ian estava duro feito pedra, e nesse momento eu soube que estava jogando um jogo perigoso ao levá-lo ao seu limite. Mas eu não poderia parar, não agora. Não quando eu estava me sentindo gloriosa diante do meu poder sobre ele - Não - Digo quando Ian ameaça levar sua mão até seu pau.

- Nina, já chega... - Ele diz, sua voz saindo sôfrega, desesperada.

- Sou eu quem diz quando chega, Ian - Digo o encarando dentro de seus olhos, mostrando-lhe que ele não havia escolha. Ele havia me dado às rédeas, se entregado à mim, dito que eu poderia fazer o que quisesse com ele. E eu faria - Você obedece à mim, Ian - Digo virando-me enfim, observando-o apertar a lateral do sofá fortemente ao me olhar de cima à baixo, sussurrando algo para si mesmo e então respirando fundo. Mas permanecendo imóvel como eu havia mandado. E ele permaneceu ali sentado, com as costas tocando levemente a parte de trás do sofá. Com cada um de seus músculos rijos, com os seus olhos azuis mergulhados em uma expressão felina, como se estivesse pronto para saltar sobre a presa. E a presa era eu.

- Venha aqui - Ian pediu, sua voz saindo áspera enquanto ele lutava para permanecer sentado no sofá.

- Ainda não - Digo em um sussuro.

Sinto meu interior estremecer quando o olhar predatório de Ian se dirigiriu para os seus mamilos eretos, seus olhos claros se escurecerendo cada vez mais enquanto ele lambia os lábios e lutava para não se masturbar enquanto só me apreciava. Sinto meus seios se enrijecerem ainda mais quando a imagem mental da boca dele sobre mim no dia anterior me atingiu com toda a sua força, fazendo com que uma nova onda de calor percorresse o meu corpo.

Levo minhas mãos até os meus seios, erguendo-os como se fossem uma deliciosa oferenda.

- É isto que você quer? - Pergunto em um sussuro, enquanto prendia meus mamilos entre meus dedos e os apertava, arrancando-me um gemido.

- Você sabe o que eu quero - Ian responde, sua voz não passando de um gemido sofrido e arrastado.

- Sim, eu sei - Digo sorrindo abertamente, em concordância - Mas convenhamos, sim? As coisas não são muito melhores quando somos forçados à esperar por elas? - Pergunto mordendo o lábio inferior e devolvendo-lhe o olhar de desejo.

- Você não tem ideia - Ian responde, rudemente. Fazendo-me soltar uma gargalhada divertida.

- Sabe, é tão bom quando eu... - Não termino minha frase, apenas aperto meus seios, prendendo meus mamilos entre meus polegares e indicadores e os puxando, sentindo meu corpo se contorcer enquanto o movimento enviava calafrios até minha coluna.

- Nina - Ian geme e eu ergo meus olhos para ele. Seus lábios estavam entreabertos e os olhos, vidrados de desejo.

- Tão bom - Digo, acariciando os dois ao mesmo tempo. Erguendo-os e os unindo.

- Ah, meu Deus - Ian geme e então tomba sua cabeça para trás, fechando seus olhos e apertando seus joelhos fortemente.

- Olhe pra mim - Digo, arqueando as costas e revirando os olhos de prazer.

- Nina... - Ian diz arfando, noto o pré-gozo escorrer pelo seu pau e solto um gemido de satisfação.

- Tão bom - Repito, enquanto o encarava com os lábios entreabertos do homem nu sentado no meu sofá.

- Eu posso fazer melhor - Ele diz em um sussurro insinuado e eu arqueio uma sobrancelha.

- Provavelmente sim. Têm muita experiência, não é mesmo? - Pergunto desafiadora. Aproximo-me de Ian, chegando cada vez mais perto do sofá, repelindo sua mão quando ele tentou me tocar - Se eu o deixar me tocar, você me promete uma coisa? - Pergunto sussurrando em seu ouvido, sentindo-o se arrepiar.

- Qualquer coisa - Ele responde de imediato e eu sorrio abertamente.

- Você só pode fazer o que eu lhe permitir, nada mais - Digo arqueando uma sobrancelha e ele acena rapidamente em concordância - Recoste-se - Digo autoritária e ele encosta suas costas totalmente na parte de trás do sofá.

Subo no sofá, colocando cada perna de um lado de seu corpo, praticamente montando em seu colo, mas ainda não, portanto, meu corpo permaneceu erguido, impedindo que nossas peles se tocassem.

- Uma das mãos. Pode usar uma das mãos, Ian - Digo suavemente. Com um gemido que pareceu vir das profundezas de seu ser, Ian estendeu apenas uma de suas mãos em minha direção, mão grande o bastante para agarrar envolver meu seio inteiro - Ah, meu Deus - Solto um gemido arrastado, o meu interior se contraindo com movimentos involuntários enquanto Ian me apertava - As duas mãos, por favor - Peço de forma manhosa. Não havia como resistir. Aquele simples toque havia incendiado todo o meu interior e, mesmo que esse jogo fosse pra exercitar meu poder sobre Ian, não poderia dizer “não”.

Ian assente com a cabeça, porque mal conseguira falar, assim como eu, e então arqueou as costas do sofá e, subitamente, as duas mãos dele estavam em mim, amassando-me e acariciando-me num frenesi maravilhoso.

- Mais? - Ian pergunta, divertido ao me ver contorcer diante de seu toque.

- Mais...- Peço manhosa, e quando Ian acaricia meus mamilos com seus polegares e os estimula, eu gemo alto contra sua bochecha. Percebo o mesmo sorrir discretamente, satisfeito. Dando-me a impressão de que eu já não tinha a situação toda tão sob controle assim.

Ainda assim, ele fez o que eu havia pedido com maestria. E como dissera, de alguma forma, ele era melhor naquilo do que eu. Ian conseguia fazer o meu corpo estremecer por inteiro com apenas alguns toques. De forma com que eu quase perdesse a força total e necessária das minhas pernas, força necessária que me deixava erguida o suficiente para não tocá-lo.

Ian sabia que estava ganhando um pouco mais de controle ao me tocar daquele jeito, mas eu também sabia que ao não tocar nele, o jogo não estava totalmente perdido.

- Coloque-me na boca - Digo, embora minha voz já não estivesse tão autoritária quanto antes.

Eu estava implorando e ambos sabíamos disso.

Mas eu queria aquilo. Demais.

Eu não sabia que homem algum pudesse exercer tal poder sobre meu corpo, não até agora, vez até, ainda mais do que eu mesma. Mas Ian mudou essa minha concepção das coisas, ele parece conhecer meu corpo mais do que eu mesma, ele parece sentir minhas necessidades e sabe como supri-las. Ele sabe me tocar, sabe como me fazer estremecer. E agora que eu sei disso, simplesmente não consigo parar de fantasiar a respeito.

- Abaixe-se mais - Ian pede e eu arqueio uma sobrancelha em sua direção, desconfiada - Se quiser que eu continue parado - Ele acrescenta, fingindo inocência, mas seu olhar não demonstrava inocência alguma, apenas a mais explícita malícia.

Ele sabia bem o que estava fazendo. E eu também.

Desço meu corpo, permitindo que um dos seios balançasse próximo à boca de Ian, que sorria maliciosamente.

A princípio ele nada fez, forçando-me à me abaixar mais e mais, até o mamilo roçar de leve em seu lábios e nossas coxas se tocarem.

- O que quer que eu faça, Nina? - Ian pergunta, o seu hálito quente e úmido indo de encontro à minha pele e fazendo meu mamilo se enrijecer cada vez mais.

- Você sabe - Digo em um sussurro, respirando com dificuldade.

- Fale outra vez - Ele diz enquanto segurava minhas coxas fortemente, fazendo-me gemer baixo. Sua voz trazia um leve ar de autoridade, mas eu estava envolvida demais para fazer qualquer coisa senão obedecer.

Eu já não mandava mais em nada. E tinha consciência disso, mas não me importava realmente.

- Coloque-me na boca - Repito, com meu estômago se revirando de ansiedade. Ian ergue sua cabeça para me olhar e então acenar com a cabeça em um sinal de total obediência. Ajeitando seu corpo debaixo de mim, ele segurava minhas costelas para que pudesse encontrar uma posição adequada para que ele se deleitasse com toda a calma.

Ian soprava meus seios, causando-me cócegas e provocando-me arrepios. Ele me abocanhava e me chupava como se estivesse com fome, como se precisasse se saciar e eu fosse sua fonte. Ele me lambia como se eu fosse um doce delicioso e que merecia ser bem aproveitado, bem apreciado. E eu me sentia mergulhar cada vez mais profundamente em seu encanto, e em suas investidas sensuais. Desta forma, perdendo minha força em resistir por muito mais tempo, não desejando mais do que me permitir deixar que ele fizesse o que bem entendesse comigo.

- E agora? - Ian pergunta, ainda sem me soltar - Quer mais? - Ele pergunta sensualmente - Ou... - Solto um gemido alto quando ele espalma minha barriga e faz círculos em minha virilha de uma maneira especialmente perversa - Alguma outra coisa? - Ele sugere enquanto lambia o lóbulo da minha orelha.

- Outra coisa - Digo arfando, desesperada para sentir ainda mais suas carícias.

- Você é quem manda - Ian diz, sua voz contendo uma sutil insinuação de zombaria - Estou sob seu inteiro comando - Ele diz próximo ao meu ouvido, respirando contra o meu pescoço, sua respiração quente batendo contra minha pele e me fazendo contrair de uma forma deliciosa.

- Eu quero. Eu quer... - Era impossível terminar uma frase de maneira coerente. Eu estava ofegante demais.

Ou talvez, simplesmente não soubesse o que queria.

São tantas opções.

- Quer que eu lhe ofereça algumas escolhas? - Ian pergunta, apertando o interior das minhas coxas e me fazendo suspirar, desejar que seus dedos estivessem explorando um lugar ainda mais perigoso do meu corpo - Quer? - Ele repete e eu aceno rapidamente que sim - Eu poderia tocá-la aqui - Ian diz acariciando minha boceta superficialmente, ditando tudo com um sussurro diabólico - Ou, se preferir, poderia beijá-la - Ele diz e então esfrega sua bochecha na minha. Sinto meu corpo ficar rijo diante da ideia - Mas isso apresenta outras perguntas - Ele continua, me instigando cada vez mais - Quer que eu me me ajoelhe entre as suas pernas ou prefere ficar em cima de mim e se abaixar em minha boca? - Ele pergunta, deixando-me tonta diante das opções.

Eu não sabia. Simplesmente não conseguia decidir.

- Por ora - Começou ele, pensativo - Estas são as nossas opções, ou...- Ele deixa a frase no ar, deixando-me curiosa.

- Ou o quê? - Pergunto, minha voz pouco mais do que um sussurro áspero. As mãos de Ian sobem e então param sobre os seus quadris, acariciando minha pele de maneira carinhosa.

- Ou poderíamos ir direto ao prato principal - Respondeu ele em tom de comando, exercendo uma pressão suave mas constante sobre mim, conduzindo-me para baixo, em direção ao seu pau duro e pulsante - Poderia montar em mim. Gostaria disso? - Ele pergunta sugestivo e eu aceno.

- Quero, eu quero muito - Digo abaixando meu corpo até sentir seu pau tocar no meu clitóris. Agarro os ombros de Ian e cravo minhas unhas em sua pele, esfregando-me contra ele, fazendo-o gemer juntamente de mim diante do atrito entre nossos corpos. Rebolo em seu colo sem pudor, suas mãos fortes seguram em minha cintura e me incentivam à continuar a fricção.

- Devo avisá-la que eu não sou nada dócil - Ian diz rouco, descendo suas mãos até minha bunda, a agarrando fortemente, com seus dedos apertando a carne de maneira possessa enquanto ele roçava seu pau em toda a minha boceta, pra frente e pra trás, masturbando ele e eu ao mesmo tempo. Solto um gemido contra seu ouvido e Ian aumenta suas investidas.

- Eu adoro um desafio - Digo lambendo a pele quente de seu pescoço, fazendo-o grunhir.

- Tenho certeza que sim - Ele diz em meio à um sorriso malicioso - Está pronta pra mim? - Ian pergunta e eu aceno rapidamente, arrancando-lhe uma risada - Tem certeza? - Ele pergunta novamente, com seus lábios se curvando apenas o suficiente para me provocar - Acho que eu deveria me certificar - Ele diz e então leva seu polegar até meu clitóris já inchado de desejo, fazendo círculos na carne. Arfo diante de seu toque, e quando eu pensei não ser o suficiente, Ian enfiou um dedo dentro de mim, e mais outro, fazendo-me revirar os olhos de prazer e rebolar em seus dedos - Muito bem... - Ele diz num sussurro, me encarando atentamente - Você gosta disso, não gosta? - Ele pergunta sugestivo, movendo seus dedos dentro de mim, de maneira lenta e diabólica, transformando meu desejo em algo cada vez mais febril.

- Gosto, eu gosto muito - Digo ofegante. Beijo a pele sensível do seu pescoço e sinto Ian estremecer, sorrio com isso.

- Você me quer, Nina? - Ian pergunta, sua voz saindo firme e direta.

- Quero. Quero muito - Digo suspirando ao senti-lo se esfregar contra mim.

- Agora? - Ele pergunta e eu assinto com vigor. Sinto os dedos de Ian escorregarem para fora de mim e as mãos dele encontrarem a minha cintura.

O cheiro de tesão carregava o ar de umidade, uma mistura sedutora de feromônios que despertou todas as células do meu corpo. Minha pele estava ardente, avermelhada, sensível. Meus seios inchados e minha boceta pulsante.

- Puta merda, Nina - Ian xinga assim que eu fecho minha mão entorno do seu pau, o guiando até minha entrada molhada e sedenta. Ameaço sentar-me, mas Ian segura meus quadris e me impede - Não tão rápido - Ele diz, aceno em concordância. Sinto a cabeça do seu pau posicionada na minha entrada e gemo baixo diante do atrito. Ian estava eufórico, e eu também. Ele estava tão fora de si quanto eu. A nossa eletricidade corria em nossas veias junto com nosso sangue pulsante, junto com a adrenalina e ansiedade - Deixe-me movê-la - Ian pede em um murmúrio e eu assinto. Sinto suas mãos empurrarem meu quadris suavemente, movendo-me para baixo, até que eu me sentisse ser deliciosamente e cada vez mais aberta por ele - Mais? - Ian pergunta ofegante e eu assinto rapidamente. E ele continuou a tortura, mantendo-se imóvel mas movimentando o meu corpo sobre o seu, com cada centímetro seu deslizando para dentro de mim, roubando-me o fôlego, a voz, a capacidade de pensar - Você é tão gostosa - Ian diz, suas palavras saindo abafadas por sua respiração desregulada e mergulhada em uma agonia prazerosa.

Respiro uma grande lufada de ar, permitindo-me ir mais além, escorregando meu corpo ainda mais pra baixo, recebendo cada centímetro de Ian, e ofegando ao me dar conta de que descia cada vez mais sobre ele, que ele ainda não estava completamente dentro de mim. Nessa posição tudo era muito diferente, ele parecia não caber dentro de mim como no dia anterior, ele parecia mais grosso, comprido.

- Me envolva por completo, Nina - Ian diz rouco, pressionando meus quadris e fazendo-me respirar fundo.

- Não consigo - Digo em um sussurro.

E realmente não conseguia. Era diferente. Ele simplesmente não cabia.

Sinto Ian apertar minha carne ainda mais forte, e então arquear os seus próprios quadris com um solavanco entorpecedor, fazendo-me perder o ar e me engasgar com um gemido. E então, eu estava completamente sentada sobre ele, pele com pele. E mal conseguia respirar.

- Puta merda - Ian exclama, revirando os olhos de prazer enquanto eu me sentia deliciosamente preenchida.

Ian respirava com dificuldade, seu corpo estava se contorcendo sob o meu. Insaciável, sedento, faminto.

Agarro-o pelos ombros numa tentativa de me firmar, de me manter sentada, e, ao fazê-lo, não pude esperar mais, eu precisava de alívio, precisava me movimentar, precisava senti-lo entrar e sair de mim em um ritmo constante e enlouquecedor.

- Eu vou te foder tanto, Nina. Te fazer gozar e gemer meu nome - Ian diz meio à um rosnando. Gemo diante da promessa que me fez ficar ainda mais excitada. As partículas de suor já brotavam na minha testa. E porra, eu estava tão molhada!

Soltando um palavrão incompreensível, Ian me dá um selinho rápido e então abraça minhas costas, fazendo-me inclinar sobre o seu peito forte, que pulsava com uma respiração trôpega. A temperatura que nossos corpos irradiavam fazia todo o ambiente parecer uma sauna de tão quente.

Aproximo meus lábios dos de Ian novamente e o beijo apaixonadamente, lambendo seus lábios e soltando um leve murmúrio de prazer. Sinto a língua de Ian explorar minha boca com destreza, enquanto minhas mãos subiam desde os seus ombros até seus cabelos sedosos, os puxando levemente e arrancando um suspiro de prazer dos lábios macios e viciantes. Ainda sem desgrudar minha boca da de Ian, eu ergo meu corpo, deslizando um pouco pra cima antes que o mesmo detivesse meu movimento, agarrando minha cintura com ferocidade e desgrudando nossas bocas, fazendo-me encará-lo confusa.

- Não tão rápido - Ele me avisa, num tom de voz autoritário que fez com que uma onda poderosa de luxúria pura percorresse pelo meu corpo. Deixei que meus quadris subissem até quase sentir Ian fora de mim para então sentar em seu pau novamente, forte e preciso. Sentindo uma dor estranhamente gostosa ao senti-lo penetrar ainda mais fundo em mim. Com a palma da mão aberta sob o meu ventre, ele tocou meu clitóris pulsante com seu polegar e começou à me masturbar, fazendo movimentos circulares lentos e precisos. Sentindo meu corpo se contorcer cada vez mais. Sedenta demais por Ian, agarrei a raiz de seus cabelos úmidos de suor entre meus dedos e ataquei sua boca novamente, enquanto rebolava em seu pau. Remexendo em seu colo loucamente, cavalgando no ritmo dos movimentos circulares enlouquecedores de seu polegar. Ian apenas grunhia, o corpo saltando por debaixo do meu. Conforme ele me prometera, não era dócil nem manso. Era selvagem, animalesco.

Deixando que nossa consciência fosse absorvida pelo instinto primitivo que nos era exigido. Nossos corpos excitados tomaram o controle por completo. Não conseguíamos pensar em mais nada além do desejo de foder. Uma necessidade feroz de cavalgar no pau de Ian tomou conta de mim, fazendo-me me mover cada vez mais rápido, em investidas de subida e descida. Usando ambas as mãos, Ian coordenava meu ritmo, curvando-me em um ângulo que fazia a cabeça do seu pau pulsar, esfregar e estocar no ponto mais sensível dentro de mim.

Sinto os espasmos do orgasmo se espalharem pelo meu corpo. Fazendo o meu interior tremer e minha boceta se contrair furiosamente, fazendo Ian gemer alto e de maneira arrastada. Eu estava à um fio de gozar, só de sentir as estocadas precisas de Ian dentro de mim.

Acaricio e me equilibro em suas pernas fortes. Inclinando meu corpo pra trás, abrindo minhas pernas de forma extremamente íntima e sem pudor. Desesperada para sentir Ian me foder com toda a sua brutalidade. Suas mãos seguram meus quadris e seus dedos se afundam na minha pele, enquanto ele chupava um dos meus seios e metia em mim em um ritmo alucinante. Rápido e forte, deixando-me à beira do orgasmo e então diminuindo o ritmo, apenas roçando seu pau em mim, e então me estocando devagar e fundo. E então recomeçando tudo de novo. Em um ciclo viciante de sexo cru.

- Ian... - Grito seu nome e ele agarra minha nuca, fazendo-me encará-lo enquanto minhas pernas tremiam e o orgasmo me atingia com toda a sua força, lançando expasmos de êxtase que se irradiaram pelo meu corpo, fazendo-me estremecer violentamente. Ian continuava à segurar minha nuca, não deixando que nosso contato visual se quebrasse. Diante de seu olhar, eu gozava e gemia seu nome como nunca, sentindo meu corpo ser arrebatado por cada sensação de prazer que me atingia.

- Caralho, caralho, caralho - Ian urrava enquanto me fodia com força, batendo seus quadris contra os meus de maneira violenta mas prazerosa. E eu mordia seu ombro e afundava minhas unhas em suas costas largas, enquanto Ian puxava meu corpo pra baixo, afim de me fazer sentir suas estocadas fundas e punitivas que iam de encontro ao meu ponto mais profundo. E eu o sentia por inteiro, cada vez mais duro e grosso. O olhando com avidez, sentindo a extrema necessidade de vê-lo quando ele perdesse o controle comigo. Seus olhos estavam nebuloso de tesão, mergulhados em êxtase de um orgasmo próximo - Caralho, Nina! - Ian gemeu alto emitindo um som de êxtase selvagem, como se estivesse sido arrancado de sua garganta. E então estocando minha boceta uma última vez, fundo e forte o bastante para nos levantar do sofá, ele gozou, em uma liberação súbita de energia que me deixou fascinada por sua ferocidade.

Continua? 


Notas Finais


O que vocês acharam do hot, meu amores? Espero que tenha encaixado nas expectativas de vocês. É muito importante pra mim que vocês comentem e me deem sua opinião em relação à fanfic, isso me incentiva demais à continuar escrevendo. Então, não me deixem aqui sozinha rsrs. Comentem, adorarei ler seus comentários e respondê-los!! Como eu já disse, não mordo. Bom, só se vocês pedirem 😉


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